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Sexta-feira, 17 de Janeiro de 2014

Reflexão: As Missões das Almas

Caros leitores,

     Todo espírito certamente deseja progredir dando o seu contributo para a obra da solidariedade universal, recebendo dos espíritos mais elevados uma missão particular, adequada às suas aptidões e ao seu “estádio” evolutivo.

     Uns cumprem a tarefa de receber os espíritos no seu retorno à vida espiritual, guiá-los, ajudá-los a desprenderem-se dos fluidos espessos que os envolvem; outros têm a missão de consolar, instruindo as almas sofredoras e atrasadas. Espíritos de químicos, físicos, naturalistas, astrónomos, continuam as em suas pesquisas, estudam os mundos, as superfícies, as profundezas ocultas, atuam em todos os lugares sobre a matéria sutil, que fazem passar por preparações, modificações destinadas a obras que a imaginação humana teria dificuldades em imaginar.

     Os espíritos menos evoluídos auxiliam os primeiros nas suas tarefas variadas como auxiliares.

     Um grande número de espíritos se destina aos habitantes da Terra e dos outros planetas, estimulando-os nas suas pesquisas, fortalecendo os ânimos abatidos, guiando os hesitantes pelo caminho do dever. Aqueles que praticaram a medicina e possuem o segredo dos fluidos curativos, reparadores, ocupam-se mais especialmente dos doentes [Os casos de curas feitas pelos espíritos são muito numerosos e serão encontradas relações em toda a literatura espírita].

     A mais bela de todas as missões é a dos espíritos de luz. Vêm dos espaços celestes para trazer à humanidade os tesouros da sua ciência, da sua sabedoria, do seu amor. A sua tarefa é um sacrifício constante, porque o contato com os mundos materiais é penoso para eles; porém, encaram todos os sofrimentos por dedicação aos seus protegidos, com o objectivo de os assistir nas suas provas e enraizarem no coração deles grandes e generosas intuições.

     É justo atribuir-lhes esses clarões de inspiração que iluminam o pensamento, esses desafogos da alma, essa força moral que nos sustenta nas dificuldades da vida. Se tivessem a noção da quantidade de constrangimentos que esses nobres espíritos suportam e toleram para chegarem até nós, responderíam melhor às suas solicitações, fazendo esforços enérgicos para nos desligarmos de tudo o que é insignificante e impuro, unindo-nos a eles na comunhão divina.

     Nas horas e momentos de dificuldades, é para esses espíritos (guias), que os meus pensamentos e apelos se direccionam. Deles obtenho o apoio moral e as consolações supremas. Subi com muita dificuldade os atalhos da vida; a minha infância foi dura. Mais tarde, no meu trabalho, muitas vezes tropecei nas pedras do caminho; fui mordido pelas serpentes do ódio e da inveja. E agora na hora crepúsculo as sombras sobem e rodeiam-me; sinto as minhas forças abaterem-se e os meus órgãos a enfraquecerem. Mas nunca me faltou a ajuda dos meus amigos espirituais, nunca a minha voz os evocou em vão.

     Algumas vezes, no recolhimento do fim do dia ou no silêncio da noite, as suas vozes falam-me, embalam-me e confortam-me, entoando na minha solidão como uma melodia vaga.

     Posso-me esquecer das misérias humanas para me alegrar na esperança de um dia rever esses amigos, de me reunir com eles na luz, se Deus me julgar digno disso, com todos aqueles que amei e que, do seio do além, me ajudaram a percorrer mais uma caminhada terrestre.

     Toda a alma vem de Deus e retorna a Deus percorrendo o imenso ciclo dos seus destinos. Por mais baixo que tenha descido, mais cedo ou mais tarde, pela atração divina, sobe de novo para o infinito. E o que procura ela? O conhecimento mais perfeito do universo, a assimilação mais completa dos seus atributos: beleza, verdade, amor; ao mesmo tempo, uma libertação gradual das escravizações da matéria, uma colaboração crescente na obra eterna.

     Cada espírito, no espaço, tem a sua vocação e persegue-a com facilidades desconhecidas na Terra; cada um encontra o seu lugar nesse soberbo campo de ação, nesse vasto laboratório universal.

     Por todos os lados, tanto na amplidão como nos mundos, objetos de estudo e de trabalho, meios de elevação, de participação na obra divina, oferecem-se à alma laboriosa. Já não é o céu frio e vazio dos materialistas, nem mesmo o céu contemplativo e beato de certos crentes. É um universo vivo, animado, luminoso, repleto de seres inteligentes em constante de evolução.

     Quanto mais esses seres espirituais se elevam, mais a sua tarefa se acentua, mais importância passam a ter as suas missões. Um dia, alcançam um lugar entre as almas mensageiras que vão levar aos confins do tempo e do espaço as forças e as vontades da alma infinita.

     Para o espírito mais inferior, assim como para o mais importante, o domínio da vida não possui limites. Seja qual for a altura a que tenhamos chegado, há sempre um plano superior a ser alcançado, uma nova perfeição a ser concretizada.

      À medida que a alma se vai distanciando das esferas inferiores, onde reinam as influências pesadas, onde se agitam as vidas toscas, banais ou culpadas, as existências de lenta e penosa educação, a alma vai percebendo as altas manifestações da inteligência, da justiça, da bondade e a sua vida torna-se cada vez mais bela e divina. Os murmúrios confusos, os ruídos discordes dos centros humanos vão pouco a pouco enfraquecendo para ela, até que se extinguem por completo; ao mesmo tempo, começa a perceber os ecos harmoniosos das sociedades celestes. É o limiar das regiões felizes, onde reina uma eterna claridade, onde paira uma atmosfera de benevolência, serenidade e paz, onde todas as coisas saem perfeitas e puras das mãos de Deus.

     A diferença profunda que existe entre a vida terrestre e a vida do espaço reside no sentimento de libertação, de alívio, na liberdade absoluta que desfrutam os espíritos bons e puros.

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 00:29
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011

A Pequena Alma... ...Perdoar

- Eu sei quem sou!
E Deus disse:
- Que bom! Quem és tu?
E a Pequena Alma gritou:
- Eu sou Luz!
E Deus sorriu.
- É isso mesmo! - exclamou Deus. - Tu és Luz!
A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.
- Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma.
Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A Pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus e disse:
- Olá, Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?
E Deus disse:
- Quer dizer que queres ser Quem já És?
- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a Pequena Alma.
- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.
- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.
- Bem, acho que já era de se esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada.
Depois a sua expressão mudou.
- Há só uma coisa...
- O quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és. Por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.
- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.
- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, zilhões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E, no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz? - eis a questão.
- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma mais animada.
Deus sorriu novamente.
- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus.
- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.
- É aquilo que tu não és - replicou Deus.
- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.
- Só se o escolheres. Na verdade, não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos inventando tudo. Estamos fingindo.
- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.
Depois, Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exatamente o oposto.
- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é - disse Deus - Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus - quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então, saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!
- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma.
- Claro! - Deus riu-se. - Claro que podes! Mas lembra-te de que "especial" não quer dizer "melhor"! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos se esqueceram disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!
- Uau - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. - Posso ser tão especial quanto quiser!
- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser?
- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. - Não estou entendendo.
- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?
A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.
- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma - É especial ser prestativo. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.
- Sim! - concordou Deus - E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.
- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. - Quero ser a parte de especial chamada "perdão". Não é ser especial alguém que perdoa?
- Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.
- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma.
- Bom, mas há uma coisa que devias saber - disse Deus.
A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.
- O que é? - suspirou a Pequena Alma.
- Não há ninguém a quem perdoar.
- Ninguém?
A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.
- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta.
Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que tinha se aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados - de todo o Reino - porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava tendo uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles diziam. Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.
- Então, perdoar quem? - perguntou Deus.
- Bem, isto não vai ter graça nenhuma! - resmungou a Pequena Alma - Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.
E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste. Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:
- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.
- Vais? - a Pequena Alma animou-se. - Mas o que é que tu podes fazer?
- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!
- Podes?
- Claro! - disse a Alma Amiga alegremente. - Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.
- Mas por quê? Por que é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. - Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?
- É simples - disse a Alma Amiga. - Faço-o porque te amo.
A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.
- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga - tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançamos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançamos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincamos juntas através de todo o tempo e em muitos lugares. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau - fomos ambas a vítima e o vilão. Encontramo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exata e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.- E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a "má" desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.
- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.
- Oh, havemos de pensar em alguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.
Então, a Alma Amiga pareceu ficar séria, e disse numa voz mais calma:
- Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?
- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.
- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não-muito-boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E, por isso, só te peço um favor em troca.
- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar: - Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!
Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.
- O que é? - perguntou a Pequena Alma. - O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!
- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.
E, então, a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.
- O que é que posso fazer por ti? - perguntou novamente a Pequena Alma.
- No momento em que eu te atacar e ferir, - respondeu a Alma Amiga - no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento...
- Sim? - interrompeu a Pequena Alma - Sim?
A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.
- Lembra-te de Quem Realmente Sou.
- Oh, não me hei de esquecer! - gritou a Pequena Alma - Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.
- Que bom, - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar fingindo tanto, que eu própria vou me esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar as duas de Quem Somos.
- Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. - Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva - a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.
E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão.
E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.
E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito.
"Lembra-te sempre," - Deus aqui tinha sorrido – "não te enviarei senão anjos".
FONTE: A Pequena Alma e o Sol - Neale Donald Walsch
Publicado por Viktor às 00:11
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Terça-feira, 19 de Outubro de 2010

O inicio da Extinção do Materialismo

Caros Irmãos,

     De repente, há coisas que acontecem e que nos mostram claramente que a Luz está a abrir todo o mundo para a verdade. Está a surgir de todos os lados, e as pessoas corajosas não se importam com as consequências de falar a verdade. Há pouco tempo o medo ter-se-ia apoderado delas, e teriam sentido relutância ao pensar nas repercussões de continuarem em frente seguindo o seu caminho de Luz. Não duvidem que, ao mínimo sinal, os que pertencem às trevas vão tentar impedir que a verdade surja. No entanto, todas essas tentativas são inúteis, porque o momentum das energias elevadas está muito poderoso. Por esta razão, podem esperar um jorro de informação, porque cada vez mais pessoas estão preparadas para revelar o que sabem. A verdade é muito mais espantosa do que muitos podem acreditar e também pode ser muito chocante. O velho padrão está a desaparecer de vista, e simplesmente, o novo paradigma está a ir para o seu lugar. Muitos já sabem para onde isto se vai encaminhar, e há muito que fazer antes que possam falar abertamente sobre a Ascensão. No entanto, tudo o que está a acontecer leva a esse acontecimento, num processo de evolução que está a avançar. Os reinos da Luz estão a aguardar a sua chegada, e irá ser uma ocasião da maior alegria e felicidade.

     Durante as semanas e os meses que se seguem, será visível que as mudanças são para o melhor interesse da Humanidade, embora, por vezes, possam parecer caóticas. Os que já estão iluminados vão ser uma influência calmante, pois irão reagir positivamente. Os ‘duvidosos’ vão necessitar de uma prova antes de deixarem a sua mentalidade rígida, e a Luz irá quebrar a sua resistência. É muito difícil voltarem as costas a isto, porque proporciona uma paz que se sente fortemente, e muitas almas deliciam-se por trazer isso para a vida delas. É como acender uma luz num quarto às escuras, e a iluminação surgir com um brilho súbito. A Luz é também a sua protecção, e por isso recomenda-se que fixem a aura pessoal para que envolva completamente o seu corpo físico. Vocês nunca tiveram, anteriormente, uma oportunidade tão maravilhosa como têm agora para experimentar a elevação.

     Finalmente, o lado materialista da vida tornar-se-á menos importante, porque as suas necessidades vão ser supridas e o seu tempo será ocupado a usufruir do lazer encontrado. Vão ter tempo de sobra para as suas actividades preferidas e para os seus passatempos, e o trabalho, tal como o conhecem agora, tornar-se-á finalmente desnecessário. Terá também tempo para o seu desenvolvimento e evolução espiritual. A cisma que existe, hoje em dia, entre as religiões irá desaparecer, e a verdade irá moldar as futuras crenças na aceitação comum de uma nova compreensão. Muito irá ser colocado perante os seus fiéis, e a prova vai acompanhar a verdade para que não haja dúvida da sua veracidade. Isso significa que os grupos religiosos vão ter acesso aos ensinamentos através desse padrão. Será inevitável uma aproximação de todos os grupos sendo isto desejável. Actualmente esses grupos têm medo da verdade, mas ela não virá destruir a sua compreensão, mas pelo contrário, vai alargá-la para que possam seguir em frente. De outro modo os grupos vão desintegrar-se, porque não podem estar à espera de fazer parte da Nova Onda da verdade permanecendo no mesmo lugar. Irá ser dada muita ajuda para assegurar que o avanço aconteça.

     O tempo que ainda resta e que irá conduzir à Ascensão, será usado para conseguir que o maior número de Almas possível se mova, para as dimensões mais altas. Ainda será da sua escolha o que aceitam, mas ninguém poderá dizer que não lhe foram dadas as mesmas oportunidades que foram dadas aos outros. Se algumas almas não estiverem prontas para ir, vão obviamente continuar a experimentar e vivenciar o que é normal na actual dimensão. No entanto, podem não fazer a escolha com o conhecimento mas, sim por se sentirem confortáveis e contra as mudanças nas circunstâncias actuais. Isto representa um voto para permanecerem onde estão actualmente. Dêem-lhes momentos de felicidade sem as pressionarem para que mudem, porque não necessitam sentir-se ‘culpadas’ ou ‘diferentes’ por causa disto. Tenham a certeza que indubitavelmente vocês também já passaram por essas experiências.

     Realmente vocês estão a vivenciar o momento, fazendo história, porque as coisas estão a agitar-se e algo vai mudar rapidamente. Estamos a pressionar os nossos aliados para concluírem os esforços neste sentido, porque queremos que os movimentos sejam vistos como sendo feitos por eles. No entanto, a meta final está a aproximar-se rapidamente, e vamos ser obrigados a forçar o assunto se tal for necessário. Queremos ver a divulgação surgir rapidamente, porque os programas da abundância também estão mais perto de se manifestarem. Estamos também extremamente felizes ao ver o aumento contínuo dos níveis de consciência, e isso mostra que todo o esforço levado a cabo pelos Trabalhadores da Luz trouxe a recompensa. Tenham em mente que o plano da sua iluminação começou há muito tempo e abrangeu um número crescente de almas avançadas de outros planetas para criar as condições para ele ser implantado. Por vezes, os níveis das trevas eram tão poderosos e esgotantes, que isso parecia estar longe de ser uma tarefa fácil.

     Foi feito o trabalho mais difícil, e agora a Luz comanda. Ela foi firmemente estabelecida na Terra, e vai continuar a crescer rapidamente. Os corações empedernidos estão a começar a abrandar, e o resultado é que mais almas estão a despertar. O potencial para se abrirem permanece em cada uma delas, e uma vez que anunciarem a intenção de seguir a Luz, vai-lhes ser dada ajuda. Não faltam almas preparadas para abdicar da beleza e da alegria da vida dos reinos mais altos, para servirem na Terra. Vocês nunca foram deixados sozinhos a travar as vossas lutas, e outras almas foram-vos acompanhando através de cada uma das suas vidas passadas. Muitas vezes são companheiros de viagem, que foram outrora seus familiares ou, simplesmente amigos, que partiram antes de vocês. O amor entre as almas mantém um laço entre elas que se prolonga por muitas vidas. Por isso, por favor, não se preocupem sobre o futuro dos que lhes são chegados, pois ireis encontrá-los sempre. De fato, nas dimensões mais altas podemos dizer, que “estão à distância de um pensamento”.

     Eu sou SaLuSa, de Sírius, e estou tão encorajado pela sua resolução em ganhar o dia e com a sua determinação de fazer mudanças! É o que gostamos de ver porque isso apressa o processo e a nossa reunião está a ficar cada vez mais próxima. Mantenham o foco sempre no que vêem como sendo o seu caminho para o futuro, e irradiem a vosa Luz e Amor o mais longe possível.

LINK: http://www.galacticfriends.com/

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Estado de Espiríto: Esclarecer o Semelhante
Música: M80
Publicado por Viktor às 17:00
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Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

O Grande Doador

Ele não era médico e levantou paralíticos e restaurou leprosos, usando o divino poder do amor.

Não era advogado e elegeu-se o supremo defensor de todos os injustiçados do mundo.

Não possuía fazendas e estabeleceu novo reino na Terra.

Não improvisava festas e consolou os tristes e reergueu o bom ânimo das almas desesperadas.

Não era professor consagrado e fez se o Mestre da Evolução e do Aprimoramento da Humanidade.

Não era Doutor da Lei e criou a universidade sublime do bem para todos os espíritos de boa vontade.

Padecendo amarguras - reconfortou a muitos.

Tolerando aflições - semeou a e a coragem.

Ferido - curou as chagas morais do povo.

Supliciado - expediu a mensagem do perdão e do amor, em todas as direcções.

Esquecido pelos mais amados - ensinou a fraternidade e o reconhecimento.

Vencido na cruz – revelou a vitória da vida eterna, em plena e gloriosa ressurreição, renovando os destinos das nações e

santificando o caminho dos povos.

Ele não era, portanto, rico e engrandeceu os celeiros dos séculos.

Quem oferecer, assim, o coração, em homenagem ao Divino Amor na Terra, poderá, desse modo, no exemplo de Jesus, embora anónimo, aflito, apagado ou crucificado, atender à santificada colaboração com Deus, a benefício da Humanidade.

Espírito: ANDRÉ LUIZ

Médium: Francisco Cândido Xavier

Livro: “Antologia Mediúnica da Natal”

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:04
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Sexta-feira, 27 de Março de 2009

A Adolescência

Meu amigo.

Conduzes o teu filho ao pediatra, preservando-lhe a saúde corpórea.

Sabes guiá-lo ao nutricionista, para que se alimente com segurança.

Despendes louvável atenção para que lhe não falte o concurso do cabeleireiro e do alfaiate, a fim de que se apresente com esmero.

Preocupas-te, como é justo, por situá-lo no convívio de professores distintos, no jardim da infância ou na escola primária, iluminando-lhe a inteligência.

Contudo, a quem lhe conduzirás o coração para que aprenda a viver?

Não te esqueças do Divino Mestre das Almas e auxi­lia o tenro companheiro de tua marcha a buscar em Jesus o Doador das Bênçãos Eternas. Ajuda-o a procurar no Cristo o cinzelador do carácter, para que o amor puro lhe presida a existência e para que a verdade lhe ilumine o caminho.

Lembra-te de que se hoje és o apoio da felicidade de teu filho, amanhã será ele o apoio de tua felicidade.

Colherás nele o que houveres plantado — a abnegação ou a indiferença, o trabalho ou a preguiça, a paz ou a discórdia, a confiança ou a leviandade.

Auxilia-o, pois, a sentir e a pensar com o Celeste Amigo e terás a inspiração do Senhor, assegurando-lhe abençoada luz ao porvir.

EMMANUEL

(Psicografado pelo médium FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER)

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:29
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

Missões no Regresso...

Todo espírito que deseja progredir trabalhando na obra de solidariedade universal recebendo dos espíritos mais elevados uma missão particular, apropriada às suas aptidões e ao seu grau de adiantamento. Alguns têm por tarefa acolher os espíritos no seu retorno à vida espiritual, guiá-los, ajudá-los a se desprenderem dos fluidos espessos que os envolvem; outros são encarregados de os consolar, instruir as almas sofredoras e atrasadas. Espíritos de químicos, físicos, naturalistas, astrónomos, prosseguem as suas pesquisas, estudam os mundos, as superfícies, as profundezas ocultas, actuam em todos os lugares sobre a matéria subtil, que fazem passar por preparações, modificações destinadas a obras que a imaginação humana teria dificuldades em imaginar. Outros aplicam-se às artes, ao estudo do belo sob todas as suas formas. Espíritos menos evoluídos auxiliam os primeiros nas suas tarefas variadas e servem-lhe de auxiliares. Um grande número de espíritos destina-se aos habitantes da Terra e de outros planetas, estimulando-os nas suas pesquisas, fortalecendo ânimos abatidos, guiando os hesitantes pelo caminho do dever. Aqueles que praticaram a medicina e possuem o segredo dos fluidos curativos, reparadores, ocupam-se mais especialmente dos doentes. A mais bela de todas as missões é a dos ESPÍRITOS DE LUZ. Vêm dos espaços celestes para trazer à humanidade os tesouros da sua ciência, da sua sabedoria, do seu amor. Sua tarefa é um sacrifício constante, porque o contacto dos mundos materiais é penoso para eles; porém, encaram todos os sofrimentos por dedicação aos seus protegidos, a fim de assisti-los nas suas provas e colocarem no coração deles grandes e generosas intuições. É justo atribuir-lhes esses clarões de inspiração que iluminam o pensamento, esses desafogos da alma, essa força moral que nos sustenta nas dificuldades da vida. Se soubéssemos a quantos constrangimentos esses nobres espíritos se impõem para chegarem até nós, responderíamos melhor às suas solicitações, faríamos esforços enérgicos para nos desligarmos de tudo o que é insignificante e impuro, unindo-nos a eles na comunhão divina. Nas horas difíceis, é para esses espíritos, para os meus guias bem-amados, que voam os meus pensamentos e meus apelos. É deles que me vem o apoio moral e as consolações supremas. Subi com muita dificuldade os atalhos da vida. Mas nunca me faltou a ajuda de meus amigos espirituais, nunca a minha voz os evocou em vão. Desde os meus primeiros passos neste mundo a sua influência envolveu-me. Compartilharam as minhas alegrias e tristezas e, quando ouvia a tempestade, sabia que estavam firmes ao meu lado, no meu caminho. Sem eles e o seu auxílio, há muito tempo teria sido obrigado a interromper a minha marcha, a suspender o meu trabalho. As suas mãos estendidas têm-me amparado e dirigido na áspera via. Algumas vezes, no recolhimento da tarde ou no silêncio da noite, as suas vozes falam-me, embalam-me e confortam-me; ressoam na minha solidão como uma vaga melodia. Ou, então, são sopros que passam, semelhantes às carícias, sábios conselhos murmurados, indicações preciosas sobre as imperfeições do meu carácter e das formas de o aperfeiçoar. Então esqueço-me das misérias humanas para me alegrar na esperança de um dia rever esses amigos, de me reunir com eles na luz, se Deus me julgar digno disso, com todos aqueles que amei e que, do seio do além, me ajudaram a percorrer esta etapa terrestre. Que para todos vós, espíritos protectores, entidades protectoras, se eleve o meu pensamento de reconhecimento, o melhor de mim mesmo, o tributo da minha admiração e do meu amor! A ALMA VEM DE DEUS E RETORNA A DEUS percorrendo o imenso ciclo dos seus destinos. Por mais baixo que tenha descido, cedo ou tarde, pela atracção divina, sobe de novo para o infinito. O que é que ela procura lá? O conhecimento sempre mais perfeito do universo, a assimilação sempre mais completa dos seus atributos: beleza, verdade, amor! E, ao mesmo tempo, uma libertação gradual das escravizações à matéria, uma colaboração crescente na obra eterna. Cada espírito, no espaço, tem a sua vocação e persegue-a com facilidades desconhecidas na Terra; cada um encontra o seu lugar nesse soberbo campo de acção, nesse vasto laboratório universal. Por todos os lados, tanto na amplidão como nos mundos, objectos de estudo e de trabalho, meios de elevação, de participação na obra divina, oferecem-se à alma laboriosa. Já não é o céu frio e vazio dos materialistas, nem mesmo o céu contemplativo e beato de certos crentes. É um universo vivo, animado, luminoso, repleto de seres inteligentes em via constante de evolução. E quanto mais esses seres espirituais se elevam, mais a sua tarefa se acentua, mais as suas missões se tornam importantes. Um dia, ocupam um lugar entre as almas mensageiras que vão levar aos confins do tempo e do espaço as forças e as vontades da alma infinita.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:30
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

O Caminho do Ser

A evolução dos mundos e das almas é regida pela vontade divina, que penetra e dirige toda a natureza, mas a evolução física é apenas a preparação da evolução psíquica, e a ascensão das almas prossegue muito além da cadeia dos mundos materiais.

O que impera nas baixas regiões da vida é a luta ardente, o combate sem trégua de todos contra todos, a guerra perpétua na qual cada ser se esforça para conquistar um lugar ao sol, quase sempre em prejuízo dos outros. Essa luta furiosa arrasta e destrói todos os seres inferiores nas suas agitações. O planeta é como uma arena onde se desenrolam incessantes lutas.

A natureza renova incessantemente esses exércitos de combatentes.

Na sua fecundidade prodigiosa, gera novos seres; mas logo a morte os ceifa nas suas estreitas fileiras. Essa luta, espantosa à primeira vista, é necessária para o desenvolvimento do princípio de vida. Ela dura até o dia em que um raio de inteligência vem iluminar as consciências adormecidas. É na luta que a vontade se apura e se afirma; é da dor que nasce a sensibilidade.

A evolução material, a destruição dos organismos, é apenas temporária: representa a fase primária da epopeia da vida. As realidades imortais estão no espírito. Só ele sobrevive a esses conflitos bárbaros. Todos esses envoltórios passageiros são apenas vestimentas que se vêm adaptar à sua forma fluídica permanente.

Cobre-se de vestuários para representar os numerosos actos do drama da evolução no vasto palco do universo.

Emergir grau a grau do abismo da vida para se tornar espírito, génio superior, e isso pelos seus próprios méritos e esforços; conquistar seu futuro hora a hora; libertar-se mais todos os dias do domínio das paixões, libertar-se das sugestões do egoísmo, da preguiça e do desânimo; resgatar-se pouco a pouco das suas fraquezas e ignorância, ajudando os seus semelhantes a serem resgatados e por sua vez, arrastando todo o meio humano para um estado mais elevado: eis o papel destinado a cada alma. E ela tem, para desempenhar esse papel, toda a série de existências inumeráveis na escala magnífica dos mundos. Tudo o que vem da matéria é instável: tudo passa, tudo foge.

As montanhas vão pouco a pouco abatendo-se sob a acção dos elementos; as maiores cidades transformam-se em ruínas; os astros iluminam-se, resplandecem, depois apagam-se e morrem; só a alma imortal paira na duração eterna.

O círculo das coisas terrestres aperta-nos e limita as nossas percepções; mas quando o pensamento se liberta das formas mutáveis e abrange a extensão dos tempos, vê o passado e o futuro juntarem-se, vibrarem e viverem o presente. O canto de glória, o hino da vida infinita, enche os espaços; sobe do interior das ruínas e dos túmulos; sobre os destroços das civilizações mortas surgem novas existências. A união faz-se entre as duas humanidades, visível e invisível, entre aqueles que povoam a Terra e aqueles que percorrem o espaço. A voz deles chama, responde, e esses ruídos, esses murmúrios, embora vagos e confusos para muitos, tornam-se para nós a mensagem, a palavra vibrante, que afirma a comunhão do AMOR UNIVERSAL.

Tal é a complexidade do carácter do ser humano [ESPÍRITO, ENERGIA e MATÉRIA] em que se resumem todos os elementos constitutivos e todas as potências do universo. Tudo o que está em nós está no universo, e tudo o que está no universo se encontra em nós. Pelo seu corpo fluídico e pelo seu corpo material o homem encontra-se ligado à imensa teia da vida universal e, pela sua alma, a todos os mundos invisíveis e divinos. Somos feitos de sombra e de luz.

Somos a carne com todas as suas fraquezas e o espírito com suas riquezas latentes, suas esperanças radiosas, seus voos magníficos.

E o que está em nós encontra-se em todos os seres. Cada alma humana é uma projecção do grande foco eterno. É isso o que consagra e assegura a fraternidade dos homens. Temos em nós os instintos animais, mais ou menos comprimidos pelo longo trabalho e pelas provas das existências passadas, e temos também a crisálida do anjo, do ser radioso e puro, em que nos podemos tornar pela impulsão MORAL, pelas aspirações do coração e pelo sacrifício constante do “EU”. Tocamos com os pés as profundezas obscuras do abismo e, com a fronte, as altitudes ofuscantes do céu, o império glorioso dos espíritos.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:26
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Terça-feira, 5 de Agosto de 2008

PERCEPÇÃO DOS ESPÍRITOS

Uma vez de volta ao mundo dos Espíritos, conserva a alma as percepções que tinha na Terra, além de outras de que aí não dispunha, porque o corpo, qual véu sobre elas lançado, as obscurecia.

Os Espíritos, quanto mais se aproximam da perfeição, tanto mais sabem. Se são Espíritos superiores, sabem muito. Os Espíritos inferiores são mais ou menos ignorantes acerca de tudo.

Para os Espíritos conhecerem o futuro, depende da elevação que tenham conquistado. Muitas vezes, apenas o entrevêem, porém nem sempre lhes é permitido revelá-lo. Quando o vêem, parece-lhes presente. À medida que se aproxima de Deus, com mais clareza o Espírito descortina o futuro. Depois da morte, a alma vê e apreende num golpe de vista as suas passadas migrações, mas não pode ver o que Deus lhe reserva. Para que tal aconteça, é preciso que, ao cabo de múltiplas existências, se haja integrado nele. Nem os Espíritos que alcançaram a perfeição absoluta têm conhecimento completo do futuro, só Deus é soberano Senhor e ninguém o pode igualar.

Conforme a elevação do Espírito e a pureza que tenha atingido, conhece o princípio das coisas. Os Espíritos de ordem inferior não sabem mais do que os homens.

Como o Espírito se transporta para onde quer, com a rapidez do pensamento, pode-se dizer que vê em toda parte ao mesmo tempo. O seu pensamento é susceptível de irradiar, dirigindo-se quase em simultâneo para muitos pontos diferentes, mas esta faculdade depende da sua pureza. Quanto menos puro é o Espírito, tanto mais limitada é a sua visão. Só os Espíritos superiores vêm com clareza.  

Os Espíritos não compreendem a duração do tempo como nós. Daí vem que nem sempre são compreendidos, quando se trata de determinar datas ou épocas.   Os Espíritos vivem fora do tempo como o compreendemos. A duração, para eles, deixa, por assim dizer, de existir. Os séculos, para nós tão longos, não passam, aos olhos deles, de instantes que se movem na eternidade.

Do mesmo modo que aquele, que vê bem, faz uma mais exacta ideia das coisas do que o cego. Os Espíritos vêem o que não vedes. Tudo apreciam, pois, diversamente do modo por que o fazeis. Mas, também isso depende da elevação deles.

O passado, quando com ele o Espírito se ocupa, é presente. Verifica-se então, inteligência dos Espíritos, lembrando-se mesmo daquilo que se te apagou da memória. Mas nem tudo os Espíritos sabem, a começar pela própria criação.

Só os Espíritos superiores o vêem e compreendem a Deus. Os inferiores o sentem e um Espírito inferior não vê Deus, mas sente a Sua soberania e, quando não deva ser feita alguma coisa ou dita uma palavra, percebe, como por intuição, a proibição de o fazer ou dizer.   

O Espírito não tem circunscrita a visão como os seres corpóreos, ela reside em todo ele.

Os Espíritos não precisam da luz para ver. Vêem por si mesmos, sem precisarem de luz exterior. Para os Espíritos, não há trevas, salvo as em que podem achar-se por expiação.

Os Espíritos são sensíveis à música. A música terrena não se compara à música celeste. A esta harmonia nada na Terra pode dar ideia. Uma está para a outra como o canto do selvagem para uma doce melodia. Não obstante, os Espíritos vulgares podem experimentar certo prazer em ouvir a música terrestre, por lhes não ser dado ainda compreenderem outra mais sublime. A música possui infinitos encantos para os Espíritos, devido ao facto de terem muito desenvolvidas as suas qualidades sensitivas. Refiro-me à música celeste, que é tudo o que de mais belo e delicado pode a imaginação espiritual conceber.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:49
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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Almas Gémeas

Na vida por vezes acontecem coisas que, a muita gente parecem, coisas do outro mundo. O encontro e reencontro de almas com afinidades espirituais são um facto verídico, sentido através da intuição e do coração. Quando esses encontros se dão o ambiente gerado, as conversas e visões são de facto maravilhosas, pois Deus encontra-se presente. Há também sempre uma grande intensidade energética entre os intervenientes. A troca de conhecimentos, experiências vividas, conselhos e ensinamentos transmitidos servem para aclarar a mente sobre o que na realidade se passa e assim indicar o caminho certo para quem, de certa forma, se encontra perdido ou numa “encruzilhada”. Por vezes estamos confusos, baralhados, perdidos ou desesperados porque a vida não é como pretendemos, não por culpa própria mas sim porque é dada credibilidade a pessoas que não sabem que o que estão a dizer é o mais correcto, e isso pode provocar nas pessoas grandes problemas e traumas que, em abono da verdade, nada ajudam as pessoas a superar o que diante delas está. Se viver num mundo (terra) não é fácil, imaginem viver em dois completamente distintos! A imensidão do universo tem coisas maravilhosas, como todas as obras de Deus.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Estado de Espiríto: Muita Energia Positiva...
Publicado por Viktor às 09:13
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Domingo, 19 de Agosto de 2007

CLARIVIDÊNCIA

Com isso não se quer afirmar que na vidência e na sua interpretação não possa haver condicionamento à sua crença. As visões são sempre filtradas através do vidente, e cada vidente, além do seu ângulo personalíssimo de "ver", de conceber o mundo, é também o produto de uma determinada cultura e de seu determinado momento histórico. O que se vê objetivamente passa pelo crivo da subjetividade do vidente. Acrescente-se a isto a interpretação do objeto, isto é, da visão, exatamente a parte mais difícil, porque aí se torna necessário distinguir fatos observados e projeções mentais de encarnados ou desencarnados captáveis pelo médium.


Ocorre, evidentemente, um condicionamento à crença na vidência, o que determina, como conseqüência, seja a visão percebida e interpretada de acordo com ela. Preleciona Emmanuel que “como acontece na alimentação do corpo, a visão, no campo da alma, é diferente para cada um.” (Clarividência, in Seara dos Médiuns, FEB, p. 47). Na vidência há de se distinguir, como dissemos acima, o que de fato se passa no momento das projeções mentais, que podem ter distintas origens. A recepção de umas e outras subordina-se ao continente mental que traduz o captado em termos visuais.


Na obra de Tereza de Jesus e de Juan de La Cruz, duas almas cuja grandeza é indiscutível, anotamos, por exemplo, a visão da Trindade. Em uma das vezes em que celebrava a missa, afirmou Juan de La Cruz ter visto as Três Pessoas em uma nuvem muito resplandecente (M. Teixeira Penido, O Itinerário Místico de São João da Cruz, Vozes, 1954, p. 61). Não há uma descrição pormenorizada da visão, de modo a que nos possibilite a compreendê-la fora do contexto católico, porém uma observação feita por Juan de La Cruz a Ana de Santo Alberto nos permite avaliar o observado. Dizia ele que em companhia daquele mistério se encontrava tão bem que "sem particular auxílio do céu, ser-lhe-ia impossível continuar em vida.” (op. cit., pp. 61162).

 

Ramakrishna fazia observação semelhante referindo-se ao samadhi, com o florescimento do lótus de mil pétalas, onde mora o Satchitdananda Shiva, o Absoluto, afirmando que o indivíduo não resistia mais de 21 dias após esse fato (El Evangelio de Ramakrishna, tomo II, pp. 16 e 173). Só o desejo de servir poderia manter “o ego do Conhecimento” ou “o ego da Devoção”, evitando a morte. Naturalmente que, por isto, o período mencionado não é fatal; busca-se avisar o praticante dos perigos de uma subida de Kundalini sem os cuidados necessários e sem o suporte físico para suportá-lo. O que importa, no caso, é perceber que os efeitos da "experiência", tanto para Juan de La Cruz como para Ramakrishna eram os mesmos, o que demonstra a igualdade de valor do objeto percebido.


Pierre Weil, ao reportar-se às extraordinárias experiências de Muktanananda, comparando-as com as de Juan de La Cruz e Tereza de Jesus, comenta: “Eles também descrevem esses estados de consciência e visões parecidas, porém dentro do contexto cultural cristão. Tudo indica que a fonte de experiência é a mesma; porém a mensagem vem dentro de uma codificação cultural ao alcance de cada pessoa; essa codificação é feita por esse “campo informacional” do qual falam os russos." (A revolução Silenciosa, Pensamento, p. 171).


A mesma visão pode ser diferentemente percebida. Se o indivíduo é cristão, a visão de uma entidade feminina de alta hierarquia pode ser percebida como a de Maria, mas se ele é hindu reportar-se-á a Shakti, a Mãe Divina. Mirra Alfassa, a Mãe do Ashram de Sri Aurobindo, escreveu umas certeiras palavras a respeito.


É certo que há experiências espirituais que sobrepassam a toda a espécie de condicionamento mental, quando o vidente se sobrepõe a este. Eis, por exemplo, os fatos descritos por Swami Nikhilananda, na Introdução ao vol. 32 de El Evangelio de Sri Ramakrishna: “Sri Ramakrishna ficou fascinado pela vida e ensinos de Jesus. Certo dia, estando sentado na sala da casa de campo que Yadú Maldick possuía em Dakshineswar, seus olhos se fixaram em um quadro da Virgem e do Menino. Mirando-o com intensa atenção, ficou pouco a pouco embargado por uma divina emoção. As figuras do quadro tomaram vida e os raios de luz que delas emanaram entraram em sua alma. O efeito dessa experiência foi mais forte que a da visão de Maomé. Consternado, exclamou: “Oh! Mãe (referindo-se à deusa Kali), que estás fazendo?” E rompendo as barreiras do credo e de religião, entrou em um novo reino de êxtase. Cristo tomou posse de sua alma. Por três dias não pisou no templo de Kali. Na tarde do quarto dia, enquanto estava caminhando no Panchavati, viu acercar-se-lhe uma pessoa de formosos e grandes olhos, expressão serena e tez clara. Ao encontrarem-se os dois, ressoou uma voz no mais fundo da alma de Sri Ramakrishna: “Eis aqui o Cristo, quem verteu o sangue de Seu coração para redimir ao mundo; quem padeceu um mar de angústia por amor da humanidade. Mestre de Yogues, Ele está em permanente união com Deus. É Jesus, Amor Encarnado”. O filho do homem abraçou o Filho da Divina Mãe e Se confundiu com ele. Sri Ramakrishna experimentou sua identidade com Cristo, como já havia experimentado sua identidade com Kali, Rama, Hanumám, Radha, Krishna, Brahma e Maomé. O mestre entrou em samadhi e em relação íntima com Brahma dotado de atributos" (p. 441 vide também Swami Vijoyananda Ramakrishna, Deus Homem, Ed. Vedanta, p. 41).

Publicado por Viktor às 00:48
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