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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

CRIANÇA ÍNDIGO

A criança índigo é um dos percursores, um dos mestres, uma das pessoas, um dos curadores que vêem alterar esta realidade. Esta realidade, não pode de maneira nenhuma continuar pelo caminho materialista, normalizado e saturado de tecnologia que leva. É precisa a criatividade. É preciso saber aproveitar cada vez mais do tempo livre que a tecnologia nos deixa. Quem é que nos vai ensinar? Os índigo, porque a frequência índigo, a frequência do chacra frontal é a que unifica o prático com o criativo. Porque esta sociedade e esta realidade, se não começarem a ser criativas com o seu tempo livre, e com os meios de que dispõem, se não começarem a relacionar-se com o próximo a partir do coração, vão explodir! Tanta tecnologia e tanto tempo livre em sociedades altamente culturizadas, altamente tecnológicas, como por exemplo a Suiça e a Suécia, resultaram num grande número de suicídios de crianças, de adolescentes e de adultos. Porquê? Porque há muito tempo, muito dinheiro, muita tecnologia, e não se sabe o que se há-de fazer deles, porque não há educação criativa! Que casualidade, não é verdade?

Às crianças índigo, a única motivação com que as podemos ajudar, a única via para que despertem e desenvolvam toda a potencialidade que têm em si mesmos, é através da criatividade. Eles não se sentem motivados, nem lhes interessa em absoluto que na sua escola haja um programa de aprendizagem que vá do primeiro ao último mês do ano escolar, nem com a aprendizagem dos adjectivos, das proposições e da tabuada do um ao nove, para dar um exemplo, e têm que se adaptar a cumprir esse programa, que é ditado por quem? pelo sistema educativo existente para o nosso melhor bem, e evidentemente dos nossos filhos também. Mas a criança índigo não se adapta ao método: necessita de um método que se adapte a ela. E a não ser que tenhamos a sorte de metê-lo numa escola Montessori, ou numa escola Waldorf, ou numa escola especial que não esteja massificada, na qual as pessoas que formam parte dessa escola tenham necessidade de expressar a sua vocação, amorosa e apaixonadamente, e não usem a sua profissão apenas como um meio de gerar dividendos no fim do mês...

Porque quer na docência, quer na medicina oficial, há muita gente que podemos definir como “funcionários”, pois não é a mesma coisa um professor que ame as crianças e ame a sua vocação, e um funcionário que estudou uma carreira fácil, curta, agradável, com aliciantes, com bastantes períodos de férias, paga pelos pais, e é tudo. Esse é um funcionário, esse não suporta as crianças, e se tem crianças índigo na sua aula, não está hoje aqui. Está a fazer uma massagem, ou um curso de inglês ou de dança, ou num bar a tomar café, porque sabe que o seu período de trabalho é remunerado, e quando acaba, “óptimo, pois estão a chegar os papás e as mamãs para levarem os monstrozinhos”... Em troca, as pessoas que estão aqui e que têm como vocação o amor às crianças e o amor ao ensino, sabem que têm índigos nas suas salas...Que fazemos com eles, que fazemos? Temos que recorrer ao engenho para continuar dentro do sistema, porque o sistema é um colosso tremendo e não podemos lutar contra ele, mas aumentando a criatividade e fazendo os possíveis por implicar os pais no processo.

Os pais devem ficar conscientes de que o seu filho é um ser especial como toda a criança, mas se além disso é um índigo, é uma responsabilidade ter um filho destes. Um filho índigo é o futuro profissional em que estaremos todos nós, porque todos os âmbitos da sociedade de amanhã, serão formados pelas crianças de agora. Que em cada um dos profissionais do nosso futuro, haja um índigo que tenha podido expressar as suas qualidades ou potencialidades, que tenha podido expressar-se a partir da criatividade, e que tenha podido descubrir o que mais o apaixona na vida, para que seja um profissional totalmente curador.

Porque a criança índigo é um terapeuta: veio para curar esta sociedade, como se disse anteriormente. Se uma criança índigo se apaixona por fazer pães, bolos, biscoitos, qualquer profissão que eleja, seja mecânico, seja médico, seja advogado, seja arquitecto, seja terapeuta holístico, seja cineasta, seja escritor, se fizer aquilo que o apaixona ( e só pode descobrir se se lhe permitir ser criativo com a sua aprendizagem), se descobrir o que o apaixona, dedique-se ao que se dedicar na vida, teremos e receberemos um amor, um nível de consciência que neste momento não temos, como devíamos e merecemos ter. A maioria dos profissionais da nossa sociedade, de qualquer sector, trabalha por dinheiro. A maioria, não todos. Quando podemos unir remuneração, profissão e vocação, é um presente do céu. E quem ama a sua profissão sabe isso. É isso que se pretende com as crianças índigo. Que a todos os níveis, quando forem adultos, em qualquer sector da sociedade em que trabalhem, onde se realizem profissionalmente, o façam através daquilo que os apaixona, e que não lhes tenha sido imposto. Mas para isso, precisam desde o início de se sentir amados, apoiados, compreendidos, e com um sistema de ensino e de aprendizagem que se adapte a eles, e não ao contrário.

Publicado por Viktor às 01:45
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