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*Cursos de Reiki e Karuna de Todos os níveis*-*Workshop's de Técnicas de Reiki*
Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007

ANOTANDO SINCERAMENTE

Se meditares sinceramente, nas provas que já venceste, nos problemas que já atravessaste, nas dores que já esqueceste e nos obstáculos que, muitas vezes, já contornaste, sem maior esforço de tua parte, reconhecerás que o amparo de Deus esteve e está contigo em todos os momentos, aprendendo a cooperar mais em favor da paz em ti mesmo, consolidando a fé na Providencia Divina que nunca nos desampara.
Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Publicado por Viktor às 07:45
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DINHEIRO

O dinheiro não é luz, mas sustenta a lâmpada.
Não é a paz, no entanto, é um companheiro para que se possa obtê-la.
Não é calor, contudo, adquire agasalho.
Não é o poder da fé, mas alimente a esperança.
Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por valioso ingrediente na protecção afectiva.
Não é tijolo de construção, todavia, assegura as actividades que garantem o progresso.
Não é cultura, mas apoia o livro.
Não é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos que ampliam capacidade dos olhos.
Não é base da cura, no entanto, favorece a aquisição do remédio.
Em suma, o dinheiro associado a consciência tranquila, alavanca do trabalho e fonte da beneficência, apoio da educação
e alicerce da alegria, é uma benção do Céu que, de modo imediato, nem sempre faz felicidade, mas sempre faz falta.
Espírito: BEZERRA DE MENEZES
Médium: Francisco Cândido Xavier
Publicado por Viktor às 00:54
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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

Mediunidade profissional e charlatanismo

Esse é um ponto bastante polémico com relação ao Espiritismo. Seriam os médiuns apenas charlatães interesseiros? Analisando com atenção tudo o que envolve a mediunidade é possível se chegar a uma conclusão.

O princípio da faculdade mediúnica é a afinidade fluídica, a qual é individual e não geral; pode existir do médium para tal espírito e não a tal outro; sem essa afinidade, cujas nuances são muito diversificadas, as comunicações são incompletas, falsas ou impossíveis. Elas podem ser falsas porque, na falta do espírito desejado, não faltam outros, prontos a aproveitarem a ocasião de se manifestarem, e que se importam muito pouco em dizerem a verdade. O mais frequentemente, a assimilação fluídica entre o espírito e o médium não se estabelece senão com o tempo, ocorrendo uma vez em dez que ela seja completa desde a primeira vez.

Estando a mediunidade subordinada a leis, de alguma sorte orgânicas, às quais todo médium está sujeito, não se pode negar que isso não seja um escolho para a mediunidade profissional, uma vez que a possibilidade e a exactidão das comunicações prendem-se a causas independentes do médium e do espírito. Para que um médium profissional pudesse oferecer toda segurança às pessoas que viessem a consultá-lo, seria preciso que ele possuísse uma faculdade permanente e universal, quer dizer, que pudesse se comunicar facilmente com todos os espíritos e a qualquer momento, para estar constantemente à disposição do público, como um médico, e satisfazer a todas as evocações que lhe fossem pedidas. Ora, isso não ocorre com nenhum médium.

Além disso, os espíritos são livres; eles se comunicam quando querem, com quem lhes convém e também quando podem. Não estão às ordens e ao capricho de quem quer que seja, e não é dado a ninguém fazê-los vir contra a sua vontade. Como sempre dizia Chico Xavier: “o telefone só toca de lá para cá”. Ninguém pode afirmar que a qualquer hora um espírito virá atender ao seu chamado e responderá a tal ou tal questão. Dizer o contrário é provar ignorância dos mais elementares princípios do Espiritismo. Só o charlatanismo tem fontes infalíveis.

Vê-se que os médiuns não possuem senão a faculdade de comunicar, mas a comunicação efectiva depende da vontade dos espíritos. Isso explica a intermitência da faculdade mesmo nos melhores médiuns, e as interrupções que suportam por vezes durante vários meses. Seria, pois, erradamente, que se assemelharia a mediunidade a um talento. O talento se adquire pelo trabalho e aquele que o possui dele é sempre o senhor; o médium não é jamais senhor da sua faculdade, uma vez que depende de uma vontade estranha.

Os próprios princípios que regem as comunicações com o mundo invisível se opõem à regularidade e à precisão necessárias para aquele que se coloca à disposição do público.

O desejo de satisfazer a uma clientela pagante conduz ao abuso. Não se conclui disso que todos os médiuns interesseiros sejam charlatães, mas o interesse de ganho conduz ao charlatanismo e autoriza a suposição de fraude, se não a justifica. Não há, para se comunicar com os espíritos, nem dias, nem horas, nem lugar mais propícios uns que os outros. Não é preciso para os evocar, nem fórmulas, nem palavras sacramentais ou cabalísticas, sendo que o emprego de todo sinal ou objecto material, seja para os atrair, seja para os repelir, não tem efeito, uma vez que o pensamento basta. Só o charlatanismo poderia tomar maneiras excêntricas e adicionar acessórios ridículos. A evocação dos espíritos se faz em nome de Deus, com respeito e recolhimento; é a única coisa recomendada às pessoas sérias que querem ter intercâmbio com espíritos sérios.

Outra questão é que certas manifestações espíritas se prestam, bem facilmente, a uma imitação mais ou menos grosseira; mas do fato de que puderam ser exploradas, como tantos outros fenómenos, pela charlatanice e pela prestidigitação, seria absurdo disso concluir que elas não existam, como bem atesta, em raciocínio adjacente, André Luiz, em trecho do livro Evolução em Dois Mundos.

As manifestações mais fáceis de serem imitadas são certos efeitos físicos, e os efeitos inteligentes vulgares, tais como os movimentos de objectos e pancadas dos mesmos, a escrita directa, as respostas banais, etc; não ocorre o mesmo com as comunicações inteligentes de uma alta importância, ou na revelação de coisas notoriamente desconhecidas do médium. Para imitar os primeiros não é preciso senão a destreza; para simular os outros é preciso, quase sempre, uma instrução pouco comum, uma superioridade intelectual fora de série e uma faculdade de improvisação, por assim dizer, universal, ou o dom da adivinhação.

É importante ressaltar que a "mediunidade elevada (...) constitui (...) conquista do espírito, para cuja consecução não se pode prescindir das iniciações dolorosas, dos trabalhos necessários, com a auto-educação sistemática e perseverante." (André Luiz, em trecho do livro Missionários da Luz).

 

««« Conclusão »»» 

A mediunidade é uma faculdade essencialmente móvel e fugidia, pela razão de estar subordinada à vontade dos espíritos; por isso é que está sujeita a intermitências. Esse motivo, e o princípio mesmo segundo o qual estabelece a comunicação, são os obstáculos a que se torne uma profissão lucrativa, uma vez que não poderia ser nem permanente, nem aplicável a todos os espíritos, e que poderia faltar no momento em que dela se tivesse necessidade. Aliás, não é racional admitir que os espíritos sérios se coloquem à disposição da primeira pessoa que os queira explorar.

A propensão dos incrédulos, geralmente, é suspeitar da boa fé dos médiuns, e supor o emprego de meios fraudulentos. Além de que, no entendimento de certas pessoas essa suposição é injuriosa, é preciso, antes de tudo, perguntar qual interesse poderiam eles ter para enganarem e divertirem ou representarem a comédia. A melhor garantia que se pode encontrar está no desinteresse absoluto e honorabilidade do médium. Há pessoas que, pela sua posição e seu carácter, escapam a toda suspeição. Se a atracão do ganho pode excitar a fraude, o bom senso diz que, onde não há nada a ganhar, o charlatanismo não tem razão de ser.

Texto baseado em trechos do livro O Que É o Espiritismo.

Publicado por Viktor às 10:33
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Se você sonhou com...[L]...então!!

LÃ - Geralmente é sinal de união e afeição. Roupas de lã: seu mérito será reconhecido. Sorte: carneiro.

LÁBIOS - Finos: vergonha. Grossos: infelicidade. Se forem os seus lábios, pode ter entrada inesperada de dinheiro. Sorte: pavão.

LADRÃO - Insegurança, medo de perder algo como emprego, amizade, amor ou dinheiro. Sorte: gato.

LAGARTO - Pensamentos negativos e incertezas. Lagartixa: desilusões. Sorte: jacaré.

LAGO - Límpido: insucesso. Sujo: problemas nos negócios. Se você estiver pescando em um lago, significa melhora na sua situação financeira e amorosa. Sorte: vaca.

LÁGRIMAS - Conseguirá vencer oposições. Sorte: carneiro.

LAMA - Cuidado com calúnias. Pode enfrentar dificuldades. Sorte: porco.

LAMENTAR - Apesar de negativo, representa alegrias. Se outras pessoas estiverem se lamentando, receberá boas notícias. Sorte: borboleta.

LÂMPADA - Acesa: paz de espírito e esclarecimento de algo obscuro. Apagada: ingratidão. Sorte: tigre.

LÁPIS - Boas influências. Apontá-lo: vida normalizada. Sorte: elefante.

LARANJA - Casamento, algo relacionado ao sexo. Laranjeira carregada de frutas: casamento com alguém muito rico. Sorte: águia.

LATA - Abrir uma: problemas com rival. jogá-la: infortúnios. Muitas latas: boas notícias. Sorte: avestruz.

LATIDOS - Fique vigilante. Ouvir latidos: bons conselhos. Se o cão ladrar como se fosse mordê-la(o): aborrecimentos morais. Sorte: avestruz.

LAVAR - O rosto: novos amores a caminho. As mãos: melhora de posição económica. O corpo: viagem próxima. A casa: mudança em breve. A roupa: tome decisão enérgica e renuncie a certa paixão. Lavar alguém: boas notícias. Ver alguém se lavando: novidades com amizades. Sorte: jacaré.

LEÃO - Protecção de alguém poderoso. Grande força em todas as situações. Sorte: leão.

LEGUMES - Muito trabalho e pouca recompensa. Colhê-los: despreocupações financeiras. Comê-los: prejuízos. Sorte: águia.

LEITE - De modo geral, significa fecundidade e realização de desejos. Sorte: cabra.

LIMÃO - Tirará proveito das verdades que ouvirá. Sorte: águia.

LÍRIO - Se estiverem na estação, felicidade, fora dela, pode perder suas esperanças. Plantá-los: casamento em breve. Sorte: veado.

LIVROS - Ganhar um livro: noivado ou casamento próximo. Oferecê-lo a alguém: decepções no amor. Ler um livro: discussões. Sorte: cabra.

LIXO - Amizades estranhas. jogar o lixo fora: melhora de uma doença. Sorte: porco.

LOBO - Relações com pessoas de má fé. Está para acontecer uma luta difícil. Sorte: cachorro.

LOTERIA - Se você ganhou na loteria: lucros inesperados e vitórias. Se apostou e não ganhou: perdas e decepções. Sorte: aposte nos números, bilhetes ou jogos de seu sonho.

LOUCURA - Ver loucos: alegrias passageiras. Sonhar que ficou louca(o): cansaço mental. Para a(o) doente este sonho anuncia recuperação de saúde. Sorte: cachorro.

LUA-DE-MEL - Mudanças repentinas em sua vida pessoal. Amigos em lua-de-mel: decepções. Sorte: pavão.

LUZ - Entrada de dinheiro. Veja também Lâmpada. Sorte: tigre.

Publicado por Viktor às 00:47
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Sábado, 15 de Setembro de 2007

Agradecimento Público

Caros amigos e leitores,
venho por este meio agradecer ao meu amigo que colocou este blog em DESTAQUE na página dele Aqui.
Um bom fim de semana para todos.
Saudações Reikianas - Namasté.
Publicado por Viktor às 11:19
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Domingo, 9 de Setembro de 2007

Se você sonhou com...[J]...então!!

JACARÉ - Cuidado com manobras de pessoa falsa. Sorte: jacaré.

JACINTO (FLOR) - Sorte no jogo durante 8 dias. Sorte: coelho.

JANELAS - Você tem a simpatia de pessoa jovem. Sorte: gato.

JANTAR - Podem aparecer dificuldades. Receber amigos para o jantar: vitória sobre os inimigos. Sorte: urso.

JARDIM - Passear por um jardim indica gravidez para a mulher casada. O estado do jardim (bonito, feio, descuidado) tem relação directa com a sua vida interior. Veja também Flores. Sorte: pavão.

JASMIM - Uma jovem sonhando com essa flor: poderá receber proposta de casamento. Um buque de jasmim: boas amizades. Sorte: borboleta.

JAVALI - Caçar um: seus esforços não terão resultado. Ser perseguida(o): separação amorosa. Matar um: melhora económica. Sorte: porco.

JESUS CRISTO - Estar ao lado Dele: você é guiada(o). Ser abençoada(o) por Ele: sinal de prosperidade. Falar-lhe: aguarde alegrias. Se o sonho for de ameaças, perseguições, é sinal de embaraços e problemas em breve. Sorte: carneiro.

JOANETE - Se estiver doendo é sinalde regresso de alguém que estáviajandohá tempos.Sorte: cabra.

JOGO - jogos deazar: ganhos inesperados. De ténis de mesa, xadrez e dama: inteligência.jogos de quadra: união em família.Futebol: saúde. jogos de cartas: prejuízos.Dominó: intrigas.Sorte: cabra.

jÓlAS - Perdê-las:relação nova e agradável.De ouro:ambição, aborrecimentos. De prata:será vítima de sua imaginação.De um modo geral, este sonho revelaque você se preocupa muito com as aparências. Sorte: pavão.

JORNAL - Ler um jornal: viagem próxima. Ver outra pessoa lendo ou ver somente o jornal: dificuldades superadas. Comprar um jornal: obstáculos nos negócios. Sorte: veado.

JOVEM - Se é velha(o) e sonha que é jovem: boas notícias. Este sonho pode significar que sua felicidade não duraria muito tempo. Sorte:coelho.

JUIZ - Ver um juiz: aborrecimentos. Se ele estiver sentenciando: atraso de vida. Sorte: camelo.

JULGAMENTO - Assistir: doença. Participar: sua presença é temida. Se o julgamento for justo: sinal de vitórias. Se for injusto: será alvo de mexericos. Sorte: camelo.

JUMENTO - Mulher enamorada e faladeira que lhe dirá duras verdades. Sorte: cavalo.

JURAMENTO - Fazer um: conquistará posições. Outras pessoas fazendo uni juramento: pode receber más noticias de amiga(o). Sorte: porco.

JUROS - Pagá-los: receberá más noticias. Recebê-los: poderá terinfelicidades. Sorte: avestruz

Publicado por Viktor às 13:17
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

ISSO É DA LEI DE DEUS

Tolera, construindo
Todo o bem que puderes
Não exijas dos outros
Dons que ainda te faltam.
Erros dos companheiros
Poderiam ser nossos.
Aceita as provações
Por exames de fé.
Trarás contigo a paz
Que fizeres nos outros.
Temos sempre o que damos.
Isso é a Lei de Deus.

Espírito: EMMANUEL

Médium: Francisco Cândido Xavier

Publicado por Viktor às 22:00
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007

TRANQUILIDADE

1. Comece o dia na luz da Oração.
    O amor de Deus nunca falha.
2. Aceite qualquer dificuldade sem discutir.
    Hoje é o tempo de fazer o melhor.
3. Trabalhe com alegria.
    O preguiçoso, ainda mesmo quando se mostre num pedestal de ouro maciço, é um cadáver que pensa.
4. Faça o bem o quanto possa.
    Cada criatura transita entre as próprias criações.
5. Valorize os minutos.
    Tudo volta, com excepção da hora perdida.
6. Aprenda a obedecer no culto das próprias obrigações.
    Se você não acredita na disciplina, observe um carro sem travões.
7. Estime a simplicidade.
    O luxo é o mausoléu dos que se avizinham da morte.
8. Perdoe sem condições.
    Irritar-se é o melhor processo de perder.
9. Use a gentileza, mas, de modo especial dentro da própria casa.
    Experimente atender os familiares como você trata as visitas.
10. Em favor de sua paz conserve fidelidade a si mesmo.
    Lembre-se de que, no dia do Calvário, a massa aplaudia a causa triunfante dos crucificadores, mas o Cristo, solitário e vencido, era a causa de Deus.

Espírito: ANDRÉ LUIZ
Médium: Francisco Cândido Xavier
Publicado por Viktor às 23:52
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Se você sonhou com...[I]...então!!

IATE - Pode significar boa sorte. Estar em um: realizações próprias. Iate encalhado: preocupações nos negócios. Sorte: jacaré.

IDADE- Se você estiver preocupada(o) com sua idade, pode significar problemas com doenças. Sorte: avestruz.

ÍDOLO - Vê-lo: viagens apaixonantes e inesquecíveis. Conversar com ele: obsessão. Não conseguir tocá-lo: amores proibidos. Sorte: cobra.

IGNORÂNCIA - Ser ignorante: esforços serão recompensados. Pessoas ignorantes: melhora de uma doença. Sorte: burro.

IGREJA - Entrar numa igreja: bons negócios. Sair: prejuízos nos negócios. Ver uma igreja: espere sorte nos jogos. Sorte: avestruz.

ILHA - Passear por uma ilha: perda da independência, mas grande tranquilidade. Estar numa ilha com tempestades: impossibilidade de realizar seus desejos. Quem sonha com ilha pode estar querendo fugir de problemas. Sorte: jacaré.

IMAGEM - Ver uma imagem: amor correspondido. Vê-Ia cair: desilusões ou obstáculos. Sorte: carneiro.

IMPOTÊNCIA - Você está sendo vítima de sua própria imaginação. Sorte: cabra.

INCÊNDIO - Vê-lo: drama de amor. Em sua casa: processo e aborrecimentos financeiros. Sucesso, se conseguir apagar o incêndio. Este sonho geralmente indica necessidade de ajuda.Sorte: leão.

INCENSO - Receberá muitoselogios. Sorte: macaco.

INCHAR - Estar inchada(o): notícias ruins. Outras pessoas inchadas podem significar riquezas ou maus agouros. Sorte: burro.

ÍNDIO - Fato inesperado ou amizade a(o) surpreenderá nos próximos dias. Sorte: águia.

INDIGENTE - Uma pessoa muito pobre significa boa sorte e felicidade.

Muitas pessoas juntas: pobreza. Sorte: gato.

INFELICIDADE - Ser infeliz: receberá visita de uma autoridade: Amigos infelizes: será trapaceada(o). Outras pessoas infelizes: uma carta lhe trará boas notícias. Sorte: cachorro.

INFERNO - Avistar o inferno: decepções. Estar no inferno: sorte no jogo durante 3 dias seguidos. Sorte: cobra.

INFIDELIDADE - Às vezes, é aviso de obstáculos na vida amorosa. Sorte: cobra.

INFORTÚNIO- Sorte nos negócios. Outras pessoas sofrendo infortúnio: dificuldades. Sorte: cobra.

INIMIGO - Obstáculos nos negócios. Sorte: galo.

INOCENTE - Ser inocente: vocêpode estar apaixonada(o). Não serinocente: conseguirá cargo importante esucesso. Sorte: jacaré.

INSETOS - Lutará contra pessoas que a(o) perturbam. Sorte: águia.

INSTRUMENTOS - Musicais: conhecerá pessoa bastante importante. Cortantes: esteja atenta(o) ao usá-los. Se forem objectos que não oferecem perigo, é aviso de recebimento de proposta interessante. Sorte: galo.

INSULTO - Ser insultada(o): tristezas. Insultar alguém: amizades perigosas. Sorte: leão.

INUNDAÇÃO - Presenciar uma: mudança de domicílio. Se a água for suja ou escura, é sinal de aborrecimentos, do contrário é prosperidade.

Sorte: jacaré.

IRMÃ (O) - Proteção e apoio de pessoa muito próxima. Sorte: elefante.

Publicado por Viktor às 16:00
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Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007

Reikiano?

"Quem trabalha com técnica
é um profissional.
Quem trabalha com inspiração
é um artista.
Quem trabalha com as mãos
é um artesão.
Quem trabalha com a mente
é um sábio.
Quem trabalha com a intuição
é um místico.
Quem trabalha com o coração
é um espiritualista.
Quem trabalha com a técnica, a inspiração,
as mãos, a mente, a intuição, e com o coração
é um Reikiano."

(Autor desconhecido)
Publicado por Viktor às 08:00
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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007

OS PODERES PSÍQUICOS DOS CHAKRAS

O desenvolvimento e a actividade dos centros psíquicos são responsáveis pela aquisição dos poderes de mesma natureza. Algumas palavras tornam-se, pois, necessárias em razão dos perigos que tais poderes podem criar.


Os poderes ocultos têm sido uma das grandes motivações que têm levado mais de um aspirante ao ascetismo e às práticas ocultas. O poder foi e permanece ainda um importante tema de preocupação, e não basta repetir que ele não é um fim em si mesmo ou que sua obtenção não prova, de nenhum modo, um avanço espiritual; o fato permanece actual e hoje, como outrora, numerosos aspirantes nessa senda têm sido profundamente perturbados pelos fenómenos auditivos ou visuais resultantes da prática mística.


É preciso, entretanto, reconhecer que a atracção pelos poderes é uma coisa natural, não somente pelo fato de que eles são uma consequência da evolução, mas ainda porque eles são (ou supõe-se serem), o símbolo de uma superioridade, à qual todos nós aspiramos. Por outro lado, os poderes psíquicos e espirituais têm fortemente chocado o espírito daqueles que, ignorantes da natureza das leis colocadas em ação, os consideram conto verdadeiros milagres, o que certamente eles não são.


Todos os grandes seres do passado têm sabido utilizar e manifestar estas possibilidades psíquicas e espirituais. É necessário reconhecer, entretanto, que o fim não era o de exibir sua ciência, mas o de aplicar as leis universais do cosmos, e os poderes que eles possuíam não eram, eu o repito, mais do que a consequência de sua evolução espiritual e não eram utilizados mais do que como simples, porém maravilhosos instrumentos a serviço de sua missão sobre a Terra. Zoroastro, Orfreu, Gautama Buddha ou seres como Apolônio de Tiana, o mestre Phillipe de Lyon, Cagliostro, ou simplesmente os misteriosos Rosa-Cruzes, todos, sem exceção, foram detentores de uma grande sabedoria, mas igualmente de grandes poderes, demonstrando, desta maneira, que eles tinham transcendido uma parte importante de sua natureza humana. Nos casos citados acima, trata-se de poderes espirituais como expressão direta da alma, poderes que continuam a ser prerrogativa dos seres elevados. É unicamente a estes poderes que se referia o Cristo quando prometeu a seus discípulos, admirados dos milagres por ele executados, que um dia eles os fariam ainda bem maiores.


Os poderes psíquicos inferiores ou superiores constituem, segundo a opinião esclarecida dos mestres da sabedoria, obstáculos ao estado espiritual mais elevado e o simples fato de interessar-se por eles indicaria, no estudante, uma falta evidente de progresso, porque os poderes não podem ser utilizados sem perigo, senão depois ao abandono total de todo o desejo e paixão terrenos. Sendo assim, no momento em que o discípulo é capaz de pensar em termos de consciência de grupo e de viver profundamente de maneira fraterna e quase inteiramente despolarizado de si mesmo, tendo como desígnio imediato o serviço desinteressado, nesse caso unicamente, os poderes tornam-se instrumentos dóceis e úteis ao serviço projectado.


Os perigos da aquisição de poderes a serviço de seus próprios interesses tem sido claramente demonstrado por intermédio do grande yogue Milarepa que havia utilizado (alegoricamente) duas formas de poder. Pimeiramente aqueles de natureza inferior, na primeira parte de sua vida, e aqueles de natureza superior na segunda parte. Explicamos a diferença: os poderes inferiores são resultantes unicamente das forças e energias (animamundi) de todas as formas, nos três mundos e em todos os corpos, nos quatro reinos da natureza. Estes poderes são a expressão dos centros psíquicos localizados sobre o diafragma.

 

Os poderes superiores resultam da consciência não mais individual, mas coletiva; eles englobam os poderes interiores e colocam cada vez mais o homem em comunhão com as formas de vida que se encontram nos planos superiores da consciência (o reino dos céus). Os efeitos destes poderes superiores são chamados de diversos modos, mas exprimem, de modo justo, sua natureza, como por exemplo: percepção intuitiva, compreensão espiritual, conhecimento direto.


As tradições orientais têm arrolado, com extrema precisão, os diferentes poderes. A lista dos poderes de natureza inferior seria muito longa, por isso consignaremos somente os oito poderes de natureza superior. Aquele que dominou, de modo integral, os oito poderes superiores recebe o titulo de Siddha, mas convém ser muito prudente e circunspecto no que concerne aos adeptos cuja a vida é aquela dos Siddhas. Poucos dentre eles (sobretudo entre aqueles conhecidos na Europa) têm sabido associar um desenvolvimento espiritual paralelo.

 

Descrevemos agora estes oito poderes:

1) ANIMA (exigüidade). Esta é a faculdade que possui o iniciado de fazer-se tão pequeno quanto um átomo, ou, melhor dizendo, identificar-se com a essência da menor parte do universo de que é ele mesmo constituído. Segundo Leadbeater, este órgão de visão é formado de um pequeno tubo flexível de matéria etérica terminado por uma intumescência em forma de olho, e é este olho que, dilatando-se ou contraindo-se, permite ver o infinitamente grande (Mahima) ou, ao contrário, o infinitamente pequeno (Anima).


2) MAHIMA (magnitude). Este é o poder de aumentar de volume, quer dizer, de alargar o círculo de sua consciência e de alcançar a plenitude do conhecimento do infinitamente grande.

 

3) GARIMA (gravitação). Isto é relativo ao peso e à massa, e se aplica à lei de gravitação que é um dos aspectos da lei de atracção. Um mestre japonês de artes marciais conhece bem esta técnica ao ponto de que ele pode tornar-se tão pesado que um agressor muitas vezes superior em peso e em força não poderá movê-lo nem um milímetro. Este fenómeno tem igualmente sido observado nos yogues em estado de Samadhi.


4) LAGHIMA (levitação). Esta é a possibilidade que tem o adepto de tornar-se mais leve que o ar, afastando a força de atracção da Terra, e de desligar-se dele. O exemplo mais belo que foi manifestado aos homens é aquele do mestre Jesus Cristo andando sobre as águas.


5) PRAPTI (realizar o objectivo). Aquele que possui este poder tem a capacidade de atingir seus fins projectando sua consciência em todos os lugares que ele julga necessários, quer estejam sobre o plano físico ou sobre o plano cósmico. Este poder foi sempre muito utilizado pelos místicos do mundo inteiro. Este é o poder que utilizou Jesus para ensinar seus discípulos depois da crucificação: “À tarde deste mesmo dia, o primeiro da semana, estando todas as portas fechadas por temor dos judeus, no lugar onde se encontravam os discípulos, Jesus vem e coloca-se no meio deles. Ele lhe diz: “Paz seja convosco.” (Evangelho de São João 20:19). Prapti desenvolve também a clarividência, clariaudiência e telepatia. Ele permite compreender a linguagem da natureza e possuir o dom das línguas, como o receberam os apóstolos de Jesus Cristo.


6) PRAKAMYA (a vontade irresistível). Este poder confere ao adepto a possibilidade de ver realizarem-se todos os seus desejos pela força da vontade divina, quando esta vontade substitui, em parte, a vontade pessoal e seus desejos estão em perfeita harmonia com o plano divino. A perfeição deste poder tem sido atingida pelo mestre Jesus, quando, no momento de beber a taça amarga, exclamou para o Pai: “Que a Tua vontade seja feita, e não a minha”. Segundo Sivananda, o yogue provido deste poder é capaz de permanecer sob a água durante o tempo que ele deseje. É também este poder que permite ao yogue penetrar no corpo de um outro homem e deste modo animá-lo. É isto que fez, se bem que em um grau altamente superior, o Cristo, quando animou o seu discípulo Jesus.


7) VASITVA (o poder de comandar). É o poder de tornar-se mestre das forças elementares da natureza, utilizando o poder do som criador ou mantra. Pela palavra sagrada, as vibrações são produzidas no éter e as diversas formas podem ser produzidas. A gente se recordará da transformação da água em vinho pelo mestre Jesus, do mesmo modo que da multiplicação dos pães. Segundo os yogues, este poder permite igualmente tornar dóceis os animais selvagens, bem como exercer um ascendente sobre o espírito dos seres e das coisas.


8) ISATVA (o poder criador). Isatva se refere ao poder que tem o adepto de dispor dos elementos em suas cinco formas e de ressuscitar a vida no plano físico, como fez Jesus Cristo com Lázaro. Muitos outros mestres têm conseguido este grande poder espiritual, tais como, TomoGershè Rimpoché, Babaji, para não citar outros.


Como vamos agora constatar, cada centro desenvolve certos poderes particulares. Isto é o resultado de exercícios místicos tais como o TRATAKA, isto, é a fixação do olhar sobre um objecto. Entretanto, os poderes resultam, sobretudo, de um triângulo constituído da concentração (DHARANA), da meditação (DHYANA), e do êxtase contemplativo (SAMADHI), estado resultante da subida de Kundalini. Estes três estados são chamados de SAMYAMA. Existem, bem entendido, vias mais específicas que insistem no desenvolvimento dos centros psíquicos como o LAYA YOGA ou KUNDALINI YOGA; ambas incluídas, por outro lado, na prática das técnicas tântricas. Eis aqui, resumidamente, a qualidade dos poderes inerentes a cada centro psíquico:


1) O CHAKRA COCCÍGEO (básico) confere, segundo sua própria natureza, poderes excepcionais sobre a energia da matéria e, sobretudo, sobre seu aspecto negativo. Ele é, pois, muito perigoso para aqueles que não alcançaram uma pureza moral absoluta, pureza moral que de resto é a essência mesma de todos os ramos do Yoga. O poder de levitação, o controle mental e o do sopro, o conhecimento do passado e do futuro, o domínio do líquido seminal, tudo isso resulta da actividade normal do centro coccígeo.


2) O CHAKRA SAGRADO (genésico) - A ciência oriental explica que dois nádis ligam diretamente o centro sagrado a um outro centro secundário, o BODHAKA, localizado na abóbada palatina (céu da boca), e toda ação realizada sobre ele influencia automaticamente o outro. O centro sagrado confere o poder de controlar a energia subtil da água e de dominar os desejos do corpo. Para alcançar isto é necessário que o estudante aprenda a combater fortemente a ilusão, a aversão, a luxúria, a suspeita e a indiferença (com compaixão).


3) O CHAKRA SOLAR (umbilical ou gástrico) confere o poder de controlar toda a vida vegetativa e de colocar à vontade o corpo físico em profunda letargia. Pela actividade do centro solar, a saúde se desenvolve e se mantém. Tendo o iniciado conseguido o controle deste centro, presume-se que não mais tema o fogo. É de resto este centro que permite aos Yamabushis, ascetas japoneses, marcharem de pés descalços sobre as brasas ardentes sem sofrer qualquer dor ou queimadura. Obtém-se o domínio do centro solar pela purificação das imperfeições, como o apego, o orgulho, o ciúme, a cólera, a indolência e o medo.


4) O CHAKRA CARDÍACO dá o poder de ler o coração aberto no espírito dos outros e de conhecer todos os pensamentos. Ele confere a possibilidade de ver seus desejos e directrizes realizadas. Ele permite ouvir o som sagrado no interior do coração. O fato de poder controlar o elemento ar significa que o adepto pode projectar sua consciência na direcção de todas as partes do mundo, para um lugar onde uma pessoa se encontra, e operar, à distância, sem ter de deslocar seu corpo físico.

 

Purificando-se do egoísmo, da vaidade, da cupidez, da indecisão, desenvolvendo depois o sentido fraternal, a caridade, o amor e o discernimento, obter-se-á, sem dúvida, alguma uma actividade normal do centro cardíaco.


5) O CHAKRA LARÍNGEO confere um grande poder sobre a energia vital do espaço e sobre o controle da transição. Permite, além disso, o desenvolvimento da clariaudiência e do conhecimento do passado, do presente e do futuro. Desenvolve a memória psíquica e dá a faculdade da profecia.


6) O CHAKRA FRONTAL, confere um poder espiritual imenso: o de ser um membro da fraternidade dos homens e mulheres tornados “perfeitos”. Ele destrói todo elemento de natureza kármica (negativa) e atribui ao yogue a totalidade dos oito poderes maiores e os 32 menores. É por intermédio dele que serão percebidos a “luz na cabeça”, assim como o “OM” sagrado em sua mais esplêndida realidade.


7) O CHAKRA CORONÁRIO dá ao adepto a totalidade de todos os poderes, assim como o de não mais ter necessidade de operar no triplo mundo inferior dos homens. O centro coronário normalmente activo permite ao iniciado deixar em plena consciência o invólucro físico. Além disso, este centro é frontispício da completa libertação, da aquisição de um poder divino de natureza intraduzível e inexprimível.


Convém, depois deste breve resumo, não cometer o erro de crer que só um centro permite alcançar as faculdades enumeradas, quando os poderes não funcionam senão por intermédio de muitos centros simultaneamente. Por outra parte, os efeitos engendrados no mundo fenomenal não oferecem mais que um valor relativo e limitado se se acredita nas afirmações dos maiores mestres, cujo único fim era a reintegração final no seio da divindade. Assim, por conseguinte, antes de prestar atenção excessiva sobre a obtenção dos poderes psíquicos, não esqueçamos as sábias palavras do Senhor Cristo: “Buscai antes o reino de Deus e a sua justiça e tudo o mais vos será dado de acréscimo”. (Les Çakras: L’anotomic occulte de 1’homme de M. Coquet. Paris, Dervy-livres, 1982).
(Michel Coquet)
Publicado por Viktor às 17:25
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

What is Reiki?

This is dedicate to my english patients and clients.
Reiki Congratulations [Namaste].
Clik and see:  http://br.youtube.com/watch?v=M2eBQUZu2nc
Publicado por Viktor às 19:58
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CHAKRA CORONÁRIO

Em sânscrito é denominado de Sahasrara. Coquet esclarece que se lhe dá também o nome de Brahmarandhra, cuja verdadeira tradução significa “orifício divino e representa a haste do chakra coronário ou, para ser preciso, a fontanela etérica por onde escapa a alma no momento da transição.” (p. 131).


Está situado na parte superior da cabeça. A aura colocada sobre a cabeça dos santos corresponde ao Sahasrara. Ele é composto de duas partes: a parte central com 12 pétalas maiores, menos activa, e outra, ao redor desta, com 960 pétalas menores, vibrando com incrível rapidez. Ao contrário dos demais chakras que, ao desabrocharem, voltam-se para o alto, o coronário mantém sempre a sua posição invertida.


É o mais luminoso dos chakras. Leadbeater descreve-o como possuidor de indescritíveis efeitos cromáticos, parecendo conter todos os matizes do espectro, embora seja o violeta a cor predominante; a parte central é de um branco fulgurante com um núcleo cor de ouro. Coquet ensina que ele surge como um maravilhoso sol, branco brilhante de mil flores douradas. O Shat-chakra-Nirupana descreve-o como tendo a cor de um jovem sol, portanto o branco brilhante. Motoyama indica-o como um disco de cor de ouro ou de luz rosada.


Os livros hindus denominam-no o “lótus de mil pétalas”, de cor branca e com a corola voltada para baixo, cerca de quatro polegadas acima da parte mais alta da cabeça.


O chakra coronário não está relacionado com nenhum plexo e sim com a glândula pineal. A respeito, Leadbeater destaca a existência de uma diferença de acordo com os tipos de indivíduos. Em muitos deles “os vórtices do sexto e do sétimo chakras astrais convergem ambos ao corpo pituitário, que, em tal caso, é o único enlace direto entre o corpo físico denso e os corpos superiores de matéria relativamente subtil”. (...) “Mas outros indivíduos, embora ainda aliem o sexto chakra com o corpo pituitário, inclinam o sétimo até o seu vórtice coincidir com o atrofiado órgão chamado glândula pineal, que, em tal caso, se reaviva e estabelece ligação directa com o mental inferior sem passar pelo intermediário comum do astral.” (p.p. 94/95).


André Luiz assinala como função, sua a assimilação dos estímulos do Mundo Espiritual Superior, a orientação da forma, do movimento e da estabilidade do metabolismo orgânico e da vida consciencial dos espíritos encarnados ou desencarnados, supervisionando, além disso, os outros centros que lhe obedecem ao impulso, procedente do espírito, porque ali se encontra exatamente o ponto de interação entre as forças determinantes do espírito e as forças fisiopsicossomáticas organizadas (conf. Evolução em dois Mundos, p.p. 26127).


Dele parte, desse modo, a corrente de energia vitalizante formada de estímulos espirituais com ação difusível sobre a matéria mental que o envolve, transmitindo aos demais centros da alma os reflexos vivos de nossos sentimentos, ideias e ações, tanto quanto esses mesmos centros, interdependentes entre si, imprimem semelhantes reflexos nos órgãos e demais complementos de nossa constituição particular, plasmando em nós próprios os efeitos agradáveis ou desagradáveis de nossa influência e conduta.” (op. cit., p. 27).


Pela determinação da vontade, a mente se apropria dos elementos à sua volta e cria livremente, mas o centro coronário fixa, de modo automático, a responsabilidade correspondente a essas criações, conduzindo ao corpo causal as seqüências das ações e inacções, felizes ou infelizes” (conf. op. cit., p. 28 e Nosso Lar, FEB, p. 59).


Com relação ao mecanismo de ação do centro coronário sobre o corpo físico e a origem do pensamento, ensina André Luiz – “...o centro coronário, através de todo um conjunto de núcleos do diencéfalo, possui no tálamo, para onde confluem todas as vias aferentes à cortiça cerebral, com excepção da via do olfato, que é a única via sensitiva de ligações corticais que não passa por ele (contudo, essa via mantém conexões com alguns núcleos talâmicos através de fibras provenientes do corpo mamilar, situado no hipotálamo), vasto sistema de governação do espírito, portanto aí, nessa delicada rede de forças, através dos núcleos intercalados nas vias aferentes, através do sistema talâmico de projecção difusa e dos núcleos parcialmente abordados pela ciência da Terra (quais os da linha média, que não se degeneram após a extirpação do córtex, segundo experiências conhecidas), verte o pensamento ou fluído mental, por secreção subtil não do cérebro, mas da mente, fluido que influencia primeiro, por intermédio de impulsos repetidos, toda a região cortical e as zonas psicossomatossensitivas, vitalizando e dirigindo o cosmo biológico, para, em seguida, atendendo ao próprio continuísmo de seu fluxo incessante, espalhar-se em torno do corpo físico da individualidade consciente e responsável pelo tipo, qualidade e aplicação de fluído, organizando-lhe a psícoesfera ou halo psíquico, qual ocorre com a chama de uma vela que, em se valendo do combustível que a nutre, estabelece o campo em que se lhe prevalece a influencia.” (Evolução em dois Mundos, FEB, p. 99; vide também p. 125).


Se por um lado as energias do plano espiritual atingem, através do coronário, os outros centros, por outro as energias provenientes de outros centros o atingem. Assim é que ali desemboca a energia violeta proveniente do centro laríngeo e a energia amarela originária do centro cardíaco.


A activação deste centro surge com a integração com o Pai: é a realização da vontade de Deus, é o colocar-se integralmente, sem condições ou reticências, nas mãos do Divino, o que determina a sua activação. O discípulo já não vive, mas Deus é que vive nele, em Deus vive e em Deus se move, como afirma Paulo. Ali se encontra a abertura do Reino dos Céus.

 

Juan de La Cruz escreveu: “Porque logo que a alma desembaraça estas potências (sentidos, entendimento, memória e vontade) e as esvazia de tudo o que é inferior (terrestre) e da propriedade de tudo que é superior (apego ao celeste), ficando elas a sós sem nada disso, imediatamente Deus as emprega no invisível e divino, e é Deus o guia nesta solidão”. (Cântico - 18 versão - XXXIV, nº 5; 28 versão XXXV, nº 5).

 

“É necessário uma completa desnudez de espírito, uma completa “deoversão”, uma reorientação da alma para Deus. Quando a alma se aparta de tudo o que não é Deus, “logo fica esclarecida e transformada em Deus e Deus comunica-lhe o seu ser sobrenatural de tal maneira que parece o mesmo Deus e teia o que tem o mesmo Deus... Esta união faz-se quando Deus concede à alma a sobrenatural mercê de todas as coisas de Deus e da alma serem uma só coisa em transformação participante; e a alma mais parece Deus que alma, é até Deus por participação...” (Juan de La Cruz - Subida do Monte Carmelo, Livros II, cap. V, nº 7). Eis aí uma perfeita ideia do Samadhi, já que a experiência é indescritível. A alma penetra na 7ª morada (Teresa de Ávila).


Esclarece Leadbeater que à medida que o ser cresce espiritualmente, o centro coronário vai aumentando até tomar toda a parte superior da cabeça: “No princípio, é como todos os demais chakras, uma depressão do duplo eterico, pela qual penetra a divina energia procedente do exterior. Mas quando o homem reconhece o rei da divina luz e se mostra magnânimo com tudo o que o rodela, o chakra coronário reverte, por assim dizer, de dentro para fora, e já não é um canal receptor, mas uni radiante foco de energia, não uma depressão, mas uma proeminência direta sobre a cabeça como uma cúpula, como uma verdadeira coroa de glória.” (op. cit., p. 30).
Publicado por Viktor às 19:28
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Domingo, 26 de Agosto de 2007

CHAKRA FRONTAL (cerebral, terceiro olho, lótus medular)

É denominado, em sânscrito Ajna, cujas raízes significam “saber” e “obedecer”. Ajna significa “comandar”. É, pois, como o nome indica, um “centro de comando”.


Localiza-se à altura da raiz do nariz, entre os dois olhos, no ponto onde os nádis Ida, Pingala e Sushumna se encontram para formar um único canal que segue em direção ao Sahasrara. Aos olhos do clarividente ele surge no meio da testa. É também a opinião de Aurobindo.


Está dividido em duas partes, cada uma das quais com 48 pétalas (num total de 96 pétalas), por isto as escrituras hindus só se referem a duas pétalas. Uma delas, segundo Leadbeater, é de cor rosada, com muito amarelo, enquanto na outra sobressai um azul-purpúreo (correspondente com a cor da vitalidade - prana - que o chakra recebe). Coquet e Powell indicam as mesmas cores. Satyananda indica o cinza (ele destaca que outros autores descrevem-no como transparente). É preciso não esquecer que Satyananda descreve sempre os centros astrais,
enquanto Leadbeater, os etéricos. Aurobindo indica a cor branca.

 

É representado como um lótus branco resplandescente com duas pétalas. No centro do pericárdico encontra-se um triângulo branco invertido contendo o Itara-Linga luminoso como um cristal e o bija-mantraOm”.


A força vital coletada através dos nádis é distribuída parte para o Sahasrara e parte para os corpos físico, astral e causal.


Satyananda ensina que este centro está conectado com a glândula pineal(epífise). Também Coquet adverte haver uma “interessante relação de forma entre os dois lobos da glândula pituitária, de função especialmente ligada ao mental e aos sistemas nervosos, e por natureza dupla, com os dois lados do centro frontal”.


Para Coquet, a sua principal função estaria em desenvolver, no homem, uma verdadeira personalidade, um “ser interior”, resultado das encarnações anteriores e de milhares de experiências. Seres que não possuem uma personalidade definida e própria são apenas estações repetidoras de pensamentos, idéias e aparências alheias, influenciados que são pela publicidade, cinema, leitura, multidão e, acrescentamos, televisão. As pessoas que procuram manter uma aparência (cultura, arte de falar, de vestir-se, etc.), agem ensaiando comportar-se como os que possuem verdadeira personalidade e assim surge o culto, a idolatria, ou simplesmente a procura de um mestre. Isto é efeito da falta de desenvolvimento do centro frontal.


Quando um homem, pelo contrário, observa Coquet, revela um caráter idêntico a si mesmo, calmo, flexível, sereno e simpático, cujo humor é sempre igual e a personalidade atraente, imponente e magnética, está, sem dúvida, agindo corretamente pelo centro frontal.


Para Aurobindo, este é o centro de comando da vontade, da visão e do pensamento dinâmico.


A concentração sobre o centro frontal é geralmente feita no ponto entre as sobrancelhas. Satyananda adverte que é necessário despertá-lo primeiro que qualquer outro centro. Para ele, este chakra tem o poder de dissolver o karma, auxiliando, com isto, a diminuir qualquer perigo que possa surgir com a ativação do karma de níveis mais baixos.


Segundo Satyananda, o despertar do centro frontal permite o contato com o “guru interior”, a fonte inata do conhecimento e sabedoria profundos que reside no centro frontal individual ou até com o “guru exterior”, o nosso anjo guardião (o guia espiritual). Além disto, ele possibilita também comunicações telepáticas e percepções clarividentes.


O centro cerebral”, ensina André Luiz, “se representa no córtex encefálico por vários núcleos de comando, controlando sensações e impressões do mundo sensório.” (Evolução em dois Mundos, FEB, p. 99; vide também p. 125).
Publicado por Viktor às 19:38
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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007

A BIBLIA E O ESPIRITISMO

Há tempos, apareceu em São Paulo um livro intitulado Contradições Bíblicas, que provocou certos rebuliços nos meios espíritas. Houve mesmo quem temesse pêlos efeitos deletérios da obra. Fui dos que não lhe atribuíram nenhum valor, entendendo que nada se podia temer de um ataque a esse livro que representa um monumento milenar da história humana e um marco indelével na evolução espiritual da terra: a Bíblia. O tempo se incumbiu, logo mais, de provar que eu estava com a razão. O livrinho acusatório passou rapidamente ao esquecimento, e a Bíblia continuou a ser o que sempre foi.

Agora, aparece um livro melhor, escrito com mais cuidado, em bom português, analisando o problema bíblico com um pouco mais de atenção. Mas a sua posição é a mesma do anterior, sua finalidade é ainda apontar contradições no velho texto. Da Bíblia aos nossos dias, do confrade Mário Cavalcanti de Mello, está provocando, também, agitações no meio espírita. E não faltam os que lhe batam palmas, certos de que o livro demolidor tem uma grande missão a cumprir. Não obstante, aparecem os que se opõem a essa atitude antibíblica do confrade Cavalcanti de Mello, impedindo que a crítica ao livro se generalize entre os nossos confrades pouco informados do assunto.

Sinto-me feliz de ter sido um dos primeiros a levantar a pena contra o livro do confrade Cavalcanti de Mello, e de vir mantendo com ele uma polémica serena e fraterna em torno do problema, no jornal "Mundo Espírita". Penso que me cabe o dever de dar alguma contribuição para o esclarecimento de um assunto de tamanha importância doutrinária. E mais feliz ainda me senti, quando, ao abrir o último número da "Revista Internacional de Espiritismo", encontrei o artigo do confrade Arnaldo S. Thiago, quem não conheço pessoalmente, mas cujos trabalhos admiro há tempos, refutando as asserções um tanto quentes do confrade Victor Magaldi, que em artigo anterior elogiara a obra.

Penso que nós, espíritas, temos o dever de analisar as coisas de maneira serena e compreensiva, pois foi a lição de Kardec e esse é o espírito da nossa doutrina. Sim, porque o Espiritismo não é uma doutrina dogmática, de postulados rígidos, mas uma doutrina evolutiva e amplamente compreensiva, que procura entender a vida em todas as suas manifestações, entendendo, portanto, o processo geral da evolução humana. Há espíritas que condenam a Psicanálise, o Darwinismo, o Existencialismo, e outras doutrinas científicas e filosóficas, numa atitude fechada de fanáticos religiosos, sem procurarem compreender a razão de ser dessas doutrinas e o que elas representam no imenso esforço do

homem para interpretar o mundo e a vida. Há outros que condenam a Bíblia, como há os que condenam os próprios Evangelhos, e ainda os que condenam o Cristianismo, afirmando que o Espiritismo nada tem a ver com ele. Todas essas atitudes dogmáticas discordam daquilo que chamamos o espírito da doutrina. O Espiritismo não condena: explica. E, explicando, justifica os erros humanos, procurando corrigi-los pela compreensão e não pela coação.

No tocante à Bíblia, é o que podemos ver em Kardec. A Bíblia é para ele um livro de grande importância histórica, pois representa a codificação da I Revelação. A seguir, vêm os Evangelhos, que são a codificação da II Revelação. E depois, como sabemos, O Livro dos Espíritos e as obras que o completam, formando a codificação do Espiritismo. Todo um processo histórico está representado nessa trilogia. Se o confrade Mário Cavalcanti de Mello tivesse compreendido isso, em vez de escrever um livro demolidor, aproveitaria o sugestivo título que usou, Da Bíblia aos nossos dias, para mostrar a beleza, a harmonia e a grandeza dessa extraordinária sequência das fases evolutivas da humanidade terrena.

Citemos um trecho esclarecedor de Kardec em A Génese. Trata-se do número 6 do capítulo quatro: "A Bíblia, evidentemente, encerra fatos que a razão, desenvolvida pela ciência, não poderia hoje aceitar, e outros que parecem estranhos e derivam de costumes que já não são os nossos. Mas, a par disso, haveria parcialidade em se não reconhecer que ela encerra grandes e belas coisas. A alegoria ocupa, ali, considerável espaço, ocultando sob o seu véu sublimes verdades, que se patenteiam, desde que se desça ao âmago do pensamento, pois logo desaparece o absurdo".

Nada se pode querer de mais claro, mais preciso e mais belo. Kardec revela a mais serena e elevada compreensão da Bíblia, e essa deve ser a nossa compreensão de espíritas em face do grande livro. O confrade Cavalcanti de Mello, que conheço e admiro, partiu de uma premissa falsa, ao escrever a sua obra de crítica bíblica. Sua intenção, cuja pureza reconheço e louvo, foi a de defender o Espiritismo contra o fanatismo bíblico. Mas mesmo nesse terreno a posição de ataque não pode surtir efeito, pois os que se apegam à Bíblia só poderão revoltar-se com a crítica ferina e impiedosa do grande livro. Partisse da idéia de que a Bíblia é a codificação da l Revelação, o livro que encerra, na sua linguagem dramática e alegórica, milenares experiências do homem na procura da Verdade e do Bem, e chegaria facilmente à conclusão de que é um livro do passado, que os Evangelhos e o Espiritismo superaram.

Não se entenda, porém, que falando de superação, - do ponto de vista histórico, - esteja eu endossando a afirmação de que a Bíblia é objecto de museu. Não. A Bíblia, como todos os grandes textos que encerram verdades reveladas, é um monumento imperecível.

Como bem disse Kardec, os que souberem levantar os véus da alegoria encontrarão na Bíblia os mesmos e eternos princípios esclarecidos mais tarde por Jesus e pelo Espírito da Verdade. As matanças, os horrores, as imoralidades que o confrade Cavalcanti de Mello aponta na Bíblia, não são mais do que decorrências lógicas e naturais da época a que o livro se refere. É um pouco de exagero, querermos condenar hoje os costumes de tempos tão distantes.

Tenho dito e repetido, em meus artigos de polémica doutrinária com os confrades da Escola de Niterói, - Imbassahy e Cavalcanti de Mello -, que lhes falta perspectiva histórica no exame dos problemas religiosos do Espiritismo. E a prova disso está aí, bem clara, no livro Da Bíblia aos nossos dias. Um pouco de perspectiva histórica teria modificado radicalmente a posição do confrade Mário Cavalcanti de Mello em face da Bíblia. Queira Deus que, no meio espírita, já tão cheio de incompreensões e confusões, este livro, fundamentalmente errado, não venha criar uma nova escola, absolutamente contrária ao espírito da nossa doutrina.

J. Herculano Pires

Publicado por Viktor às 23:40
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