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«Reiki & Terapias Orientais»

Aqui divulgo Terapias energeticas e/ou holísticas, evolução do Ser e crescimento pessoal. Autor do livro "Partilhas de um Ser" «Mestre de Reiki e Karuna». Tratamentos, Cursos e Workshop's

Aqui divulgo Terapias energeticas e/ou holísticas, evolução do Ser e crescimento pessoal. Autor do livro "Partilhas de um Ser" «Mestre de Reiki e Karuna». Tratamentos, Cursos e Workshop's

«Reiki & Terapias Orientais»

09
Mar09

O Reiki na Escola...

Viktor

         O Reiki pode ser de grande utilidade tanto no seio escolar como na vida pessoal de cada pessoa, pois além de uma terapia holística alternativa é também uma filosofia de vida para todos aqueles que abraçam os 5 princípios do Reiki e os transportam para o seu quotidiano diário. Digo isto porque qualquer pessoa que usufrua de sessões de Reiki permite um equilíbrio bioenergético corporal que harmoniza o Ser na sua integridade. Aqueles que entram no caminho do Reiki e o adoptam como filosofia de vida passam por um processo de transformação que os vai modificar. Para entrar no mundo do Reiki após uma formação para tal, todo o aluno passa por um ritual iniciático. Depois do mesmo o aluno irá passar por um processo de purificação interior, que decorre nos vinte e um dias seguintes, onde vão ser empreendidas modificações de dentro para fora, eliminando bloqueios (provocados pelo stress e sistema nervoso), restaurando as energias corporais (permite o equilíbrio energético corporal), permitindo um melhor controlo mental (controlar melhor a forma de pensar), bem-estar (relaxamento), alterações comportamentais (controlar a forma de ser e de estar) e visão (forma como observamos o mundo e tudo o que nos rodeia). Assim sendo, aplicado no pessoal docente e não docente da escola o Reiki permite que eles encontrem um melhor equilíbrio nos quatro níveis (físico, emocional, mental e espiritual) o que lhes permite trabalhar no dia-a-dia de uma forma menos atribulada originada pelos modelos adoptados. No que diz respeito aos alunos, o Reiki é uma preciosa ajuda para modificar comportamentos menos próprios, problemas emocionais e do foro psicológico e auxilia a aprendizagem necessária, num maior discernimento na elaboração de projectos e trabalhos e nas suas relações interpessoais entre colegas, professores e funcionários.

         Em suma, actuando o Reiki ao nível pessoal e profissional das pessoas, é também uma óptima ajuda para a nossa forma de ser e de estar na sociedade, tornando-nos em pessoas mais coerentes, humildes, observadoras e justas, fazendo de cada um de nós, seres mais felizes e harmónicos.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

07
Mar09

Tratamento à distância…

Viktor

A interferência ou cura de outra pessoa quando não solicitada é uma interferência nos compromissos kármicos, uma invasão na privacidade e na vida cósmica de cada pessoa. É obrigatoriamente necessário ter sempre a permissão de quem recebe o REIKI. Essa autorização deve ser solicitada mentalmente, através da conexão com o EU SUPERIOR da pessoa que irá receber a energia, bem como por parte da própria pessoa. O pedido mental reporta-se apenas aos casos em que estamos ligados fortemente com a pessoa a ser tratada, como parentes e amigos.

A experiência diz-me que quando enviamos REIKI à distancia para pessoas que estão a passar pelo processo do desencarne (morte), qualquer situação menos boa ou mão resolvida, entre nós e essa pessoa será resolvida.

O envio de REIKI à distancia é de grande utilidade quando o contacto directo pode ser doloroso, quando há risco de contágio para o REIKIANO ou de infecção para o receptor e quando por força das circunstâncias da vida não pode ser presencial; também nos animais quando estão violentos, ou o acesso seja muito difícil.

No envio à distancia o REIKIANO deve concentrar-se sempre a sua atenção e consciência na aplicação, observando e sentindo as ocorrências no decorrer da mesma. É necessário porque durante a aplicação forma-se um Elo de ligação com a pessoa a quem se envia a energia vital. Desperta uma conexão com todos os níveis energéticos, irradiando-se a energia do 70 ao 10 nível.

É conveniente que sempre que possível, seja combinada a hora mais adequada para o envio, pois algumas pessoas costumam ficar sonolentas ou até dormirem, perdem reflexos e a coordenação motora, sentirem calor, calafrios e pressão na cabeça, isso momentaneamente enquanto está a receber.

Um grupo de REIKIANOS irradiando energia em conjunto faz com que o REIKI se eleve potencialmente, fazendo com que em grupo os resultados sejam superiores à soma das energias individuais.

Para o envio de energia à distancia, é necessário um ambiente tranquilo e sem interrupções.

Quanto à postura a adoptar não se deve cruzar as pernas e braços, e libertar o corpo de tenções.

É importante a visualização do rosto e o nome do receptor; se não o conhecer use uma fotografia para facilitar a visualização; se isso não for possível, use o nome completo e a data de nascimento.

Podemos enviar REIKI à distancia a áreas de difícil acesso no nosso corpo, como a coluna. Para isso, deve visualizar a área entre as nossas mãos.

O envio de energia a uma pessoa que esta no mesmo ambiente, além de no outro lado da sala já ser considerada uma distancia para estarmos fora do nosso campo áurico. Nessa modalidade de cura, a energia primeiro actua no campo áurico e depois no físico.

No REIKI existem diversos métodos ou técnicas de envio à distancia conforme já aqui tenho explicado no blogue. Este tipo de envios são feitos por REIKIANOS de nível 2 ou superior, não havendo distâncias impossíveis de ser superadas.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

06
Mar09

Idosos ficam meses internados com ALTA à espera da familia

Viktor

Dezenas de idosos vivem nos hospitais sem precisar de cuidados de saúde. As famílias alegam falta de condições para os receber e nos estabelecimentos públicos não há vagas. Em Lisboa, está uma senhora numa cama de hospital desde Julho

Numa ronda por alguns centros hospitalares do país, a agência Lusa encontrou mais de 30 histórias de utentes que permaneciam internados apesar de já terem tido alta clínica. Quando recuperaram, algumas famílias negaram-se a levá-los para casa, desligando telemóveis e dando moradas falsas para não serem contactadas.

A maioria, no entanto, mantém uma ligação, visita o paciente e preocupa-se, mas não tem condições em casa para tomar conta do familiar. «Os idosos são como os meninos dos infantários, precisam de cuidados permanentes», lembrou Ana Paula Gonçalves, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Faro. Resultado: «O drama das famílias é enorme».

«Havia uma senhora que nos pedia que ficássemos com o pai dela. Ela gostava dele, vinha vê-lo todos os dias, mas não tinha condições para o ter em casa. Ele acabou por falecer aqui, no hospital», recordou.

Mesmo quando alertados para o perigo das infecções hospitalares, «os filhos continuam a pedir para que os pais fiquem nos hospitais», lembrou Ana Almeida, responsável pelo serviço social do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, onde estão referenciados «seis ou sete casos». A justificação dada pelas famílias é invariavelmente a falta de condições financeiras e de tempo.

Para estas, a única solução que encontram é arranjar vaga na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), uma estrutura lançada em 2006 para prestar «cuidados de saúde e apoio social» a «pessoas em situação de dependência», como define a legislação.

«A Rede fez com que as famílias deixassem de querer levar as pessoas para casa. Antes, como não tinham esta expectativa, acabavam por levá-los, agora dizem que não têm condições», lamentou Manuel Delgado, presidente do Conselho de Administração do Hospital Curry Cabral.

A presidente do Conselho de Administração do Hospital de Faro resume a situação em poucas palavras: «Acordámos tarde para o problema e agora estamos a passar um mau bocado».

Ana Paula Gonçalves acredita que «a Rede de Cuidados Continuados vai dar resposta», apesar de «ainda só existem três mil camas num país que identificou serem precisas 19 mil».

Só do Curry Cabral são encaminhados anualmente para a RNCCI cerca de 500 doentes, disse Manuel Delgado, explicando que a falta de resposta obriga a «ficar internado no hospital mais tempo».

A demora para conseguir uma vaga varia consoante os casos. Manuel Delgado garante serem apenas «30 a 60 dias», mas Ana Almeida fala em «quatro a cinco meses»: «Temos uma senhora que está cá desde Julho e só deverá ter resposta em Janeiro», exemplifica.

As assistentes sociais usam muitas vezes a RNCCI como «arma» para negociar, garantindo às famílias que a estadia em casa é temporária. No entanto, «muitos não os levam porque desconfiam destas palavra, sublinhou Manuel Delgado.

No extremo estão as famílias que dependem da «magra reforma» do idoso internado. «Sem apoios, sabem que ao levá-lo para casa vão precisar de apoio domiciliário, alimentação, medicamentos, fraldas e, por isso, não o abandonam, mas fazem grande resistência a levá-lo», referiu Ana Almeida.

Manuel Delgado garantiu, no entanto, que este não é um problema exclusivo dos desfavorecidos: «Na classe média também acontece. Não é só por falta de recursos financeiros que se recusam a ficar com o familiar idoso. São pessoas mais egoístas, menos solidárias».

As assistentes sociais «lutam diariamente» contra estas situações. «Há momentos em que desesperamos. Há quatro anos vasculhei tudo porque achava que tinha que haver alguma legislação que obrigasse estas famílias a serem responsáveis», recordou Ana Almeida.

A legislação não obriga a nada [?] e «as assistentes sociais ainda não fazem milagres», ironizou Manuel Delgado, lembrando o caso ainda mais grave dos idosos que vivem sós e não têm alternativa aos serviços públicos. Porque nos hospitais, garante o responsável, «ninguém põe os doentes na ru.

Numa ronda pelos hospitais, a Lusa descobriu 17 idosos com alta a viver no Centro Hospitalar de Lisboa Central e outros cinco no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio. Nos hospitais de São João (Porto), Faro e Garcia de Orta (Almada) os responsáveis não avançaram números, mas confirmaram a existência de casos semelhantes.

Lusa/SOL

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

05
Mar09

Reiki! Nunca ouvi falar, o que é isso?

Viktor

Por vezes há coisas que me deixam a pensar. Com tanta informação na internet, blogoesfera e livros, há ainda imensa gente que não sabe o que é o Reiki. É possível que possa acontecer porque nunca ninguém lhes falou de tal, nunca lhes despertou interesse, nunca viram nos canais públicos e privados esses tema ser abordado e muitas outras coisas que não vale a pena estar aqui a mencionar. Mas o que mais me deixa apreensivo é quando abordo este tema a algumas pessoas, elas contestarem invocando tratar-se de práticas de bruxaria e feitiçaria. Por amor de Deus, não respondam assim e tenham a humildade mínima necessária para poderem dizer: Nunca ouvi falar, podes-me explicar se faz favor? Não devemos ser obtusos mas sim dar sempre a possibilidade da outra pessoa se expressar, mesmo que no final lhe diga: Obrigado pela explicação, mas não tenho muito interesse nessas áreas. Assim dá a oportunidade da pessoa se explicar e você fica com mais conhecimento não o rejeitando com ar de superioridade.

Assim e por mais uma vez cá vou eu explicar o que é. Reiki é uma palavra formada pela junção de duas palavras: Rei (universo, cosmos) + Ki (energia vital, fluido vital). De origem Japonesa/Tibetana, o Reiki trabalha o Ser na sua plenitude, no seu Eu físico, emocional, mental e espiritual. Focaliza o tratamento nos 7 chakras principais para assim permitir uma boa integridade energética da pessoa. É aplicado nos mais variados casos e situações do dia-a-dia e em variados locais. É utilizado para tratamentos do foro físico, emocional, mental e espiritual. Tem como base a prática do amor incondicional para com o seu semelhante. Hoje, há países que já integram o Reiki no grupo das terapias complementares alternativas e portanto já está integrado no sistema nacional de saúde.

É com o intuito de que seja também integrado no nosso sistema nacional de saúde que em conjunto com a Associação Portuguesa de ReikiMonte Kurama”, que se estão a desenvolver alguns projectos para que as entidades governamentais legislem nesse sentido. Para tal solicito o auxílio de todos os interessados em participar ou contribuir para a elaboração do documento a apresentar ao governo, que me contactem via e-mail para eu lhes facultar os elementos necessários para tal.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

04
Mar09

Iniciação ao Reiki - Odemira

Viktor

Caros leitores, amigos, internautas, Senhoras e Senhores,

No dia 14 de Março, realizar-se-á um Curso de iniciação ao Reiki Nível I ou 1º Grau, em ODEMIRA, num ambiente harmonizado onde poderá usufruir da calma necessária ao evento. O referido curso será ministrado por mim e é limitado a 10 inscrições, para que assim se consiga atingir e manter um bom nível formativo e participativo. Informo ainda que a escola “Reiki & Espiritualidades” faz parte da Associação Portuguesa de ReikiMonte Kurama”. Mais informações e esclarecimentos serão fornecidos por e-mail ou telemóvel. Serão afixados cartazes alusivos ao evento em diversos locais.

Não percam esta oportunidade…

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

03
Mar09

Tratamento Mental

Viktor

Este tratamento é muito eficaz para quem sofre de fobias, ataques de pânico ou de stress. A energia do Reiki dirige-se para onde a cura é necessária, para cada nível do corpo físico, emocional, mental e espiritual. Utilizando o SHK, o aspecto emocional é especificamente focado e isto é muitas vezes a chave para a cura. Elimina o bloqueio ao nível mental/emocional (ligação entre o consciente e subconsciente) de forma que possibilita que a informação aí armazenada no nível subconsciente possa parecer no plano consciente. Muitas vezes uma emoção dolorosa ou um trauma que se encontrava “enterrado” vem à superfície, permitindo à pessoa sentir a dor e depois libertá-la.

A duração deste tratamento não deverá ser superior a 10 minutos. Para melhores resultados, no entanto, deverá ser feito em 6 dias consecutivos (poderá ser menos mas nunca mais) e de seguida 2 vezes na semana seguinte. Caso não seja possível o paciente não estar presente, poderá enviar o tratamento por visualização ou por um meio (apenas para reikianos nível 2 ou superior).

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

02
Mar09

Os Níveis e o Mestre de Reiki…

Viktor

Há várias teorias sobre o que é ser mestre de Reiki e inclusivamente quem faça o curso de nível 3 (mestre) apenas porque pretende aumentar a capacidade de fluxo energético. Neste caso, na minha modesta opinião não estou de acordo pois, antes de qualquer pessoa tirar qualquer nível de Reiki, deverá ser bem informada sobre o que é, o que lhe vai permitir fazer bem como deverá ser o seu papel perante a sociedade. Quando digo “papel perante a sociedade”, refiro-me ao facto de caso ser um curso de nível 2, 3, 3A ou 3B, essa pessoa deverá ter alguma responsabilidade perante a sociedade na divulgação desta prática milenar e não tirar por tirar ou porque a amiga também vai tirar. Nos casos de tirar apenas para curriculum de nada lhe servirá, pois ainda não se encontra devidamente regulamentado pelas entidades governamentais, mas que espero que esteja pois para isso tento contribuir no desenvolvimento de alguns projectos em conjunto com a Associação Portuguesa de Reiki. Segundo a minha forma de estar e na minha óptica um Mestre de Reiki é uma pessoa que deverá ter como base e fundamento de vida os cinco princípios do Reiki. Deverá ser uma pessoa sensata, humilde, calorosa e energeticamente forte tal qual o grande ícone Sensei Mikao Usui. Deverá abraçar a causa do Reiki na sua plenitude, nunca tendo receio algum de transmitir a terceiros o seu conhecimento mas sempre com o intuito de auxilia-los no seu caminho de luz, fazendo deste um mundo melhor. Deverá ser uma pessoa sempre disponível para auxiliar quem o procura, sendo essa pessoa não iniciada no Reiki ou caso o seja, seja ela iniciada por ele ou por outro. O conhecimento existe para ser partilhado e não para ser ocultado.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

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