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«Reiki & Terapias Orientais»

Aqui divulgo Terapias energeticas e/ou holísticas, evolução do Ser e crescimento pessoal. Autor do livro "Partilhas de um Ser" «Mestre de Reiki e Karuna». Tratamentos, Cursos e Workshop's

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«Reiki & Terapias Orientais»

04
Fev10

Mediunidade e Corpo Espiritual

Viktor

AURA HUMANA — Considerando-se toda célula em acção por unidade viva, qual motor microscópico, em conexão com a ensina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitam radiações e que essas radiações se articulem, através de sinergias funcionais, a se constituírem de recursos que podemos nomear por “tecidos de força”, em torno dos corpos que as exteriorizam.

          Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza.

          No homem, contudo, semelhante projecção surge profun­damente enriquecida e modificada pelos factores do pensamento contínuo que, ajustando-se às emanações do campo celular, lhe modelam, em redor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo.

          Nas reentrâncias e ligações subtis desta túnica electromagnética com que o homem interage, circula o pensamento, colo­rindo-a com as vibrações e imagens de que se constitui, exi­bindo aí em primeira mão, as solicitações e os quadros que im­provisa, antes de irradiá-los no rumo dos objectos e das metas que demanda.

          Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a Aura Humana, peculiar a cada indivíduo, interpene­trando-o, ao mesmo tempo que parece emergir dele, à maneira de campo ovóide, não obstante a feição irregular em que se con­figura, valendo por espelho sensível em que todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as ideias se evidenciam, plasmando telas vivas, quando perduram em vigor e semelhança como no cinematógrafo comum.

Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende à cromática variada, segundo a onda mental que emiti­mos, retratando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objectivos e escolhas, enobrecedores ou deprimentes.

MEDIUNIDADE INICIAL — A aura é, portanto, a nossa plataforma omnipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do Espírito, em todas as nossas actividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual so­mos vistos e examinados pelas Inteligências Superiores, senti­dos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa ou por caminhos bem diferentes.

Isto porque exteriorizamos, de maneira invariável, o re­flexo de nós mesmos, nos contactos de pensamento a pensamen­to, sem necessidade das palavras para as simpatias ou repulsões fundamentais.

É por essa couraça vibratória, espécie de carapaça fluídi­ca, em que cada consciência constrói o seu ninho ideal, que co­meçaram todos os serviços da mediunidade na Terra, conside­rando-se a mediunidade como atributo do homem encarnado para corresponder-se com os homens libertos do seu corpo físico.

Essa obra de permuta, no entanto, foi iniciada no mundo sem qualquer direcção consciente, porque, pela natural apresen­tação da própria aura, os homens melhores atraíram para si os Espíritos humanos melhorados, cujo coração generoso se volta­va, compadecido, para a esfera terrena, auxiliando os compa­nheiros da retaguarda, e os homens rebeldes à Lei Divina alicia­ram a companhia de entidades da mesma classe, transformando-se em pontos de contacto entre o bem e o mal ou entre a Luz e a Sombra que se digladiam na própria Terra.

Pelas ondas de pensamento que se enovelam umas nas outras, segundo a combinação de frequência e trajecto, nature­za e objectivo, encontraram-se as mentes semelhantes entre si, formando núcleos de progresso em que homens nobres assimilaram as correntes mentais dos Espíritos Superiores, para gerar trabalho edificante e educativo, ou originando processos vários de simbiose em que almas estacionárias se enquistaram mutuamente, desafiando debalde os imperativos da evolução e estabe­lecendo obsessões lamentáveis, a se elastecerem sempre novas, nas teias do crime ou na etiologia complexa das enfermidades mentais.

A intuição foi, por esse motivo, o sistema inicial de inter­câmbio, facilitando a comunhão das criaturas, mesmo a distân­cia, para transmitir no trabalho subtil da telecomunicação, nesse ou naquele domínio do sentimento e da ideia, por intermédio de remoinhos mensuráveis de força mental, assim como na actualidade o remoinho electrónico infunde em aparelhos especiais a voz ou a figura de pessoas ausentes, em comunicação recíproca na radiotelefonia e na televisão.

Evolução em dois mundos.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

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