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*Cursos de Reiki e Karuna de Todos os níveis*-*Workshop's de Técnicas de Reiki*
Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Reencarnações e Evolução...

REENCARNAÇÕES ESPECIAIS — Há reencar­nações que se processam inúmeras vezes, sem qualquer consulta aos que necessitam segregação em certas lutas no plano físico, provi­dências essas comparáveis às que assumimos no mundo com enfermos e/ou criminosos que, pela própria condição ou conduta, perderam temporariamente a faculdade de resolver quanto à sor­te que lhes convém no espaço de tempo em que se lhes perdura a enfermidade ou em que se mantenham sob as determinações da justiça.

         São problemas especiais em que a individualidade re­nasce com o cérebro parcialmente inibido ou padecendo de mutilações congénitas ao lado daqueles que lhe devem abnegação e cari­nho.

         Incapazes de eleger o caminho de reajuste, pelo estado de loucura ou de sofrimento que evidenciam, semelhantes enfer­mos são decididamente internados na cela física como doentes isolados sob assistência precisa e necessária ao dia-a-dia.

         Vemo-los, assim, repontando de lares faustosos ou paupérrimos, contrariando, por vezes, até certo ponto, os estatutos que regem a hereditariedade, por representarem dolorosas excepções no caminho normal.

REENCARNAÇÃO E EVOLUÇÃO — Urge reparar, en­tretanto, as vezes em que a reencarnação não é mero princípio regenera­tivo.

        A evolução natural nela encontra firme apoio.

        Criaturas que avultam na bondade, em muitas ocasiões re­querem conhecimento nobilitante, e muitas que se agigantaram na inteligência permanecem à míngua de virtude.

        Outras inumeráveis, embora detendo preciosos valores, nos domínios do coração e do cérebro, após longo estágio no plano extra físico, sentem fome de progresso renovador por inabilitadas, ainda, a ascensões maiores e renunciam à tranquilidade a que se integram nos grupos afins, porque, no cadinho efer­vescente da carne, analisam, de novo, as próprias imperfeições, testando-lhe a amplitude nas rudes experiências da vida huma­na, obtendo mais avançado momento de transforma­ção.

          Isso não significa que a consciência desencarnada deixe de encontrar as possibilidades de expansão nas cidades espirituais que gravitam em torno da Terra. Outras modalidades de estudo e trabalho aí lhe asseguram novos factores de evolução; contudo, escassa percentagem de criaturas humanas, além da morte, ad­quirem acesso definitivo aos planos superiores.

A esmagadora maioria jaz ainda ligada às ideologias e ra­ças, pátrias e realizações, famílias e lares do mundo.

É por isso que artistas eméritos, ao notarem o curso dife­rente das escolas que deixaram no Planeta, sentem-se irresisti­velmente atraídos para a reencarnação, a fim de Preservar-lhes ou enriquecer-lhes os patrimónios.

Cientistas eminentes, interessados na continuidade dos empreendimentos redentores que largaram em mãos alheias, volvem ao trabalho e à experimentação entre os homens, e, no mesmo espírito missionário, religiosos e filósofos, professores e condutores, homens e mulheres que se distinguem por nobres aspirações retornam, voluntariamente à esfera física, em sagra­das acções de auxílio que lhes valem honrosos degraus de subli­mação na escalada para a Divina Luz.

Entenda-se assim que tanto a regeneração quanto a evolução não se verificam sem ter algum preço.

O progresso pode ser comparado a uma montanha que temos de transpor, sofrendo-se naturalmente os problemas e as fadi­gas da marcha, enquanto que a recuperação ou a expiação podem ser consideradas como essa mesma subida, devidamente recapitulada, através de embaraços e armadilhas, miragens e espinhos por nós próprios criados.

Se soubermos, porém, suar no trabalho honesto, não necessitamos de suar e chorar no resgate justo.

E não se diga que todos os infortúnios da marcha de hoje estejam debitados a compromissos de ontem, porque, com a prudência e a imprudência, com a preguiça e o trabalho, com o bem e o mal, melhoramos ou agravamos a nossa situação, reco­nhecendo-se que todo dia, no exercício de nossa vontade, for­mamos novas causas, refazendo o destino.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:43
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Domingo, 15 de Março de 2009

Ansiedade...

P

or meio da atenção, podemo-nos tornar sensíveis às nossas emoções, à medida que elas surgem e assim começar a quebrar os padrões emocionais e o apego aos mesmos. Quanto mais se eleva a nossa atenção mais tempo dispomos para uma acção positiva. Para aqueles que têm percepção do que lhes está a acontecer, três semanas equivalem a três meses para quem não a tem essa percepção. Quando nos lembramos de manter nosso corpo e mente em harmonia com a percepção, familiarizamo-nos com toda uma mudança nos pensamentos e estados de espírito e podemo-nos lembrar de levar a nossa percepção para o meio de qualquer situação capaz de perturbar nosso equilíbrio. Podemos desenvolver a meditação contínua se sustentarmos uma atitude aberta em quaisquer actividades nas quais estejamos envolvidos. Porque a ansiedade consciente ou inconsciente é a causa de inúmeros problemas o que faz com que seja de vital importância lidar com ela assim que aparece. O melhor antídoto para a ansiedade é a meditação e o Reiki. Quando aprendemos a conseguir controlar as emoções, tornamo-nos menos sobrecarregados de problemas, o nosso corpo e a mente harmonizam-se e a ansiedade começa a dissolver-se num calmo relaxamento e quietude. Podemos então começar a trabalhar com os nossos problemas directamente pois já não sentimos necessidade de fugir deles. Atenuam-se naturalmente as nossas tensões e bloqueios energéticos. Desta forma, deixamos de estar presos a um ciclo de desejos e ansiedades e podemos usufruir vivendo com o corpo e mente de forma harmonizada melhorando substancialmente a nossa qualidade de vida e bem estar.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 21:06
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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Fazer Reiki? Mas eu não estou doente!

Caros amigos, internautas, Senhoras e Senhores,

Quando falo com colegas, amigos ou conhecidos acerca do Reiki, muitos deles dizem isso. Percebo porque dizem isso, pois a falta de conhecimento acerca do mesmo leva-as a dizer coisas de uma forma descabida. Pessoalmente faço todos os dias auto aplicações e não estou doente. Faço porque me sinto bem, restabeleço as energias corporais, activo o sistema imunitário, removo cargas negativas absorvidas no dia-a-dia, alinho e desbloqueio os chakras, promovo o meu bem-estar e saúde. Por isso o Reiki não se aplica apenas a pessoas doentes, mas sim a todos, e passo a explicar o porquê. O Reiki actua nos níveis físico, emocional, mental e espiritual que é a ordem inversa da doença, ou seja, esta tem inicio no plano espiritual, segue para o mental, passa para o emocional e repercute-se no físico, já no seu último estádio. Atingido este ponto, qualquer pessoa se apercebe e recorre ao sistema nacional de saúde para se tratar por um médico de clínica geral. Caso o problema seja do foro mental ou emocional terá de recorrer a um especialista na matéria (psicólogo ou psiquiatra). Caso seja do foro espiritual, não conheço nenhum médico que o possa ajudar a ultrapassar a situação. O Reiki tem um papel fundamental não apenas no combate aos problemas de saúde diagnosticados, bem como para a prevenção dos mesmos antes de se manifestarem, podendo mesmo impedir, em certos casos, que cheguem ao ponto de se manifestar a nível físico. Para que não possa haver dúvidas de interpretação do que por mim aqui foi escrito, digo que a classe médica merece todo o respeito pelo trabalho que desde sempre tem efectuado para com todos os cidadãos. Há quem faça Reiki em vez de ir ao ginásio, pois assim além de contribuir para o seu bem-estar, está também a contribuir para o prolongamento da sua saúde. Em vez de dizer não estou doente ou não tenho tempo, dê uma oportunidade a si mesmo. Experimente e contacte na primeira pessoa o quão bem lhe pode fazer uma sessão de Reiki.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:14
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Problema de origem Psíquico

O
 Reiki é uma terapia alternativa bastante eficaz na prevenção e tratamento também de problemas do foro psíquico, através da sua actuação no foro emocional, mental e espiritual do paciente. Para ficarem com uma ideia do tipo de problemas que, através do Reiki podem ser eliminados, atenuados ou tratados (dependendo do estado de avanço dos mesmos), descrevo seguidamente alguns que por provas dadas, são incluídos nesta lista: Actividade excessiva; Agressões; Angustias; Anorexia; Autismo; Bulimia; Seios; Colapso nervoso; Complexo de inferioridade; Depressões; Dolores neurológicos; Estado de Esgotamento psíquico-vegetativo; Stress; Falta de apetite; Frigidez; Impotência; Insónias; Intolerância; problemas diversos da Menopausa; Nervosismo; Neuroses; Ninfomania; Obesidade; Pânico; Perfeccionismo; Pesadelos; Pessimismo; Problemas sexuais; Resignação; Shock; Sonhos diurnos; Unhas.

Os problemas de saúde não se tratam apenas quando surgem, deve-se sim, caso haja suspeitas de determinada dificuldade, efectuar um “combate” ao mesmo quando ainda se encontra numa fase precoce. Assim e em jeito de conclusão deixo-lhe um conselho: Caso tenham suspeitas de algum destes problemas para o seu bem-estar não o deixe avançar e experimente esta terapia alternativa Japonesa de origem Tibetana e verá como o seu corpo lhe agradece.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Estado de Espiríto: Enorme Paz Interior...
Publicado por Viktor às 09:09
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Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007

ANOTANDO SINCERAMENTE

Se meditares sinceramente, nas provas que já venceste, nos problemas que já atravessaste, nas dores que já esqueceste e nos obstáculos que, muitas vezes, já contornaste, sem maior esforço de tua parte, reconhecerás que o amparo de Deus esteve e está contigo em todos os momentos, aprendendo a cooperar mais em favor da paz em ti mesmo, consolidando a fé na Providencia Divina que nunca nos desampara.
Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Publicado por Viktor às 07:45
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

OS PROBLEMAS DA EXISTÊNCIA

O que importa ao homem saber, acima de tudo, é: o que ele é, de onde vem, para onde vai, qual o seu destino. As ideias que fazemos do universo e de suas leis, da função que cada um deve exercer sobre este vasto teatro, são de uma importância capital. Por elas dirigimos nossos actos. Consultando-as, estabelecemos um objectivo em nossas vidas e para ele caminhamos. Nisso está a base, o que verdadeiramente motiva toda civilização. Tão superficial é seu ideal, quanto superficial é o homem. Para as colectividades, como para o indivíduo, é a concepção do mundo e da vida que determina os deveres, fixa o caminho a seguir e as resoluções a adoptarem.

Mas, como dissemos, a dificuldade em resolver esses problemas, muito frequentemente, nos faz rejeitá-los. A opinião da grande maioria é vacilante e indecisa, seus actos e caracteres disso sofrem a consequência. É o mal da época, a causa da perturbação à qual se mantém presa. Tem-se o instinto do progresso, pode-se caminhar mas, para chegar aonde? É nisto que não se pensa o bastante. O homem, ignorante de seus destinos, é semelhante a um viajante que percorre maquinalmente um caminho sem conhecer o ponto de partida nem o de chegada, sem saber porque viaja e que, por conseguinte, está sempre disposto a parar ao menor obstáculo, perdendo tempo e descuidando-se do objectivo a atingir.

A insuficiência e obscuridade das doutrinas religiosas e os abusos que têm engendrado, lançam numerosos espíritos ao materialismo. Crê-se, voluntariamente, que tudo acaba com a morte, que o homem não tem outro destino senão o de se esvanecer no nada. Demonstraremos a seguir como esta maneira de ver está em oposição flagrante à experiência e à razão. Digamos, desde já, que está destituída de toda noção de justiça e progresso.

Se a vida estivesse circunscrita ao período que vai do berço à tumba, se as perspectivas da imortalidade não viessem esclarecer sua existência, o homem não teria outra lei senão a de seus instintos, apetites e gozos. Pouco importaria que amasse o bem e a equidade. Se não faz senão aparecer e desaparecer nesse mundo, se traz consigo o esquecimento de suas esperanças e afeições, sofreria tanto mais quanto mais puras e mais elevadas fossem suas aspirações; amando a justiça, soldado do direito, acreditava-se condenado a quase nunca ver sua realização; apaixonado pelo progresso, sensível aos males de seus semelhantes, imaginaria que se extinguiria antes de ver triunfarem seus princípios.

Com a perspectiva do nada, quanto mais tivesse praticado o devoto e a justiça, mais sua vida seria fértil em amarguras e decepções. O egoísmo, bem compreendido, seria a suprema sabedoria; a existência perderia toda sua grandeza e dignidade. As mais nobres faculdades e as mais generosas tendências do espírito humano terminariam por se dobrar e extinguir inteiramente.

A negação da vida futura suprime também toda sanção moral. Com ela, quer sejam bons ou maus, criminosos ou sublimes, todos os actos levariam aos mesmos resultados. Não haveria compensações às existências miseráveis, à obscuridade, à opressão, à dor; não haveria consolação nas provas, esperança para os aflitos. Nenhuma diferença se poderia esperar, no porvir, entre o egoísta, que viveu somente para si, e frequentemente na dependência de seus semelhantes, e o mártir ou o apóstolo que sofreu, que sucumbiu em combate para a emancipação e o progresso da raça humana. A mesma treva lhes serviria de mortalha.

Se tudo terminasse com a morte o ser não teria nenhuma razão de se constranger, de conter seus instintos e seus gostos. Fora das leis terrestres, ninguém o poderia deter. O bem e o mal, o justo e o injusto se confundiriam igualmente e se misturariam no nada. E o suicídio seria sempre um meio de escapar aos rigores das leis humanas.

A crença no nada, ao mesmo tempo em que arruína toda sanção moral, deixa sem solução o problema da desigualdade das existências, naquilo que toca à diversidade das faculdades, das aptidões, das situações e dos méritos. Com efeito, por que a uns todos os dons de espírito e do coração e os favores da fortuna, enquanto que tantos outros não têm compartilhado senão a pobreza intelectual, os vícios e a miséria? Por que, na mesma família, parentes e irmãos, saídos da mesma carne e do mesmo sangue, diferem essencialmente sobre tantos pontos? Tantas questões insolúveis para os materialistas e que podem ser respondidas tão bem pelos crentes. Essas questões, nós ire-mos examinar brevemente à luz da razão.

Leon Denis
Publicado por Viktor às 02:23
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