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Quarta-feira, 30 de Abril de 2014

Conversas com Deus (2)

Pronto, pronto… está bem. Mas entre agora e essa altura – ou, então, pelas pessoas que possam vir a ler estes livros – que vias podem ser utilizadas, aqui mesmo, agora mesmo, para regressar à sabedoria, para regressar à clareza, para regressar a Deus? Temos de regressar à religião? É esse o elo perdido?

     Regressem à espiritualidade. Esqueçam a religião.

Essa afirmação vai irritar muita gente.

     As pessoas reagirão a todo este livro com irritação… a menos que não reajam.

Porque é que dizes esqueçam a religião?

     Porque não é boa para vós. Compreendam que para a religião organizada ter sucesso, tem que fazer com que as pessoas acreditem que precisam dela. Para as pessoas terem fé noutra coisa, têm primeiro de perder a fé em si próprias. Portanto, a primeira tarefa da religião organizada é fazer-te perder a fé em ti próprio. A segunda tarefa é fazer-te ver que tem as respostas que tu não tens. A terceira e mais importante é fazer-te aceitar as suas respostas sem as questionar.

     Se questionas começas a pensar! Se pensas, começas a regressar àquela Fonte Interior. A religião não te pode deixar fazer isso porque é provável que surjas com uma resposta diferente da que ela inventou. Portanto a religião tem que te fazer duvidar do teu Eu; tem que te fazer duvidar da tua capacidade de pensar claramente.

     O problema da religião é que, com frequência, isto faz ricochete – porque se não puderes aceitar sem duvidar os teus próprios pensamentos, como podes não duvidar das novas ideias sobre Deus que a religião te deu?

     Muito brevemente, até duvidas da Minha existência – da qual, ironicamente, nunca duvidaste antes. Quando vivias de acordo com o teu conhecimento intuitivo, podias não Me ter compreendido totalmente, mas sabias definitivamente que Eu estava lá!

     Foi a religião que criou os agnósticos.

     Qualquer pensador lúcido que examine o que a religião tem feito, tem que assumir que a religião não tem Deus! Porque foi a religião que encheu o coração dos homens do temor de Deus, enquanto que houve tempo em que o homem amava Aquilo Que É em todo o seu esplendor.

     Foi a religião que ordenou aos homens que se curvassem perante Deus, quando em tempos o homem se ergueu de braços estendidos com alegria.

     Foi a religião que sobrecarregou o homem com preocupações sobre a ira de Deus, quando em tempos o homem procurava Deus para o aliviar do seu fardo.

     Foi a religião que disse ao homem para ter vergonha do seu corpo e das suas funções naturais, quando em tempos o homem celebrou essas funções como as maiores dádivas da vida!

     Foi a religião que ensinou que precisam de um intermediário para chegar a Deus, quando houve tempo em que consideravam ter alcançado Deus vivendo simplesmente a vossa vida no bem e na verdade.

     E foi a religião que ordenou aos humanos que adorassem Deus, quando houve tempo em que os humanos adoraram Deus porque era impossível não O adorar!

     Em toda a parte onde a religião chegou criou desunião – que é o oposto de Deus.

     A religião separou o homem de Deus, o homem do homem, o homem da mulher – algumas religiões até dizem ao homem que ele está acima da mulher, tal como proclamam que Deus está acima do homem – dando assim azo às maiores caricaturas alguma vez impingidas a metade da raça humana.

     Eu vos digo: Deus não está acima do homem, e o homem não está acima da mulher – não é essa a “ordem natural das coisas” – mas é a maneira como todos os que tinham poder (nomeadamente os homens) queriam que fosse quando formaram as religiões patriarcais, apagando sistematicamente metade do texto da versão final das “sagradas escrituras” e distorcendo o resto para se adaptar ao molde do seu modelo masculino do mundo.

     É a religião que ainda hoje insiste que as mulheres são de certa forma inferiores, de alguma forma cidadãs espirituais de segunda classe, algo “inadequadas” para ensinar a Palavra de Deus, pregar a Palavra de Deus ou ministrá-la ao povo.

     Como crianças, ainda estão a discutir que sexo é ordenado por Mim para serem Meus sacerdotes!

     Eu vos digo: Todos vós sois sacerdotes! Cada um de vós.

     Não há nenhuma pessoa ou classe mais “adequada” para fazer o Meu trabalho do que outra.

     Mas tantos homens são tal e qual as nações. Sequiosos de poder. Não gostam de partilhar o poder, apenas de o exercer. E construíram o mesmo tipo de Deus. Um Deus sequioso de poder. Um Deus que não gosta de partilhar o poder mas apenas de o exercer. No entanto eu vos digo: O supremo dom de Deus é a partilha do poder de Deus.

     Eu queria que vocês fossem como Eu.

Mas nós não podemos ser como Tu! Isso seria blasfémia.

     A blasfémia é terem-vos ensinado essas coisas. Digo-vos: Vocês foram feitos à Imagem e Semelhança de Deus – é esse o destino que vieram cumprir.

     Vocês não vieram aqui para se esforçarem e lutarem e nunca “chegarem lá”. Nem vos enviei numa missão impossível de cumprir.

     Creiam na bondade de Deus e creiam na bondade da criação de Deus – nomeadamente, nos vossos Eus sagrados.

Fonte: Conversas com Deus de Neale Donal Walsch

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 08:54
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Quarta-feira, 23 de Abril de 2014

Reflexão: Quem sou?

Caríssimos,

     Cada ser humano tem as suas vocações, sonhos, convicções, crenças e ambições (na sua infância) e esperam um dia ser médicos, bombeiros, policias, estilistas, professores, engenheiros, jogadores de futebol, enfim, um sem número de coisas que passam na mente das crianças e dos adolescentes. Mas a escolha do que vão ser é condicionada pela vocação que temos, pela família e até mesmo pelos amigos que nos rodeiam. Muitas vezes quando uma pessoa escolhe o que quer ser, mais propriamente a profissão que pretende desempenhar no futuro, condiciona a sua escolha também às perspectivas de mercado (se vai ter trabalho ou não) pensando no seu futuro a longo prazo. Esta foi apenas uma pequena introdução à reflexão que pretendo fazer e que vai começar no parágrafo seguinte.

     Por vezes perguntam-me: Quem és?

       Resposta: Sou aquilo que sou.

     Pergunta: Mas tu trabalhas certo, então és o quê?

       Resposta: Sim trabalho, nesse campo sou… mas continuo a dizer que sou o que sou.

     Pergunta: Mas não respondeu totalmente à minha questão.

       Resposta: Respondi sim. Disse-te o que sou profissionalmente e qual o meu trabalho. Certamente já ouviu falar sobre Jesus Cristo e sobre as palavras por ele ditas, as acções que ele praticava e o exemplo que deixou para a humanidade. Ele mesmo foi amado por uns e odiado por outros, por isso mesmo eu lhe respondo que sou aquilo que sou, nada mais.

     Sou apenas um simples ser humano que, a determinada altura da sua vida, decidiu escolher seguir um determinado caminho, ajudando-me a mim mesmo para poder ajudar aqueles que me procuram com esse propósito. Jamais em tempo algum me achei ser mais que os outros seja naquilo que for, pois cada um é como cada qual e eu sou apenas e só eu, nada mais. Escolhi partilhar com a humanidade (meu semelhante) experiencia e conhecimento que fui adquirindo ao longo dos tempos, uns mais e outros menos conturbados, pelos quais tive de passar para hoje ser aquilo que sou. Senti solidão, rejeição social, desprezo, fome, desgosto, um vazio que se alojou em mim, mas nunca perdi o amor-próprio e a fé, acreditando que ia chegar o dia em que conseguia ultrapassar todas essas barreiras. Foi um caminho moroso, árduo, difícil e doloroso, o qual tive de percorrer sozinho a maior parte das vezes, sem o apoio de ninguém com formação em psicologia ou até mesmo no campo da espiritualidade. Neste caminho nunca me faltou o amor de família, que foi um bom contributo para essa fase da minha caminhada, na qual tive de reaprender conhecimentos, de me encontrar a mim mesmo e de me auto-ajudar, pois exteriormente sentia a crueldade de uma sociedade que não está preparada para este tipo de casos. Encaro tudo isto com tranquilidade, pois sei que tinha de passar por uma experiência de “quase morte” e por todas estas coisas para ser quem hoje sou, um simples ser que tenta ser para o seu semelhante aquilo que nunca foram para ele durante tão conturbado período.

     Por agora vou terminar esta reflexão, desejando-lhes tudo de bom e nunca deixem de ter amor e de acreditar em vocês, porque se eu consegui tu também consegues, sê feliz.

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 21:00
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Quinta-feira, 27 de Março de 2014

O Sofrimento

Caríssimos,

     Ao longo dos tempos a humanidade tem assistido a inúmeras histórias que relatam o sofrimento de seres humanos, individual e/ou colectivamente. Histórias de vida individuais, colectivas ou até algumas que dizimaram toda a humanidade. Relatos comoventes e profundos que despertam em nós intensos sentimentos de compaixão e amor incondicional pelos semelhantes, fazendo correr lágrimas. Essas histórias muitas vezes são verdadeiras lições de vida, praticadas por seres simples e humildes que detêm uma considerável elevação espiritual, em minha modesta opinião.

     O Sofrimento é algo que é comum a todos os seres humanos, que se pode abater sobre cada um de nós em determinadas circunstâncias, pois somos seres detentores de “inteligência” emocional, que está constantemente a ser posta à prova. Esse sentimento (Sofrimento) pode surgir das mais variadas formas tais como: a não-aceitação de atitudes, acontecimentos e palavras; incapacidade de libertar mágoas; não se perdoar a si mesmo; não perdoar os outros; perca de um ente querido; não-aceitação do divórcio; materialismo; e tantas outras coisas que nos podem infringir sofrimento, como se fosse uma espada que se espeta em nós. Além do que anteriormente referi, o Sofrimento também nos pode ser infringido por factores externos, mas devo-os alertar que a maioria dos nossos sofrimentos são concebidos por nós mesmos. Certamente está um pouco admirado com o que acabei de dizer. O ser humano é composto por quatro planos: Físico, Emocional, Mental e Espiritual; todos eles inter-ligados uns com os outros, e por isso qualquer alteração num deles vai ter a sua correspondente alteração nos outros. Dessa forma, todas as pessoas que têm dificuldades em controlar as suas emoções tornam-se propensas a doenças do foro da gastrenterologia (plano físico, aparelho digestivo) e do foro mental (plano mental, enxaquecas, sinusite). Agora já entende o quão prejudicial pode ser para si mesmo não aceitar e não perdoar?

     Assim podem verificar que o Sofrimento muitas vezes pode ser fruto da nossa própria mente, proporcionando-nos mau estar, infelicidades, sentimentos negativos e em último caso doenças. Muitas vezes através do nosso plano mental somos os nossos juízes e carrascos, porque fazemos o nosso próprio julgamento enquanto juízes e executamos a nossa sentença como carrascos.

     Para terminar esta reflexão, vou-lhes dar algumas dicas para começar a evitar “Sofrimentos” que muitas vezes são desnecessários e nos quais os únicos prejudicados somos nós mesmos. Coloque de lado a teimosia de querer que as coisas sejam sempre como desejaria evitando assim criar expectativas (na maioria dos casos podemo-nos sentir defraudados) que lhes possam causar Sofrimento; Pense se está a dar demasiada importância indevidamente a algo ou alguém, pois isso também se torna num ponto de sofrimento; Evite ter sonhos demasiado elevados, pois de tão altos podem ser inalcançáveis e também lhe provocam Sofrimento; Aguarde tranquila e serenamente pelo amanhã, sem criar ansiedade e expectativas evitando Sofrimentos; Acredite em si desvalorizando o que os outros pensam e/ou dizem, pois isso também lhe pode provocar Sofrimento. Espero que estas dicas lhe possam ter sido úteis para tornar a sua vida mais feliz e harmoniosa.

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 15:19
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Sexta-feira, 26 de Julho de 2013

Believe or not believe...

     A reflexão de hoje tem precisamente a ver com o título, o qual traduzido significa: “Acreditar ou não Acreditar”. Esta é uma questão com a qual o ser humano se debate diariamente, pois na sociedade actual somos “bombardeados” com as mais diversas informações, sobre os mais variados assuntos, mas é sobre o próprio Ser que pretendo falar.

     Quantas vezes acredita mais nos outros do que em si mesmo? Quantas vezes necessitam que os outros confirmem que está bem, para ter a certeza de que o que fez foi bem feito? Que prazer tem ao prejudicar o semelhante para se enaltecer? Porque se preocupa com a vida do seu semelhante quando a sua é suficiente para se manter ocupado? Qual o prazer que dá falar mal dos outros? Estas e muitas outras perguntas podem colocar a vocês mesmos para reflectirem um pouco sobre a vossa atitude (se de facto se enquadra nessas questões). Este tipo de situações deve-se à falta de AUTO-ESTIMA que têm, situação menos positiva, a qual deve ser resolvida com brevidade.

     Todos nós somos seres divinos humanamente mortais e espiritualmente imortais (alma), mas a nossa vinda a este planeta para testarmos as nossas aprendizagens é como se fosse-mos uns hamsters colocados numa caixa de testes laboratoriais, daí a maioria da humanidade esquecer verdadeiramente as suas origens vivendo como se estivesse em transe hipnótico, dentro de determinadas regras e padrões sociais e religiosos. LIBERTEM-SE desse “transe hipnótico” e dessas “amaras” que lhe prendem as asas e voe como um anjo, seja livre, feliz e amor, porque na verdade você é isso mesmo. Adore-se, surpreenda-se e sobretudo ame-se acima de todas as coisas, porque você é um ser maravilhoso, um ser divino cuja essência se encontra tão bem escondida em si, que até a sua mente dúvida da existência da mesma. Aceite-se quem verdadeiramente É. Seja AMOR e assim conseguirá envolver os outros em amor, ser para eles um farol de orientação nos conturbados caminhos da vida, uma luz ao fundo do túnel ou até mesmo uma candeia quando outros se sentem perdidos na escuridão.

Desejo-lhes tudo de bom.

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 12:29
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Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Reflexão do dia...

Caros leitores,

     Muitas vezes nos sentimos perdidos, isolados, desamparados, rejeitados, marginalizados, enfim sós. Estes são sentimentos que invadem e teimam em permanecer na mente do Ser Humano. O problema é que muitos Seres humanos se esquecem que, na realidade são seres divinos de enormes capacidades que transportam no seu “adn” uma ínfima parte do divino criador. Além disso, se nós temos a capacidade de nos por maldispostos, então também temos a capacidade de nos por bem. Desfoquem-se dos aspectos negativos das pessoas e valorizem as coisas boas que têm, pois além de os por bem dispostos, aumenta a auto-estima.

Cada Ser humano é a pessoa mais importante na sua vida, devendo trabalhar a sua evolução interior, na procura do seu verdadeiro Deus interior. Quanto mais evoluir interiormente, mais eleva a sua vibração energética e fique admirado com o mundo que se começa a vislumbrar para si. Procure a sua essência e nunca deixe de acreditar que tem realmente Deus dentro de si, procure-o, ame-o e venere-o.

     Termino deixando uma sugestão: “Só tens de Acreditar”.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 17:30
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Sexta-feira, 13 de Agosto de 2010

Eu Amo-me e Tu?

- Gostas de ti?

- Amas-te?

- Aceitas-te?

- Acreditas em ti?

- Acreditas no teu valor?

- Tens tempo para ti?

- Fazes aquilo que gostas?

- Sentes-te bem nessa situação?

- Porque te anulas?

- Que valor dás à vida?

- Tens tempo para dedicar a projectos de voluntariado social?

- Gostas de ajudar?

- Consegues auxiliar desinteressadamente?

Estas e muitas outras perguntas poderia aqui colocar para vos petrificar a olharem para o ecrã e a pensar nas respostas. Então vou apresentar as explicações acerca das questões supracitadas.

* Se não gostares de ti, quem gostará? Aceita o teu Eu Sou.

* Se não te amas assim como és, como poderás dizer que amas alguém? Para tal terás de aprender a amar-te primeiro.

* Se não acreditamos em nós, isso leva-nos à insegurança que por sua vez acarreta um turbilhão de pensamentos negativos que se propagam como ondas hertzianas, baixando o nosso nível vibratório energético o que nos faz atrair, inconscientemente, aquelas coisas menos positivas.

* Achares que não tens valor é como passares um certificado de inadaptação à tua própria pessoa.

* Viver 24h por dia, dia após dia, mês após mês e ano após ano em função daqueles que nos rodeiam é semelhante a um sistema de escravatura. Que eu saiba, essa foi abolida há mais de 500 anos, então porque é que insistes em fazer vida de escravo? É isso que queres para ti?

* Se não gostas do que fazes, porque o insistem em fazer mesmo contra a tua vontade? Não te martirizes e tenta encontrar alternativa para não te desgastares mais rapidamente.

* Vivo com outra pessoa com a qual já não me identifico, por isso não me sinto bem assim. Então porque não mudas e aguardas pacientemente e em sofrimento interior que seja o outro lado a tomar a decisão. Falta a Coragem.

* Como qualquer outra pessoa tens o teu valor e o teu enorme potencial que está escondido algures dentro de ti. Procura-o e verás o quão maravilhosa és. Não procures fora o que está dentro.

* Vida? Estou farto dela! Não digas isso, pois a culpa dela é única e exclusivamente tua, por isso não tentes imputar a culpar aos outros do que a ti te pertence. Vive cada momento da tua vida, porque o valor está na intensidade com que o vives e não no tempo em que ele dura.

* Não me sobra tempo para nada! Isso reflecte o sintoma de que não pensas em ti e vives em função dos outros. Então onde está o teu tempo? Será que não o mereces? Tu também és um Ser humano, não te esqueças de ti.

* Gostava de ajudar, mas falta-me o tempo! Pois, dizer só da boca para fora não serve, há que por isso em prática, passar para a acção, porque a vida social é tão ou mais importante que a vida estudantil. Faz-te à vida, faz algo por ti.

* Ajudar sem receber nada em troca para mim não dá! Pois, continuas agarrado às energias da 3ª dimensão, onde não há lugar para as dádivas desinteressadas e onde o ego e outras coisas mais continuam a dominar a mente do ser humano.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Música: M80
Publicado por Viktor às 14:33
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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Dúvidas Frequentes II

Eu preciso de acreditar na energia Reiki para que ela funcione?

Não, se for necessária e aceite pelo subconsciente, a energia Reiki é automaticamente transmitida. O Reiki não é um fenómeno psicológico como a hipnose ou a sugestão. Os seus resultados não podem ser explicados como um efeito placebo ou quaisquer outros. A energia flúi, mesmo que o canal não acredite em nada especificamente. Tudo acontece automaticamente sem nenhum requisito prévio.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:10
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