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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

A Infância

À medida que a criança cresce e o segundo chakra principia a desenvolver-se, a sua vida emocional vai sendo enriquecida. A criança cria mundos de fantasia em que pode viver, começa a sentir-se uma pessoa separada da mãe, e esses mundos ajudam a criar a separação. Dentro dos mundos de fantasia estão as propriedades da criança. Ela enviará do seu campo etérico projecções semelhantes a amebas, circundando com elas os objectos. Quanto mais importante for o objecto na construção do mundo de fantasia, tanto maior será a consciência da energia do seu campo com que ela o circundará. O objecto passa a ser parte do eu. E quando lhe é arrebatado à força das mãos, dilacera-lhe o campo e causa-lhe dor, física e emocional.

Aos dois anos de idade, mais ou menos, a criança começa a ver os pais como se estes lhe pertencessem: “eu, papá, mamã, etc.” As cores vermelho-laranja e cor-de-rosa tornam-se mais visíveis na aura. A criança aprende a relacionar-se com outras pessoas, aprende um tipo básico de amor. Em função do campo, é capaz de separar-se do campo da mãe, apesar do umbigo etérico que ainda as/os liga. Dá-se assim início ao processo da separação e da identidade independente. A criança cria um espaço de fantasia, vive nele, mas ainda tem a mãe ligada a ela por intermédio do umbigo etérico. Ainda pode olhar para trás e perceber que mamã não está longe demais. Esse espaço apresenta-se à visão clarividente como composto de energia proveniente, na maior parte, do nível azul ou nível etérico. Um espaço em que a criança prefere brincar sozinha ou, se consentir na entrada de um companheiro de brincadeiras, vigiando-o com muito cuidado, a fim de não admitir uma perturbação excessiva do seu espaço. Nessa fase, a criança não tem o ego suficientemente forte para manter muita clareza entre o Eu e o Outro. Luta por encontrar a sua singularidade e, no entanto, ainda se sente ligada a todas as coisas. Os objectos pessoais tornam-se modos de definir a individualidade. O espaço da energia particular ajuda a definição. Assim, quando outra criança visita o quarto de uma criança de cinco a sete anos de idade, a anfitriã se debate entre o desejo de comunicação com outrem e a preservação da imagem do Eu. Daí a sua luta por controlar objectos pessoais que ajudam a definir quem ela é e em torno dos quais colocou a sua própria consciência de energia. A luta aqui visa reconhecer e manter a auto-individuação e ainda sentir a conexão de um “indivíduo” diferente.

Aos sete anos de idade, a criança começa a criar muita energia dourada nesse espaço, que fica mais livre, maior, menos ligado à mãe e mais aberto a terceiros. Com um sentido maior do Eu, a criança começa a observar as suas similaridades com outros seres humanos. Pode permitir ao “outro” uma auto-expressão maior dentro do seu espaço particular. Consente a terceiros criar todos os tipos de formas de energia dentro do espaço particular. Isso torna as coisas mais “divertidas” e “animadas” e realça a vida da fantasia. As crianças entram na fase da “turma”. Uma das coisas que possibilita tudo isso é que, aos sete anos de idade, mais ou menos, todos os chakras têm uma tela protectora estendida sobre eles, que filtra muitas influências energéticas procedentes do campo à sua volta. A criança sente-se “mais segura” porque, em nos seus corpos áuricos, realmente o é.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:31
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