Sexta-feira, 14 de Junho de 2013

Vagueando pelos pensamentos…

Quando era criança,

Vivia sem responsabilidades,

Comia e brincava todo o dia,

Uma vida de facilidades;

            Brincava a muitas coisas,

            Por vezes pregava partidas,

            Gostava de jogar à bola,

            E por vezes às escondidas;

Foi derivado a uma brincadeira,

Que a minha vida mudou,

A alma “desligou-se” do corpo,

E por muitos lugares vagueou;

            Há quem se lembre de tudo,

            Mas eu de nada me lembro,

            Foi como se roubassem,

            As memórias até àquele momento;

Um momento de viragem,

Pelo qual tive de passar,

Tive de encontrar força dentro de mim,

Para poder continuar;

            Foram tempos complicados,

            Repletos de variados tormentos,

            Pensei como conseguia superar aquilo,

            Envolto num emaranhado de pensamentos;

A vida é feita de momentos,

Que acontecem apenas uma vez,

Se não aproveitar aquele momento,

Ele já não volta outra vez;

            Na nossa vida escolhemos as pessoas,

            Que queremos ter ao nosso lado,

            Compartilhando o nosso Ser,

            Com amor e agrado;

Escolhemos a companheira,

E escolhemos as amizades,

Vivendo com amor e liberdade,

Para ultrapassar as adversidades;

            Por vezes seguimos por caminhos,

            Que não são escolhidos por nós,

            Somos influenciados pela família,

            Enviados por um caminho atroz;

Cada Ser na sua essência,

Deve escolher aquilo que quer ser,

Essa responsabilidade é dele,

Não devem ser outros a escolher;

            Nem sempre somos o que queremos,

            Devido às vicissitudes da vida,

            Mantenha a calma e a tranquilidade,

            Não fique de cabeça perdida;

Espero que assim gostem mais de ler,

Este texto escrito em poesia,

Para mais fácil compreensão,

A qualquer hora do dia.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 10:33
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

Emoções...

Caros amigos,

O ser humano, encarnado ou desencarnado, vive no ambiente das emoções, pressionado e/ou sustentado por ela, levado por ela aos confins mais profundos da dor e da revolta, ou alçado aos píncaros a felici­dade e a paz. Elas afectam-nos, mesmo quando ocasionalmente, pa­rece não existir em nós. Arrastado pelas emoções, o Espírito desloca-se, num sentido ou noutro, cami­nhando para as trevas dos sofrimentos inevitáveis ou subindo para os planos superiores da realização pessoal, segundo ele se deixe dominar pelo ódio ou se entregue ao amor. Esse deslocamento conduz a extremos de paixão, que o esmaga, ou a culminâncias de devotamento, que o santifica, e, muitas vezes, em estágios ainda inferiores da evolução, confunde-se em nós a realidade ódio/amor, e nos confundimos nela e com ela, porque é comum tocarem-se os extremos.

O trabalho de desobsessão não deve ignorar essa realidade. Frequentemente, o processo de desobsessão desencadeia-se, de ma­neira paradoxal, por amor, e é lembrando esse aspecto que conse­guimos, às vezes, ajudar aqueles que se atormentam mutuamente, a colocarem um ponto final nas suas angústias. O que acontece é que, por natureza dos paradigmas, temos em nós todos o instinto egoísta (e quase todos os instintos são egoístas) de conservar a posse total dos objectos da nossa preferência ou afeição: a esposa, o esposo, o filho, o dinheiro, a posição social, o poder. Suponhamos que a esposa nos trai, que o filho nos rejeita, que o dinheiro ou o poder nos sejam retirados. Passamos imediatamente a odiar os que nos privaram da posse daquilo que amamos ou valorizamos. Com isto, percebemos que Amor e Ódio são duas faces de uma só realidade (luz e som­bra) que em determinado ponto absorveram-se uma na outra, criando uma opressiva atmosfera de penumbra, na qual perdemos a visão dos caminhos e o senso da direcção. Para desfazer esse clima de crepúsculo, que agonia e desorienta o Espírito, é preciso ajudá-lo a identificar bem os seus sentimentos, a fim de os separ. Estejamos certos, para isso, de uma realidade indisputável, ainda que pouco percebida: o Amor, como dizia Paulo aos Coríntios, não acaba nunca. Mesmo envolvido, soterrado no rancor e na vingança, ele subsiste, sobrevive, renasce, está ali. O Ódio não o exclui; ao contrário, fixa-o ainda mais, porque em termos de relacionamento homem/mu­lher, o ódio é, muitas vezes, o amor frustrado. Odiamos aquele Ser exactamente porque parece que ele não quer o nosso amor, porque nos recusa, nos traiu, nos desprezou, porque a amamos...

No momento em que conseguimos convencer o companheiro desencarnado, em crise, que odeia porque ainda ama, ele co­meça a recuperar-se, compreendendo que essa é uma verdade com a qual ele ainda não tinha tomado consciência. Por mais estranho que pareça, o rancor contra a amada, ou o amado, que traiu ou aban­donou, é que mantém acesa a chamazinha da esperança. Aquele que deixou de amar é porque não amou bastante e, com menor dificuldade, desliga-se do objecto da sua dor. Cedo compreende que não vale a pena perder o seu tempo, e angustiar-se no doloroso pro­cesso de vingança, dado que (isto pode também parecer con­traditório) não podemos ignorar o fato de que a vingança impõe, também ao vingador, penosas vibrações de sofrimento.

O perispírito é o veículo das nossas emoções. O Espírito pensa, o perispírito transmite o impulso e o corpo físico executa. Da mesma forma como as sensações que vêm de fora recebidas através dos sen­tidos, são levadas ao Espírito pelos mecanismos perispirituais. É o perispírito que preside à formação do ser, funcionando como molde, a ordenar as substâncias que vão constituir o corpo físico. É nele que se gravam, como num “dvd”, as nossas experiências, com as imagens, sons e emoções. Isto constata-se no processo de regressão da memória, espontâneo ou provocado, no qual se descobrem, com todo o seu impacto, cenas e emoções que pareciam diluídas há milénios. É ele, pois, a nossa ficha de identidade, com o registo intacto das vidas progressivas, a nossa folha corrida o nosso curriculum.

Ele é denso, enquanto caminhamos pelos escuros caminhos de muitos enganos, e vai-se tornando cada vez mais explícito, à medida que vamos galgando estágios mais avançados na escalada evolutiva. É nele, portanto, que se gravam alegrias e conquistas, tanto quanto as dores. Mas, como tudo no universo obedece à lei irrevogável da sintonia vibratória, parece que, ao nos desfazermos dos fluidos mais pesados e escuros, que envolvem o nosso perispírito, nos pri­meiros estágios evolutivos, vamo-nos também libertando das ma­zelas que naqueles fluidos se fixavam, ou seja, vamo-nos purifi­cando. Seria quase inadmissível a deformação perispiritual num ser de elevada condição moral. [Curiosidade: Um antigo sacristão português, desencarnado, era recompen­sado, pela tarefa de lançar discórdias, com abundantes “refeições”, regadas a bom “vinho” de sua terra.]

Assim podem constatar que muitas vezes o Ser Humano é comandado pelas emoções, o que em muitos casos faz com que aja de uma forma irracional, que depois de acalmar os ânimos e reflectir, constata que não agiu correctamente e assim vai desencadear outras emoções. Conclui-se então que para que detenha um maior controlo sobre si, então deverá aprender a controlar as suas emoções e assim controla também as suas reacções às mais diversas situações do dia-a-dia.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Música: M80
Publicado por Viktor às 11:20
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

Lidar com o Tempo

A fé deu-me uma importante ajuda para lidar com uma coisa que, no meu percurso de vida, muitas vezes me criou alguns embaraços: fazer as coisas a tempo.

Numa reflexão sobre o problema obtive a seguinte resposta: “Sempre que quero alguma coisa, quero-a na hora”.

Assim, compreendendo o sentimento despertado por essa vontade, fui aprendendo a ter cada vez mais paciência e calma, pois afinal esta é também para mim mais uma lição de vida que tenho de aprender. Então aqui lhes deixo uma ideia para o vosso controlo mental da situação, que pode resultar bem com vocês: Ter paciência é uma declaração directa de fé no plano divino. Isto é simplesmente a aceitação de que tudo está correcto para si, tal como agora, pois foi você é quem cria a sua realidade. O que quer dizer também que você pode mudar o que existe pelos seus próprios esforços de transformação. A impaciência significa que você não se acha capaz de criar o que pretende. Significa falta de fé no seu Plano Divino. O que você deseja no plano físico leva algum tempo para se manifestar. Para me auxiliar a aceitar esta realidade, posso utilizar a seguinte afirmação: “Desejo honrar o meu compromisso com o facto de estar no plano físico honrando o tempo necessário para a realização das tarefas aqui”. A lentidão “aparente” entre a causa e o efeito construída neste plano, tem sempre uma razão de ser. É necessário serem capazes de ver claramente as conexões de causa/efeito nas relações que não compreendemos. Essas relações, em última análise, existem entre partes de nós mesmos que ainda não estão unificadas.

O Tempo é apenas uma unidade de medida temporal, utilizada pelo ser encarnado no plano terrestre, dentro da imensidão temporal cósmica, onde o tempo (tal como por nós conhecido) não existe.

Saudações Reikianas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 14:10
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Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

Momento de Reflexão

Caros amigos e Leitores,

Durante os dois anos e meio de existência deste blogue tenho falado de muitas coisas sobre Reiki e Espiritualidades. Confesso que por vezes sinto algumas dificuldades em seleccionar o tema sobre o qual vou escrever, pois colocar quase diariamente novos textos com nova informação e sem querer ser repetitivo, coloca-me apreensivo sobre o tema a abordar. O que aqui escrevo é com o intuito de partilhar essa informação com todos aqueles que a pretendam obter, pois sendo cada um dono do seu livre arbítrio e pensamento, apenas aqui acorrem aqueles que, sobre estes temas que partilho estejam interessados. Mas hoje não vou falar de nenhum tema específico mas sim de mim e do meu sinuoso caminho enquanto trabalhador de luz (Reikiano).

Foi há 10 anos que encontrei o caminho do Reiki e, por sua vez, fiz a minha entrada no mesmo. Tal como qualquer um de vós sou um ser humano com vida própria, família, trabalho, amigos e muitos conhecidos. Muitas coisas me aconteceram algumas boas e outras menos boas, mas todas elas desempenharam o seu papel na senda da minha evolução humana e espiritual. Eis que chega então o momento que tive de tomar uma decisão e após ponderação decidi dedicar parte da minha vida (porque tenho de trabalhar como qualquer um de vós) ao Reiki. Digo parte porque felizmente tenho um trabalho e a restante parte do tempo dedico-a aos outros, estando sempre disponível para auxiliar (dentro das minhas capacidades e limitações) quem me procura, quer seja para uma sessão, para um workshop, para tirar uma dúvida, para um consolo ou até mesmo apenas para uma palavra amiga com dois dedos de conversa. É uma difícil e árdua tarefa ser Mestre de Reiki, pois o caminho é muito sinuoso e obriga-nos a ter de superar duras provações. [Antes de continuar deixem que vos diga que prefiro ser tratado por Viktor apenas, pois o Mestre é apenas uma palavra protocolar.] Muitas foram as vezes que tive e tenho de travar duas “batalhas” em simultâneo, uma do meu Eu com o meu Eu Sou, e outra do meu Eu com o Universo e tudo o que me rodeia. O meu Eu controlo-o através dos sempre presentes Princípios do Reiki e a outra “batalha” é controlada com humildade, tolerância, bom senso e calma pois aqueles que acham que não os posso ajudar terão de percorrer o seu caminho por outros lados até que chegará o dia em que uma intensa luz os inundará com uma realidade até então rejeitada e marginalizada. Toda e qualquer pessoa que me procure trás alguma esperança pois, antes de mais, pretende encontrar alguém que esteja bem para o poder auxiliar a percorrer o caminho em busca do seu bem-estar, equilíbrio e harmonia. Mas eu, como Reikiano, transporto comigo uma enorme carga sentimental que faz com que os sentimentos estejam sempre presentes não só no que faço mas também no que ouço das outras pessoas e isso faz com que nem todos os dias esteja a 100% para poder dar aquilo que tenho em prol do meu semelhante. Agradeço ao divino todas as forças que me tem dado para, nesses momentos de aflição em que me procuram, eu poder dar o meu melhor em prol da pessoa, esquecendo-me que na realidade sou também um igual a ele. Diariamente são imensas as dificuldades e obstáculos que se deparam na minha missão de divulgação do Reiki como terapia energética holística que tem por base o Amor Incondicional. Trabalhar em prol do bem-estar do outros com toda a dedicação e com o coração aberto é um duro caminho no qual, muitas vezes em prol do bem-estar de outra pessoa, assumo perante as entidades divinas a culpa da situação pedindo-lhes que sejam elas a transmutar as energias menos positivas daquela pessoa. Entregar-me a 100% àqueles que me procuram é complicado, pois inúmeras vezes esqueço-me de mim e que, tal como eles, tenho o que qualquer ser humano tem, desde que essa seja a vontade divina, pois nada acontece por acaso.

Para terminar esta já mui grande reflexão de hoje gostava deixar uma palavra de agradecimento a todos aqueles que recebem e-mail’s meus, a disponibilizar-me para realizar um workshop ou uma actividade que entendam por interessante em prol da divulgação desta maravilhosa terapia milenar, e que nunca me chegaram a responder, pois essas pessoas são também o fuel de que necessito, para continuar a fazer este trabalho em prol do bem-estar supremo universal. Obrigado pela leitura.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:54
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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

No Reino da Palavra

Não grite.

Conserve a calma.

Use a imaginação sem excesso.

Fale com inteligência, sem exibição de cultura.

Responda serenamente a todas as questões difíceis.

Evite a maledicência.

Fuja a comparações, a fim de que seu verbo não venha a ferir.

Abstenha-se de todo adjectivo desagradável para pessoas, coisas e circunstâncias.

Guarde uma frase sorridente e amiga para todas as situações inevitáveis.

Recorde que Jesus legou o Evangelho, exemplificando, mas conversando também.

Espírito: ANDRÉ LUIZ

Médium: Francisco Cândido Xavier

Livro: “Aulas da Vida

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 05:33
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

PERDOA AGORA

Não te detenhas!
Torna á presença do companheiro que te feriu e perdoa, ajudando-o a recuperar-se.
Reflecte e ampara-o!
Quantas dores e quantas perturbações lhe vergastaram a alma, antes que a palavra dele se erguesse para ofender-te ou antes que o seu braço, armado pela incompreensão, deferisse contra ti o golpe deprimente?
Guarda a calma e auxilia, sem cessar.
Mais tarde, é possível que não possas, por tua vez, suportar o horrendo assalto da ira e reclamarás, igualmente, o bálsamo da alheia compreensão.
Retorna ao teu lar ou à tua luta e espalha, de novo, a bênção do amor, com todos os corações que jazem envenenados, pelo fel da crueldade ou pela peçonha da calúnia.
Não hesites, porém!
Perdoa agora, enquanto a oportunidade de reaproximação te favorece os bons desejos porque, provavelmente, amanhã, o ensejo luminoso terá passado e não encontrarás, ao redor de ti senão a cinza do arrependimento e o choro amargo da inútil lamentação.
Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Publicado por Viktor às 13:24
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

Calma

Se você está no ponto de estourar mentalmente silencie alguns instantes para pensar.

Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranquilidade traz o pior.

Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é factor agravante.

Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é uma bomba atrasada, lançando caso novo.

Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.

Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.

Se contrariedades aparecem, o ato de estrebuchar afastará de você o concurso espontâneo.

Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.

Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga distância entre você e o objectivo a alcançar.

Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.

Espírito: ANDRÉ LUIZ

Médium: Francisco Cândido Xavier

Publicado por Viktor às 12:51
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