Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Chacras, o que são?

Chacras são órgãos não físicos que transformam energia Kundalini pura em formas de energia mais subtis, e usáveis, de um tipo diferente. Os chakras não contêm, eles mesmos, energia. Energia pura é retirada do planeta, pelos chacras secundários nas pernas e pés, e inserida no sistema dos chacras principais.

A energia Kundalini é, em essência, pura energia de pensamento que permeia e une todo o universo. Esse campo de energia viva pode ser interceptado, mais profundamente, pela aplicação da vontade criativa concentrada, ou através das terapias holísticas energéticas (p. ex. Reiki, Karuna, etc). Ela pode ser puxada para o corpo humano e transformada, pelo sistema de chacras, em uma forma de energia mais subtil e utilizável.

Os chacras estão ligados à espinha medular e ao sistema nervoso através de certas glândulas e nervos. O sistema de chacras completo é extremamente complexo. Existem 3 chacras mestre, 4 principais e mais de 300 chacras secundários no corpo humano. Existem também vários chacras não físicos situados fora do corpo (aura). Mapas detalhados do sistema de chacras e seus meridianos conectivos e interligações, foram usados durante milhares de anos no misticismo do leste e na medicina, exemplo: acupunctura.

O sistema de chacras também é usado com todas as habilidades psíquicas, sem excepções. Qualquer seja a habilidade psíquica, o método de desenvolvimento ou a terminologia utilizada para descrevê-la, tudo é feito da mesma forma, através da estimulação dos chacras. É impossível manifestar qualquer habilidade psíquica sem primeiro estimular os chacras.

Muitas pessoas irão negar o acima dito, e dizer que nunca fizeram qualquer trabalho de energia com os chacras, no entanto continuam a ter habilidades psíquicas. Existem muitas formas de desenvolverem a si próprios, mas todos, directamente ou indirectamente, estimulam o sistema de chacras. E não podemos esquecer a habilidade natural. Muitas pessoas nascem com chacras naturalmente activos e daí, a habilidade psíquica natural.

Os Médiuns são pessoas que exibem habilidades psíquicas quando ajudados por uma entidade espiritual não física. Essa entidade estimula os chacras do médium directamente, harmonizando-se com o médium e causando habilidades psíquicas, clarividência, canalização, cura, produção de ectoplasma, etc. para se manifestar através do médium. É por isso que eles são chamados de médiuns ou canais, p. ex: eles tem a habilidade de se tornar um veículo passivo para a entidade espiritual afectar, ou comunicar com o mundo físico.

Você não precisa de uma entidade espiritual para desenvolver e usar, uma habilidade psíquica. Se você aprender a controlar os seus chacras e a energia, pode fazer estas coisas sozinho, sem nenhum espírito envolvido, e sem o risco inerente com este método.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 14:25
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Primeiro Chakra

MULADHARA = CHAKRA DA RAÍZ

O chakra da raiz situa-se na zona da cavidade pélvica entre o ânus e os genitais e abre-se para baixo. A imagem para a meditação é a flor lótus de 4 pétalas. A cor do chakra é o Roxo luminoso e corresponde ao elemento terra.

Ao chakra da raiz é atribuído toda a matéria sólida do corpo (ossos, dentes e unhas), pés e pernas. O sistema digestivo com o ânus, a próstata, o sangue e a constituição das células tratam-se través deste chakra. O órgão sensitivo deste chakra é o nariz, logo está associado ao olfacto.

Problemas no Chakra da Raiz

Estes podem ser detectados através das seguintes atitudes: a pessoa tem medos extremos de ter feridas físicas ou psíquicas. Para evitar ser magoado prefere magoar os outros. Um egoísmo extremo caracteriza estas pessoas. Os bloqueios deste chakra identificam-se com um pensamento e uma conduta marcadamente materialista. A sensualidade aumenta com a impulsividade extrema desprezando os sentimentos. As pessoas com este chakra perturbado ou bloqueado têm tendência a fugir da realidade e são bastante propensos a vícios (álcool, nicotina e o pior de todos as drogas).

Com o Chakra da Raiz Equilibrado

Transmite um sentimento de segurança. Supera o medo e a impotência prevalecendo o amor e a confiança. A união com a terra, com o eterno, permite uma relação com realidade. As pessoas sensitivas com este chakra equilibrado são capazes de esgotar as suas habilidades espirituais, aperfeiçoando as suas aptidões. Isto inclui a capacidade de abandonar o corpo, de perceber visões sem sentir medo da clarividência.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 08:48
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Sábado, 1 de Setembro de 2007

CLARIVIDÊNCIA

O homem permanece, como era, aprisionado no corpo físico. Existem, porém, estados de vida, no interior do físico, mais subtis e refinados. No nosso ser sêxtuplo - como já temos explanado - está o corpo etérico, que é uma duplicata, em aparência, do corpo físico, mas formado de substância mais subtil, invisível à visão física. Este duplo etérico submerge ou interpenetra a totalidade do corpo físico. O corpo etérico consiste de duas partes, uma mais grosseira e uma mais subtil, e opera através do sistema nervoso. Com a morte, a totalidade do corpo etérico é retirada, e a substância da parte mais grosseira, assemelhando-se muito à matéria, logo se desintegra como se desintegra o corpo físico.


Durante a vida física, este duplo etérico forma a ponte entre a alma do homem e os mundos mais subtis. Através desta ponte e via sistema nervoso e dos corpos mental e vital do médium, a alma no mundo espiritual se comunica com a Terra. O tipo de mensagem que chega depende, em grande parte, do carácter do médium, das circunstâncias de sua vida (dele ou dela), das condições proporcionadas pelo médium, e das condições física e mental do assistente a quem a mensagem é endereçada.


Interpenetrando o corpo etérico denso existe um veículo etérico mais subtil, que eu chamarei de corpo de luz ou corpo vital, que não somente interpenetra os corpos físico e etérico mais baixo, mas também os veículos mais altos: os corpos mental, institucional e celestial. Há, assim, um elo entre cada um dos corpos, pelo qual a luz espiritual do divino pode crescer, através desses vários corpos, até alcançar o corpo etérico mais grosseiro, que liga tudo ao cérebro e ao sistema nervoso.


Quando falamos de clarividência, referimo-nos àquele tipo de visão que é mais comum. Existe muito equívoco acerca da natureza da clarividência. Em algumas pessoas, o corpo etérico mais denso pode estar ligado apenas frouxamente ao corpo físico e sairá com muita facilidade. O plano etérico jaz tão perto da Terra que para uma pessoa desencarnada ele aparece quase tão denso e pesado como a própria substância física. O etérico mais baixo regista quadros e reflete-os para a Terra. Algumas pessoas (que podem ser descritas como clarividentes involuntários) podem ver essas formas ou quadros do modo que eles são reflectidos no centro do plexo solar. Animais também podem algumas vezes ver deste modo. Em passado distante, antes que o homem adquirisse tal contacto íntimo com a substância física densa, a visão involuntária, tal como esta, era comum.


O corpo físico do homem médio não é muito receptivo a influências espirituais. No homem normal, o corpo etérico solta-se com um clique, por assim dizer, ficando o homem, daí por diante, inconsciente de sua presença.


Mas, como nós temos dito, há certas pessoas que possuem um corpo etérico frouxo, que pode sair do físico de modo muito fácil, e resultam então perturbações tais como uma descontrolada clarividência e obsessão. Há uma enorme diferença entre esta clarividência no plano etérico mais baixo e um outro tipo, que resulta do treinamento e uso correto dos centros psíquicos ou chakras no corpo etérico.


Eu descreverei a diferença deste modo: fique à margem de um lago muito tranquilo e veja o reflexo das árvores e do céu na água. Como é belo o efeito! Mas se o lago se tornasse agitado, este reflexo seria prejudicado. Depois, tudo era somente um reflexo, um símbolo, um jogo de luz e cor. Agora, dirija sua visão para a verdadeira paisagem, as árvores verdadeiras e o céu, e verá algo que é constante, evidente e, para os seus sentidos, real. Esta é a diferença entre a clarividência involuntária, que é um registo pelo corpo etérico mais baixo, usualmente não controlado e sem desenvolvimento, e a clarividência inteligente e treinada que recebe luz ou impulso do plano do espírito divino.


Certas drogas podem desligar o corpo etérico do físico. Um inebriante fará o mesmo, mandando o etérico algumas vezes para um lugar muito infeliz, como é o caso de alguns infortunados sofredores do delirium tremens, quando na realidade seu corpo etérico está registando todas as visões e condições de algum baixo plano astral. Um anestésico também pode fazer sair o corpo etérico. Algumas vezes sua consciência está ativa, mas frequentemente permanece inactiva e não transmite cousa alguma à memória do paciente em seu retorno.


Há uma conexão entre o corpo etérico e alguns dos principais centros psíquicos, na cabeça, na garganta, no coração, no baço, no plexo solar e na base da espinha. Os estudantes de medicina reconhecerão estes centros como pontos focais do sistema nervoso. Estes centros, por sua vez, são conectados com diferentes esferas ou planos da vida espiritual. Eles são como flores com pétalas: quando você começa a desenvolver a consciência espiritual, estes centros, quais flores, (flowerlike) começam a se desenvolver. Eles giram, possuem vida e luz e projectam belas cores. Seus guias e auxiliares reconhecem imediatamente sua posição no caminho evolutivo pela vibração e luz e poder que eles podem visualizar nestes centros.


Alguns de vocês despertaram os centros psíquicos numa reencarnação anterior e, agora que reencarnaram, estes centros projectam luz que pode afrouxar a estrutura do corpo etérico e ocasionar o que é descrito como um médium “natural” ou clarividente “natural”. O verdadeiro clarividente, entretanto, é alguém que trouxe do passado o conhecimento de como utilizar de forma inteligente estes centros do corpo, e pode frequentemente, desse modo, cumprir grande trabalho.


Nós esperamos que vocês não queiram todos de uma vez começar a tentar desenvolver estes centros! Para fazer isso vocês necessitam de muito mais conhecimento do que nós lhes estamos dando agora. Os centros começam a irradiar quando a vontade e a inteligência os estão dirigindo para a actividade. Usualmente, o centro que primeiro reage para as coisas que e encontram fora do corpo físico é aquele situado no plexo solar.


Você diz: “Eu não posso ver ou ouvir, mas eu sinto”. Se você se esforçar para analisar como você “sente”, não saberá. Mas se, cuidadosamente, examinar o que aconteceu, você descobrirá que o plexo solar experimentou um sentimento “esquisito”, e assim você “percebe” que sentiu.


O próximo é o centro frontal, algumas vezes denominado o Terceiro Olho, mas que nós denominaremos aqui o chakra frontal. Este pode operar de forma metódica sob a direcção da vontade o do eu espiritual, e permitirá ao médium tornar-se conhecedor das esferas espirituais. A verdadeira clarividência não é aquela visão que sugere que você vê alguma coisa com o olho físico. A clarividência repousa dentro do próprio ser. Pode parecer que você está olhando algum objecto no exterior, mas, no momento, você está examinando profundamente este centro ou chakra qual flor (flowerlike) dentro de si. Entretanto, você pode ser clarividente com seus olhos fechados. De fato, você verá melhor assim. Você dirá, sim, mas tudo aquilo pode ser somente imaginação! Imaginação é um termo usado muito livremente. Imaginação é a porta para a verdadeira visão espiritual.


Não pense que os plexos frontal e solar são os únicos centros utilizados, porque quando você entrar em contacto com o plano institucional ou celestial, você verá não só com o frontal, mas com outros centros: na verdade, todo o ser vê. Quando você alcança este plano, você regista ou reflecte verdadeiramente os planos espirituais. Através do amor divino, o centro cardíaco começa a pulsar e irradiar as mais belas cores e luzes e então você se torna consciente da verdade divina, e torna-se um médium ou canal da pura verdade.
Publicado por Viktor às 15:18
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Domingo, 19 de Agosto de 2007

CLARIVIDÊNCIA

Com isso não se quer afirmar que na vidência e na sua interpretação não possa haver condicionamento à sua crença. As visões são sempre filtradas através do vidente, e cada vidente, além do seu ângulo personalíssimo de "ver", de conceber o mundo, é também o produto de uma determinada cultura e de seu determinado momento histórico. O que se vê objetivamente passa pelo crivo da subjetividade do vidente. Acrescente-se a isto a interpretação do objeto, isto é, da visão, exatamente a parte mais difícil, porque aí se torna necessário distinguir fatos observados e projeções mentais de encarnados ou desencarnados captáveis pelo médium.


Ocorre, evidentemente, um condicionamento à crença na vidência, o que determina, como conseqüência, seja a visão percebida e interpretada de acordo com ela. Preleciona Emmanuel que “como acontece na alimentação do corpo, a visão, no campo da alma, é diferente para cada um.” (Clarividência, in Seara dos Médiuns, FEB, p. 47). Na vidência há de se distinguir, como dissemos acima, o que de fato se passa no momento das projeções mentais, que podem ter distintas origens. A recepção de umas e outras subordina-se ao continente mental que traduz o captado em termos visuais.


Na obra de Tereza de Jesus e de Juan de La Cruz, duas almas cuja grandeza é indiscutível, anotamos, por exemplo, a visão da Trindade. Em uma das vezes em que celebrava a missa, afirmou Juan de La Cruz ter visto as Três Pessoas em uma nuvem muito resplandecente (M. Teixeira Penido, O Itinerário Místico de São João da Cruz, Vozes, 1954, p. 61). Não há uma descrição pormenorizada da visão, de modo a que nos possibilite a compreendê-la fora do contexto católico, porém uma observação feita por Juan de La Cruz a Ana de Santo Alberto nos permite avaliar o observado. Dizia ele que em companhia daquele mistério se encontrava tão bem que "sem particular auxílio do céu, ser-lhe-ia impossível continuar em vida.” (op. cit., pp. 61162).

 

Ramakrishna fazia observação semelhante referindo-se ao samadhi, com o florescimento do lótus de mil pétalas, onde mora o Satchitdananda Shiva, o Absoluto, afirmando que o indivíduo não resistia mais de 21 dias após esse fato (El Evangelio de Ramakrishna, tomo II, pp. 16 e 173). Só o desejo de servir poderia manter “o ego do Conhecimento” ou “o ego da Devoção”, evitando a morte. Naturalmente que, por isto, o período mencionado não é fatal; busca-se avisar o praticante dos perigos de uma subida de Kundalini sem os cuidados necessários e sem o suporte físico para suportá-lo. O que importa, no caso, é perceber que os efeitos da "experiência", tanto para Juan de La Cruz como para Ramakrishna eram os mesmos, o que demonstra a igualdade de valor do objeto percebido.


Pierre Weil, ao reportar-se às extraordinárias experiências de Muktanananda, comparando-as com as de Juan de La Cruz e Tereza de Jesus, comenta: “Eles também descrevem esses estados de consciência e visões parecidas, porém dentro do contexto cultural cristão. Tudo indica que a fonte de experiência é a mesma; porém a mensagem vem dentro de uma codificação cultural ao alcance de cada pessoa; essa codificação é feita por esse “campo informacional” do qual falam os russos." (A revolução Silenciosa, Pensamento, p. 171).


A mesma visão pode ser diferentemente percebida. Se o indivíduo é cristão, a visão de uma entidade feminina de alta hierarquia pode ser percebida como a de Maria, mas se ele é hindu reportar-se-á a Shakti, a Mãe Divina. Mirra Alfassa, a Mãe do Ashram de Sri Aurobindo, escreveu umas certeiras palavras a respeito.


É certo que há experiências espirituais que sobrepassam a toda a espécie de condicionamento mental, quando o vidente se sobrepõe a este. Eis, por exemplo, os fatos descritos por Swami Nikhilananda, na Introdução ao vol. 32 de El Evangelio de Sri Ramakrishna: “Sri Ramakrishna ficou fascinado pela vida e ensinos de Jesus. Certo dia, estando sentado na sala da casa de campo que Yadú Maldick possuía em Dakshineswar, seus olhos se fixaram em um quadro da Virgem e do Menino. Mirando-o com intensa atenção, ficou pouco a pouco embargado por uma divina emoção. As figuras do quadro tomaram vida e os raios de luz que delas emanaram entraram em sua alma. O efeito dessa experiência foi mais forte que a da visão de Maomé. Consternado, exclamou: “Oh! Mãe (referindo-se à deusa Kali), que estás fazendo?” E rompendo as barreiras do credo e de religião, entrou em um novo reino de êxtase. Cristo tomou posse de sua alma. Por três dias não pisou no templo de Kali. Na tarde do quarto dia, enquanto estava caminhando no Panchavati, viu acercar-se-lhe uma pessoa de formosos e grandes olhos, expressão serena e tez clara. Ao encontrarem-se os dois, ressoou uma voz no mais fundo da alma de Sri Ramakrishna: “Eis aqui o Cristo, quem verteu o sangue de Seu coração para redimir ao mundo; quem padeceu um mar de angústia por amor da humanidade. Mestre de Yogues, Ele está em permanente união com Deus. É Jesus, Amor Encarnado”. O filho do homem abraçou o Filho da Divina Mãe e Se confundiu com ele. Sri Ramakrishna experimentou sua identidade com Cristo, como já havia experimentado sua identidade com Kali, Rama, Hanumám, Radha, Krishna, Brahma e Maomé. O mestre entrou em samadhi e em relação íntima com Brahma dotado de atributos" (p. 441 vide também Swami Vijoyananda Ramakrishna, Deus Homem, Ed. Vedanta, p. 41).

Publicado por Viktor às 00:48
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