Sexta-feira, 18 de Outubro de 2013

A sensação dos Chakras

     As sensações que pode sentir nos seus chakras são diversas, consoante o seu grau de actividade, p.ex.: a composição física, habilidade natural, habilidades de concentração e relaxamento também influenciam. As sensações podem variar de um calor agradável, uma pressão localizada, uma indisposição (no estômago), um pouco tonto momentaneamente, uma formigueiro, uma pulsação suave, uma vibração mais forte, uma combinação de alguns ou de todos os efeitos, ou até mesmo outros aqui não mencionados. Quanto maior for a vibração, mais activo está o chakra. Neste período de grande actividade dos chakras, se experimentar a colocar a sua mão sobre eles poderá sentir a sua pulsação nos mesmos.

     Alguns chakras, quando estão ativos, podem causar outras sensações “estranhas” localizadas:

Chakra base: Pode sentir um ardor muito suave ou um formigueiro, ou uma cãibra, como se tivesse andado de bicicleta durante muito tempo. Logo que o chakra esteja a funcionar correctamente, sentirá uma pulsação suave ou vibração entre as pernas, na zona do chakra.

Chakra Plexo Solar: Este chakra por vezes pode causar uma sensação de falta de ar, “obrigando-o” a respirar exageradamente. Com o tempo isto passa conforme ele se vá estabilizando.

Chakra cardíaco: O chakra cardíaco merece uma atenção especial devido à forte, por vezes assustadora, que ele pode causar. Quando muito activado pode-lhe dar a sensação de estar a bater com uma enorme velocidade. É uma sensação muito poderosa. Tente ignorar isso quando acontecer, pois o coração bate mas é o chakra a funcionar. Sei que é mais fácil falar do que fazer, mas através da prática e familiaridade você consegue. Esse batimento é mais aparente nos primeiros estágios do desenvolvimento. Penso que isto pode ser causado pelo défice energético dos centros inferiores.

Chakra da garganta: A vibração neste chakra pode causar uma sensação amena de sufoco, devido à sensível zona em que está localizado. É como ter um inchaço emocional na base da garganta.

Chakra da coroa: Quando está totalmente ativo dá a sensação de termos muitos dedos quentes e macios massajando gentilmente o topo de sua cabeça, acima do couro cabeludo, estendendo-se para baixo no centro da testa, incluindo o chakra do terceiro olho, sendo parte dele. Essa sensação é o motivo pelo qual os Budistas o chamam de "A Lotus de mil pétalas".

Nota: Pode sentir uma sensação mais forte nalguns chakras e menos forte ou nenhuma noutros. Concentre-se mais nos baixos (inferiores) onde tem a menor sensação. Isso vai ajudar a equilibrar o fluxo de energia no sistema de chakras.

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 15:57
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Alma e desencarnação

METAMORFOSE E DESENCARNAÇÃOGraduan­do os acontecimentos da desencarnação, é importante recorrer ainda ao mundo dos insectos para lembrar que, se existem aque­les de metamorfose total, existem os de metamorfose incomple­ta, os hemimetibolos, cuja larva sai do ovo e se converte ime­diatamente num indivíduo, sem passar pela fase pupal, à feição dos malófagos, desprovidos de asas, embora possuam aparelho bucal triturador.
Apresentando características singulares, no capítulo da transfiguração, em todas as ordens nas quais se subdividem, os insectos, de algum modo, exprimem, no desenvolvimento da me­tamorfose que lhes marca a existência, a escala de fenómenos que vigie para a desencarnação dos seres de natureza superior.
Em relação ao homem, os mamíferos que se ligam a nós outros por extremos laços de parentesco, quando se desencarnam agregam-se aos ninhos em que se lhes desenvolvem os companheiros e, qual ocorre entre os animais inferiores, nas múltiplas faixas evolutivas em que se escalonam, não possuem pensamen­to contínuo para a obtenção de meios destinados à manutenção de uma nova forma.
Encontram-se, desse modo, aquém da histogénese espiri­tual, inabilitados ao mais amplo equilíbrio que lhes assegura a ascensão a novo plano de consciência.
Em razão disso, efectuada a electrólise dos tecidos celulares, nos sucessos recônditos da morte física, dilata-se-lhes o período de vida latente, na esfera espiritual, onde, com excepção de raras espécies, se demoram por tempo curto, incapazes de manobrar os órgãos do aparelho psicossomático que lhes é característico, por ausência de substância mental consciente.
Quando não se fazem aproveitados na Espiritualidade, em serviço ao qual se filiam durante certa quota de tempo, caem, quase sempre de imediato à morte do corpo carnal, em pesada letargia, semelhante à hibernação, acabando automa­ticamente atraídos para o campo genésico das famílias a que se ajustam, retomando o organismo com que se confiarão a nova etapa de experiência, com os ascendentes do automatismo e do instinto que já se lhes fixaram no ser, e sofrendo, naturalmente, o preço hipotecável aos valores decisivos da evolução.
Publicado por Viktor às 12:30
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

NECESSIDADE DA ENCARNAÇÃO

É um castigo a encarnação e somente os Espíritos culpados estão sujeitos a sofrê-la?

A passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de um acção material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia. É-lhes necessária, a bem deles, visto que a actividade que são obrigados a exercer lhes auxilia o desenvolvimento da inteligência. Sendo soberanamente justo, Deus tem de distribuir tudo igualmente por todos os seus filhos; assim é que estabeleceu para todos o mesmo ponto de partida, a mesma aptidão, as mesmas obrigações a cumprir e a liberdade de proceder. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas, a encarnação, para os Espíritos, é um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impõe, quando iniciam a vida, como primeira experiência do uso que farão do livre arbítrio. Os que desempenham com zelo essa tarefa transpõem rapidamente e menos penosamente os primeiros graus da iniciação e mais cedo gozam do fruto de seus labores. Os que, ao contrário, usam mal da liberdade que Deus lhes concede retardam a sua marcha e, tal seja a obstinação que demonstrem, podem prolongar indefinidamente a necessidade da reencarnação e é quando se torna um castigo – S.Luis (Paris, 1859).

Livro: “O Evangelho Segundo o Espiritismo” - EDIÇÃO FEB

Publicado por Viktor às 19:36
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