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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Mestre Takata fala sobre Reiki

Esta é a história do Mestre Mikao Usui, o fundador do Usui Reiki Ryoho, que significa Sistema de Cura Natural Usui Reiki. Na altura, no início da sua história, o Mestre Usui era um reitor da Universidade de Doshisha, em Kyoto. Pastor aos domingos, na Universidade havia uma capela. Por isso, era um sacerdote cristão de estatuto. O meu professor era o Mestre Hayashi, que foi seu aluno e continuou a sua obra após o falecimento do Mestre Usui. Portanto, por outras palavras, o Mestre Chujiro Hyashi foi o seu primeiro discípulo, e foi através dele que fiquei a conhecer a história do Mestre Usui. Não cheguei a conhecê-lo, mas o Mestre Hayashi dizia-me que era um génio, brilhante, inteligente – um grande filósofo e um grande erudito.

Num domingo, estava ele no púlpito a fazer o seu sermão e apercebeu-se de que havia cerca de uma dúzia de alunos na fila da frente. Normalmente, os estudantes da Universidade sentam-se na fila de trás. Então, ele disse: “Bom-dia a todos. Vou começar o nosso sermão dos domingos”. E um dos rapazes levanta a mão e o Mestre Usui reconhece-o. “Sim, o que se passa?”. E o jovem diz: “Nós, os que estamos aqui sentados, somos os que daqui a dois meses vão sair da escola, vamos formar-nos nesta Universidade. Mas, para o nosso futuro, gostaríamos de saber se tem fé absoluta na Bíblia”. E o Mestre Usui responde: “Com certeza que tenho! É por isso que sou sacerdote e que aceito o que diz a Bíblia”.

O Mestre Usui estava surpreso com a pergunta. E o jovem torna a a perguntar: “Eu represento este grupo, esta classe que se vai formar, e nós gostaríamos de saber mais sobre a sua fé. É por ter uma fé incondicional na Bíblia que aceita o que a Bíblia diz?”. O Mestre Usui responde: “Sim, sobretudo eu tenho fé. E também estudei a Bíblia, por conseguinte eu creio.”. Então, o jovem diz: “Mestre Usui, nós somos jovens nos seus vinte anos e temos pela frente um longo futuro. Gostaríamos, por isso, de esclarecer esta questão de uma vez: se possui tanta fé no cristianismo, deveremos crer, e o Mestre Usui crê, que Cristo podia curar pela colocação das mãos?” E o Mestre Usui diz: “Sim, eu creio.” O jovem diz: “Gostava-mos de acreditar como o Mestre Usui acredita, gostaríamos de ter essa fé, mas perguntamos-lhe a si, que é o nosso Mestre e o nosso Professor. Honramo-lo e respeitamo-lo. Por favor, demonstre-nos.” Então, o Mestre Usui responde: “Que tipo de demonstração?” O jovem diz: “Gostaríamos de o ver devolver a visão a um cego ou a curar um deficiente ou a caminhar sobre a água.” E o Mestre Usui responde: “Apesar de ser um bom cristão e de ter fé e de aceitar o que diz a Bíblia, e sei que Cristo o fez, mas não posso fazer essa demonstração porque não aprendi a fazê-lo”.

Então, o jovem diz: “Muito obrigada. Agora escolheremos o nosso caminho e aquilo em que cremos.

Podemos dizer apenas que a sua crença na Bíblia é uma fé cega, e nós não desejamos ter uma fé cega, e para vivermos toda a nossa vida, desejamos ver pelo menos uma demonstração para que possamos segui-lo, e aceitar e ter fé como o Mestre Usui”.

Então, o Mestre Usui disse: “Não posso fazer essa demonstração neste momento. Não vamos discutir sobre isso, mas um dia gostaria de vos provar. Quando encontrar a forma, regressarei e mostrar-vos-ei e demonstrá-lo-ei, eu espero. E, com isto, abdico. Vou descer do púlpito e apresentar a minha demissão de sacerdote de Doshisha e também de reitor desta Universidade. Sendo amanhã segunda-feira, vou tratar do visto. Irei a um país cristão estudar a Bíblia, e estudar o Cristianismo num país cristão. E talvez encontre a resposta. Quando a encontrar, regressarei. E dir-vos-ei que consigo fazer o que me pediram.” E disse “Adeus”. E deixou a igreja a partir desse dia. No dia seguinte, o Mestre Usui começou a tratar do visto e escolheu os Estados Unidos. Quando ficou tudo tratado, apanhou o barco, viajou de comboio, e entrou na Universidade de Chicago. Estudou Filosofia, mas em primeiro lugar queria estudar o Cristianismo e a Bíblia. Quando começou o estudo, apercebeu-se de que a Bíblia e a escola Cristã que frequentara eram idênticas, os ensinamentos eram os mesmos. E nem na Bíblia Cristã nos EUA conseguiu encontrar a fórmula para a cura deixada por Cristo.

Associação Portuguesa de Reiki “Monte Kurama”

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 11:59
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

0 LIVRO DOS ESPÍRITOS COMO SEQUÊNCIA NATURAL DA BÍBLIA

Este ano assinala o centésimo-décimo aniversário da publicação de O Livro dos Espíritos1, de Allan Kardec, obra básica do Espiritismo. Porque foi precisamente a 18 de Abril de 1857, portanto há 110 anos exactos, que O Livro dos Espíritos apareceu em Paris, dando início positivo à III Revelação do Cristianismo.
Por mais que os bíblicos literalistas contestem e que as religiões cristãs dogmáticas protestem, há uma verdade que não se pode esconder: o Livro dos Espíritos é sequência histórica e desenvolvimento natural da Bíblia. Mesmo alguns espíritas não concordam com isto. Mas, se atentassem melhor para a sua doutrina e examinassem o assunto à luz das obras básicas da doutrina, compreenderiam a verdade. Kardec afirmou e demonstrou que o Espiritismo é a continuação do Cristianismo. Veja-se o que ele escreveu a respeito da introdução e no primeiro capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Veja-se a sua teoria da Revelação no primeiro capítulo de A Génese. E consulte-se o livro básico nos pontos referentes ao problema.
A I Revelação do Cristianismo foi feita através de Moisés e dos Profetas e codificada na Bíblia. Esta codificação anunciava a vinda do Messias e, portanto, outra revelação. Cumprindo a profecia, a II Revelação veio com o Cristo e foi codificada nos Evangelhos. Mas esta codificação anunciava outra vinda, a do Espírito da Verdade, que se manifestou a Kardec e deu-lhe os ensinamentos codificados em O Livro dos Espíritos. Esta codificação é a da III Revelação, que não anuncia mais nenhuma, porque nela a Revelação Cristã se completa, abrindo definitivamente as portas da mediunidade para o dialogo do Visível com o Invisível. Estando as portas abertas, a Revelação Cristã flui naturalmente daqui para diante, sem necessidade das divisões históricas do início. Por isso e para isso é que o Espiritismo não se fecha numa estrutura dogmática e eclesiástica.
Kardec afirmou que o Espiritismo é a chave da Bíblia e dos Evangelhos. Todos os que estudam este problema sem sujeição a dogmatismos e seitas, sabem que não se pode compreender as duas codificações anteriores sem o auxílio da posterior. Porque a sequência histórica é também uma sequência lógica. A Bíblia é a premissa maior do Cristianismo; os Evangelhos são a premissa menor; O Livro dos Espíritos a conclusão. Essa a razão porque Jesus prometeu que o Espírito da Verdade viria completar e restabelecer os seus ensinos. Negar isto é negar o que ele mesmo disse, como vemos no Cap. XIV do Evangelho de Lucas.
J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 17:00
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Sexta-feira, 10 de Agosto de 2007

A GÉNESE EXPLICADA A LUZ DOS PRINCÍPIOS ESPÍRITAS

O Espiritismo rejeita a concepção bíblica da génese ou procura explicá-la? Como temos dito, repetindo afirmações de Kardec e Denis, o Espiritismo é a grande síntese do conhecimento. Originada pelo desenvolvimento histórico do Cristianismo, essa síntese obedece à orientação do Cristo: não vem destruir ou negar, mas confirmar e explicar. No caso da criação do mundo e do homem, segundo a Bíblia, ele confirma a realidade na alegoria e dá a explicação desta. Impossível tomar-se hoje a Bíblia ao pé da letra. É necessário penetrar o sentido dos seus símbolos, dos seus mitos, das suas alegorias.
No capítulo quatro de A Génese, Kardec estuda o problema à luz das conquistas científicas do seu tempo. Mostra que o poema bíblico da Criação é uma explicação figurada, à semelhança da génese de todas as religiões antigas, e conclui: "De todas as antigas géneses, a que mais se aproxima dos dados científicos modernos, apesar dos seus erros, hoje evidentemente demonstrados, é incontestavelmente a de Moisés". Alguns dos seus erros, acrescenta, são mais aparentes do que reais, decorrendo de falsas interpretações de palavras nas traduções, de modificações semânticas ao longo dos milénios e de se tomar ao pé da letra as suas expressões e formas alegóricas. O Livro dos Espíritos, no capítulo primeiro de sua terceira parte, traz um estudo intitulado "Considerações e concordâncias bíblicas referentes à Criação", que esclarece bem este assunto. No capítulo décimo segundo de A Génese, reproduzindo o texto bíblico, Kardec o estuda em relação aos dados científicos, oferecendo um quadro comparativo da alegoria dos seis dias da criação com os espíritos da formação geológica determinados pela Ciência. Acentua, porém, que a concordância não é rigorosa e não pode ser tomada como tal, mas basta para provar a intuição da realidade na alegoria bíblica.
Kardec conclui o capítulo afirmando: "Não rejeitemos, pois, a génese bíblica, mas estudemo-la, como estudamos a história da origem dos povos". Hoje, os próprios teólogos católicos e protestantes estão endossando as explicações espíritas. Há uma revolução teológica em marcha, que vem apenas confirmar a legitimidade da interpretação espírita das Escrituras. Só os crentes fanáticos da Bíblia, os literalistas amarrados ao texto, ainda investem contra o Espiritismo de Bíblia em punho.
J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 22:30
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JESUS PROCLAMOU EM NAZARÉ O ANO AGRADÁVEL AO SENHOR

Jesus declarou, na sua prédica primeira na Sinagoga de Nazaré, ao ler Isaías e interpretá-lo: "O espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para por em liberdade os oprimidos e proclamar o ano aceitável do Senhor". É o que consta dos versículos 18a 19 do Cap. IV do Evangelho de Lucas, tradução de Almeida, revista e actualizada no Brasil. Outras traduções mencionam, em lugar de "ano aceitável" o "ano agradável ao Senhor".
Esse ano era uma tradição judaica a que o Levítico se refere de maneira minuciosa (XXV: l-34). Havia o ano Sétimo, o Sábado do Senhor, por analogia com a semana que era o ano do descanso da terra cultivada. E havia o Ano do Jubileu, ou Quinquagésimo, que era o da Justiça, caracterizado na proclamação de Jesus. De cinquenta em cinquenta anos se procedia a uma verdadeira reforma da estrutura agrária do Estado para o reequilíbrio das condições sociais, com libertação dos escravos. Jesus serviu-se dessa tradição para anunciar a sua missão como a proclamação do Ano Agradável ao Senhor, ou seja, de uma nova fase da vida na Terra.
Um famoso pastor, o rev. Stanley Jones, chamado o Cavaleiro do Reino de Deus, estudou essa tradição em suas ligações com o Cristianismo dos primeiros tempos, demonstrando que os cristãos primitivos queriam realmente estabelecer na Terra o Ano Agradável ao Senhor. A ideia do Novo Ano como oportunidade de renovação, de volta do homem para Deus e de sujeição das leis humanas às leis de Deus vem das próprias Escrituras. Em O Livro dos Espíritos, de Kardec, obra básica do Espiritismo, essa ideia se traduz num esforço profundo de renovação pessoal e social, afirmando os Espíritos que a função da doutrina é renovar o mundo para aproximá-lo das leis de Deus cujo centro de gravitação é a "Lei de Justiça, Amor e Caridade", estudada num capítulo especial.
Aproveitemos a oportunidade do Novo Ano para ler esse capítulo do Livro III de O Livro dos Espíritos e meditar sobre as palavras de Jesus na proclamação de Nazaré. O Cristianismo é o foco central de um processo histórico que vem do Judaísmo e se desenvolve no Espiritismo, segundo a promessa de Jesus no Evangelho de João. A finalidade do Espiritismo é estabelecer na Terra o Ano Agradável ao Senhor, com a substituição do egoísmo e da ambição do homem velho pelo amor e a fraternidade do homem novo. Que o Novo Ano nos ajude nessa renovação cristã.
J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 10:42
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2007

DEUS Morre quando os Homens se apegam à letra que Mata

Revistas inglesas, norte-americanas, alemãs e francesas vêm há meses anunciando a morte de Deus. Uma revista brasileira aproveitou o assunto e os dados das revistas estrangeiras. Não há nenhuma novidade no assunto, que outras publicações do mundo inteiro vão repetindo. Nem se trata de campanha contra a ideia de Deus, como pretendem alguns religiosos de vistas curtas. Simples questão de interesse jornalístico. Mas a verdade é que tudo começou com os teólogos, os doutores da ciência de Deus, que já não sabem mais o que fazer com essa ciência.
A existência de ateus e a propagação do ateísmo não são novidades. Os ateus já dominam politicamente mais da metade do mundo. Ideologicamente representam a maioria das pessoas cultas. Para todos eles, Deus já morreu há muito tempo. As igrejas são importantes para devolver-lhes a fé. Esse o motivo do desespero dos teólogos, que chegam à conclusão de que Deus está morrendo e é necessário salvá-lo. Mas é preciso não confundir Deus com a concepção antropomórfica de Deus. O que está morrendo, e ninguém jamais conseguirá reabilitá-la, é essa concepção, oferecida ingenuamente pêlos pregadores bíblicos a um mundo que não vive mais a fase agrária da civilização judaica antiga.
Os fanáticos da Bíblia não podem evitar a morte de Deus. Quanto mais falarem e escreverem sobre Deus, mais o afastarão do espírito arejado dos homens modernos. Porque a ideia de um Deus semelhante ao homem só podia servir para criaturas ingénuas, numa fase primária da evolução humana. Enquanto os teólogos, os pregadores, os religiosos em geral, não se convencerem de que as Escrituras Sagradas não são tabus e devem ser estudadas no seu espírito, sem apego à letra, nada poderão fazer contra o ateísmo.
A concepção bíblica de Deus é alegórica, como já afirmamos numerosas vezes. O Livro dos Espíritos ensina isso desde as suas primeiras páginas. A própria Bíblia proíbe que façamos imagens de Deus, pois essas imagens são perecíveis. Quando elas morrem, Deus pode morrer na alma desolada dos crentes. Se quisermos evitar a morte de Deus na consciência humana, evitemos o literalismo bíblico e a idolatria. Uma imagem mental de Deus é também um ídolo perecível, e quem a cultura não é menos idólatra que os adoradores de imagens materiais. A concepção espírita de Deus está acima dessas controvérsias teológicas. O Deus espírita não é um ídolo, mas aquela realidade que, como dizia Descartes, está na consciência do homem como a marca do artista na sua obra.
J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 17:06
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