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*Cursos de Reiki e Karuna de Todos os níveis*-*Workshop's de Técnicas de Reiki*
Sexta-feira, 15 de Junho de 2012

A SABEDORIA QUE JÁ VIVE EM NÓS

Nenhum destes pontos é uma aspiração espiritual; são fatos da vida quotidiana, ao nível das suas células.

1- Objectivo mais elevado:

     Cada célula do seu corpo aceita trabalhar para o bem-estar do todo; o seu bem-estar individual surge em segundo lugar. Se necessário, morre para proteger o corpo e muitas vezes assim é - o tempo de vida de qualquer célula é uma fracção do nosso próprio tempo de vida. As células da pele morrem aos milhares, a cada hora, o mesmo acontecendo com as células imunológicas que combatem os micróbios invasores. O egoísmo não constitui uma opção, mesmo que se trate da própria sobrevivência de uma célula.

2- Comunhão:

     Uma célula mantém-se em contacto com todas as outras células. As moléculas mensageiras acorrem a toda a parte para comunicar aos recantos mais afastados do corpo qualquer desejo ou intenção, por mais ténue que seja. Retrair-se e recusar-se a comunicar não constituem opções.

3- Consciência:

     As células adaptam-se, momento a momento. Mantém-se flexíveis para poderem responder a situações imediatas. Ficar preso a hábitos rígidos não constitui uma opção.

4- Aceitação:

     As células reconhecem-se umas as outras como igualmente importantes. Cada função do corpo é interdependente de todas as outras. Desempenhá-la sozinho não constitui opção.

5- Criatividade:

     Embora cada célula tenha um conjunto de funções únicas (as células do fígado, por exemplo, podem desempenhar cinqüenta tarefas diferentes), estas conjugam-se de formas criativas. Uma pessoa pode digerir alimentos que nunca comeu antes, ter pensamentos que nunca lhe ocorreram, dançar de uma forma que nunca antes se viu. Agarrar-se a um velho comportamento não constitui opção.

6- Ser:

     As células obedecem ao ciclo universal de repouso e atividade. Embora este ciclo se expresse de muitas formas, como as flutuações dos níveis hormonais, da pressão arterial e dos ritmos digestivos, a expressão mais óbvia é o sono. Por que razão precisamos dormir continuamente e ser um mistério para a medicina e, no entanto, surge a disfunção total se não gozarmos dos seus benefícios. No silêncio da inatividade, o futuro do corpo está em incubação. Ser obsessivamente ativo ou agressivo não constitui uma opção.

7- Eficiência:

     As células funcionam com o mínimo gasto possível de energia. Por norma, uma célula armazena apenas três segundos de alimento e oxigênio dentro da sua membrana celular. Confia plenamente em que tomarão conta dela. Um consumo excessivo de alimentos, ar ou água não constitui uma opção.

8- Ligação:

     Devido à sua herança genética comum, as células sabem que são fundamentalmente iguais. O fato das células do fígado serem diferentes das do coração e das células musculares serem diferentes das cerebrais, não nega a sua identidade comum e esta é imutável. Em laboratório, uma célula muscular pode ser transformada geneticamente numa célula cardíaca recorrendo à sua fonte comum. As células saudáveis permanecem ligadas à sua fonte independentemente do número de vezes que se dividam. Para elas, ser um proscrito não constitui uma opção.

9- Dar:

     A atividade primária das células é dar, o que mantém a integridade de todas as outras células. Um empenhamento total em dar torna automático o receber - e a outra metade do ciclo natural. O açambarcamento não constitui uma opção.

10- Imortalidade:

     As células reproduzem-se para transmitirem os seus conhecimentos, experiência e talentos, não escondendo nada dos seus descendentes. É um tipo de imortalidade prática, submetendo-se à morte, no plano físico, mas derrotando-a, no plano não físico. O fosso entre as gerações não constitui uma opção.

   Quando olho para tudo o que as minhas células aceitaram, será que não se trata de um pacto espiritual, em todos os sentidos da expressão? A primeira qualidade, procurar um objetivo mais elevado, é a mesma que as qualidades espirituais de renúncia e altruísmo.

   Dar é o mesmo que devolver a Deus o que é de Deus. Imortalidade é o mesmo que a crença na vida depois da morte.

   Todavia, os rótulos adaptados pela mente não constituem uma preocupação do meu corpo.

   Para o meu corpo, estas qualidades são pura e simplesmente o modo como funciona a vida. São o resultado da expressão da inteligência cósmica, ao longo de bilhões de anos, como biologia. O mistério da vida foi paciente e cuidadoso no processo de permitir que emergisse todo o seu potencial. Mesmo agora, o acordo tácito que mantém o meu corpo coeso produz a sensação de um segredo porque, segundo todas as aparências, esse acordo não existe.

   Mais de duzentos e cinqüenta tipos de células desempenham as suas funções diárias: as cinqüenta funções que uma célula hepática desempenha são totalmente únicas, não se sobrepondo às funções das células musculares, renais, cardíacas ou cerebrais - todavia, seria catastrófico se uma só dessas funções estivesse comprometida.

   O mistério da vida encontrou uma forma de se expressar perfeitamente através de mim.

   Reveja uma vez mais a lista das qualidades e preste atenção a tudo o que é referido como "não constituindo uma opção":  egoísmo, recusa em comunicar, viver como um proscrito, consumo excessivo, atividade obsessiva e agressão.

   Se as nossas células não se comportam desta forma, porque o fazemos?

   Porque é que a ganância é boa para nós e, no entanto, significa a destruição, ao nível das nossas células, onde a ganância é o erro cometido pelas células cancerosas? Porque permitimos que o consumo excessivo conduza a uma obesidade epidérmica, quando as nossas células medem ao nível da molécula o combustível que consumimos?

   Como pessoas, ainda não renunciamos ao comportamento que mataria os nossos corpos num dia. Estamos traindo a nossa sabedoria corporal e, o que é pior, estamos ignorando o modelo de uma vida perfeita que existe dentro de nós.”

Fonte: O livro dos Segredos, Deepak Chopra, 2005

Publicado por Viktor às 13:20
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

O Pão da Vida

O que lhes vou transmitir é um relato verídico sobre um homem chamado Vítor.

     Depois de meses sem encontrar trabalho, viu-se forçado a recorrer à mendicidade para sobreviver, o que o entristecia e envergonhava muito.

Numa tarde fria de inverno, encontrava-se nas imediações de um restaurante de luxo, quando vê chegar um casal.

Vítor pediu-lhe algumas moedas para poder comprar algo para comer.

- Não tenho trocos - foi a resposta seca.

A mulher, ouvindo a resposta do marido, perguntou:

- Que queria o pobre do homem?

- Dinheiro para comer. Disse que tinha fome - respondeu o marido encolhendo os ombros.

- Lourenço, não podemos entrar e comer comida farta de que não necessitamos e deixar um homem faminto aqui fora!

- Hoje em dia há um mendigo em cada esquina! Aposto que ele quer é dinheiro para beber!

- Mas eu tenho uns trocos comigo. Vou dar-lhe alguma coisa!

Mesmo de costas para eles, Vítor ouviu tudo o que diziam. Envergonhado, queria afastar-se e fugir dali, mas a voz amável da mulher reteve-o:

- Aqui tem qualquer coisa. Consiga algo de comer, e, ainda que a situação esteja difícil, não perca a esperança: há-de haver, nalgum lugar um trabalho para si. Faço votos para que o encontre.

- Muito obrigado, minha senhora. A senhora ajuda-me a recobrar o ânimo! Nunca esquecerei a sua gentileza.

- Você vai comer o Pão de Cristo! Partilhe-o! - acrescentou ela com um largo sorriso, dirigido mais ao marido do que ao mendigo.

Vítor sentiu como se uma descarga eléctrica lhe percorresse o corpo.

Foi a um lugar barato para comer um pouco. Gastou só metade do que tinha recebido e resolveu guardar o restante para o dia seguinte: comeria do 'Pão de Cristo' dois dias.

Mas uma vez mais sentiu aquela descarga eléctrica a percorrer-lhe o corpo: O PÃO DE CRISTO!

"Um momento! - pensou - Eu não posso guardar o 'Pão de Cristo' só para mim".

Parecia-lhe como que escutar o eco de um hino antigo que tinha aprendido na catequese.

Naquele momento, passava um velhote ao seu lado.

- Quem sabe, se este pobre homem não terá fome também - pensou - Tenho de partilhar o 'Pão de Cristo'.

- Ouça - chamou Vítor - Quer entrar e comer uma comidinha quentinha?

O velho voltou-se e encarou-o de olhar incrédulo.

- Está a falar sério, amigo? O homem não acreditava em tanta sorte, até estar sentado à mesa coberta com uma toalha e com um belo prato de comida quente à frente.

Durante a refeição, Vítor reparou que o homem envolveu um pedaço de pão num guardanapo de papel.

- Está a guardar um pouco para amanhã? - Perguntou.

- Não, não. É conheço um miúdo da rua e que tem passado mal ultimamente. Estava a chorar com fome, quando o deixei. Vou levar-lhe este pão.

- O Pão de Cristo! - Recordou novamente as palavras da senhora e teve a estranha sensação de que havia um terceiro convidado sentado naquela mesa.

Ao longe, os sinos da igreja pareciam entoar o velho hino que antes lhe tinha ressoado na cabeça.

Os dois homens foram levar o pão ao menino faminto que o começou a devorar com alegria. Subitamente, deteve-se e chamou um cãozinho, um cachorrinho pequeno e assustado.

- Toma lá. Metade é para ti - disse o menino. O Pão de Cristo também chegará para ti.

O catraio tinha mudado de semblante. Pôs-se de pé e começou a correr com alegria.

- Até logo! - disse Vítor ao velho - Nalgum lugar encontrará emprego. Não desespere! Sabe? - sussurrou - Isto que comemos é o Pão de Cristo. Foi uma senhora que me disse quando me deu aquelas moedas para o comprar. O futuro só nos poderá trazer algo de muito bom!

Enquanto se afastava, Vitor reparou melhor no cachorrinho, que lhe farejava as pernas. Abaixou-se para o acariciar, quando descobriu que ele tinha uma coleira onde estava gravado o nome e o endereço do dono.

Vítor pegou nele e caminhou um bom bocado até à casa dos donos do cão, e bateu à porta.

Ao ver que o seu cãozinho tinha sido encontrado, o homem primeiro ficou todo contente; depois, tornou-se mais sério, pensando que se calhar o teriam roubado; mas, encarando a cara séria de Vítor e vendo no seu rosto um ar de dignidade, disse então:

- Pus um anúncio no jornal oferecendo uma recompensa a quem encontrasse o cão. Tome!

Vítor olhou o dinheiro, meio espantado, e disse:

- Não posso aceitar. Eu apenas queria fazer bem ao animal.

- Pegue-lhe! Para mim, o que você fez vale muito mais que isto! E olhe, se precisar de emprego, vá amanhã ao meu escritório. Faz-me falta, ao pé de mim, uma pessoa íntegra assim.

Vítor, ao voltar pela avenida, como que volta a ouvir aquele hino que recordava a sua infância e que lhe ressoava no espírito. Chamava-se 'REPARTE O PÃO DA VIDA'.

NÃO TE CANSES DE DAR, MAS NÃO DÊS SOBRAS,

DÁ COM O CORAÇÃO, MESMO QUE DOA.

QUE O SENHOR NOS CONCEDA A GRAÇA

DE TOMAR A NOSSA CRUZ E SEGUÍ-LO, MESMO QUE DOA!

     Jesus: Senhor, eu amo-te muito, e necessito de ti sempre: estás no mais profundo do meu coração.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Estado de Espiríto: Feliz por partilhar com todos
Música: M80
Publicado por Viktor às 14:13
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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

Sistema Nervoso

“O Sistema Nervoso é uma rede de comunicações electroquímicas internas do corpo. Os seus principais constituintes são o cérebro, a medula espinhal e  os nervos. O cérebro e a medula espinhal formam o sistema nervoso central (SNC), o centro de controlo e coordenação do corpo. Biliões de longos neurónios, a maioria agrupados em nervos, constituem o sistema nervoso periférico, transmitindo impulsos nervosos entre o SNC e as demais regiões do corpo. Cada neurónio possui três partes: um corpo celular, ramos dentríticos que recebem os sinais químicos de outros neurónios, e um axônio, em forma de tubo, que conduz estes sinais na forma de impulsos eléctricos.”

Fonte

“As principais doenças relacionadas com este sistema são as seguintes: Meningite, poliomielite, neuralgia, neurite ciática, neurose, paralisia, esclerose múltipla, leucemia, síndrome parksinsoniana, síndrome coréica, neurotuberculose, derrame, aneurisma, apífise, anestesia, insónia, apneia do sono, terror nocturno, estado de coma, enxaqueca, stress, depressão, etc. .

Na verdade este é todo um sistema de interligações que existe dentro de nós e nos permite comandar e coordenar um sem número de ordem produzidas a cada segundo para todo o nosso organismo. O mesmo além de funcionar por impulsos e estímulos, é também “afectado” pela nossa energia bem como aquela que recebemos e damos nas trocas energéticas diárias que temos com os outros. As trocas energéticas dão-se em todas as pessoas quer acreditem ou não nas mesmas, pois basta um contacto visual, verbal, um mero toque mesmo sem querer para se desencadear uma troca energética entre duas pessoas.

Neste campo o Reiki pode desempenhar um importante papel, quer a dar ou a receber. Receber Reiki vai permitir que sejam removidos bloqueios energéticos (p. ex. do foro emocional ou mental), harmonizando a comunicação entre os sete chacras principais que se encontram na zona da coluna (5) e cabeça (2), permitindo assim um equilíbrio entre ambos, que se vai reflectir directamente no nosso campo áureo, resultando num bem-estar geral nos níveis físico, emocional, mental e espiritual. Dar Reiki faz-nos sentir muito bem, pois é um trabalho duplo porque como canal de Reiki que sou, ao dar estou também a receber essa energia que passa por mim e trabalhar com todo o amor incondicional é algo muito gratificante que me dá uma enorme alegria interior.

Não quero contudo dizer que o Reiki por si só pode proporcionar a cura, mas é sem dúvida uma mais-valia, com todo o respeito que merecem as outras terapias e profissionais de saúde. Mas, falando agora de alguns casos que passaram por mim, o Reiki ajudou imenso, além de também lhes ter mudado a vida relativamente à consciencialização daquilo que os rodeia. Vou terminar a dizer um dos 5 princípios que se enquadra aqui na perfeição: Só por hoje, despreocupe-se.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 13:33
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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

O Reiki e os Idosos

Os lares nos dias de hoje são instituições que não “conseguem absorver” a totalidade de idosos, ficando aquém das necessidades globais da população portuguesa, cada vez mais envelhecida. Mesmo aqueles que, cujas suas possibilidades económicas permitem colocar os familiares nessas instituições, provocam neles um certo sentimento de revolta, abandono, injustiça, angustia e mágoa que se traduz numa profunda solidão, pois grande número deles a última vez que viram os seus familiares foi no dia em que entraram para o lar.

Há ainda os casos em que os mesmos sofrem de maus-tratos em algumas instituições tal como por vezes sabemos por conversas com amigos ou até mesmo pela comunicação social. As pessoas que residem nesses locais, tantas vezes mal compreendidas pelos outros (funcionários e idosos), são seres vivos como cada um de nós e como tal, merecem todo o nosso apoio, respeito e carinho porque afinal de contas foram essas pessoas que nos permitiram vir ao mundo, nos deram a nossa primeira guarida, nos ensinaram e fizeram de nós homens e mulheres de hoje. Todo o ser vivo na terra, independentemente da cor, língua ou credo, tem direito à vida. Definir estas pessoas como um “fardo” na sociedade não se coaduna minimamente com os princípios e fundamentos do Reiki, que respeitam todos os seres vivos e como filosofia de vida pretende que todos coabitem em harmonia com o seu semelhante e natureza.

Ao longo do tempo tenho vindo a desenvolver alguns trabalhos junto dos idosos. É gratificante quando eles demonstram interesse em ouvir uma palestra de Reiki e mais ainda quando se mostram interessados em receber uma aplicação de Reiki, quer tenha uma duração de 10 minutos (mini aplicação ou focalizada) ou 40 minutos (aplicação completa). Aproveito agora para relatar uma passagem gira que aconteceu comigo. Um dia num Workshop de Reiki que fui fazer a um lar, alguns contratempos fizeram que o mesmo tivesse começado um pouco mais tarde e quando chegou o momento de fazer a demonstração prática, após efectuar quatro mini aplicações de Reiki, uma senhora ia-se levantar. Ao aperceber-me de tal, agarrei o braço direito dela para a auxiliar e ela iniciou um diálogo comigo assim:

Ela: Sr. doutor!

Eu: Diga.

Ela: Pode-me fazer uma benzedura?

Eu: Com certeza, sente-se lá que já vou tratar do seu assunto.

É claro que não sou doutor. É claro que não lhe fiz nenhuma benzedura.  Mas se aquela Senhora pensou que eu benzia as pessoas, coisa muito antiga vinda de tempos medievais onde havia e ainda nos dias de hoje há quem o faça e, assim sendo, deixei-me levar na conversa e fui na onda da senhora.

Aplicar Reiki aos idosos não vai sanar todos os seus males, mas é gratificante para quem recebe e para quem faz, pois no final da aplicação reparar no seu rosto tranquilo e de satisfação preenche-nos com uma enorme alegria interior. Através deste gesto de Amor Incondicional que actua nos níveis físico, emocional, mental e espiritual, pode-se atenuar dores, relaxar o sistema nervoso e muscular, activar o sistema imunitário entre outras coisas mais que, no final se englobam todos no equilíbrio e harmonia geral do Ser (Eu interior).

Reflecte, naqueles que te preservaram a existência ainda frágil, nos panos do berço; nos que te equilibraram os passos primeiros; nos que te afagaram os sonhos da meninice e nos outros que te auxiliaram a pronunciar o nome de Deus.

Já atravessaram um caminho de muitas jornadas, por isso pensa no heroísmo silencioso com que te ensinam a valorizar os tesouros do tempo, nas dificuldades que terão vencido para serem quem são, no suor que lhes alterou as linhas da face e nas lágrimas que lhes alvejaram os cabelos...

E quando, porventura, te mostrem azedume ou desencanto, escuta-lhes a palavra com bondade e paciência... Não estarão, decerto, a ferir-te e sim provavelmente algo murmurando contra dolorosas recordações de ofensas recebidas, que trancam no peito, a fim de não complicarem os dias dos seres que lhes são especialmente queridos!...

Ama e respeita os companheiros idosos! São eles as vigas que te escoram o teto da experiência e as bases de que hoje te levantas para seres quem és...

Auxilia-os, quanto puderes, enquanto é possível para que, no dia da existência humana, venhas igualmente a conhecer o brilho e a sombra que assinalam, no mundo, a hora do entardecer.

Trabalhar com estes maravilhosos seres dá-me uma enorme alegria interior que eleva o meu Ser para níveis de bem-estar elevados. Ter a sensação do dever cumprido e observar aquelas pessoas com rostos de satisfação e a irradiar alegria do seu coração é encantador. Como o Universo é infinitamente bom e generoso, devolvendo sempre aquilo que damos, não se fiquem apenas com os pensamentos de bondade para com os idosos, coloquem em prática esses pensamentos de uma forma humilde e terão a oportunidade de sentir a gratificação pelo acto praticado para com o vosso semelhante.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:49
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Trocas Energéticas...

Todas as pessoas são alvos diariamente, e várias vezes ao longo do dia, de trocas energéticas. Cada vez que entramos em contacto com alguém há sempre trocas energéticas que se fazem entre ambos. Em estados mais avançados, estas transferências podem chegar a ser feitas por telefone. Claro que quando digo isto, refiro-me ao vulgar cidadão e não ao reikiano nível 2 ou superior que tem a capacidade de efectuar envios energéticos a enormes distâncias, não havendo limite de espaço ou tempo. É claro que mesmo sem termos contacto com as outras pessoas, por vezes há trocas que se operam involuntariamente. Digo “involuntariamente” porquê? Pensem neste caso que talvez já vos tenha acontecido. Num belo dia levanta-se bem disposto e depois de fazer a sua higiene íntima, sai de casa e vai tomar o seu cafezinho. Nisto, ao fim de 3 minutos no café, uma sensação de mau estar “abate-se” sobre si e como emocionalmente fica um pouco afectado, interroga-se dizendo: Ainda agora estava bem, mas porque é que fiquei mal disposto se ainda nem tomei o café? A resposta é esta: a pessoa que o serviu, ou alguém que entretanto entrou, vinha muito carregado negativamente e, ao encontrar uma pessoa bem (você) ela larga a outra pessoa e passa para si. Como resultado a outra pessoa fica bem e você fica mal. Este tipo de coisas acontece no café, no trabalho, em casa e nos mais variados locais. Essencialmente é isto que se passa no dia-a-dia de qualquer cidadão. Os Reikianos, relativamente a estas trocas, aprendem métodos e técnicas que os protegem deste tipo de energias negativas ou vampiros energéticos. Quando digo o termo “vampiros energéticos” refiro-me àquelas pessoas que involuntariamente, quando estão junto a nós, passam o tempo a sugar as nossas energias, o que em muitos casos provoca um certo maus estar fazendo com que as pessoas se vão afastando “deles(as)”.
Penso que de certa forma lhes matei a curiosidade acerca das trocas energéticas mas, se tiverem alguma questão a colocar disponham.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 11:12
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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

O Amor

Muitos de nós temos uma visão estreita do amor. Ao passar os anos seguintes, após a minha iniciação ao Reiki, concentrando-me em dar amor da maneira que pudesse, fosse qual fosse a forma de o fazer, o modo por que ele fosse necessário, encontrei muitas formas de amor e todas diziam: “Interesso-me pelo seu bem-estar de todas as formas que posso”; “reverencio a sua alma e respeito a sua luz”; “apoio a sua integridade e a sua luz, e confio nelas, como um companheiro de jornada ao longo da estrada da vida.” Você, então, começa a compreender que dar é receber, é dar, é receber.

O mais difícil é aprender o amor-próprio. Se não se impregnar de amor, como é que o pode dar aos outros? O amor-próprio necessita de prática. Todos precisamos dele. O amor-próprio advém do facto de vivermos de maneira a que não nos atraiçoam. Advêm de vivermos segundo a nossa verdade.

Aqui tem alguns exercícios simples que serão um desafio para si.

Descubra a coisa mais fácil de amar, como, por exemplo, uma florzinha, uma árvore, um animal ou uma obra de arte. De seguida, simplesmente, sente-se ao lado dela transmita o seu amor. Depois de o fazer um certo número de vezes, estenda um pouco desse amor para si mesmo. Quem possui um dom precioso como esse amor é, sem dúvida, digno de ser amado.

Outro exercício consiste em se sentar à frente do espelho cerca de dez minutos e amar a pessoa que ali observa. Não a critique. Todos somos bons quando olhamos para o espelho e descobrimos as falhas possíveis da imagem que nos observa. Isso não é permitido; neste exercício só se admitem cumprimentos positivos. Se pretender um verdadeiro desafio, sempre que se critica, recomece tudo novamente. Verifique se lhe é possível contemplar-se com amor sem fazer uma única crítica.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 11:07
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