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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

Emoções...

Caros amigos,

O ser humano, encarnado ou desencarnado, vive no ambiente das emoções, pressionado e/ou sustentado por ela, levado por ela aos confins mais profundos da dor e da revolta, ou alçado aos píncaros a felici­dade e a paz. Elas afectam-nos, mesmo quando ocasionalmente, pa­rece não existir em nós. Arrastado pelas emoções, o Espírito desloca-se, num sentido ou noutro, cami­nhando para as trevas dos sofrimentos inevitáveis ou subindo para os planos superiores da realização pessoal, segundo ele se deixe dominar pelo ódio ou se entregue ao amor. Esse deslocamento conduz a extremos de paixão, que o esmaga, ou a culminâncias de devotamento, que o santifica, e, muitas vezes, em estágios ainda inferiores da evolução, confunde-se em nós a realidade ódio/amor, e nos confundimos nela e com ela, porque é comum tocarem-se os extremos.

O trabalho de desobsessão não deve ignorar essa realidade. Frequentemente, o processo de desobsessão desencadeia-se, de ma­neira paradoxal, por amor, e é lembrando esse aspecto que conse­guimos, às vezes, ajudar aqueles que se atormentam mutuamente, a colocarem um ponto final nas suas angústias. O que acontece é que, por natureza dos paradigmas, temos em nós todos o instinto egoísta (e quase todos os instintos são egoístas) de conservar a posse total dos objectos da nossa preferência ou afeição: a esposa, o esposo, o filho, o dinheiro, a posição social, o poder. Suponhamos que a esposa nos trai, que o filho nos rejeita, que o dinheiro ou o poder nos sejam retirados. Passamos imediatamente a odiar os que nos privaram da posse daquilo que amamos ou valorizamos. Com isto, percebemos que Amor e Ódio são duas faces de uma só realidade (luz e som­bra) que em determinado ponto absorveram-se uma na outra, criando uma opressiva atmosfera de penumbra, na qual perdemos a visão dos caminhos e o senso da direcção. Para desfazer esse clima de crepúsculo, que agonia e desorienta o Espírito, é preciso ajudá-lo a identificar bem os seus sentimentos, a fim de os separ. Estejamos certos, para isso, de uma realidade indisputável, ainda que pouco percebida: o Amor, como dizia Paulo aos Coríntios, não acaba nunca. Mesmo envolvido, soterrado no rancor e na vingança, ele subsiste, sobrevive, renasce, está ali. O Ódio não o exclui; ao contrário, fixa-o ainda mais, porque em termos de relacionamento homem/mu­lher, o ódio é, muitas vezes, o amor frustrado. Odiamos aquele Ser exactamente porque parece que ele não quer o nosso amor, porque nos recusa, nos traiu, nos desprezou, porque a amamos...

No momento em que conseguimos convencer o companheiro desencarnado, em crise, que odeia porque ainda ama, ele co­meça a recuperar-se, compreendendo que essa é uma verdade com a qual ele ainda não tinha tomado consciência. Por mais estranho que pareça, o rancor contra a amada, ou o amado, que traiu ou aban­donou, é que mantém acesa a chamazinha da esperança. Aquele que deixou de amar é porque não amou bastante e, com menor dificuldade, desliga-se do objecto da sua dor. Cedo compreende que não vale a pena perder o seu tempo, e angustiar-se no doloroso pro­cesso de vingança, dado que (isto pode também parecer con­traditório) não podemos ignorar o fato de que a vingança impõe, também ao vingador, penosas vibrações de sofrimento.

O perispírito é o veículo das nossas emoções. O Espírito pensa, o perispírito transmite o impulso e o corpo físico executa. Da mesma forma como as sensações que vêm de fora recebidas através dos sen­tidos, são levadas ao Espírito pelos mecanismos perispirituais. É o perispírito que preside à formação do ser, funcionando como molde, a ordenar as substâncias que vão constituir o corpo físico. É nele que se gravam, como num “dvd”, as nossas experiências, com as imagens, sons e emoções. Isto constata-se no processo de regressão da memória, espontâneo ou provocado, no qual se descobrem, com todo o seu impacto, cenas e emoções que pareciam diluídas há milénios. É ele, pois, a nossa ficha de identidade, com o registo intacto das vidas progressivas, a nossa folha corrida o nosso curriculum.

Ele é denso, enquanto caminhamos pelos escuros caminhos de muitos enganos, e vai-se tornando cada vez mais explícito, à medida que vamos galgando estágios mais avançados na escalada evolutiva. É nele, portanto, que se gravam alegrias e conquistas, tanto quanto as dores. Mas, como tudo no universo obedece à lei irrevogável da sintonia vibratória, parece que, ao nos desfazermos dos fluidos mais pesados e escuros, que envolvem o nosso perispírito, nos pri­meiros estágios evolutivos, vamo-nos também libertando das ma­zelas que naqueles fluidos se fixavam, ou seja, vamo-nos purifi­cando. Seria quase inadmissível a deformação perispiritual num ser de elevada condição moral. [Curiosidade: Um antigo sacristão português, desencarnado, era recompen­sado, pela tarefa de lançar discórdias, com abundantes “refeições”, regadas a bom “vinho” de sua terra.]

Assim podem constatar que muitas vezes o Ser Humano é comandado pelas emoções, o que em muitos casos faz com que aja de uma forma irracional, que depois de acalmar os ânimos e reflectir, constata que não agiu correctamente e assim vai desencadear outras emoções. Conclui-se então que para que detenha um maior controlo sobre si, então deverá aprender a controlar as suas emoções e assim controla também as suas reacções às mais diversas situações do dia-a-dia.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Música: M80
Publicado por Viktor às 11:20
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

O Pensamento

O pensamento é a vibração do espírito, manifestação da inteligência e poder espiritual.

Ao atingir uma determinada fase evolutiva, o espírito sente a necessidade de dar expandir os seus conhecimentos, alargar os horizontes da inteligência e, cada vez mais, fortalecer os princípios morais que for aperfeiçoando de encarnação em encarnação, na rota da existência.

Pensar é raciocinar, é criar imagens, conceber ideias, construir para o presente e futuro. É pelo pensamento que a criatura resolve, soluciona, descobre e esclarece os problemas da vida.

O espírito imprime ao pensamento a própria força de que é dotado. Como o som e a luz, ele também faz todo o seu percurso em ondas vibratórias que ficam registadas no oceano infinito da matéria de que é provido o Universo e, com facilidade, pode tornar-se conhecido de todos os espíritos, desde o instante em que é emitido. Daí a impossibilidade de ser alterada a verdade na vida espiritual.

Todo processo da evolução está fielmente impresso no Livro da Vida. As boas e as más acções, os pensamentos inferiores e os elevados, ali estão gravados indelevelmente. Os pensamentos antecedem as acções. Assim, tudo o que é feito, todos os actos dignos ou indignos são o resultado de pensamentos também dignos ou indignos. "Quem mal faz para si o faz" — dizem as leis espirituais — e com que razão o dizem!

Os pensamentos ficam ligados à sua fonte de origem enquanto permanecer o sentimento que os gerou. Eles estabelecem verdadeiros climas ambientais proporcionadores de saúde ou de enfermidades, de alegria ou de tristeza, de triunfo ou de fracasso, de bem ou mal-estar.

Formando correntes que se cruzam em todas as direcções, têm como fonte alimentadora os próprios seres encarnados e desencarnados que os emitem.

Muitas dessas correntes são, além de doentias, terrivelmente avassaladoras. Elas chegam mesmo a exercer acentuada predominância sobre as benéficas, pela grande inferioridade espiritual de que está saturada a atmosfera deste planeta.

Pensando mal o ser humano não só transmite, mas também capta na mesma intensidade, queira ou não, pensamentos afins e os efeitos desses pensamentos maléficos. Essas correntes produzem os mais sérios danos em distúrbios físicos e psíquicos.

A educação e o fortalecimento da vontade têm importância fundamental na acção de governar os pensamentos. Aprendendo a fortalecer-se com sentimentos repletos de valor, o ser humano criará em torno de si uma barreira fluídica de tamanha rigidez que os pensamentos maléficos dos espíritos obsessores não terão força para quebrar.

Ânimo resoluto para pensar e deliberar é condição que se impõe. Temores e indecisões conduzem ao fracasso. O pensamento racionalmente optimista deve prevalecer, sempre e sempre, porque — quando aliado à acção — constitui-se numa força capaz de demolir os mais sérios obstáculos.

Pensamentos de valor e de coragem, de firmeza e decisão, atraem vibrações de outros pensamentos de formação idêntica, produzindo um ambiente de confiança capaz de conduzir ao sucesso.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:16
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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Vidas Passadas… E Futuras

No dia 20 de Janeiro de 2009, Lisboa prepara-se para receber o Dr. Brian Weiss para mais um Seminário "Vidas Passadas… e Futuras", Regressão e Progressão.

PROGRAMA DO SEMINÁRIO:

1)     Desenvolvimento e história da regressão terapêutica;

2)     As vidas passadas e a sua influência no presente;

3)     Técnicas de Regressão individual e colectiva;

4)     Direcção e orientação no sentido de um profundo estado de regressão em grupo, seguido por um tempo dado aos participantes para narrar as experiências adquiridas durante o exercício;

5)     História e ilustração do Dr. Weiss sobre uma variedade de experiências clínicas passadas e presentes, extraídas de um universo de mais de 4.000 pacientes;

6)     Intenso exercício de meditação colectiva, seguido de sessão com perguntas e respostas;

7)     Demonstração de técnicas alternativas (não hipnóticas) para aceder a memórias de infância ou de vidas passadas e uma sessão de síntese e suas conclusões;

8) Tempo de perguntas e respostas sobre depoimentos e experiências dos participantes (independente das experiências do Seminário);

9) Comentários gerais e recomendações terapêuticas aos participantes.

A sessão decorrerá das 17h às 22h, no Hotel Altis, na Rua Castilho, Nº11, em Lisboa. O valor da inscrição é de 120€.

Para mais informações contacte Cláudia Guimarães no endereço claudia.guimaraes@certame.com.pt ou através do tel: 21 440 62 00.

Reserve já o seu lugar. Inscrições limitadas.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:21
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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

Onde posso aplicar Reiki?

Caríssimos leitores e amigos,

O Reiki pode ser aplicado a qualquer pessoa dos zero aos cem, ou seja, desde o feto até ao dia que parte da terra. Esta terapia é aconselhada a grávidas, pois além de relaxar a mulher, equilibra as energias do feto auxiliando-o na sua formação. Aplicado uns 2 dias antes do seu nascimento, harmonizando a mulher vai ajudar a um melhor alargamento do osso da bacia, e a que o bebé se coloque na posição ideal de saída. Ao longo da vida é aplicado nas mais variadas situações, trabalhando o ser como um todo, nas suas componentes física, emocional, mental e espiritual. Em fase terminal o Reiki tem também um papel fundamental na preparação do espírito para a transição (encarnado->desencarnado). Além das pessoas, o Reiki pode ser aplicado aos animais e vegetais, ou seja, tem um sem fim de aplicações, nos mais variados casos, sempre em prol do bem supremo.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:19
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

MEDIUNIDADE EM CRIANÇAS

O desenvolvimento mediúnico de crianças é extremamente perigoso. Isso porque na infância, o Espírito encarnado não possui estrutura psíquica apropriada a este tipo de actividade.

O organismo da criança é delicado e poderia sofrer sérios danos sob a influência de fluidos e mentes desencarnadas em desarmonia. Também deve-se levar em consideração, que as crianças são muito impressionáveis e que sua relação com os Espíritos poderia excitar seu psiquismo de forma inconveniente.

Há ocasiões em que certas crianças podem apresentar naturalmente fenómenos de natureza mediúnica, geralmente passageiros. Mas, mesmo nesses casos, não se deve estimular o desenvolvimento de suas faculdades psíquicas.

Não há uma idade específica para o início do desenvolvimento da mediunidade, quando ela existir de fato. Enquanto há jovens que são maduros, existem pessoas com idade avançada, que permanecem na imaturidade. Mas, para fins práticos, convém que somente se admita para o estudo e exercício da mediunidade nos centros espíritas, os maiores de 18 anos, idade em que se supõe a pessoa estar em condições psicológicas mínimas para exercer a razão.

Allan Kardec, no mesmo item citado anteriormente, assim se expressa a respeito do desenvolvimento mediúnico de crianças:

 

"A prática do Espiritismo requer muito tato para se desfazer o embuste dos Espíritos mistificadores. Se homens feitos são por eles enganados, a infância e a juventude estão ainda mais expostas a isso, por sua inexperiência. Sabe-se também que o recolhimento é condição essencial para se tratar com Espíritos sérios. As evocações feitas levianamente ou por divertimento constituem verdadeira profanação, que abre as portas aos Espíritos zombeteiros ou malfazejos.

"Como não se pode esperar de uma criança a gravidade necessária a um ato semelhante, seria de temer que, entregue a si mesma, ela o transformasse em brinquedo. Mesmo nas condições mais favoráveis, é de se desejar que uma criança dotada de mediunidade só a exerça sob vigilância de pessoas mais experimentadas, que lhe ensinarão, por exemplo, o respeito devido às almas dos que se foram deste mundo".

 

Para finalizar, queremos nos dirigir aos que, nos últimos tempos, foram convidados para a mesa mediúnica.

A mediunidade é coisa sublime. Para desenvolvê-la, ou educá-la com proveito, deve-se adquirir conhecimentos teóricos e melhorar-se intelectual e moralmente. O progresso moral, sabemos, é o mais difícil. A vida, porém, ensina que as coisas adquiridas facilmente pouco valor possuem.

A dedicação, a paciência e a renúncia são os caminhos do crescimento mediúnico. O orgulho e os maus Espíritos são seus obstáculos.

A mediunidade é faca de dois gumes. Se por um lado é fonte de abençoadas alegrias, por outro, pode ser também de profundas decepções. Poderíamos citar aqui inúmeras obras respeitáveis para lhes orientar o desenvolvimento. Porém, aconselhamos o velho e bom O Livro dos Médiuns. Comece pelo começo, conheça Kardec e estude-o em profundidade.

GEBM

Publicado por Viktor às 00:11
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