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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012

A Perfeição do Plano Divino

 

MESTRA ROWENA

Canalizada por Maria Silvia Orlovas

Transcrição: Patrícia Viégas

05/09/2012

     Há uma vida de perfeição, de luz, de amor, de bem aventurança, pra cada um de vocês, há um plano perfeito.

     É importante o homem acreditar que é merecedor da Graça de Deus.

    Vocês, ainda têm a mente muito pequena, focada no pecado, nas restrições, na culpa e nas manipulações. Infelizmente, meus filhos, constantemente vocês se cobram, infelizmente constantemente vocês olham os seus erros e se apegam a eles, limitando toda e qualquer bênção, limitando, toda e qualquer graça.

     A graça, não é como os peixes que o pescador lança a sua isca e no escuro do rio espera que possa ser atendido. A graça é como uma gota de chuva, que se derrama no solo e pela mão Divina, pela sua imensa sabedoria, sabe para onde dirigir o líquido e fazer brotar a semente.

     Há uma luz, há uma condução em tudo, mesmo quando você não vê.

     É preciso se desapegar do sofrimento.

     É preciso se desapegar do condicionamento de dor, de culpa.

     No momento em que vocês conseguirem olhar os seus erros e se perdoarem e caminharem para frente, desejosos de fazer o bem e de agir para o bem, sem apego e sem egoísmo, o seu mundo vai sendo transformado pelas suas atitudes e conexão.

     Há uma abertura no coração.

     Essa abertura, cada um de vocês pode fazer por si mesmo.

Abram, expandam, permitam.

     O plano perfeito, aquele que Deus traçou pra cada um de vocês, não quer dizer que sejam planos sem desafios ou possíveis sofrimentos. Mas a intensidade desse sofrimento é totalmente transformada, quando há a luz da consciência. E sempre, em todos os momentos, podem aparecer anjos de luz na sua vida, que ajudarão a atravessar o percurso da escuridão.

     O plano é perfeito quando faz vocês se elevarem, se transformarem, se modificarem.

     O plano é perfeito, quando os obriga a mudar, a sair do comodismo.

     O plano é perfeito quando ativa o amor e possibilita que vocês olhem melhor para as pessoas que estão ao seu lado.

     O plano é perfeito quando há amor.

     Façam a profunda conexão com o amor.

     Não julgue mal as pessoas, aprendam a ouvi-las e liberá-las.

     Não julgue mal a si mesmos, se permitam manifestar a cada dia, algo a mais da perfeição que Deus os criou.

   Vocês moldam o seu destino, limitam ou abrem as suas vidas.

      Façam através do profundo amor.

     É o tempo do amor.

     Agora, é o tempo do amor.

     Em sintonia com a Chama Rosa, Eu Sou Mestra Rowena e abençôo vocês.

     Sigam na paz, sigam no caminho do amor.

     E não se cobrem em ter todas as respostas.

     Às vezes, é muito saudável, vocês oferecem á Deus e ao próximo, o espaço para perguntas, o espaço para dúvidas, o espaço para questionamentos, porque é aí neste espaço que muitas transformações podem se manifestar.

     Quando vocês não sabem tudo, vocês permitem que novas coisas, novas verdades e novos sentimentos se manifestem em suas vidas.

     O plano perfeito de Deus é assim, sujeito a mudanças, alterações, aberturas e transformações, porque o amor é assim. O amor permite que as coisas vão acontecendo. O amor de Deus é tão perfeito e tão profundo por vocês, que ele lhes permite ir se arrumando, se transformando, se moldando a aquilo que é bom, a aquilo que é melhor.

     Deus oferece à vocês a vida, para que em todos os momentos, vocês possam recriá-la, com amor.

     Recebam as nossas bênçãos e a nossa luz e cultivem essa energia. Façam do amor, o cuidado que teriam com uma flor; todos os dias amar, todos os dias oferecer o seu melhor.

     Recebam as nossas bênçãos e a nossa luz.

     Estaremos atuando em vocês, no exercício da cura e do amor.

     Tenham paz, tenham paz.

MESTRA ROWENA

Fonte: Alpha Lux

Fonte: http://stelalecocq.blogspot.com.br/2012/09/mestra-rowena-perfeicao-...

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Música: R. Comercial
Publicado por Viktor às 17:15
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Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Reencarnações e Evolução...

REENCARNAÇÕES ESPECIAIS — Há reencar­nações que se processam inúmeras vezes, sem qualquer consulta aos que necessitam segregação em certas lutas no plano físico, provi­dências essas comparáveis às que assumimos no mundo com enfermos e/ou criminosos que, pela própria condição ou conduta, perderam temporariamente a faculdade de resolver quanto à sor­te que lhes convém no espaço de tempo em que se lhes perdura a enfermidade ou em que se mantenham sob as determinações da justiça.

         São problemas especiais em que a individualidade re­nasce com o cérebro parcialmente inibido ou padecendo de mutilações congénitas ao lado daqueles que lhe devem abnegação e cari­nho.

         Incapazes de eleger o caminho de reajuste, pelo estado de loucura ou de sofrimento que evidenciam, semelhantes enfer­mos são decididamente internados na cela física como doentes isolados sob assistência precisa e necessária ao dia-a-dia.

         Vemo-los, assim, repontando de lares faustosos ou paupérrimos, contrariando, por vezes, até certo ponto, os estatutos que regem a hereditariedade, por representarem dolorosas excepções no caminho normal.

REENCARNAÇÃO E EVOLUÇÃO — Urge reparar, en­tretanto, as vezes em que a reencarnação não é mero princípio regenera­tivo.

        A evolução natural nela encontra firme apoio.

        Criaturas que avultam na bondade, em muitas ocasiões re­querem conhecimento nobilitante, e muitas que se agigantaram na inteligência permanecem à míngua de virtude.

        Outras inumeráveis, embora detendo preciosos valores, nos domínios do coração e do cérebro, após longo estágio no plano extra físico, sentem fome de progresso renovador por inabilitadas, ainda, a ascensões maiores e renunciam à tranquilidade a que se integram nos grupos afins, porque, no cadinho efer­vescente da carne, analisam, de novo, as próprias imperfeições, testando-lhe a amplitude nas rudes experiências da vida huma­na, obtendo mais avançado momento de transforma­ção.

          Isso não significa que a consciência desencarnada deixe de encontrar as possibilidades de expansão nas cidades espirituais que gravitam em torno da Terra. Outras modalidades de estudo e trabalho aí lhe asseguram novos factores de evolução; contudo, escassa percentagem de criaturas humanas, além da morte, ad­quirem acesso definitivo aos planos superiores.

A esmagadora maioria jaz ainda ligada às ideologias e ra­ças, pátrias e realizações, famílias e lares do mundo.

É por isso que artistas eméritos, ao notarem o curso dife­rente das escolas que deixaram no Planeta, sentem-se irresisti­velmente atraídos para a reencarnação, a fim de Preservar-lhes ou enriquecer-lhes os patrimónios.

Cientistas eminentes, interessados na continuidade dos empreendimentos redentores que largaram em mãos alheias, volvem ao trabalho e à experimentação entre os homens, e, no mesmo espírito missionário, religiosos e filósofos, professores e condutores, homens e mulheres que se distinguem por nobres aspirações retornam, voluntariamente à esfera física, em sagra­das acções de auxílio que lhes valem honrosos degraus de subli­mação na escalada para a Divina Luz.

Entenda-se assim que tanto a regeneração quanto a evolução não se verificam sem ter algum preço.

O progresso pode ser comparado a uma montanha que temos de transpor, sofrendo-se naturalmente os problemas e as fadi­gas da marcha, enquanto que a recuperação ou a expiação podem ser consideradas como essa mesma subida, devidamente recapitulada, através de embaraços e armadilhas, miragens e espinhos por nós próprios criados.

Se soubermos, porém, suar no trabalho honesto, não necessitamos de suar e chorar no resgate justo.

E não se diga que todos os infortúnios da marcha de hoje estejam debitados a compromissos de ontem, porque, com a prudência e a imprudência, com a preguiça e o trabalho, com o bem e o mal, melhoramos ou agravamos a nossa situação, reco­nhecendo-se que todo dia, no exercício de nossa vontade, for­mamos novas causas, refazendo o destino.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:43
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

Missões no Regresso...

Todo espírito que deseja progredir trabalhando na obra de solidariedade universal recebendo dos espíritos mais elevados uma missão particular, apropriada às suas aptidões e ao seu grau de adiantamento. Alguns têm por tarefa acolher os espíritos no seu retorno à vida espiritual, guiá-los, ajudá-los a se desprenderem dos fluidos espessos que os envolvem; outros são encarregados de os consolar, instruir as almas sofredoras e atrasadas. Espíritos de químicos, físicos, naturalistas, astrónomos, prosseguem as suas pesquisas, estudam os mundos, as superfícies, as profundezas ocultas, actuam em todos os lugares sobre a matéria subtil, que fazem passar por preparações, modificações destinadas a obras que a imaginação humana teria dificuldades em imaginar. Outros aplicam-se às artes, ao estudo do belo sob todas as suas formas. Espíritos menos evoluídos auxiliam os primeiros nas suas tarefas variadas e servem-lhe de auxiliares. Um grande número de espíritos destina-se aos habitantes da Terra e de outros planetas, estimulando-os nas suas pesquisas, fortalecendo ânimos abatidos, guiando os hesitantes pelo caminho do dever. Aqueles que praticaram a medicina e possuem o segredo dos fluidos curativos, reparadores, ocupam-se mais especialmente dos doentes. A mais bela de todas as missões é a dos ESPÍRITOS DE LUZ. Vêm dos espaços celestes para trazer à humanidade os tesouros da sua ciência, da sua sabedoria, do seu amor. Sua tarefa é um sacrifício constante, porque o contacto dos mundos materiais é penoso para eles; porém, encaram todos os sofrimentos por dedicação aos seus protegidos, a fim de assisti-los nas suas provas e colocarem no coração deles grandes e generosas intuições. É justo atribuir-lhes esses clarões de inspiração que iluminam o pensamento, esses desafogos da alma, essa força moral que nos sustenta nas dificuldades da vida. Se soubéssemos a quantos constrangimentos esses nobres espíritos se impõem para chegarem até nós, responderíamos melhor às suas solicitações, faríamos esforços enérgicos para nos desligarmos de tudo o que é insignificante e impuro, unindo-nos a eles na comunhão divina. Nas horas difíceis, é para esses espíritos, para os meus guias bem-amados, que voam os meus pensamentos e meus apelos. É deles que me vem o apoio moral e as consolações supremas. Subi com muita dificuldade os atalhos da vida. Mas nunca me faltou a ajuda de meus amigos espirituais, nunca a minha voz os evocou em vão. Desde os meus primeiros passos neste mundo a sua influência envolveu-me. Compartilharam as minhas alegrias e tristezas e, quando ouvia a tempestade, sabia que estavam firmes ao meu lado, no meu caminho. Sem eles e o seu auxílio, há muito tempo teria sido obrigado a interromper a minha marcha, a suspender o meu trabalho. As suas mãos estendidas têm-me amparado e dirigido na áspera via. Algumas vezes, no recolhimento da tarde ou no silêncio da noite, as suas vozes falam-me, embalam-me e confortam-me; ressoam na minha solidão como uma vaga melodia. Ou, então, são sopros que passam, semelhantes às carícias, sábios conselhos murmurados, indicações preciosas sobre as imperfeições do meu carácter e das formas de o aperfeiçoar. Então esqueço-me das misérias humanas para me alegrar na esperança de um dia rever esses amigos, de me reunir com eles na luz, se Deus me julgar digno disso, com todos aqueles que amei e que, do seio do além, me ajudaram a percorrer esta etapa terrestre. Que para todos vós, espíritos protectores, entidades protectoras, se eleve o meu pensamento de reconhecimento, o melhor de mim mesmo, o tributo da minha admiração e do meu amor! A ALMA VEM DE DEUS E RETORNA A DEUS percorrendo o imenso ciclo dos seus destinos. Por mais baixo que tenha descido, cedo ou tarde, pela atracção divina, sobe de novo para o infinito. O que é que ela procura lá? O conhecimento sempre mais perfeito do universo, a assimilação sempre mais completa dos seus atributos: beleza, verdade, amor! E, ao mesmo tempo, uma libertação gradual das escravizações à matéria, uma colaboração crescente na obra eterna. Cada espírito, no espaço, tem a sua vocação e persegue-a com facilidades desconhecidas na Terra; cada um encontra o seu lugar nesse soberbo campo de acção, nesse vasto laboratório universal. Por todos os lados, tanto na amplidão como nos mundos, objectos de estudo e de trabalho, meios de elevação, de participação na obra divina, oferecem-se à alma laboriosa. Já não é o céu frio e vazio dos materialistas, nem mesmo o céu contemplativo e beato de certos crentes. É um universo vivo, animado, luminoso, repleto de seres inteligentes em via constante de evolução. E quanto mais esses seres espirituais se elevam, mais a sua tarefa se acentua, mais as suas missões se tornam importantes. Um dia, ocupam um lugar entre as almas mensageiras que vão levar aos confins do tempo e do espaço as forças e as vontades da alma infinita.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:30
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

TÉDIO NO LAR

Uma vez que os Espíritos simpáticos são induzidos a unir-se, como é que, entre os encarnados, frequentemente só de um lado há afeição e que o mais sincero amor se vê acolhido com indiferença e, até, com repulsão?

Como é, além disso, que a mais viva afeição de dois seres pode mudar-se em antipatia e mesmo em ódio? “Não compreendes então que isso constitui uma punição, se bemafeição,  que passageira? Depois, quantos não são os que acreditam amar perdidamente, porque apenas julgam pelas aparências, e que, obrigados a viver com as pessoas amadas, não tardam a reconhecer que só experimentaram um encantamento material. Não basta uma pessoa estar enamorada de outra que lhe agrada e em quem supõe belas qualidades. Vivendo realmente com ela é que poderá apreciá-la. Tanto assim que, em muitas uniões, que a princípio parecem destinadas a nunca ser simpáticas, acabam os que as constituíram, depois de se haverem estudado bem e de bem se conhecerem, por votar-se, reciprocamente, duradouro e terno amor, porque assente na estima! Cumpre não se esqueça de que é o Espírito quem ama e não o corpo, de sorte que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê a realidade. “Duas espécies há de afeição: a do corpo e a da alma, acontecendo com frequência tomar-se uma pela outra. Quando pura e simpática, a afeição da alma é duradoura; efémera a do corpo. Daí vem que, muitas vezes, os que julgavam amar-se com eterno amor passam a odiar-se, desde que a ilusão se desfaça.”

Seja qual seja o motivo em que o tédio se fundamente, recorram os companheiros imanizados em mútua associação no lar ao apoio recíproco mais profundo e mais intensivo. Com isso, estarão em justa defesa da harmonia íntima, sem castigarem o próprio corpo. E reeducar-se-ão, sem hostilizar os que, porventura, lhes demonstrem afecto, mas acolhendo-os, não mais na condição de cúmplices das aventuras deprimentes, a que se renderam outrora, e sim por irmãos queridos, com quem podemos fundir-nos, em espírito, no mais alto amor espiritual.

Emmanuel

Publicado por Viktor às 12:27
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UNIÃO INFELIZ

Pergunta - Qual o fim objectivado com a reencarnação?

Resposta Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça? Item n° 167, de "O livro dos Espíritos". Dolorosa, sem dúvida, a união considerada menos feliz. E, claro, que não existe obrigatoriedade para que alguém suporte, a contra gosto, a truculência ou o peso de alguém, ponderando-se que todo espírito é livre no pensamento para definir-se, quanto às próprias resoluções. Que haja, porém, equilíbrio suficiente nos casais unidos pelo compromisso afectivo, para que não percam a oportunidade de construir a verdadeira libertação. Indiscutivelmente, os débitos que abraçamos são anotados na Contabilidade da Vida; todavia, antes que a vida os registe por fora, grava em nós mesmos, em toda a extensão, o montante e os característicos de nossas faltas. A pedra que atiramos no próximo talvez não volte sobre nós em forma de pedra, mas permanece connosco na figura de sofrimento. E, enquanto não se remove a causa da angústia, os efeitos dela perduram sempre, tanto quanto não se extingue a moléstia, em definitivo, se não a eliminamos na origem do mal. Nas ligações terrenas, encontramos as grandes alegrias; no entanto, é também dentro delas que somos habitualmente defrontados pelas mais duras provações. Isso porque, embora não percebamos de imediato, recebemos, quase sempre, no companheiro ou na companheira da vida intima, os reflexos de nós próprios. É natural que todas as conjunções afectivas no mundo se nos figurem como sendo encantados jardins, enaltecidos de beleza e perfume, lembrando livros de educação, cujo prefácio nos enleva com a exaltação dos objectivos por atingir. A existência física, entretanto, é processo específico de evolução, nas áreas do tempo, e assim como o aluno nenhuma vantagem obterá da escola se não passa dos ornamentos exteriores do educandário em que se matricula, o espírito encarnado nenhum proveito recolheria do casamento, caso pretendesse imobilizar-se no êxtase do noivado. Os princípios kármicos desenovelam-se com as horas. Provas, tentações, crises salvadoras ou situações expiatórias surgem na ocasião exacta, na ordem em que se nos recapitulam oportunidades e experiências, qual ocorre à semente que, devidamente plantada, oferece o fruto em tempo certo. O matrimónio pode ser precedido de doçura e esperança, mas isso não impede que os dias subsequentes, em sua marcha incessante, tragam aos cônjuges os resultados das próprias criações que deixaram para trás. A mudança espera todas as criaturas nos caminhos do Universo, a fim de que a renovação nos aprimore. A jovem suave que hoje nos fascina, para a ligação afectiva, em muitos casos será talvez amanhã a mulher transformada, capaz de nos impor dificuldades enormes para a consecução da felicidade; no entanto, essa mesma jovem suave foi, no passado - em existências já transcorridas -, a vítima de nós mesmos, quando lhe infligimos os golpes de nossa própria deslealdade ou inconsequência, convertendo-a na mulher temperamental ou infiel que nos cabe agora relevar e rectificar. O rapaz distinto que atrai presentemente a companheira, para os laços da comunhão mais profunda, bastas vezes será provavelmente depois o homem cruel e desorientado, susceptível de constrangê-la a carregar todo um calvário de aflições, incompatíveis com os anseios de ventura que lhe palpitam na alma. Esse mesmo rapaz distinto, porém, foi no pretérito - em existências que já se foram – a vítima dela própria, quando, desregrada ou caprichosa, lhe desfigurou o carácter, metamorfoseando-o no homem vicioso ou fingido que lhe compete tolerar e reeducar. Toda vez que amamos alguém e nos entregamos a esse alguém, no ajuste sexual, ansiando por não nos desligarmos desse alguém, para depois somente depois - surpreender nesse alguém defeitos e nódoas que antes não víamos, estamos à frente de criatura anteriormente dilapidada por nós, a ferir-nos justamente nos pontos em que a prejudicamos, no passado, não só a cobrar-nos o pagamento de contas certas, mas, sobretudo, a esmolar-nos compreensão e assistência, tolerância e misericórdia, para que se refaça ante as leis do destino. A união suposta infeliz deixa de ser, portanto, um cárcere de lágrimas para ser um educandário bendito, onde o espírito equilibrado e afectuoso, longe de abraçar a deserção, aceita, sempre que possível, o companheiro ou a companheira que mereceu ou de que necessita, a fim de quitar-se com os princípios de causa e efeito, liberando-se das sombras de ontem para elevar-se, em silenciosa vitória sobre si mesmo, para os domínios da luz.

Emmanuel
Publicado por Viktor às 00:05
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Sábado, 8 de Setembro de 2007

FAMÍLIA

Há, pois, duas espécies de família: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corporais. Duráveis, as primeiras se fortalecem pela purificação e se perpetuam no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma; as segundas, frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo e, muitas vezes, se dissolvem moralmente, já na existência atual. Do item 8, no Cap. XIV, de "O Evangelho Segundo o Espiritismo". De todas as associações existentes na Terra exceptuando naturalmente a Humanidade - nenhuma talvez mais importante em sua função educadora e regenerativa: a constituição da família. De semelhante agremiação, na qual dois seres se conjugam, atendendo aos vínculos do afecto, surge o lar, garantindo os alicerces da civilização. Através do casal, aí estabelecido, funciona o princípio da reencarnação, consoante as Leis Divinas, possibilitando o trabalho executivo dos mais elevados programas de acção do Mundo Espiritual. Por intermédio da paternidade e da maternidade, o homem e a mulher adquirem mais amplos créditos da Vida Superior.

Daí, as fontes de alegria que se lhes rebentam do ser com as tarefas da procriação. Os filhos são liames de amor consciencializado que lhes granjeiam protecção mais extensa do Mundo Maior, de vez que todos nós integramos grupos afins. Na arena terrestre, é justo que determinada criatura se faça assistida por outras que lhe respiram a mesma faixa de interesse afectivo. De modo idêntico, é natural que as inteligências domiciliadas nas Esferas Superiores se consagrem a resguardar e guiar aqueles companheiros de experiência, volvidos à reencarnação para fins de progresso e burilamento. A parentela no Planeta faz-se filtro da família espiritual sediada além da existência física, mantendo os laços preexistentes entre aqueles que lhe comungam o clima. Arraigada nas vidas passadas de todos aqueles que a compõem, a família terrestre é formada, assim, de agentes diversos, porquanto nela se reencontram, comummente, afectos e desafectos, amigos e inimigos. Para os ajustes e reajustes indispensáveis, ante as leis do destino.

Apesar disso, importa reconhecer que o clã familiar evolve incessantemente para mais amplos conceitos de vivência colectiva, sob os ditames do aperfeiçoamento geral, conquanto se erija sempre em educador valioso da alma. Temos, dessa forma, no instituto doméstico uma organização de origem divina, em cujo seio encontramos os instrumentos necessários ao nosso próprio aprimoramento para a edificação do Mundo Melhor.

Emmanuel
Publicado por Viktor às 06:00
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