Terça-feira, 23 de Abril de 2013

Reflexão sobre Reiki…

Caros leitores,

     Nos mais variados locais encontramos textos explicativos sobre o Reiki, a sua origem, o que é, os seus benefícios e outras coisas mais. Cada pessoa define o Reiki à sua maneira, pois cada um também o sente de maneira diferente.

     Sendo o ser humano uma pessoa por natureza curiosa, constantemente procura informações que possam enriquecer o seu conhecimento, o que faz com que, quando ouvem falar de Reiki, procurem saber o que é para em consciência verificarem quais os benefícios que isso lhe pode trazer. Das inúmeras descrições que podemos encontrar acerca do Reiki, uns escrevem de uma maneira e outros de outra, quando é explicado num diálogo uns falam de uma maneira mais calma e elaborada, outros de uma forma mais descontraída com vocabulário simples.

     Como o ser humano por vezes fica entusiasmado com a ideia que outra pessoa lhe transmite acerca do Reiki e sendo algo “influenciável” pelas palavras ouvidas, acaba por ir fazer a formação ao mesmo local que quem lhe disse fez. Neste contexto pretendo alerta-los para o seguinte: sendo o Reiki uma terapia de base energética, o que uns sentem é completamente díspar do que sentem outros, ou seja, já tive um grupo de 8 formandos onde aquilo que cada um sentiu no decorrer do curso, na sintonização e na meditação foi completamente diferente de formando para formando, pois aquilo que sentimos tem muito a ver com o nosso estado de espírito naquele momento, bem como com a sensibilidade mais ou menos apurada que cada formando tem. Como tal, mais uma vez lhes recomendo que quando sentirem a vontade de se iniciarem, deixem que o vosso interior (intuição) escolha a pessoa (mestre) com o qual o pretendem fazer a vossa entrada neste maravilhoso mundo energético.

     Em jeito de conclusão termino dizendo que o Reiki mais do que tudo aquilo que se ouve, é na realidade aquilo que se sente, pois é dessa forma que cada um vive a sua experiência enquanto Reikiano. Permitam então que ele se manifeste em si mesmo e verifique pessoalmente os benefícios que lhe traz. Ame-se e permita que a energia do amor incondicional o envolva e se impregne dentro de si.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 23:58
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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012

A Felicidade... reflexão

     É sem sombra de dúvida um tema controverso, que ao longo dos tempos tem gerado inúmeros diálogos, debates e imensas opiniões. As definições de felicidade são inúmeras e tão diversas que posso dizer que são tantas quanto o número de habitantes no planeta. Humildemente vou partilhar com todos vocês a minha visão/opinião sobre este assunto, após esta pequena nota introdutória ao tema.

     A felicidade é algo que existe e cada um de nós pode-a encontrar, mas é uma tarefa com um elevado grau de dificuldade. Para que seja possível alcançá-la temos em primeiro lugar de ter consciência do que é real (possível alcançar) e do que é imaginário (sonhos e coisas praticamente impossíveis de alcançar). É claro que podemos sonhar e almejarmos isto ou aquilo, mas apenas qb (quanto baste) de forma a mantermos o nosso equilíbrio evitando o facto de nos tornarmos escravos da nossa própria mente. A felicidade é algo que tem de ser construído por cada um de nós.

     Em minha opinião a felicidade constrói-se através dos seguintes passos:

     1º Devemo-nos amar para encontrarmos o nosso equilíbrio interior;

     2º Devemos estar de bem com tudo o que nos rodeia;

     3º Encontrar alguém para amar;

     4º Encontrar a felicidade conjuntamente com a pessoa amada;

     5º Praticar todos os gestos com amor.

     Assim podemos ser e viver felizes. Alcançar este ponto é uma tarefa árdua mas possível de se encontrar, como tal nunca devemos perder a esperança e devemos acreditar sempre, porque nada é impossível.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 17:25
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

Conversas entre Forças Universais

Caros irmãos,

     Sendo eu uma pequena alma, ainda num grande e profundo processo de aprendizagem, procuro a cada dia, em cada momento, uma aprendizagem ou ensinamento que me auxilie na minha longa caminhada. Algures no universo, andando por ali a vaguear, eis que me deparo com algo que se estava a passar e ouço uma conversa entre a luz (L) e as trevas (T).

T: Estás a ver como anda o mundo?

L: Sim estou, anda confuso pois os meus filhos não se entendem uns com os outros.

T: Claro, isso significa que estou a ganhar, e isso faz-me feliz.

L: Mas também estou feliz, tal como tu.

T: Humm… (disse ele franzindo as sobrancelhas) acho que me estas a tentar enganar.

L: Eu? Mas porque razão te iria eu enganar?

T: Ora, então a Terra na sua globalidade está a passar períodos muito conturbados, aqueles a quem apelidas de “filhos” andam confusos, baralhados, tristes, deprimidos, põem a tua existência em causa (o que para mim é bom, pois são mais uns adeptos para a minha causa), vivem agarrados aos prazeres da vida terrena, que eu lhes vou proporcionando. Ou seja, perderam a fé e tu ainda dizes que estás feliz? Certamente estás a gozar comigo!

L: Meu caro, já te disse que estou a ser correto contigo. Em verdade te digo que tenho, espalhados pela Terra, seres de luz que vão encaminhando, apregoando, esclarecendo e ensinando ao contrário do que pensas. Isso deixa-me feliz.

T: Mas cada vez mais eu domino as mentes dos seres que detêm poder na Terra, e assim vou dominando o planeta através dos governos, comunicação social, internet, povos, gerações e famílias, implantando-lhes programas que lhes controlam os pensamentos, levando-os a fazer o que eu quero.

L: Tens razão, eu tenho observado todas essas maldades que praticas para com os meus “filhos”, o que sem dúvida é desagradável. Mas em verdade te digo que, a cada dia que passa tenho cada vez mais guerreiros de luz, que mesmo desprovidos de armas letais, todos eles são seres divinos, detentores da energia divina do Amor Incondicional e da Compaixão pelos seres. Estes em muitos casos vão trabalhando, passando despercebidos na sociedade, mas na hora e momento da verdade, revelar-se-ão.

T: (sorrindo disse) Não me consegues intimidar com essas conversas, pois na globalidade o planeta está tão mal que já não tens hipótese de recuperar.

L: Mas nada para mim é impossível. Mas em verdade te digo que, se os meus “filhos” se mantiverem “adormecidos” eu mesmo os despertarei através do processo de ascensão do planeta que já iniciei, e eles como habitantes do mesmo, têm obrigatoriamente de ascender. Detentores do livre arbítrio, confiei-lhes a escolha e a forma de percorrer esse caminho, trilhando-o pela luz ou pelas trevas.

T: Bem, hoje não te consigo bater em palavras e atos. Vou-me embora desencaminhar mais uns. Xau.

L: Nem hoje nem nunca, pois sendo eu o criador do universo também te criei a ti, coisa que deverás lembrar. (sorrindo disse) Vai com Deus, ups, Deus sou eu. Vai lá à tua vida, mas lembra-te que a Luz sempre imperou sobre as Trevas.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 21:41
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Domingo, 28 de Junho de 2009

Mestre Takata disse…

O Mestre Usui teve a sua experiência no campo dos mendigos. Quando estava caído na lama, o corpo num buraco, foi quando o seu pensamento fluiu. “Ah, cometi um grande erro! Todas as igrejas estavam certas – primeiro o espírito. Aqui, eu não preguei o lado espiritual. Estava tão interessado em curar o corpo que pensei que a melhor coisa seria curar o corpo e ajudá-los a sentir-se suficientemente bem para poderem apreciar esse bem-estar, e depois irem, então, para o mundo como pessoas normais.” Mas ele falhou. E nessa altura nasceram os cinco ideais [5 princípios]. E nestes ideais, onde falharam os mendigos? Os mendigos não têm o sentido da gratidão. Por isso, ele disse: “Vou tratar. Mas acabaram-se os tratamentos gratuitos! Nada de Reiki, Reiki, Reiki, ou aulas, porque nunca hão-de aprender a apreciar.” E isto é inteiramente verdade. Naquele momento, o Mestre Usui estava tão feliz porque o podia fazer. “Assim, acabou-se o Reiki gratuito. Tudo tem de estar bem lá no cimo, para que possamos ter uma boa mente e corpo para tornar o ser humano um todo outra vez. “

E isto é verdade. Em 1936, quando regressei do Japão, o Mestre Hayashi avisou-me: “Quando te tornares um Mestre, nunca o faças gratuitamente, porque não lhe darão valor, porque foi gratuito. Se não tem pagamento, não tem valor.” Mais uma vez, perguntei ao meu professor: “Mestre Hayashi, consente que faça uma só classe gratuitamente? Uma classe para todas as pessoas que me ajudaram ao longo deste ano de tristeza e sofrimento? Gostaria de lhes dar uma aula de Reiki de graça para que pudessem beneficiar.” E o Mestre Hayashi respondeu: “Agora que estás bem, podes mostrar-lhe a tua gratidão através de tratamento, quando precisarem, mas não para lhes dares uma aula para depois usarem esses ensinamentos e te beneficiares. Isso nunca será aceitável.”

Com este esclarecimento, disse para mim: “Bom, tenho de tentar.” As primeiras pessoas a quem dei aulas de graça foram os meus melhores amigos e familiares. Eram meus cunhados. Todos os meus cunhados tiveram aulas gratuitas, depois foram os meus vizinhos, também gratuitamente. Depois vieram as minhas duas irmãs. Pedi-lhes: “Esperem, esperem. Ainda não vos vou ensinar.” As minhas irmãs ficaram um pouco chateadas e disseram: “Os vizinhos e os nossos cunhados disseram que lhes ensinaste uma coisa maravilhosa.” E eu respondi: “Primeiro, tenho de ver se são bem-sucedidos.

Neste momento, tenho de vos dizer que não.” E esperei. Certo dia, estava a estender a roupa, quando um vizinho se aproximou, dizendo: “Hoje, a minha filha não foi à escola, porque tem uma dor no estômago. E trouxe-a, para a ver.” Respondi-lhe: “Por que não lhe deu o tratamento? Por que o ensinei? Por que não tenta? Você nem sequer tentou!” O vizinho replicou: “Não o vou fazer. Por que haveria? Você é que é a terapeuta e vive mesmo aqui ao lado. É mais fácil trazer-lhe a minha filha do que ser eu a fazer-lhe o tratamento, porque assim eu sei que ela vai ficar bem.” Esta foi a minha primeira decepção. Do outro lado da vila, outro vizinho disse: “O nariz da minha filha está ranhoso e a professora mandou-a para casa, porque é contagioso, deve ser gripe. Por isso, trouxe-lhe a minha filha, quero que a trate.” Perguntei: “Mas eu não lhe ensinei como se faz?” E ela respondeu: “Sim, mas por que haveria de o fazer, se tenho um carro e posso vir a correr ter consigo? Você é que é a terapeuta, e se for você a tratá-la eu tenho a certeza de que ela vai ficar bem.” E então perguntei-lhe: “Alguma vez chegou a tentar fazer o que ensinei?” Respondeu-me que não: “Por que haveria?” Estão a ver? Nenhuma gratidão! E, acreditem ou não, escondi-me em casa e fartei-me de chorar.

Olhei em volta, para o meu país, fiz uma vénia ao Mestre Hayashi e também à campa do Mestre Usui. Disse para mim: “Perdoem-me por ter errado. Não ajudei ninguém porque não o aceitaram com gratidão e espiritualidade, pois não tiveram que gastar um tostão.” Concluí: “É muito triste, mas vou passar a recusá-los doravante, para os fazer usar o que lhes ensinei.”

Três meses depois, as minhas irmãs voltaram e perguntaram: “Agora já tens tempo para nos ensinar?” Eu disse: “Sim. Mas têm a certeza de que querem aprender Reiki?” Responderam que sim: “Ouvimos falar muitas coisas boas sobre ti, mas porquê isso, os nossos cunhados sabem Reiki mas não os teus familiares de sangue?” “Porque é preciso pagar.” Exclamaram: “Ah, é preciso pagar! Quanto é?” “Trezentos dólares.” Respondeu: “Agora não tenho essa quantia. Tenho de ir falar primeiro com o meu marido.” Eu disse: “Muito bem. Não tens de me pagar tudo de uma vez, pode ser a prestações.

Eu não irei à tua casa buscar o dinheiro. Terás de ser tu a trazê-lo à minha casa nas datas combinadas.”

A minha irmã não ficou lá muito contente. Foi para casa, falou com o marido, e contou o que ele lhe disse: “Perguntaste à tua irmã se podias aprender Reiki com ela?” Ela respondeu-lhe que sim. “Bem, se lhe perguntaste se podias aprender com ela, então tens de pagar. Propões-lhe pagar em prestações. E se é para tu lhe ires levar o dinheiro lá a casa nas datas combinadas, assim o farás, é o que está certo. Está correcto, está tudo correcto. É melhor fazê-lo, é esta a minha opinião.” Foi isto que o marido lhe disse. Como ele concordou, a minha irmã voltou e disse-me: “Sim, vamos pagar-te em prestações de 25 dólares por mês.” Respondi-lhe: “Sim, assim está bem. Agora, vai. É tudo.” E assim ambas as minhas irmãs compreenderam, e pagaram-me em prestações. Não me senti lá muito bem com esta situação, mas era o princípio que devia seguir. E quando sucedeu uma das filhas da minha irmã ter asma, usou os ensinamentos, porque tinha pago bem para os receber. “Não a podia levar ao médico. Sabes, irmã, funcionou! Estou muito feliz, aprendi e funcionou! Agora ela vai voltar a dormir bem.” E eu disse: “Aprendeste a lição?” “Sim. Vim cá para pedir desculpa por não ter ficado muito satisfeita na altura e por me sentir tão radiante agora que experienciei os ensinamentos. Já compreendo por que me cobraste. Eu sei. Querias que fosse uma boa praticante. Agora, já não tenho despesas com o médico, não tenho de ir a correr para o hospital sempre que tem uma constipação ou um ataque de asma ou bronquite ou dores de barriga. Eu tenho três filhos. Agora compreendo porquê, e aqui, hoje, faço-te uma profunda vénia e agradeço-te e sou-te muito grata. Vou fazer bom uso deste ensinamento.” E assim o fez.

©Copyright versão portuguesa - Monte Kurama – Associação Portuguesa de Reiki

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 19:00
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«Albufeira, Estremoz e Guarda». Cursos, Palestras, Partilhas & Workshop's. Tlm: 962856134 mail: mestreviktor@gmail.com Fundador do Projecto Social "REIsocialKI®" & Autor do Livro: "Partilhas de um Ser" - APR

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