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*Cursos de Reiki e Karuna de Todos os níveis*-*Workshop's de Técnicas de Reiki*
Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Transformação e Responsabilidade Própria

Você e só você, é o responsável pela sua saúde. Se tiver um problema a nível físico, necessita de decidir qual o tratamento a seguir. Adopte-o mas com todos os cuidados inerentes. Para tal terá de escolher, dentro de uma vasta variedade, o auxílio que acha que está ao seu alcance e que melhor o servirá. Durante quanto tempo seguirá um tratamento quando se apercebe que não está a ter efeito? Em quem confia? Essas e outras questões só podem ser respondidas depois de você efectuar uma procura interior profunda do que lhe convém.

Se não confia num diagnóstico, não há mal nenhum em solicitar uma segunda ou terceira opinião, ou mesmo experimentar uma técnica completamente distinta. Se acha que está confuso a respeito do que lhe disseram acerca do seu problema, faça mais perguntas, consulte livros, procure conhecer aquilo em que está envolvido. Cuide da sua saúde através do Reiki. Acima de tudo, não se deixe envolver por um prognóstico negativo do se estado de saúde.

Considere antes uma sessão de Reiki que lhe recomendará um olhar mais atentamente para si e mais amplamente para os métodos alternativos disponíveis. Ficará admirado com a quantidade de coisas que pode aprender a respeito de si mesmo e da sua saúde. Essa procura vai modificar a sua vida de uma maneira como nunca esperou encontrar. Conheço pessoas cuja doença acabou por lhes trazer grande alegria, compreensão e apreciação profundas pela vida e realizações que não tinham sido capazes de levar a cabo antes de ficarem doentes.

Se pudéssemos, ao menos, mudar a nossa atitude relativamente à doença, passando a uma atitude de aceitação e compreensão de que esta nada mais é do que uma mensagem destinada a ensinar-nos, aliviava-nos boa parte do medo que lhe depositamos, não somente ao nível pessoal, mas também à escala nacional ou global.

Acima de tudo, porém, você precisa de amor para conservar a saúde. O seu amor próprio, o incondicional dos terapeutas que requer uma prática diária bem como um elevado pensamento.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 03:15
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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Fazer Reiki? Mas eu não estou doente!

Caros amigos, internautas, Senhoras e Senhores,

Quando falo com colegas, amigos ou conhecidos acerca do Reiki, muitos deles dizem isso. Percebo porque dizem isso, pois a falta de conhecimento acerca do mesmo leva-as a dizer coisas de uma forma descabida. Pessoalmente faço todos os dias auto aplicações e não estou doente. Faço porque me sinto bem, restabeleço as energias corporais, activo o sistema imunitário, removo cargas negativas absorvidas no dia-a-dia, alinho e desbloqueio os chakras, promovo o meu bem-estar e saúde. Por isso o Reiki não se aplica apenas a pessoas doentes, mas sim a todos, e passo a explicar o porquê. O Reiki actua nos níveis físico, emocional, mental e espiritual que é a ordem inversa da doença, ou seja, esta tem inicio no plano espiritual, segue para o mental, passa para o emocional e repercute-se no físico, já no seu último estádio. Atingido este ponto, qualquer pessoa se apercebe e recorre ao sistema nacional de saúde para se tratar por um médico de clínica geral. Caso o problema seja do foro mental ou emocional terá de recorrer a um especialista na matéria (psicólogo ou psiquiatra). Caso seja do foro espiritual, não conheço nenhum médico que o possa ajudar a ultrapassar a situação. O Reiki tem um papel fundamental não apenas no combate aos problemas de saúde diagnosticados, bem como para a prevenção dos mesmos antes de se manifestarem, podendo mesmo impedir, em certos casos, que cheguem ao ponto de se manifestar a nível físico. Para que não possa haver dúvidas de interpretação do que por mim aqui foi escrito, digo que a classe médica merece todo o respeito pelo trabalho que desde sempre tem efectuado para com todos os cidadãos. Há quem faça Reiki em vez de ir ao ginásio, pois assim além de contribuir para o seu bem-estar, está também a contribuir para o prolongamento da sua saúde. Em vez de dizer não estou doente ou não tenho tempo, dê uma oportunidade a si mesmo. Experimente e contacte na primeira pessoa o quão bem lhe pode fazer uma sessão de Reiki.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:14
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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Doenças vs Emoções

Vou aqui dizer que alguns problemas de saúde estão associados a certo tipo de emoções que podem ser utilizadas como hipótese de trabalho para uma análise diagnostica. Pode ser utilizado para orientar a consulta ou a triagem das pessoas que procuram um atendimento.

Como há sempre muitas causas envolvidas, a enfermidade é uma teia complexa na qual entra os karmas de vidas passadas, a falta de cuidado na actual vida e os efeitos que se transformam em novas causas etc.

O objectivo é conduzir a pessoa a auto conhecer-se e reflectir se de facto possui tais sentimentos e atitudes na sua vida diariamente. Em caso afirmativo, deverá solicitar ajuda a um profissional qualificado para superar tais situações.

Abcesso – emoções reprimidas por medo, culpa, paternalismo, repressão social etc. na região genital (emoções sexuais e afectivas), pulmões/coração (sensações afectivas sublimadas), na cabeça (espiritualidade sublimada). Sentimento de culpa ou inveja.

Acnes – timidez exagerada, medo de ser descoberto (traição, segredos que não deveriam ser revelados, etc.). Espinhas: energia sexual reprimida.

Alergia – necessidade de se defender do meio em que vive (família, trabalho, escola etc.), tensão e infelicidade, rejeição de ajuda externa.

Amnésia – perda de interesse pela vida, desânimo.

Anemia – medos e receios conduzindo para uma diminuição do prazer, da euforia. Cansaço, angústia sexual ou afectiva, mudança ideológica ou paradigmática. A anemia pode representar a necessidade de mudanças no campo afectivo, económico, ideológico etc.

Arteriosclerose – ciúmes, inveja (dor de cotovelo), possessividade.

Asma – auto desaprovação, super protecção dos pais, medo, insegurança, sufocamento dos desejos e paixões, medo de entrar em contacto com suas próprias necessidades e desejos para não contrariar as pessoas com quem convive, conservadorismo, rigidez. Os mesmos sintomas para bronquite.

Cancro – estagnação da energia vital. Deve-se relacionar com o órgão atingido. Ausência de resignação (lembro que resignação não é conformismo, mas compreensão do problema e respectiva aceitação activa das provas ou expiações), depressão, conformismo.

Ciático – nervo sexual por excelência. Sexualidade contida ou mal conduzida. Sublimação negativa do sexo (repressão sexual).

Coraçãohiperactividade, perfeccionismo, falso optimismo, pouca imaginação, ego narcísico. Dificuldade para controlar as emoções que sente. Costuma preceder um enfarto às situações de humilhação ou desonra.

Esclerose – perfeccionismo com os outros e indulgente consigo mesma.

Estômago – dificuldade em aceitar e digerir as próprias emoções ou relacionadas a outras pessoas. Aceitam tudo, mas perdoam pouco. Possessividade, perfeccionismo em relação aos outros (falta doçura, ternura e carinho nas opiniões sobre os erros de outras pessoas). Inveja.

Impotência – falta de confiança, auto rejeição, dificuldades económicas ou profissionais.

Miomas – sexualidade confusa, medo exagerado da maternidade, sufocamento de fantasias e desejos sexuais.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:25
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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

REIKI nos Hospitais – o que faz a Diferença

      Em Portugal, só à relativamente pouco tempo o Reiki começou a ser divulgado e praticado, no entanto são já em grande número as pessoas que têm conhecimento ou que tiveram algum contacto com o Reiki, e relataram os sus benefícios. Nos E. U., onde o Reiki tem uma longa tradição, os seus benefícios à muito que são reconhecidos, e começaram a ser aceites pela medicina convencional. Actualmente existe um número elevado de enfermeiras com formação em Reiki, que aplicam Reiki nos Hospitais e Clínicas onde trabalham, como forma a melhorar o cuidado aos doentes internados.

      Kathie Lipinski, enfermeira, num artigo que escreveu para a Organização Americana de Reiki, para a página do ReikiNews na Internet, relata a sua experiência com Reiki em pacientes com cancro. Experiência essa que gostaria de vos transmitir.

Reiki News:

“(...) gostaria de partilhar convosco, uma forma diferente de vivenciar a experiência do cancro, o da cirurgia oncológica.

Quando uma pessoa toma conhecimento que tem de ser submetido a uma intervenção cirúrgica, ou recebe o diagnóstico de cancro, é uma situação violenta, provoca no indivíduo sentimentos, pensamentos, e questões muito fortes geralmente de carácter negativo. (...) provoca sentimentos de medo... medo da morte, medo da mutilação, medo de que a sua vida sofra alterações profundas com as quais não consiga lidar.

(...) o tratamento para o cancro cria, muitas vezes, mais problemas nas pessoas e mais difíceis de ultrapassar do que inicialmente a pessoa podia imaginar. É o caso da quimioterapia ou da radioterapia.

Uma forma diferente de ajudar as pessoas a lidar com a experiência do cancro é a utilização do Reiki (...) . O Reiki tem o poder de aliviar as tensões emocionais e os pensamentos negativos, diminui as dores que muitas pessoas sentem e ajuda a encontrar o equilíbrio espiritual (...). Pode tornar a experiência da quimioterapia, radioterapia ou cirurgia mais tolerável.

Na minha experiência pessoal, eu vi muitas pessoas com cancro em estádios iniciais, antes de serem submetidas a cirurgia, durante os tratamentos de quimioterapia e radioterapia, e depois da cirurgia.

Pessoas  com que trabalhei que foram submetidas a tratamentos de quimioterapia e radioterapia revelaram-me que o tratamento de Reiki efectuado simultaneamente com o tratamento médico as ajudava a sentirem-se melhores, ajudava-as a lidarem com a fadiga, e algumas referenciaram que após os tratamentos de Reiki sentiram menos náuseas e vómitos.”

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 16:00
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Terça-feira, 8 de Abril de 2008

Classificação Didáctica dos Distúrbios Espirituais – Modelo Lacerda

Perante a classificação, impõe-se o conhecimento em profundidade dos mecanismos íntimos de cada uma das entidades nosográficas (nosografia - descrição metódica das doenças) citadas, lembrando que o diagnóstico de certeza dependerá sempre das condições de desenvolvimento e harmonia do grupo mediúnico, do perfeito domínio da técnica apométrica e da imprescindível cobertura da Espiritualidade Superior.

Em virtude da maioria, talvez, 80% das doenças se iniciarem no corpo astral, pode-se deduzir que nas eras vindouras a Medicina será integral, isto é, um grupo de médicos terrenos atenderá as mazelas patológicas físicas, trabalhando ao lado de outro grupo de médicos desencarnados, que se encarregarão do corpo espiritual. Os distúrbios são:

  • Indução Espiritual;
  • Obsessão Espiritual;
  • Pseudo-Obsessão;
  • Simbiose;
  • Parasitismo;
  • Vampirismo;
  • Estigmas Kármicos não Obsessivos: Físicos e Psíquicos;
  • Síndrome dos Aparelhos Parasitas no Corpo Astral;
  • Síndrome da Mediunidade Reprimida;
  • Arquepadias (magia originada em passado remoto);
  • Goécia (magia negra);
  • Síndrome da Ressonância Vibratória com o Passado Correntes Mentais Parasitas Auto-Induzidas.
Publicado por Viktor às 14:32
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