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Quarta-feira, 7 de Agosto de 2013

Pensamento, um dilema humano…

     Ao longo de milénios o Ser humano tem-se debatido com esse problema que se chama Pensamento. Muitos Seres humanos procura desafios externos que lhe possam proporcionar bem-estar, nas relações familiares, sociais, amorosas e laborais, mas o grande desafio de cada um é ele mesmo. O Ser humano é como um computador, mas bem mais “complexo” devido às suas imensas ligações e funções, pois o “sistema operativo” de cada um é diferente do outro, bem como os métodos de raciocínio e cálculo, o que torna cada um de nós, num fantástico mistério para descobrirmos. O pensamento é um dos maiores mistérios da nossa mente, sobre o qual há imensos estudos feitos e outras tantas técnicas para o controlar.

     O Pensamento é algo muito próprio de cada um de nós, mas é também um grande mistério devido às suas especificidades, volatilidade e vulnerabilidade. O Pensamento de cada Ser humano é fruto da educação, família, escola, vivencias, amizades, governos, países, religião, dogmas e crenças de cada Ser, e também de nós mesmos através da maior ou menor rigidez mental com que comandamos a nossa mente. Há coisas que geneticamente (adn) vêm na nossa mente, outras coisas que vêm do conhecimento adquirido, mas muitas coisas são “oscilantes” principalmente aquelas que estão intimamente ligadas aos sentimentos e emoções. Curiosamente, todo o Ser humano tem uma tendência inata para criticar o seu semelhante, apontando defeitos ou invejando-o, o que na generalidade parece ser algo comum entre os humanos, mas é precisamente aí que está a raiz dos problemas que depois se “ramificam” para outras partes. Essa tem sido ao longo de séculos, o grande desafio do Ser humano com Ele mesmo, a conquista da capacidade total de comandar a sua mente [Pensamento]. Alcançar esse patamar é alcançar a harmonia, pois sendo a mente um emissor de radiações energéticas, a energia emitida está intimamente ligada à emoção, sentimento e à própria energia das palavras, tal como podem encontrar descrito nos textos bíblicos: “… a força do verbo, da palavra…”. Caso não tenha entendido bem eu vou dar-lhe um exemplo: Se a pessoa “A” tiver um pensamento menos positivo da pessoa “B”, quer esse pensamento esteja associado a sentimentos/emoções ou não, o “A” está inocentemente (porque ninguém lhe explicou) a emanar energia negativa para o “B”. Todas as energias menos positivas que enviamos através do pensamento mais tarde volta para nós, por isso espero que compreendam o mal que fazemos a nós mesmos com estas atitudes.

     Desde já lhes digo que é uma tarefa árdua, difícil e complexa, mas não é impossível. Alcançar este objectivo exige de cada um de nós uma vigilância permanente dos nossos pensamentos e palavras, evitando emanar energia negativa mesmo para aqueles que amamos. Eu ainda não consigo plenamente, mas tento diariamente caminhar nesse sentido.

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 22:06
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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

Vou, fico, vou, fico… estou baralhado!

 

Caros Irmãos de Luz

      Cada Ser é responsável por si mesmo, bem como por tudo o que lhe acontece. É muito difícil aceitar tais palavras, pois na generalidade o Ser humano tem a sua mente repleta de crenças, dogmas, ideias e apegos. Este tipo de coisas são-nos incutidas na mente através dos nossos pais (educação), das escolas, governos, religiões, organizações e governos ocultos, que tentam assim limitar o desenvolvimento global do ser humano, comandando-o através da mente. Reparem agora no título deste texto, já viram? Quantas vezes dizem mentalmente aquelas palavras nas mais variadas situações? Será que naqueles momentos em que se sentem menos bem e necessitam de ajuda, se lembram de mim e também pensam aquilo?

      Compreendo que pensem duas vezes antes de vir ter comigo. O que será que me vai fazer? O que será que me vai dizer? Relaxe, pois tudo o que lhe possa dizer ou possa fazer tem apenas e só um objetivo: Ajudá-lo a compreender o que se passa consigo, de forma a encontrar o seu bem-estar, porque uma dor vai muito mais além de um fenómeno físico. Dizer-lhe a causa e/ou origem da dor é uma preciosa ajuda, sobretudo quando somos nós mesmos a provoca-la através do nosso plano mental. Não se admire com o que lhe estou a dizer, pois o ser humano muitas vezes é o causador das suas próprias dores e sofrimento. Entendo que possa ficar algo apreensivo com as coisas que lhe digo, mas eu não lhe quero dizer apenas e só coisas bonitas, quero-lhe dizer a verdade cara a cara, olhos nos olhos, porque não tenho nenhum problema em lhe apontar os seus defeitos. Quando lhe os aponto, não o estou a difamar, estou sim a transportá-los do seu subconsciente para a sua mente, por forma a que você mesmo os tenha mais presentes e faça também o seu trabalho de casa, em prol do seu bem-estar. Sim, eu apenas e só posso fazer a minha parte, e o trabalho que a si mesmo compete, você é que tem de o fazer meu irmão.

      Olhe-se ao espelho, admire-se, ame-se, adore-se, porque afinal de contas, por baixo desses trajes que veste está um maravilhoso e divino ser de luz, um verdadeiro anjo que espera e desespera pelo momento em que você lhe vai permitir abrir as asas para voar e observar o mundo com olhos divinos. Não espere por amanhã se é hoje que tem vontade de vir ter comigo, porque amanhã pode já ser tarde além de tornar as coisas mais difíceis.

Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Estado de Espiríto: Feliz e Repleto de Energia...
Música: RFM
Publicado por Viktor às 09:17
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Quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Mediunidade e Corpo Espiritual

AURA HUMANA — Considerando-se toda célula em acção por unidade viva, qual motor microscópico, em conexão com a ensina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitam radiações e que essas radiações se articulem, através de sinergias funcionais, a se constituírem de recursos que podemos nomear por “tecidos de força”, em torno dos corpos que as exteriorizam.

          Todos os seres vivos, por isso, dos mais rudimentares aos mais complexos se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza.

          No homem, contudo, semelhante projecção surge profun­damente enriquecida e modificada pelos factores do pensamento contínuo que, ajustando-se às emanações do campo celular, lhe modelam, em redor da personalidade, o conhecido corpo vital ou duplo etéreo.

          Nas reentrâncias e ligações subtis desta túnica electromagnética com que o homem interage, circula o pensamento, colo­rindo-a com as vibrações e imagens de que se constitui, exi­bindo aí em primeira mão, as solicitações e os quadros que im­provisa, antes de irradiá-los no rumo dos objectos e das metas que demanda.

          Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a Aura Humana, peculiar a cada indivíduo, interpene­trando-o, ao mesmo tempo que parece emergir dele, à maneira de campo ovóide, não obstante a feição irregular em que se con­figura, valendo por espelho sensível em que todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as ideias se evidenciam, plasmando telas vivas, quando perduram em vigor e semelhança como no cinematógrafo comum.

Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende à cromática variada, segundo a onda mental que emiti­mos, retratando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objectivos e escolhas, enobrecedores ou deprimentes.

MEDIUNIDADE INICIAL — A aura é, portanto, a nossa plataforma omnipresente em toda comunicação com as rotas alheias, antecâmara do Espírito, em todas as nossas actividades de intercâmbio com a vida que nos rodeia, através da qual so­mos vistos e examinados pelas Inteligências Superiores, senti­dos e reconhecidos pelos nossos afins, e temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa ou por caminhos bem diferentes.

Isto porque exteriorizamos, de maneira invariável, o re­flexo de nós mesmos, nos contactos de pensamento a pensamen­to, sem necessidade das palavras para as simpatias ou repulsões fundamentais.

É por essa couraça vibratória, espécie de carapaça fluídi­ca, em que cada consciência constrói o seu ninho ideal, que co­meçaram todos os serviços da mediunidade na Terra, conside­rando-se a mediunidade como atributo do homem encarnado para corresponder-se com os homens libertos do seu corpo físico.

Essa obra de permuta, no entanto, foi iniciada no mundo sem qualquer direcção consciente, porque, pela natural apresen­tação da própria aura, os homens melhores atraíram para si os Espíritos humanos melhorados, cujo coração generoso se volta­va, compadecido, para a esfera terrena, auxiliando os compa­nheiros da retaguarda, e os homens rebeldes à Lei Divina alicia­ram a companhia de entidades da mesma classe, transformando-se em pontos de contacto entre o bem e o mal ou entre a Luz e a Sombra que se digladiam na própria Terra.

Pelas ondas de pensamento que se enovelam umas nas outras, segundo a combinação de frequência e trajecto, nature­za e objectivo, encontraram-se as mentes semelhantes entre si, formando núcleos de progresso em que homens nobres assimilaram as correntes mentais dos Espíritos Superiores, para gerar trabalho edificante e educativo, ou originando processos vários de simbiose em que almas estacionárias se enquistaram mutuamente, desafiando debalde os imperativos da evolução e estabe­lecendo obsessões lamentáveis, a se elastecerem sempre novas, nas teias do crime ou na etiologia complexa das enfermidades mentais.

A intuição foi, por esse motivo, o sistema inicial de inter­câmbio, facilitando a comunhão das criaturas, mesmo a distân­cia, para transmitir no trabalho subtil da telecomunicação, nesse ou naquele domínio do sentimento e da ideia, por intermédio de remoinhos mensuráveis de força mental, assim como na actualidade o remoinho electrónico infunde em aparelhos especiais a voz ou a figura de pessoas ausentes, em comunicação recíproca na radiotelefonia e na televisão.

Evolução em dois mundos.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 12:08
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Domingo, 23 de Novembro de 2008

Confiando e Servindo

Quantas vezes a nave de nossas tarefas é compelida a romper maré alta!...

Não importam dificuldade, ventania, tormenta, ameaça... Seguir sempre em busca do porto seguro dos nossos objectivos.

Quanto mais nos sustentarmos firmes no domínio da união, mais amplos recursos para a obra a desenvolver.

Urge reconhecer que temos, pela frente, numerosos deveres a cumprir, notadamente no sector da divulgação de nossos princípios. Nesse sentido é forçoso observar que os agentes da perturbação e da agitação criam o clima adequado ao trabalho que nos compete. Nunca desanimar, por isso, diante de lutas e desconsiderações, conflitos e empeços.

Abstermo-nos sempre de participação no entrechoque das forças habituadas à sombra e sim aproveitar os momentos de indagação para responder certo. Lá fora, no plano externo de nossa construção espiritual, que a tempestade ruja e avance... no entanto que, por dentro de nossa edificação, haja entendimento e luz suficientes a fim de que os caminhos a percorrer se façam claros.

Dificuldades e crises nos oferecem a medida exacta do serviço a erguer-se com as sugestões necessárias para o levantamento do bem. Que outros arrastem para a arena da discussão e do azedume os temas da inquietação e da intemperança mental. De nossa parte, estejamos naquela atitude de oração e vigilância, isto é, confiando e servindo em nome do Senhor.

Espírito: BATUÍRA

Médium: Francisco Cândido Xavier

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 01:22
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Domínio da Mente

A qualidade da ausência do desejo mostra que o corpo astral precisa ser dominado; o mesmo acontece em relação ao corpo mental. Isto significa domínio do temperamento, de modo a não poderes sentir exaltação ou impaciência; o domínio da própria mente, a fim de que o pensamento seja sempre calmo e sereno e, através da mente, o domínio dos nervos, a fim de que sejam o menos irritáveis possível. Este último objectivo é difícil de atingir, porque, quando tentas preparar-te para a Senda, não podes deixar de tornar o teu corpo mais sensitivo; por sorte os seus nervos podem ser facilmente abalados por um som ou um choque, e sentir de um modo agudo qualquer pressão. Faz, porém, o melhor que te for possível. A mente calma implica, também, coragem, a fim de afrontares sem medo as provas e dificuldades da Senda; implica outra firmeza, para suportares as pequenas perturbações inerentes à vida diária e evitar os aborrecimentos incessantes, oriundos de pequenas coisas em que muita gente consome a maior parte do seu tempo.

O Mestre ensina que não tem a menor importância o que ao homem acontece exteriormente; tristezas, perturbações, doenças, perdas – tudo isso não deve ser nada para ele e não deve permitir que lhe afectem a calma mental. São o resultado das acções passadas e, quando cheguem, devem ser suportadas alegremente, com a lembrança de que todo mal é transitório e que é dever de cada um permanecer sempre contente e sereno. Pertencem às tuas vidas anteriores e não a esta; não podes alterá-las, portanto é inútil que com elas te preocupes. Pensa antes no que estás, agora a fazer e que determinará os acontecimentos da tua próxima vida, pois essa podes modificar.

Não cedas nunca à tristeza e ao desalento. O desalento é mau, porque contamina os outros e torna as suas vidas mais difíceis, o que não tens o direito de fazer. Portanto, sempre que venha a ti, deves repeli-lo imediatamente. Deves ainda dominar o teu pensamento de outro modo; não o deixes vaguear. Fixa o teu pensamento naquilo que estás a fazer, com o objectivo de ser feito com perfeição; não deixes a tua mente ociosa, porém mantém sempre bons pensamentos em reserva, prontos a avançar quando ela estiver livre. Emprega, diariamente, o poder do teu pensamento em bons propósitos; sê uma força orientada para a evolução. Pensa cada dia em alguém que saibas estar imerso na tristeza e no sofrimento, ou necessitando de auxílio e derrama sobre ele teus pensamentos de amor.

Preserva a tua mente do orgulho, porque o orgulho provém somente da ignorância. O homem que não sabe, pensa ser grande por ter feito alguma grande coisa; mas o homem sábio compreende que só Deus é grande e que toda boa obra é feita só por Ele.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 12:00
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