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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Preexistência da Alma

Sem a preexistência da alma, a doutrina do pecado original não seria somente inconciliável com a justiça de Deus, que tornaria todos os homens responsáveis pela falta de um só, seria também um contra-senso, e tanto menos justificável quanto, segundo essa doutrina, a alma não existia na época a que se pretende fazer que a sua responsabilidade remonte.

Com a preexistência, o homem traz, ao renascer, o gérmen das suas imperfeições, dos defeitos de que se não corrigiu e que se traduzem pelos instintos naturais e pelos pendores para tal ou tal vício. É esse o seu verdadeiro pecado original, cujas consequências naturalmente sofre, mas com a diferença capital de que sofre a pena das suas próprias faltas, e não das de outrem; e com a outra diferença, ao mesmo tempo consoladora, animadora e soberanamente equitativa, de que cada existência lhe oferece os meios de se redimir pela reparação e de progredir, quer despojando-se de alguma imperfeição, quer adquirindo novos conhecimentos e, assim, até que, suficientemente purificado, não necessite mais da vida corporal e possa viver exclusivamente a vida espiritual, eterna e bem-aventurada.

Pela mesma razão, aquele que progrediu moralmente traz, ao renascer, qualidades naturais, como o que progrediu intelectualmente traz ideias inatas; identificado com o bem, pratica-o sem esforço, sem cálculo e, por assim dizer, sem pensar. Aquele que é obrigado a combater as suas más tendências vive ainda em luta; o primeiro já venceu, o segundo procura vencer. Existe, pois, a virtude original, como existe o saber original, e o pecado ou, antes, o vício original.

Do Livro: “A Génese” – Capítulo I – Item 38

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 08:50
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Domingo, 11 de Janeiro de 2009

AMÉRICO MONTAGNINI

PROF. AMÉRICO MONTAGNINI Nascido na cidade de São João da Boa Vista, Estado de S. Paulo, no dia 1º de maio de 1897, e desencarnado em S. Paulo, no dia 29 de novembro de 1966.

      Na história do Espiritismo paulista um lugar de destaque é reservado ao Prof. Américo Montagnini, quer seja pela sua atuação incessante, quer pelo seu grande esforço em favor do engrandecimento da causa comum que esposamos.

      Montagnini foi presidente da tradicional Associação Espírita São Pedro e São Paulo, uma instituição que prestou inestimáveis serviços ao Espiritismo, numa época quando ele era mal compreendido e olhado por muitos com reservas. Essa associação teve a sua sede na rua Barão de Paranapiacaba nº 7, na capital do Estado de S. Paulo, tendo passado por ela grandes vultos espíritas, dentre eles os Drs. Augusto Militão Pacheco e Pedro Lameira de Andrade.

      Pertencendo ao quadro directivo dessa famosa entidade espírita, o Prof. Montagnini foi um dos elementos que mais propugnaram para que tanto a Associação Espírita S. Pedro e S. Paulo como a Sociedade Metapsíquica de S. Paulo se extinguissem, fundindo-se numa nova instituição: a Federação Espírita do Estado de S. Paulo, com um programa muito mais vasto e arrojado.

      Desta forma, no dia 12 de Julho de 1936, com a fundação da Federação, Montagnini passou a lhe dar todo o concurso possível. Com a renúncia, em 10 de Dezembro de 1939, do então presidente da instituição, Dr. João Batista Pereira, Américo Montagnini assumiu a sua presidência, cargo que exerceu com raro descortino até a data da sua desencarnação.

      O trabalho do Prof. Montagnini no campo da divulgação do Espiritismo foi dos mais salientes, entretanto, ele trabalhava em silêncio, sem alardes.

      Médium de apreciáveis recursos foi companheiro do Dr. Augusto Militão Pacheco nas tarefas de esclarecimento daqueles que necessitavam tomar conhecimento dos consoladores ensinamentos dessa Doutrina. Desta forma, além de propiciar novas luzes àqueles que dela necessitavam ele procurava minorar os sofrimentos daqueles que buscavam lenitivo para o corpo alquebrantado.

      Homem dotado de notável senso de responsabilidade, comedido em suas atitudes, leal, de invejável integridade moral, o Prof. Montagnini tornou-se de direito e de fato um dos baluartes no campo da divulgação do Espiritismo no Estado de São Paulo.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 01:05
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Finalidades das Curas Espirituais

s

abemos que o grande papel desempenhado pelo Espiritismo está relacionado à moralização da humanidade. Assim sendo, pergunta-se por­que assume a Doutrina Espírita compromissos com as curas espiri­tuais? Qual a finalidade da existência de médiuns curadores? Quem responde é Divaldo Franco:

"A prática do bem, do auxílio aos doentes. O apóstolo Paulo já di­zia: Uns falam línguas estran­geiras, outros profetizam, outros impõe as mãos... Como o Espiritismo é o Consolador, a mediúnidade, sendo o campo, a porta pelos quais os Espíritos Superiores semeiam e agem, a faculdade cu­radora é o veículo da misericórdia para atender a quem pa­dece, despertando-o para as realidades da Vida Maior, a Vida Ver­dadeira. Após a recuperação da saúde, o paciente já não tem direito de manter dúvidas nem suposições negativas perante a realidade do que ex­perimentou.

O médium curador é o intermediário para o chamamento aos que sofrem, para que mudem a direcção do pensamento e do comportamento, inte­grando-se na esfera do bem."

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:21
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Afinal, o que é Espiritismo?

Kardec nos afirma que o Espiritismo é uma ciência experimental, constituída a partir das instruções dadas pelos Espíritos sobre todos os assuntos que interessam à Humanidade e, também, através das respostas às perguntas que lhes foram propostas, tendo sido recolhidas e coordenadas com cuidado (OE, p.186). Tais instruções possibilitaram a Kardec produzir três estudos fundamentais, um de ordem filosófica (O Livro dos Espíritos), um de ordem moral (O Evangelho segundo o Espiritismo) e um sobre o processo de comunicação mediúnico (O livro dos Médiuns).
Porém, devemos nos lembrar que Kardec viveu e escreveu imbuído pelos valores dominantes do homem europeu do século XIX: o evolucionismo, o positivismo, o cientificismo etc. Além disso, se tais livros abarcaram “todos” os assuntos que interessavam naquele momento da história europeia e ocidental, não significa que outros assuntos não possam ser abordados pelo Espiritismo. Ou será que eles dão conta de todos os assuntos que interessaram à humanidade do século XX e dos que interessarão à humanidade do século XXI?
Será que Kardec poderia prever que entre outros assuntos, o homem ocidental se preocuparia com a preservação do meio ambiente e, relacionado a este tema, com o vegetarianismo e com o direito dos animais? Ele poderia prever o surgimento de novas terapias vibracionais como os Florais, o Reiki, a Cromoterapia ou a Musicoterapia? Ou que o homem dito “civilizado” demonstraria um interesse gradativo pelas ancestrais filosofias e práticas corporais do Oriente, tais como o T’ai Chi Chuan, o Yoga, a Meditação, o Do-In? E mesmo no campo do mediunismo, será que Kardec imaginaria que no século XX a Umbanda seria renovada, abolindo o sacrifício de animais e a cobrança pelo trabalho de assistência espiritual ou que haveria uma crescente manifestação mediúnica de entidades na forma de índios, pretos-velhos, crianças, orientais etc., além dos famosos médicos, literatos, padres e filósofos? Kardec poderia prever o surgimento da Transcomunicação Instrumental, justamente, no seio da Igreja Católica, no Vaticano? E a Apometria, com o diagnóstico de outras enfermidades espirituais?
Em suma, são tantos temas e assuntos espíritas que, se Kardec tivesse encarnado no século XX, teria produzido, ou orientado, muitos estudos segundo o Espiritismo.
Sendo o Espiritismo uma ciência experimental, tais assuntos apresentados acima, todos de interesse da humanidade, não podem ser levados aos Espíritos? Será que estes não podem abordá-los em reuniões mediúnicas?
Dentro da lógica e do bom senso kardequiano, tudo leva a crer que sim. Porém, consolidou-se, no século XX, um movimento kardecista para o qual todo e qualquer assunto que não esteja contido nas chamadas “obras da codificação” não é “doutrinário”. Desse ponto de vista, os Espíritos que ousam abordá-los são rotulados como “mistificadores” e os médiuns que os escutam de “fascinados”.
Os seguidores de tal movimento insistem em escrever e propagar que a Umbanda não é Espiritismo, que uma série de terapias ensinadas por espíritos não é Espiritismo etc. Possivelmente tais escritores nunca leram o artigo “o espiritismo entre os druidas”, publicado em 1858, na revista Espírita, editada pelo próprio Kardec. Se para o codificador do Espiritismo até os druidas (que eram tidos como “supersticiosos” e “sanguinários” pelos cristãos) praticavam “espiritismo”, porque não os umbandistas e os nossos silvícolas? E se até Sócrates, que defendia o aborto para controlar o crescimento populacional, é considerado precursor do espiritismo, porque tanto pavor diante de uma entidade indígena ou de um peto-velho?
Tais contradições só poderão ser resolvidas quando reconduzirmos a questão espírita para o campo proposto por Kardec: o da Ciência. Compreendendo que o Espiritismo é um campo de pesquisa experimental onde todos os assuntos da humanidade são objectos de estudo, a “doutrinação” cai por terra, uma vez que, a ciência tem como meta compreender e explicar o mundo. A doutrinação pertence a outro departamento: o da religião. Logo, não deve ser pensado como um kardequiano ou um cientista espírita quem afirma que um determinado assunto, ainda mais envolvendo a espiritualidade, não seja “doutrinário”.
Kardec parece ter profetizado quando afirmou que ao lado da Doutrina Espírita poderão se formar seitas fundadas ou não sobre os princípios do Espiritismo (O.P., p. 336). E o kardecismo é, com certeza, a mais importante delas. Mas é importante salientar que não foi Kardec quem criou o kardecismo. Aliás, não custa realçar, sempre afirmou que o campo de pesquisa do Espiritismo é o científico e não o religioso. As forças no meio kardecista que não aceitam que novos temas sejam discutidos (com o argumento de salvaguardar a pureza doutrinária), demonstram apenas que se renderam ao dogmatismo e ao fanatismo. Pois é sempre mais fácil e cómodo, para se fazer prosélitos, manter-se preso às frases feitas, decoradas e proferidas exaustivamente do que raciocinar de forma independente e crítica, o objectivo maior de Kardec. O Espiritismo proposto por Kardec não está preocupado em fazer prosélitos e muito menos em “doutrinar”.
Em suma, o cientista espírita possui consciência histórica e sabe que a História e o mundo se transformam, assim como as imagens que as pessoas têm desse mesmo mundo. É por isso que há um fosso significativo e quase intransponível entre a ciência e a religião. A primeira é feita, sobretudo, com consciência. Ela é dinâmica, neg-entrópica, e seus métodos, suas heurísticas e seus objectos são sempre renovados, quando necessários. E assim é também com o Espiritismo, a ciência experimental criada por Kardec, mesmo que ele ainda não seja reconhecido pelos donos do saber académico e não obtenha recursos para pesquisas. Aliás, hoje em dia, é mais fácil obter recurso para congelar corpos em decomposição e esperar o dia em que a ciência poderá “ressuscitá-los”, do que para realizar pesquisas sérias sobre reencarnação e imortalidade da alma.
Publicado por Viktor às 10:55
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