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Sábado, 6 de Junho de 2009

O Estudo do Budismo

Estando na Universidade onde tinham filosofias de todo o mundo, começou a pesquisar outras filosofias. Estudou Hinduísmo, Zoarastrismo e, claro, religião. Quando chegou ao Budismo, encontrou uma passagem que dizia que o Buda curava através da colocação das mãos. Curou invisuais, turberculosos e também leprosos. Quando fez esta descoberta, disse: “Devo prosseguir os meus estudos no Budismo e descobrir se Buda terá deixado algum tipo de fórmula para a arte da cura.”

Então, o Mestre Usui passou sete anos nos Estados Unidos, e concluiu: “É tempo de ir para um país budista e estudar o Budismo e encontrar a fórmula”. Quando chegou ao Japão, não perdeu tempo. Aterrou em Kyoto, onde vivera, e visitou todos os grandes mosteiros, e ainda hoje Kyoto é a Meca dos templos e o berço. Naquela altura, Nara era o berço do Budismo mas Kyoto tinha mais gente e os maiores mosteiros do Japão. E decidiu ir visitar cada um deles. Começou pelo maior de todos, o de Shin. Quando lá chegou, conheceu um monge, e perguntou-lhe: “A Bíblia do Budismo ou os Sutras falam sobre a cura do Buda? Está escrito nos Sutras que Buda curou leprosos, tuberculosos e invisuais, colocando as mãos?” O monge respondeu: “Sim, está escrito nos Sutras.” Ele disse: “Já praticou essa arte? Consegue fazê-lo?” E o monge disse: “Bem, no Budismo, a parte física é muito importante, mas consideramos a igreja e o sacerdócio para catequizar as pessoas para que tenham mentes melhores. Queremos primeiro estreitar as suas mentes para que se tornem mais espirituais e então mostrem maior gratidão e aprendizagem de tudo, das melhores coisas da vida. Isto é um templo ou uma igreja, e nós, monges, não temos tempo para o físico no crescimento do espiritual, a cura espiritual vem primeiro.” O Mestre Usui fez uma vénia e agradece: “Obrigada.” E foi-se embora, para Kyoto. Visitou diferentes templos mas toda a gente lhe dava a mesma resposta. Diziam-lhe: “Sim, está registado nos Sutras, por conseguinte nós aceitamos e cremos que Buda era um terapeuta. Mas estamos a tentar curar a mente, primeiro, e por isso desconhecemos tudo o que diga respeito à cura do corpo.”

Após meses de pesquisa, o Mestre Usui desanimou, mas não desistiu. “Ainda tenho um sítio para visitar”. E por fim compreendeu-o, num templo Zen. Quando se aproximou, tocou o sino e apareceu um rapazinho. “Gostaria de falar com o monge mais elevado deste Grande Templo.” O rapazinho respondeu: “Por favor, entre. E quem é você?” Respondeu: “Eu sou Mikao Usui. Gostaria de estudar o Budismo e, por isso, gostaria de conhecer o monge.” A mensagem foi transmitida. O monge, nos seus setenta e dois anos, face adorável como a de uma criança, olhar inocente, voz doce, recebeu-o: “Entre. Quer dizer que está interessado no Budismo?” O Mestre Usui respondeu: “Sim, estou. Antes de mais, gostaria de lhe fazer uma pergunta. A filosofia Zen crê na cura?” Disse o monge: “Sim, cremos. Está escrito nos Sutras que Buda o fez, então no Budismo temos a cura.” O Mestre Usui pergunta: “Então, podem curar o Eu físico?” O monge responde: “Ainda não.”. E torna: “O que quer dizer com “ainda não”?” O monge responde: “Oh, nós, os monges, estamos muito, muito ocupados a fazer discursos e palestras e sermões, para que a mente fique afinada para o nível espiritual. Queremos melhorar a mente antes de tocarmos o físico.” “E como vão obter o treino físico?” O monge responde: “Isso virá a seu tempo. Ainda não desistimos apesar de ainda não o termos alcançado. Daí as preces Zen nos nossos cânticos dos Sutras, que são fundamentais para a nossa fé. Estão mais fortes que nunca, isso não perdemos. E um dia, numa das nossas meditações receberemos essa grande luz, e então saberemos. Sabemos que estamos prontos, mas não no presente. Estamos a tentar e sabemos que ainda não chegámos lá. Antes de terminarmos as nossas meditações e antes de entrarmos na transição, tenho a certeza de que tudo será clarificado e seremos capazes de o fazer.” “Muito obrigado. Posso entrar e ficar aqui a estudar os Sutras que tem em sua posse? Também gostaria de participar nas palestras sobre o Budismo. Eu era um sacerdote Cristão, tenho fé na Bíblia cristã e já procurei por todo o lado e anda não encontrei a fórmula para a cura – apesar de crer que Cristo o fez, e ainda o creio.” Então o monge responde: “Entre.” O Mestre Usui pede: “Gostaria de me juntar aos monges, aos sacerdotes e estudar aqui.” Demorou-lhe cerca de três anos estudar todos os Sutras do Templo. Quando chegava a hora da meditação, o Mestre Usui sentava-se com os outros monges e participava em horas e horas de meditação. E tornou-se claro em si que isto não era suficiente. Por isso, disse: “Agradeço muito a vossa preciosa ajuda e por me terem deixado ficar aqui. Gostaria de ficar mais tempo e aprofundar os meus estudos.” O monge respondeu: “É bem-vindo a ficar, pois acreditamos na sua busca. A única coisa que estamos a fazer – para além das orações – é meditar bastante para receber essa graça. Porém, se pretende aprofundar os seus estudos, esteja à vontade para o fazer neste Templo.” O Mestre Usui pensou para si: “Os caracteres japoneses escritos nos Sutras, aliás todos estes caracteres, são originários da China. Adoptámos os caracteres chineses como caracteres japoneses, por isso quando lemos os Sutras não conseguimos compreender. É como um inglês tentar ler latim. Conhece-se, mas os caracteres são tão lidos como escritos.” Podia fazê-lo. Então, aprofunda o estudo dos caracteres chineses e torna-se um Mestre. No entanto, “ainda não é o suficiente. No fundo, o Buda era Hindu, portanto devo estudar sânscrito. Talvez estudando-o me aperceba de alguma nota tirada pelos discípulos de Buda, porque o Buda tinha muitos discípulos, e foi assim que se escreveram as escrituras.”

Associação Portuguesa de Reiki “Monte Kurama”

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:00
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007

O PAPEL DOS PROFETAS NA BÍBLIA E NO CULTO DA IGREJA PRIMITIVA

Esclarecimentos dados pelas epístolas de Paulo - Profetas em Israel e na Igreja Cristã, e sibilas, oráculos e pitonisas, nos meios pagãos - João, o evangelista, e os Espíritos. Um dos problemas mais discutidos no mundo cristão, desde o aparecimento do Espiritismo, é o profetismo. O que era o profetismo bíblico, e o que era por sua vez, o profetismo apostólico? Por que, na Igreja Primitiva, ao lado dos vários responsáveis pelo movimento cristão, havia os profetas? E o que faziam esses profetas, do que estavam eles incumbidos? O rev. Robert Hastings Nichols, em suas História da Igreja Cristã, publicada em versão portuguesa pela Casa Editora Presbiteriana, lembra que podemos ter uma ideia das práticas da Igreja Primitiva pelas epístolas de Paulo, "especialmente as enviadas aos Coríntios". É precisamente o que dizem os estudiosos espíritas do assunto. No seu livro De cá e de Lá, publicado nesta capital há cerca de quinze anos, pela livraria da União Federativa Espírita Paulista, o prof. Romeu do Amaral Camargo, ex-diácono da l Igreja Presbiteriana da Capital, estuda o problema com base nas epístolas de Paulo, especialmente na l Coríntios. Para o rev. Nichols, havia na Igreja Primitiva, dois tipos de culto, sendo um "o da oração" e outro o da refeição em comum, a chamada "Festa do Amor". Quanto ao primeiro, diz o rev. Nichols: "O culto era dirigido conforme o espírito os movia no momento. Faziam orações, davam testemunho, ministravam certos ensinos, cantavam e saímos". O que seriam esses "certos ensinos", e como seriam ministrados? Noutro trecho, o rev. Nichols levanta uma pontinha do véu: "O Novo Testamento fala de oficiais que se ocupavam do ministério da pregação e do ensino. São conhecidos como apóstolos, profetas e mestres. O nome de apóstolo não era restrito aos companheiros de Jesus, mas pertencia também a outros pioneiros do Evangelho, que levavam as boas novas aos novos campos. Os profetas, mestres e doutores, esclareciam o significado dos Evangelhos às igrejas. Todos esses exerciam seus ofícios, não pela indicação de qualquer autoridade, mas porque revelavam estar habilitados para tais ofícios, pelos dons do Espírito Santo".
Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, estudando a passagem referente à entrevista de Nicodemos com Jesus acentua: "O texto primitivo diz apenas “da água e do espírito”, enquanto certas traduções substituíram Espírito por Espírito Santo, o que não é a mesma coisa. Este ponto capital sobressai dos primeiros comentários feitos sobre o Evangelho, o que um dia será analisado sem equívoco possível". Kardec cita ainda a tradução clássica de Osterwald, conforme o texto primitivo que diz: "Quem não renascer da água e do espírito".
A expressão Espírito Santo, que poderia, pois, levar confusões à compreensão do texto, deve ser substituída por Espírito, conforme o original do texto grego primitivo, e tudo se esclarecerá. Os dons do Espírito, dons que podem ser movidos no profeta por um espírito que seja santo ou não, eram os elementos dominantes da Igreja Primitiva. E tanto assim, que o apóstolo João, também evangelista, advertiu os crentes, na sua primeira epístola: "Caríssimos, não acrediteis em todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus". (Cap. 4, vers. l -3). Estudando os caps. 12 e 14 da l Epístola aos Coríntios, de Paulo, o prof. Romeu do Amaral Camargo declara: "Esses dois capítulos encerram matéria de grande importância e real utilidade para os assistentes de uma sessão espírita, e também indicam claramente o procedimento a ser observado pêlos que participam de uma sessão". E assim é, realmente. De tal maneira o apóstolo Paulo se refere aos dons mediúnicos dos profetas, que essa epístola se torna uma espécie de orientação para os trabalhos práticos de Espiritismo. Por ela se vê, com absoluta clareza, que o culto da oração incluía os ensinos proféticos, e que estes nada mais eram do que as manifestações mediúnicas. O Espiritismo veio esclarecer o papel dos profetas na antiguidade, que era semelhante ao das sibilas e pitonisas. Espinosa já havia chegado à conclusão, nos seus famosos estudos sobre as Escrituras, que o profetismo não era um privilégio dos judeus, mas uma qualidade do homem, existente em todo o mundo antigo, como em todo o mundo moderno. Mas aquilo que Espinosa não podia explicar senão como efeito da imaginação, comparando a inspiração dos profetas à dos poetas, o Espiritismo veio explicar mais tarde, no cumprimento das promessas do Consolador, restabelecendo as coisas em seu verdadeiro sentido. O profetismo bíblico e o apostólico eram simplesmente o uso da mediunidade, como hoje se faz nas sessões espíritas. E assim como, na antiguidade, havia profetas em Israel e na Igreja Primitiva, enquanto no mundo pagão existiam sibilas, pitonisas e oráculos, assim, no mundo moderno, há médiuns no Espiritismo, e há "cavalos", "tremedores", "possessos" e "convulsionários", em organizações religiosas que não seguem os princípios do Consolador ou Espírito da Verdade. O velho problema do profetismo está perfeitamente esclarecido, graças aos estudos espíritas.
J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 20:00
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2007

DEUS Morre quando os Homens se apegam à letra que Mata

Revistas inglesas, norte-americanas, alemãs e francesas vêm há meses anunciando a morte de Deus. Uma revista brasileira aproveitou o assunto e os dados das revistas estrangeiras. Não há nenhuma novidade no assunto, que outras publicações do mundo inteiro vão repetindo. Nem se trata de campanha contra a ideia de Deus, como pretendem alguns religiosos de vistas curtas. Simples questão de interesse jornalístico. Mas a verdade é que tudo começou com os teólogos, os doutores da ciência de Deus, que já não sabem mais o que fazer com essa ciência.
A existência de ateus e a propagação do ateísmo não são novidades. Os ateus já dominam politicamente mais da metade do mundo. Ideologicamente representam a maioria das pessoas cultas. Para todos eles, Deus já morreu há muito tempo. As igrejas são importantes para devolver-lhes a fé. Esse o motivo do desespero dos teólogos, que chegam à conclusão de que Deus está morrendo e é necessário salvá-lo. Mas é preciso não confundir Deus com a concepção antropomórfica de Deus. O que está morrendo, e ninguém jamais conseguirá reabilitá-la, é essa concepção, oferecida ingenuamente pêlos pregadores bíblicos a um mundo que não vive mais a fase agrária da civilização judaica antiga.
Os fanáticos da Bíblia não podem evitar a morte de Deus. Quanto mais falarem e escreverem sobre Deus, mais o afastarão do espírito arejado dos homens modernos. Porque a ideia de um Deus semelhante ao homem só podia servir para criaturas ingénuas, numa fase primária da evolução humana. Enquanto os teólogos, os pregadores, os religiosos em geral, não se convencerem de que as Escrituras Sagradas não são tabus e devem ser estudadas no seu espírito, sem apego à letra, nada poderão fazer contra o ateísmo.
A concepção bíblica de Deus é alegórica, como já afirmamos numerosas vezes. O Livro dos Espíritos ensina isso desde as suas primeiras páginas. A própria Bíblia proíbe que façamos imagens de Deus, pois essas imagens são perecíveis. Quando elas morrem, Deus pode morrer na alma desolada dos crentes. Se quisermos evitar a morte de Deus na consciência humana, evitemos o literalismo bíblico e a idolatria. Uma imagem mental de Deus é também um ídolo perecível, e quem a cultura não é menos idólatra que os adoradores de imagens materiais. A concepção espírita de Deus está acima dessas controvérsias teológicas. O Deus espírita não é um ídolo, mas aquela realidade que, como dizia Descartes, está na consciência do homem como a marca do artista na sua obra.
J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 17:06
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