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*Cursos de Reiki e Karuna de Todos os níveis*-*Workshop's de Técnicas de Reiki*
Segunda-feira, 16 de Setembro de 2013

A melhor forma de Viver

     Um homem muito rico procurou um mestre e lhe pediu que o ensinasse a viver a vida da melhor forma possí­vel. Ele queria aproveitar o máximo a vida e ser feliz. O mestre respondeu:

     - Infelizmente isso não será possível, pois tive uma vi­são de que o senhor irá morrer amanhã à noite.

     O homem ficou assustadíssimo com essa  notícia. Saiu de lá rapidamente, e foi ver a sua família. Encontrou sua esposa e filhos, e lhes disse:

     - Meus amores, um sábio me disse, pela sua vidência, que tenho apenas um dia de vida. Queria dizer que amo muito vocês, e que vamos passar este dia todos juntos, em total harmonia, para que na eternidade fi­que registrado o quanto eu sempre os amei. Mas antes, preciso falar com algumas pessoas amanha durante o dia.

     Assim que amanheceu, o homem saiu da casa e foi encontrar-se com seu vi­zinho que, há algum tempo, havia tido um briga bem séria. Pediu perdão ao vizinho por tudo, disse que se arrependia do mal que havia lhe causado e saiu de lá.

     Depois disso, o homem foi encontrar sua mãe, que sendo muito velhinha, havia colocado numa casa dis­tante e estava tendo de se virar sozinha. Assim que viu a mãe, disse:

     - Mãe, perdoe-me por ter me afastado de você. Eu es­tava muito autocentrado e só conseguia ver meu pró­prio umbigo. Estou morrendo e quero que fique co­nnosco agora no  meu último dia de vida.

     O homem foi então perdoando as ofensas das pessoas, ajudando aqueles que antes havia prejudicado, e cada coisa que fazia procurava estar totalmente presente, pois sabia que seria a última vez.

     O dia passou bem rápido, mas foi o dia mais libertador de sua vida. Voltou para casa, reencontrou toda a sua família, e viu a noite cair. Jantaram juntos, ficaram todos abraçados, e o homem esperava o fatídico mo­mento de sua morte.

     O tempo passou, passou, e ele não morreu. Veio o dia seguinte, e o homem ainda estava sentindo-se muito bem, sem nenhum sinal de que estava próximo à morte. Ao contrário de tempos passados, o homem sentia-se maravilhosamente tranquilo e feliz, muito melhor do que qualquer época em toda a sua vida.

     Resolveu então retornar e falar novamente com o sá­bio. Assim que o encontrou, questionou:

     - Mestre, anteontem o senhor me disse que eu morreria ontem, mas veja que hoje continuo saudável e nada me ocorreu. Pelo jeito sua previsão falhou, pois me sinto feliz e bem leve.

     O mestre respondeu:

     - Não falhou, pois não houve nenhuma visão do futuro. Você me perguntou como era possível vi­ver a vida da melhor forma possível. O que você fez neste último dia, acreditando que iria morrer, senão viver intensamente cada momento? Você ficou mais próximo de sua família, perdoou ofensas, arrependeu-se de brigas, aproximou-se de pessoas que ama, e disse a sua família o quanto você a amava, além de ter fi­cado bem próximo a eles. Portanto, este é o ensinamento que deixo a você. Viva cada dia como se fosse o último. Trate as pessoas sem cultivar mágoas, pois um dia tudo isso passa. Sinta-se liberto dessa vida sa­bendo que um dia você não mais estará presente. De­clare seu amor aberta e calorosamente, como se fosse a última vez. Liberte-se das preocupações, das tensões e das culpas, como se elas fossem passar e dissolver-se com o fim de tudo. O que dá sentindo a vida, é o sentido que é dado quando sentimos que tudo está próximo de encerrar. Quando tomamos consciência de nossa mortalidade e da pe­quenez da existência humana, nos libertamos de qualquer prisão, e vivemos de forma leve e feliz.

Autor: Hugo Lapa

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 09:49
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Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

Conspiração Aquariana

Publicado por Viktor às 01:58
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Terça-feira, 28 de Setembro de 2010

Problemas Existenciais…

Caros leitores,

     Umas das grandes questões sobre as quais se debate o Ser humano são: o que sou, de onde vim, para onde vou, que destino terei. As mais variadas ideias que temos sobre o Universo e as suas Leis, o papel de cada um neste teatro, primordial para cada um de nós, para podermos dirigir as nossas atitudes. Aqui reside a base que motiva toda uma civilização, pois tão superficiais são os seus ideais quanto superficial for o Ser. Colectiva e individualmente, a criação do mundo e da vida define os deveres de cada um, bem como os caminhos a seguir e as soluções a adoptarem.

     Como nem sempre são fáceis de resolver estes problemas, é típico simplesmente rejeitarem-nos. Tipicamente a maioria das pessoas são indecisas e vacilantes, o que faz com que sofram com que sofram com a consequência dos seus actos. Todas as épocas têm um determinado mal que causa perturbações no Ser mantendo-o preso a esses paradigmas. É claro que quando se fala em progresso, as pessoas perguntem, mas para chegar onde? É nisso que não pensam o tempo suficiente. Todo o Ser, inconsciente dos seus desígnios, é como se fosse um viajante que automaticamente percorre-se um caminho sem conhecer o ponto de partida e chegada e sem saber porque está a viajar mas, contudo sempre disposto a parar ao primeiro obstáculo que se lhe depare, o que o faz perder tempo descuidando-se assim do objectivo que pretende alcançar. A mediocridade e obscuridade das mais variadas doutrinas religiosas bem como os abusos que têm engendrado ao longo de gerações, faz com que imensos Seres sejam lançados para o materialismo. Como tal, estes crêem que tudo acaba com a morte, e que o destino do Homem é desvanecer-se no nada.

     Vamos então observar como esta forma de ver as coisas está oposta à experiência e razão. À partida não se coaduna com toda a noção de justiça e progresso. Se as nossas vidas se resumissem ao tempo que vai desde o nascimento à morte, apenas nos regeríamos pela lei dos instintos, apetites e gozos e de pouco nos valia amar-mos o Bem e a igualdade entre os Seres neste mundo. O egoísmo bem entendido, seria a suprema sabedoria e a existência perderia a sua grandeza e dignidade. As mais generosas e nobres faculdades do Ser humano, terminavam por se dobrar e extinguir inteiramente. A negação da vida futura eliminava todas as sanções morais, pois assim quer sejam bons ou maus, humildes ou criminosos, todos acabavam na morte. Mas que pensamento tão errado. Assim não haveria compensações relativamente às existências miseráveis, à opressão, à ansiedade e à dor. Não haveria também uma consolação relativamente às provas prestadas nem esperança para os aflitos. Não haveria diferenças nas esperanças e na evolução entre uma pessoa egoísta e egocêntrica que viveu única e exclusivamente para si muito dependente dos outros e uma pessoa humilde que sucumbiu em “combate” para a libertação da raça humana. Se tudo terminasse com a morte, não havia motivos para aborrecimentos e para conter os seus gostos e instintos, porque fora das leis terrenas ninguém o poderia julgar. Nestes moldes o bem e o mal seriam confundidos, acabando por se diluir no nada e o suicídio acabava por ser sempre uma forma de fugir às leis humanas. Acreditar que nada mais existe para lá da morte, deita por terra toda a condenação moral, o que deixava sem solução o problema que existe relativamente à desigualdade das existências, relativamente às nossas faculdades, situações e méritos relativamente às vivências. Já agora, vamos pensar no seguinte, porque é que uns têm todos os dons de riqueza enquanto outros vivem apenas na pobreza intelectual (vícios e miséria)? Porque é que Seres da mesma família, provindo da mesma carne e sangue, são tão diferentes em tantos pontos e feitios? Estas e outras questões não têm resposta possível para os materialistas e que têm uma resposta tão simples para os crentes.

     Vamos viver em comunidade e em conjunto, pensando colectivamente e agindo em prol do bem-estar comum da humanidade, pondo de lado a prepotência, egocentrismo, materialismo, inveja e apego do individualismo, pois todos estes pontos são fontes de sofrimento para qualquer Ser.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Estado de Espiríto: Grato por partilhar...
Música: M80
Publicado por Viktor às 10:45
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

Lidar com o Tempo

A fé deu-me uma importante ajuda para lidar com uma coisa que, no meu percurso de vida, muitas vezes me criou alguns embaraços: fazer as coisas a tempo.

Numa reflexão sobre o problema obtive a seguinte resposta: “Sempre que quero alguma coisa, quero-a na hora”.

Assim, compreendendo o sentimento despertado por essa vontade, fui aprendendo a ter cada vez mais paciência e calma, pois afinal esta é também para mim mais uma lição de vida que tenho de aprender. Então aqui lhes deixo uma ideia para o vosso controlo mental da situação, que pode resultar bem com vocês: Ter paciência é uma declaração directa de fé no plano divino. Isto é simplesmente a aceitação de que tudo está correcto para si, tal como agora, pois foi você é quem cria a sua realidade. O que quer dizer também que você pode mudar o que existe pelos seus próprios esforços de transformação. A impaciência significa que você não se acha capaz de criar o que pretende. Significa falta de fé no seu Plano Divino. O que você deseja no plano físico leva algum tempo para se manifestar. Para me auxiliar a aceitar esta realidade, posso utilizar a seguinte afirmação: “Desejo honrar o meu compromisso com o facto de estar no plano físico honrando o tempo necessário para a realização das tarefas aqui”. A lentidão “aparente” entre a causa e o efeito construída neste plano, tem sempre uma razão de ser. É necessário serem capazes de ver claramente as conexões de causa/efeito nas relações que não compreendemos. Essas relações, em última análise, existem entre partes de nós mesmos que ainda não estão unificadas.

O Tempo é apenas uma unidade de medida temporal, utilizada pelo ser encarnado no plano terrestre, dentro da imensidão temporal cósmica, onde o tempo (tal como por nós conhecido) não existe.

Saudações Reikianas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 14:10
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

O Elemento Fogo

À medida que a consciência das pessoas é elevada à actividade do Elemento Fogo, tudo em seus Seres começa a actuar com uma intensidade que eles não compreendem, e quanto mais trabalham neste Elemento Fogo, mais necessário será manter-se em guarda e alerta.

O treino que tratamos de dar-vos para abençoar, proteger e iluminar as pessoas tem o objectivo de treinar cada um para estar em guarda em todos os momentos. Ainda que todos devam compreender e esforçar-se por usar a Presença "Eu Sou" para manter o autocontrole, devem aprender a permanecerem serenos se algo inesperado acontece.

Usai esta afirmação frequentemente: "Eu Sou a Presença em guarda". Se algo inesperado acontecer, dizei somente: "Anularemos isto" e segui em alegre felicidade. Tratai de não terdes sentimento, porém sabei: "Eu Sou a Poderosa Presença governando a actividade de cada um".

Onde existir um Centro de Luz de Intensidade estará sempre presente um elemento perturbador que entrará através de alguém. Se estais trabalhando em casa, segui usando: "EU SOU a prova contra qualquer distúrbio repentino". Isto cria uma arma­dura que manterá a atmosfera harmoniosa.

Usai frequentemente: "EU SOU a Presença que nada pode perturbar". Mantende-vos sempre em uma atitude calma e alegre aconteça o que acontecer. Para alguém a quem desejais ajudar, dizei: "Olha, irmão, através da Presença "EU SOU", dou-te o poder de controlar isto, esta situação".

O Grande Amor e a Harmonia dentro dos corações dos estudantes, mantidos durante um período de tempo suficiente, farão qualquer coisa possível. Sentis a grande onda de paz e alegria que vem como a brisa de uma manhã de primavera? Eu vos explicarei: assim podeis avaliar quão ilimitado e maravilhoso é esse cuidado amoroso.

O grande Mestre que Jesus contactou e que o ajudou a conseguir a Vitória, é o mesmo que foi meu Mestre, e foi Sua Radiação que nos chegou agora. Ele deseja que Eu vos diga que "A medida em que avançais no Caminho da Luz, achareis que o modo mais fácil de anulardes uma perturbação é dar-lhe as costas e esquecê-la". Mais tarde podereis saber o Nome desse Mestre.

Para as actividades erradas, dizei: "Isto não é correcto" e de­pois, rapidamente, deixai passar. Isto elimina o distúrbio que cresce.

À medida que nos aproximamos da Luz, tornamo-nos uma grande família. Sabendo que somente há "Uma Grande Presença EU SOU" em todas as partes, vós, sendo a individualização dela, sabeis que somente pode haver uma grande família, Filhos do Deus Único.

Que fique bem entendido: Se alguém muito querido é demasiadamente crítico, dizei com convicção definida: "Não existe na­da que possa interferir em teu livre arbítrio. Não nos incomoda o debater sincero, porém não toleramos a crítica nem a discussão".

O Mensageiro deve negar-se a aceitar as coisas discordantes, enviando o elemento Amor para que sejam consumidas. O Mensageiro deve ser forte, porque, do contrário, o trabalho ficará pela metade. Nenhuma categoria ou trabalho do Mensageiro pode ser sustentado se ele permitir que um argumento ou sentimento discordante seja gerado.

É muito difícil ao indivíduo comum compreender que o modo mais fácil de impedir qualquer classe de perturbação é cessar a discussão sobre a questão. A única coisa que necessita atenção é o que está em vossa aura. O que está arquivado em vossa atmosfera só pode sair através de vosso sentimento. A palavra emitida não gravará a desarmonia em vossa Atmosfera Interna, a menos que tenhais usado um sentimento de condenação ou fúria. Se houver estas condições indesejáveis, é muito melhor que uma pessoa externe e retire o fato da mente, do que guardar o ressentimento ou rancor de ter sido ferido, pois isso é o que se regista em vossa Atmosfera Interna. Do Meu ponto de Vista, vejo o que está registado em vossos sentimentos e, portanto, em vossa Atmosfera Interna.

Vós sabeis como se forma um enxame; pois bem, em vosso mundo mental se passa exactamente a mesma coisa que um enxame manifesta no mundo físico. É muito importante que façais algo para não albergar um sentimento contra pessoas, lugares, coisas ou condições, porque estas se juntam e ficam gravadas em vossa Atmosfera Interna.

Se vos advém um desejo como "eu desejaria que fulano fizesse tal coisa", transmutai-o imediatamente e dizei: "Somente Deus em acção está ali". Quando um sentimento se regista em vossa atmosfera, fixa-se ali até que o dissolvais ou o consumais. É sempre o sentimento que faz o Arquivo Interno.

Não tem nenhum objectivo destruir-se uma coisa, se não desfazeis o hábito de gerar a causa. Uma pessoa pode conseguir isto facilmente dizendo: "EU SOU governando aqui". Não deixeis que vossos pensamentos corram desenfreados.

Fonte: Livro de Ouro de Sait Germain

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 02:36
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Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Eu Sou (cont.)

Em nome de Deus, suplico-vos que, cada vez em que vos encontreis dizendo que estais doente, pobre ou em outras situações adversas, instantaneamente invertais esta condição fatal para vosso progresso, e declareis mentalmente, com toda a intensidade de vosso EU SOU, que é todo saúde, opulência, felicidade, paz e perfeição. Cessai de dar poderes a condições externas, pessoas, lugares e coisas, pois o EU SOU é o poder de reconhecer a Perfeição em cada um e em todas as partes.

Quando pensais na expressão "EU SOU", significa que já sabeis que tendes Deus em acção actuando em vossa vida. Não permitam que falsas avaliações, conclusões e palavras continuem governando e limitando-vos: Lembrem constantemente: "EU SOU", portanto, sou Deus em Acção, "EU SOU" Vida, Opulência, Verdade já manifestadas".

Assim, lembrando-vos desta Presença invencível, mantende a porta aberta para que Ela (a Presença "EU SOU") mostre, em vossa manifestação externa, toda a Sua Perfeição.

Por Deus, não crede que, continuando a usar decretos erra­dos, de alguma maneira a vossa vida vá endireitar-se e manifestar coisas boas, porque é impossível que isto aconteça. Nos pastos usam-se ferros para marcar as reses. Eu gostaria de poder marcar-vos com um ferro, que fixasse em vossa consciência o "EU SOU" e que não pudésseis fugir do uso constante desta Grande Gloriosa Presença que sois.

Quando qualquer condição imperfeita aparecer em vossa experiência, declarai, veementemente, que não é verdade; que aceitais somente a Deus, a Perfeição em vossa vida. Cada vez e aceitais as falsas aparências; fareis com que elas se expressem e se manifestem em vossa vida e experiências. Não importa que creiais ou não no que estou vos dizendo, ISTO É UMA LEI comprovada através de anos de experiência. Hoje a entrega­mos a vós, para libertar-vos.

Vós sabeis que, no Mundo Ocidental, as pessoas gostam de se enganar com a ideia de que é suficiente apenas não acreditar (ou não aceitar) a antiga ideia oriental de bruxaria, para estar livre dela. A bruxaria não é senão o mau uso dos poderes espirituais, os mesmos que são usados para o bem. A pior classe de bruxaria é empregada, hoje, pela política, com o uso do poder mental mal qualificado.

Se essa mesma tremenda força fosse usada em sentido inverso, ou seja, para recordar que a Acção de Deus está em cada pessoa que ocupa um posto oficial, aquele que a empregasse desta forma positiva, não somente libertaria a si mesmo, como, também, preencheria o mundo político de liberdade e justiça; viveriam os humanos em um mundo natural, onde a Acção de Deus seria predominante em todos os momentos.

Como foi no Egipto é hoje: Aqueles que usam mal o poder da mente prendem-se eles mesmos na desarmonia, encarnação após encarnação. Fazei vós o seguinte propósito: "Eu não aceito nem adopto condições do ambiente alheio ou de nada do que me rodeia. Só de Deus, do Bem e do meu "EU SOU".

Precisais adquirir o hábito de governar vossa energia. Sentai, várias vezes ao dia, e aquietai-vos, aquietai vosso ser externo. Isto permitirá que vos supreis com a devida energia. Aprendei a ordená-la e controlá-la; caso quiserdes que ela (a vossa energia) esteja calma, mantende-vos quietos; se a necessitais activa, ponde-vos activos. Tendes que enfrentar as coisas e elevar-vos acima delas.

O estudante deve estar alerta para reconhecer, em si mesmo, os seus hábitos; não deve esperar que alguém aponte seus defeitos. Deve examinar-se e eliminar tudo o que não seja perfeito. A forma de conseguir é declarando que não se tem tal hábito indesejável. “Logo, sendo EU criação de Deus, sou Filho de Deus Perfeito". Isto traz uma liberação que não é possível conseguir de nenhuma outra forma. Permanecer com velhos costumes, é como vestir-se com uma roupa antiga. Lembrai-vos: Ninguém pode fazer nada por vós, deveis fazê-lo por vós mesmos. Neste trabalho, neste ensinamento e nesta radiação, todas as coisas velhas no indivíduo saem para serem consumidas. Antes de queixar-vos de cada coisa que experimentais em vós e em vosso mundo, lembrai-vos que elas vêm para que as quiteis e as transmuteis.

Tende cuidado em não fixar a atenção naquelas coisas das quais quereis livrar-vos. É ridículo estar lembrando de acontecimentos que não deram certo. Não é algo maravilhoso que, depois dos séculos em que estivestes construindo limitações, possais, em pouco tempo, extirpá-las e libertar-vos através de vossa própria atenção e esforço? Não vale a pena?! A forma mais rápida de consegui-lo é empregando o humor. A sensação leve que dá a alegria permite fazerdes maravilhosas manifestações. Se vos empenhais em invocar a Lei do Perdão, podeis consumir todas as más criações do passado com a Chama Violeta Transmutadora e sereis livres. Deveis ter consciência de que a Chama Violeta é a Activa Presença de Deus agindo.

Quando sentirdes desejo de fazer algo construtivo, esforçai-vos, com todo empenho, para consegui-lo, mesmo que o mundo caia ao vosso redor. Mesmo que não presencieis a manifestação, não deveis preocupar-vos. Ainda que os estudantes somente conheçam as coisas intelectualmente, não devem permitir que suas mentes voltem às condições más ou erradas do passado, já que eles sabem que tal recordação acaba com todo êxito. É incrível que as pessoas não dominem este inimigo. Nenhum estudante pode triunfar, até que deixe de voltar-se às condições negativas que está tratando de superar.

O trabalho íntegro de um Mestre é tratar de fazer compreender ao estudante o que significa aceitar. Aquilo com que o indivíduo está de acordo mentalmente será aceito por ele. Se ele prende a sua atenção em uma coisa, está fazendo ou unificando-se com ela, identificando-se com aquilo de mau ou bom em que se fixou. Quando a mente aceita ou está de acordo com alguma coisa ou condição, está decretando essa condição em seu mundo. A tudo que escutais ou que meditais com atenção, estareis aceitando, pondo-vos de acordo, identificando-vos com esse algo, em virtude de vossa atenção. Acreditais que um homem, que vê uma serpente cascavel enroscada, caminha deliberadamente para ela, para que o ataque? Lógico que não! Pois é isto que os estudantes fazem quando permitem que sua atenção retorne aos antigos problemas.

A actividade interior governa de acordo com o Plano da Perfeição. O exterior, quando o deixamos agir, sempre governa errada­mente. Quando um quadro construtivo ilumina-se na vossa mente, torna-se uma realidade. E essa realidade surge sempre que mantiverdes esse quadro em vossa lembrança. É possível fazer-vos tão conscientes da Presença de Deus, que, a qualquer momento, podereis ver e sentir Sua Radiação derramando-se em vós.

Para tudo o que ele não quer, o estudante demonstra a confiança no mundo exterior, porém, para tudo o que deseja deve obrigar-se a ter a mesma confiança que tem no espiritual. Deve sempre confiar em si mesmo, e deve pensar: "Como posso usar as indicações que me foram dadas, a fim de intensificar esta actividade?"

Livro: “O LIVRO DE OURO DA IRMANDADE DE SAINT GERMAIN

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:10
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

EU SOU

"EU SOU" é a actividade da Vida. É inacreditável que os estudantes mais sinceros nem sempre chegam a captar o verdadeiro significado dessas duas palavras!

Quando dizeis "EU SOU", sentindo-as, abres a fonte da Vida Eterna, para que corra sem obstáculos ao longo do seu curso; por outras palavras, abres amplamente a porta para o seu fluxo natural. Quando dizeis "Eu não sou", fechas a porta ante a face desta Magna Energia.

"EU SOU" é a plena actividade de Deus. Coloquei na vossa frente, infinidade de vezes, a Verdade de "DEUS EM AÇÃO". Quero que compreendais que a primeira expressão de todo o ser individualizado, em qualquer parte do Universo, seja em pensamento, sentimento ou palavra, é "EU SOU", reconhecendo, as­sim, a Sua própria Vitoriosa Divindade.

O estudante, ao tentar compreender e aplicar estas potentes, ainda que singelas leis, tem que manter uma vigilância estreita sobre os seus pensamentos e atitudes. Isto porque, cada vez que alguém pensa ou diz "Não Sou", "Não posso” ou “não tenho” está a sufocar a Magna Presença Interna, consciente ou inconscientemente, em forma tão tangível, como se colocasse as mãos à volta do pescoço de alguém. A diferença desse gesto, na forma externa, é que podem, com o pensamento, governar as vossas mãos e afrouxá-las a qualquer momento. Quando alguém faz uma declaração de “não ser”, “não ter” ou “não poder”, coloca em movimento a energia ilimitada que continuará actuando até que seja anulada e transmutada sua acção. Isto mostra o enorme poder que tendes para qualificar, ordenar e determinar a forma em que desejem que actue a Grande Energia de Deus. Digo-vos, amado estudante, que o dinamite é menos perigoso. Uma carga de dinamite desintegrará o vosso corpo; enquanto que pensa­mentos ignorantes, lançados sem controle nem governo, travam a roda da reencarnação indefinidamente (A humanidade deve ser informada que os habitantes das cidades morrem e reencarnam no mesmo lugar muitas vezes, porque formaram raízes que os atraem novamente ao mesmo lugar. O estudante que tem que reencarnar deve dar a seguinte ordem: “Na próxima vez, nascerei em uma família de grande Luz. Isto abrirá rapidamente a porta para seu progresso.”) ou seja: enquanto dure um decreto sem ser detido, transmutado e dissolvido, o mesmo continuará imperando "per secula seculorum", por disposição do próprio indivíduo!

Por isso observem o quão importante é que saibam o que estão a fazer quando usam atitudes incorrectas impensadamente, já que estareis empregando o mais potente e Divino Princípio da Actividade no Universo, ou seja, o "EU SOU".

Não compreendam mal, não se trata de uma actividade, ideia oriental, estrangeira, vã ou leviana, nem de nenhum exagero. Trata-se, nem mais nem menos, do mais alto Princípio de Vida, usado e expressado através de todas as civilizações que tenham existido. Lembrai-vos primeiro que toda a forma de vida, cons­ciente de si mesma, expressa o EU SOU, que é muito mais do que "eu existo". Depois, no seu contacto com o exterior, com actividade incorrectamente qualificada, é que o estudante começa a aceitar coisas inferiores ao "EU SOU".

Agora vede, amado discípulo, quando dizeis "eu estou enfermo" estais deliberadamente invertendo a perfeição que contém o processo vital. Não reparam que o estais baptizando com algo alheio que jamais o "EU SOU" possuiu?

Através de muitos séculos de ignorância e incompreensão, a humanidade carregou de falsidade e irrealidades até mesmo a atmosfera que a rodeia; por isso, tenho de repetir, que quando anunciais "estou enfermo", é uma flagrante mentira com respeito à Divindade. Ela (o EU SOU) jamais conhecerá doença. É sempre plena de Vida e Saúde.

Peço-vos, amado estudante, em Nome de Deus, que cesseis de empregar essas falsas impressões em relação à Divindade, pois é impossível que tenham liberdade, enquanto as continuam a usar. Nunca será demasiado insistir convosco, para que verdadeiramente reconheceis e aceiteis a Magna Presença de Deus "EU SOU” no vosso interior, pois, categoricamente, não tereis mais condições adversas…….

Livro: “O LIVRO DE OURO DA IRMANDADE DE SAINT GERMAIN

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:27
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Lugar do Socorro

Você está a sofrer desencantos...

Vivendo enormes dificuldades...

Suportando problemas com os quais não contava...

O trabalho nas suas mãos, muitas vezes parecea um fardo difícil de carregar...

Falham recursos previstos...

Contratempos seguem-se uns aos outros...

Tribulações de entes amados chocam com a sua resistência...

A doença veio ao seu encontro...

Entretanto, continue agindo e cooperando, em prol dos outros.

Não interrompa os seus passos, no serviço do bem, porque é justamente na execução dos seus próprios encargos que os Mensageiros de Deus encontrarão os meios de lhe trazer o socorro preciso.

Espírito: ANDRÉ LUIZ

Médium: Francisco Cândido Xavier

Livro: “Aulas da Vida

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 07:00
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Preexistência da Alma

Sem a preexistência da alma, a doutrina do pecado original não seria somente inconciliável com a justiça de Deus, que tornaria todos os homens responsáveis pela falta de um só, seria também um contra-senso, e tanto menos justificável quanto, segundo essa doutrina, a alma não existia na época a que se pretende fazer que a sua responsabilidade remonte.

Com a preexistência, o homem traz, ao renascer, o gérmen das suas imperfeições, dos defeitos de que se não corrigiu e que se traduzem pelos instintos naturais e pelos pendores para tal ou tal vício. É esse o seu verdadeiro pecado original, cujas consequências naturalmente sofre, mas com a diferença capital de que sofre a pena das suas próprias faltas, e não das de outrem; e com a outra diferença, ao mesmo tempo consoladora, animadora e soberanamente equitativa, de que cada existência lhe oferece os meios de se redimir pela reparação e de progredir, quer despojando-se de alguma imperfeição, quer adquirindo novos conhecimentos e, assim, até que, suficientemente purificado, não necessite mais da vida corporal e possa viver exclusivamente a vida espiritual, eterna e bem-aventurada.

Pela mesma razão, aquele que progrediu moralmente traz, ao renascer, qualidades naturais, como o que progrediu intelectualmente traz ideias inatas; identificado com o bem, pratica-o sem esforço, sem cálculo e, por assim dizer, sem pensar. Aquele que é obrigado a combater as suas más tendências vive ainda em luta; o primeiro já venceu, o segundo procura vencer. Existe, pois, a virtude original, como existe o saber original, e o pecado ou, antes, o vício original.

Do Livro: “A Génese” – Capítulo I – Item 38

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 08:50
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Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

O Caminho do Ser

A evolução dos mundos e das almas é regida pela vontade divina, que penetra e dirige toda a natureza, mas a evolução física é apenas a preparação da evolução psíquica, e a ascensão das almas prossegue muito além da cadeia dos mundos materiais.

O que impera nas baixas regiões da vida é a luta ardente, o combate sem trégua de todos contra todos, a guerra perpétua na qual cada ser se esforça para conquistar um lugar ao sol, quase sempre em prejuízo dos outros. Essa luta furiosa arrasta e destrói todos os seres inferiores nas suas agitações. O planeta é como uma arena onde se desenrolam incessantes lutas.

A natureza renova incessantemente esses exércitos de combatentes.

Na sua fecundidade prodigiosa, gera novos seres; mas logo a morte os ceifa nas suas estreitas fileiras. Essa luta, espantosa à primeira vista, é necessária para o desenvolvimento do princípio de vida. Ela dura até o dia em que um raio de inteligência vem iluminar as consciências adormecidas. É na luta que a vontade se apura e se afirma; é da dor que nasce a sensibilidade.

A evolução material, a destruição dos organismos, é apenas temporária: representa a fase primária da epopeia da vida. As realidades imortais estão no espírito. Só ele sobrevive a esses conflitos bárbaros. Todos esses envoltórios passageiros são apenas vestimentas que se vêm adaptar à sua forma fluídica permanente.

Cobre-se de vestuários para representar os numerosos actos do drama da evolução no vasto palco do universo.

Emergir grau a grau do abismo da vida para se tornar espírito, génio superior, e isso pelos seus próprios méritos e esforços; conquistar seu futuro hora a hora; libertar-se mais todos os dias do domínio das paixões, libertar-se das sugestões do egoísmo, da preguiça e do desânimo; resgatar-se pouco a pouco das suas fraquezas e ignorância, ajudando os seus semelhantes a serem resgatados e por sua vez, arrastando todo o meio humano para um estado mais elevado: eis o papel destinado a cada alma. E ela tem, para desempenhar esse papel, toda a série de existências inumeráveis na escala magnífica dos mundos. Tudo o que vem da matéria é instável: tudo passa, tudo foge.

As montanhas vão pouco a pouco abatendo-se sob a acção dos elementos; as maiores cidades transformam-se em ruínas; os astros iluminam-se, resplandecem, depois apagam-se e morrem; só a alma imortal paira na duração eterna.

O círculo das coisas terrestres aperta-nos e limita as nossas percepções; mas quando o pensamento se liberta das formas mutáveis e abrange a extensão dos tempos, vê o passado e o futuro juntarem-se, vibrarem e viverem o presente. O canto de glória, o hino da vida infinita, enche os espaços; sobe do interior das ruínas e dos túmulos; sobre os destroços das civilizações mortas surgem novas existências. A união faz-se entre as duas humanidades, visível e invisível, entre aqueles que povoam a Terra e aqueles que percorrem o espaço. A voz deles chama, responde, e esses ruídos, esses murmúrios, embora vagos e confusos para muitos, tornam-se para nós a mensagem, a palavra vibrante, que afirma a comunhão do AMOR UNIVERSAL.

Tal é a complexidade do carácter do ser humano [ESPÍRITO, ENERGIA e MATÉRIA] em que se resumem todos os elementos constitutivos e todas as potências do universo. Tudo o que está em nós está no universo, e tudo o que está no universo se encontra em nós. Pelo seu corpo fluídico e pelo seu corpo material o homem encontra-se ligado à imensa teia da vida universal e, pela sua alma, a todos os mundos invisíveis e divinos. Somos feitos de sombra e de luz.

Somos a carne com todas as suas fraquezas e o espírito com suas riquezas latentes, suas esperanças radiosas, seus voos magníficos.

E o que está em nós encontra-se em todos os seres. Cada alma humana é uma projecção do grande foco eterno. É isso o que consagra e assegura a fraternidade dos homens. Temos em nós os instintos animais, mais ou menos comprimidos pelo longo trabalho e pelas provas das existências passadas, e temos também a crisálida do anjo, do ser radioso e puro, em que nos podemos tornar pela impulsão MORAL, pelas aspirações do coração e pelo sacrifício constante do “EU”. Tocamos com os pés as profundezas obscuras do abismo e, com a fronte, as altitudes ofuscantes do céu, o império glorioso dos espíritos.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:26
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Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Problemas da Existência…

O que importa ao Homem saber, acima de tudo, é: o que é, de onde vem, para onde vai e qual o seu destino. As ideias que fazemos do universo e das suas leis, da função que cada um deve exercer sobre este vasto teatro, são de uma importância vital. Através delas dirigimos os nossos actos. Consultando-as, estabelecemos um objectivo nas nossas vidas e para ele caminhamos. Esta é a base que verdadeiramente motiva toda civilização.

Tão superficial é o seu ideal, quanto superficial é o homem. Para as colectividades, como para o indivíduo, é a concepção do mundo e da vida que determina os deveres, fixa o caminho a seguir e as resoluções a adoptar.

Mas a dificuldade em resolver esses problemas, muito frequentemente, faz-nos rejeitá-los. É o mal da época, a causa da perturbação à qual se mantém presa. Tem-se o instinto do progresso, pode-se caminhar mas, para chegar onde? É nisto que não se pensa o suficiente. O homem, ignorante dos seus destinos, é semelhante a um viajante que percorre maquinalmente um caminho sem conhecer o ponto de partida nem o de chegada, sem saber porque viaja e que, por conseguinte, está sempre disposto a parar ao menor obstáculo, perdendo tempo e descuidando-se do objectivo a atingir.

A insuficiência e obscuridade das doutrinas religiosas e os abusos que têm engendrado, lançam numerosos espíritos ao materialismo. Acreditam voluntariamente, que tudo acaba com a morte, que o homem não tem outro destino senão o de se esvanecer no nada.

Demonstrarei a seguir como esta forma de observar está em total oposição à experiência e à razão. Digamos, desde já, que está destituída de toda noção de justiça e progresso.

Se a vida estivesse circunscrita ao período que vai do berço à tumba, se as perspectivas da imortalidade não viessem esclarecer a sua existência, o homem não teria outra lei senão a dos seus instintos, apetites e gozos. Pouco importaria que se gosta do bem e a equidade. Se só aparece e desaparece neste mundo, se traz consigo o esquecimento das suas esperanças e afeições, sofreria tanto mais quanto mais puras e mais elevadas fossem as suas aspirações; adorando a justiça, soldado do direito, acreditar-se-ia condenado a quase nunca ver sua realização; apaixonado pelo progresso, sensível aos males dos seus semelhantes, imaginaria que se extinguiria antes de ver o triunfo dos seus princípios.

Com a perspectiva do nada, quanto mais tivesse praticado a justiça, mais sua vida seria fértil em amarguras e decepções. O egoísmo, bem compreendido, seria a suprema sabedoria; a existência perderia toda sua grandeza e dignidade. As mais nobres faculdades e as mais generosas tendências do espírito humano acabavam por se dobrar e extinguir inteiramente.

A negação da vida futura suprime também toda a sanção moral. Com ela, quer sejam bons ou maus, criminosos ou sublimes, todos os actos levariam aos mesmos resultados. Não haveria compensações às existências miseráveis, à obscuridade, à opressão, à dor; não haveria consolação nas provas e esperança para os aflitos. Nenhuma diferença se poderia esperar, no porvir, entre o egoísta, que viveu somente para si, e frequentemente na dependência dos seus semelhantes, e o mártir ou o apóstolo que sofreu, que sucumbiu em combate para a emancipação e o progresso da raça humana. A mesma treva lhes serviria de mortalha.

Se tudo terminasse com a morte o Ser não teria nenhuma razão de se constranger, de conter os seus instintos e gostos. Fora das leis terrestres, ninguém o poderia deter. O bem e o mal, o justo e o injusto confundiriam-se igualmente e misturavam-se no nada. E o suicídio seria sempre um meio de escapar aos rigores das leis humanas. A crença no nada, ao mesmo tempo em que arruína toda sanção moral, deixa sem solução o problema da desigualdade das existências, naquilo que toca à diversidade das faculdades, das aptidões, das situações e dos méritos. Com efeito, porquê a uns todos os dons de espírito, do coração e os favores da fortuna, enquanto que tantos outros não têm compartilhado senão a pobreza intelectual, os vícios e a miséria? Por que, na mesma família, parentes e irmãos, saídos da mesma carne e do mesmo sangue, diferem essencialmente sobre tantos pontos? Tantas questões insolúveis para os materialistas e que podem ser respondidas tão bem pelos crentes.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:37
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Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

REGRESSÃO DA MEMÓRIA

Se fomos trazidos à Terra para esquecer o nosso passado, valorizar o presente e preparar em nosso benefício o futuro melhor, porquê provocar a regressão da memória do que fomos ou fizemos, simplesmente por questões de curiosidade vazia, ou buscar aqueles que foram nossos companheiros, a fim de regressar aos desequilíbrios que hoje resgatamos?

A nossa própria existência actual nos apresentará as tarefas e provas que, em si, são a recapitulação de nosso passado em nossas diversas vidas, ou mesmo, somente de nossa passagem última na Terra fixada no mundo físico, curso de regeneração em que estamos integrados nas chamadas provações de cada dia.

Porquê efectuar a regressão da memória, unicamente para chorar a lembrança dos pretéritos episódios infelizes, ou exibirmos grandeza ilusória em situações que, por simples desejo de leviana retomada de acontecimentos, fomos protagonistas, se já sabemos, especialmente com Allan Kardec, que estamos eliminando gradativamente as nossas imperfeições naturais ou apagando o brilho falso de tantos descaminhos que apenas nos induzirão a erros que não mais desejamos repetir?

Sejamos sinceros e lancemos um olhar para nossas tendências.

Espírito: EMMANUEL

Médium: Francisco Cândido Xavier

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:04
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

ADULTÉRIO E PROSTITUIÇÃO

Atire-lhe a primeira pedra aquele que estiver isento de pecado, disse Jesus.

Esta sentença faz da indulgência um dever para nós outros porque ninguém há que não necessite, para si próprio, de indulgência. Ela nos ensina que não devemos julgar com mais severidade os outros, do que nos julgamos a nós mesmos, nem condenar em outrem aquilo de que nos absolvemos. Antes de atribuirmos a alguém uma falta, vejamos se a mesma censura não nos pode ser feita. Do item 13, do Cap. X, de O Evangelho Segundo o Espiritismo.

É curioso notar que Jesus, em se tratando de faltas e quedas, nos domínios do espírito, haja escolhido aquela da mulher, em falhas do sexo, para pronunciar a sua inolvidável sentença: "aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra". Dir-se-ia que no rol das defecções, deserções, fraquezas e delitos do mundo, os problemas afectivos se mostram de tal modo encravados no ser humano que pessoa alguma da Terra haja escapado, no cardume das existências consecutivas, aos chamados "erros do amor". Penetre cada um de nós os recessos da própria alma, e, se consegue apresentar comportamento irrepreensível, no imediatismo da vida prática, ante os dias que correm, indague-se, com sinceridade, quanto às próprias tendências. Quem não haja varado transes difíceis, nas áreas do coração, no período da reencarnação em que se encontre, investigue as próprias inclinações e anseios no campo íntimo, e, em sã consciência, verificará que não se acha ausente do emaranhado de conflitos, que remanescem do acervo de lutas sexuais da Humanidade. Desses embates multimilenários, restam, ainda, por feridas sangrentas no organismo da colectividade, o adultério que, de futuro, será classificado na patologia das doenças da alma, extinguindo-se, por fim, com remédio adequado, e a prostituição que reúne em si homens e mulheres que se entregam às relações sexuais, mediante paga, estabelecendo mercados afectivos. Qual ocorre aos flagelos da guerra, da pirataria, da violência homicida e da escravidão que acompanham a comunidade terrestre, há milénios, diluindo-se, muito pouco a pouco, o adultério e a prostituição ainda permanecem, na Terra, por instrumentos de prova e expiação, destinados naturalmente a desaparecer, na equação dos direitos do homem e da mulher, que se harmonizarão pelo mesmo peso, na balança do progresso e da vida. Note-se que o lenocínio de hoje, conquanto situado fora da lei, é o herdeiro dos bordéis autorizados por regulamentação oficial, em muitas regiões, como sucedia notadamente na Grécia e na Roma antigas, em que os estabelecimentos dessa natureza eram constantemente nutridos por levas de jovens mulheres orientais, directa ou indirectamente adquiridas, à feição de alimárias, para misteres de aluguer. Tantos foram os desvarios dos Espíritos em evolução no Planeta – Espíritos entre os quais muito raros de nós, os companheiros da Terra, não nos achamos incluídos - que decerto Jesus, personalizando na mulher sofredora a família humana, pronunciou a inesquecível sentença, convocando os homens, supostamente puros em matéria de sexualidade, a lançarem sobre a companheira infeliz a primeira pedra. Evidentemente, o mundo avança para mais elevadas condições de existência. Fenómenos de transição explodem aqui e ali, comunicando renovação. E, com semelhantes ocorrências, surge para as nações o problema da educação espiritual, para que a educação do sexo não se faça irrisão com palavras brilhantes mascarando a licenciosidade. Quando cada criatura for respeitada em seu foro íntimo, para que o amor se consagre por vínculo divino, muito mais de alma para alma que de corpo para corpo, com a dignidade do trabalho e do aperfeiçoamento pessoal luzindo na presença de cada uma, então os conceitos de adultério e prostituição se farão distanciados do quotidiano, de vez que a compreensão apaziguará o coração humano e a chamada desventura afectiva não terá razão de ser.

Emmanuel

Publicado por Viktor às 22:01
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

OS PROBLEMAS DA EXISTÊNCIA

O que importa ao homem saber, acima de tudo, é: o que ele é, de onde vem, para onde vai, qual o seu destino. As ideias que fazemos do universo e de suas leis, da função que cada um deve exercer sobre este vasto teatro, são de uma importância capital. Por elas dirigimos nossos actos. Consultando-as, estabelecemos um objectivo em nossas vidas e para ele caminhamos. Nisso está a base, o que verdadeiramente motiva toda civilização. Tão superficial é seu ideal, quanto superficial é o homem. Para as colectividades, como para o indivíduo, é a concepção do mundo e da vida que determina os deveres, fixa o caminho a seguir e as resoluções a adoptarem.

Mas, como dissemos, a dificuldade em resolver esses problemas, muito frequentemente, nos faz rejeitá-los. A opinião da grande maioria é vacilante e indecisa, seus actos e caracteres disso sofrem a consequência. É o mal da época, a causa da perturbação à qual se mantém presa. Tem-se o instinto do progresso, pode-se caminhar mas, para chegar aonde? É nisto que não se pensa o bastante. O homem, ignorante de seus destinos, é semelhante a um viajante que percorre maquinalmente um caminho sem conhecer o ponto de partida nem o de chegada, sem saber porque viaja e que, por conseguinte, está sempre disposto a parar ao menor obstáculo, perdendo tempo e descuidando-se do objectivo a atingir.

A insuficiência e obscuridade das doutrinas religiosas e os abusos que têm engendrado, lançam numerosos espíritos ao materialismo. Crê-se, voluntariamente, que tudo acaba com a morte, que o homem não tem outro destino senão o de se esvanecer no nada. Demonstraremos a seguir como esta maneira de ver está em oposição flagrante à experiência e à razão. Digamos, desde já, que está destituída de toda noção de justiça e progresso.

Se a vida estivesse circunscrita ao período que vai do berço à tumba, se as perspectivas da imortalidade não viessem esclarecer sua existência, o homem não teria outra lei senão a de seus instintos, apetites e gozos. Pouco importaria que amasse o bem e a equidade. Se não faz senão aparecer e desaparecer nesse mundo, se traz consigo o esquecimento de suas esperanças e afeições, sofreria tanto mais quanto mais puras e mais elevadas fossem suas aspirações; amando a justiça, soldado do direito, acreditava-se condenado a quase nunca ver sua realização; apaixonado pelo progresso, sensível aos males de seus semelhantes, imaginaria que se extinguiria antes de ver triunfarem seus princípios.

Com a perspectiva do nada, quanto mais tivesse praticado o devoto e a justiça, mais sua vida seria fértil em amarguras e decepções. O egoísmo, bem compreendido, seria a suprema sabedoria; a existência perderia toda sua grandeza e dignidade. As mais nobres faculdades e as mais generosas tendências do espírito humano terminariam por se dobrar e extinguir inteiramente.

A negação da vida futura suprime também toda sanção moral. Com ela, quer sejam bons ou maus, criminosos ou sublimes, todos os actos levariam aos mesmos resultados. Não haveria compensações às existências miseráveis, à obscuridade, à opressão, à dor; não haveria consolação nas provas, esperança para os aflitos. Nenhuma diferença se poderia esperar, no porvir, entre o egoísta, que viveu somente para si, e frequentemente na dependência de seus semelhantes, e o mártir ou o apóstolo que sofreu, que sucumbiu em combate para a emancipação e o progresso da raça humana. A mesma treva lhes serviria de mortalha.

Se tudo terminasse com a morte o ser não teria nenhuma razão de se constranger, de conter seus instintos e seus gostos. Fora das leis terrestres, ninguém o poderia deter. O bem e o mal, o justo e o injusto se confundiriam igualmente e se misturariam no nada. E o suicídio seria sempre um meio de escapar aos rigores das leis humanas.

A crença no nada, ao mesmo tempo em que arruína toda sanção moral, deixa sem solução o problema da desigualdade das existências, naquilo que toca à diversidade das faculdades, das aptidões, das situações e dos méritos. Com efeito, por que a uns todos os dons de espírito e do coração e os favores da fortuna, enquanto que tantos outros não têm compartilhado senão a pobreza intelectual, os vícios e a miséria? Por que, na mesma família, parentes e irmãos, saídos da mesma carne e do mesmo sangue, diferem essencialmente sobre tantos pontos? Tantas questões insolúveis para os materialistas e que podem ser respondidas tão bem pelos crentes. Essas questões, nós ire-mos examinar brevemente à luz da razão.

Leon Denis
Publicado por Viktor às 02:23
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