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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Encarnação

O processo da encarnação dura todo o espaço de uma vida. Não é uma coisa que ocorre no nascimento e depois termina. Para a descrever, é necessário utilizar termos metafísicos. A encarnação é o movimento orgânico da alma em que as suas vibrações ou aspectos mais altos e mais finos são continuamente irradiados para baixo, através dos corpos áureos mais finos, até os corpos áureos mais densos, e dali, finalmente, até o corpo físico. No seu crescimento pela vida fora essas sucessivas energias são utilizadas pelo individuo, mas mais variadas circunstâncias.

Cada uma das fases principais da vida corresponde a vibrações novas e mais elevadas e à activação de chakras diferentes. Em cada fase, nova energia e a nova consciência ficam à disposição da personalidade para a sua expansão. Cada fase apresenta novas áreas de experiência e saber. A essa luz, a vida está cheia de descobertas e desafios emocionantes para a alma.

O processo de encarnação é dirigido pelo eu superior. Esse padrão de vida é mantido na sétima camada da aura, o nível ketérico padrão, um padrão dinâmico, que muda constantemente, à medida que o indivíduo faz opções de livre-arbítrio no processo de viver e crescer. À medida que ocorre o crescimento, o indivíduo abre sua capacidade de sustentar níveis mais elevados de vibrações, energias e consciência, que lhe atravessam os veículos, os corpos áureos e os chakras. Descarte, ele aproveita-se de realidades cada vez maiores, à proporção que progride no caminho da vida. Assim como cada individuo progride, assim progride também mais elevadas do que a anterior, de tal sorte que toda a humanidade se move no seu plano evolutivo no rumo de vibrações mais altas e de realidades dilatadas. O princípio de progressão da raça humana é mencionado em muitos textos religiosos, como a Cabala, o Bhagavad Gita, os Upanishades e outros.

O processo de encarnação antes da concepção foi descrito pela Sra. Blavatsky e, mais recentemente, por Alice Bailey, Phoebe Bendit e Eva Pierrakos. De acordo com Pierrakos, a alma em vias de se encarnar encontra-se com os guias espirituais a fim de planear a vida que haverá de seguir. Nesse encontro, a alma e os guias ponderam sobre as tarefas que lhe incumbe realizar para o seu crescimento, no karma que precisa enfrentar e com o qual lhe é mister lidar, e nos sistemas de crenças negativas que lhe cumpre esclarecer por meio da experiência. O trabalho da vida geralmente é mencionado com a tarefa da pessoa.

Por exemplo, a pessoa pode precisar desenvolver o espírito de liderança. Ao entrar na vida física, ver-se-á em situações em que a liderança é uma questão chave. As circunstâncias, para cada pessoa, serão inteiramente diferentes, mas todas se concentram na liderança. Uma pessoa pode nascer numa família em que a liderança é tradição, como uma longa linha de respeitáveis presidentes de companhias ou de líderes políticos, ao passo que outra pessoa nascerá numa família em que a liderança não existe e na qual os líderes são vistos como autoridades negativas que devem ser postas abaixo ou contra as quais se faz necessária uma rebelião. A tarefa da pessoa consiste em aprender a aceitar essa questão de forma equilibrada e confortável.

Segundo Eva Pierrakos, a dose de aconselhamento que uma alma recebe dos guias na determinação das futuras circunstâncias de vida depende da sua maturidade. Escolhem-se os pais que proporcionarão a necessária experiência ambiental e física. Tais escolhas determinam a mistura de energias que formarão finalmente o veículo físico em que a alma se encarnará para realizar sua tarefa. Tais energias, muito precisas, fornecem à alma o equipamento necessário ao cumprimento da sua tarefa. A alma aceita o encargo não só de uma tarefa pessoal de aprendizagem pessoal (como a liderança) mas também uma “tarefa mundial”, que implica uma dádiva para o mundo, O esquema é tão singular que, ao cumprir a tarefa pessoal, a pessoa se prepara para cumprir a mundial. A tarefa pessoal liberta a alma, soltando energias que então são usadas na tarefa mundial.

No exemplo supramencionado sobre liderança, o individuo precisará aprender essa qualidade ou habilidade antes de assumir o papel de liderança no campo de trabalho que tiver escolhido. Ele pode sentir-se intimidado pela extensa linha de antepassados que foram lideres brilhantes, ou sua reacção a essa herança será de inspiração para prosseguir com a própria liderança. Cada caso é diferente e muito pessoal, conforme a singularidade da alma que aqui veio aprender.

O plano de vida contém muitas realidades prováveis, que permite amplas escolhas de livre-arbítrio. Entrelaçada nesse contexto de vida está a acção de causa e efeito. Criamos nossa própria realidade. A criação, que emerge de muitas partes diferentes do nosso ser, nem sempre é fácil de compreender a partir de um simples nível de causa e efeito, embora muito da nossa experiência possa ser entendido por esse aspecto. Você cria literalmente o que deseja. O que deseja está contido na consciência, no inconsciente, no super consciente e na consciência colectiva, forças criativas que se misturam para criar experiência em muitos níveis do nosso ser à medida que progredimos pela vida afora, O que se denomina karma, no meu entender, é a lei de causa e efeito a longo prazo, e também de muitos níveis diferentes do nosso ser. Assim, criamos a partir da fonte pessoal e da fonte comum e, naturalmente, há grupos menores dentro de grupos maiores, todos emprestando sua contribuição ao grande contexto de experiência da vida criativa. Desse ponto de vista, é fácil olhar para a riqueza da vida com o assombro de uma criança.

Após o “planeamento”, a alma entra num processo de perder aos poucos a consciência do mundo do espírito. Por ocasião da concepção, forma-se um elo energético entre a alma e o ovo fertilizado. Nesse momento também se forma um útero etérico, que protege a alma entrante de quaisquer outras influências que não sejam as maternas. A proporção que o corpo cresce dentro da mãe, a alma, aos poucos, principia a sentir o seu “arrastamento” e, devagarinho, liga-se conscientemente ao corpo. A certa altura, de repente, a alma dá conta dessa conexão, e um vigoroso lampejo de energia consciente desce ao corpo em formação. A alma, então, volta a perder a consciência, e redesperta, a pouco e pouco, no físico, O vigoroso lampejo de consciência corresponde ao tempo dos primeiros movimentos do feto.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:14
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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

Aprender Reiki, para quê?

Esta é uma das inúmeras questões que surgem na mente de qualquer pessoa antes de tomar a decisão de tirar um curso de Reiki. Actualmente as pessoas ainda têm um certo receio de falar em coisas que desconhecem criando um certo “tabu”, e como vulgarmente utilizam a internet à procura das suas respostas, vou aqui responder a esta pergunta, tal qual já fiz com outras também. O Reiki é uma maravilhosa caixa de primeiros socorros para inúmeras situações. Qualquer indivíduo pode ser iniciado no Reiki por um Mestre através de um ritual iniciático. A partir desse momento dão-se alterações internas no iniciado, reflectindo-se na sua forma de estar, pensar e na personalidade. Desta forma, iniciar-se no Reiki é apostar na saúde e no seu próprio bem-estar nos níveis físico, emocional, mental e espiritual. Além de ser benéfico para o próprio, pode também auxiliar os familiares ou amigos através das sessões de Reiki que lhe podem fazer. Este pode ser aplicado nos planos humano, animal e vegetal, ou seja, podemos aplicar numa pessoa, num cão ou numa planta. Em níveis mais avançados, podemos enviar Reiki à distância para uma situação, um doente internado, uma pessoa que está do outro lado do mundo, uma multidão, um conflito, para as vidas passadas, para o planeta ou para o universo. Pode ser aplicado para todo o tipo de problemas, através de variadas técnicas de aplicação, inclusivamente para pessoas medicamente acompanhadas. Esta terapia pode ser aplicada a grávidas, permitindo assim um relaxamento à mãe e ao feto, aplicado uns dias antes do parto facilita a abertura do osso da bacia e ao feto alcançar a posição de saída ideal. O Reiki não é somente uma Terapia mas também uma Filosofia de vida. Muitas outros aspectos podia acrescentar a este “post”, mas como não os quero maçar com leituras extensas, por ora fico-me por aqui.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 00:11
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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

O Reiki nas Grávidas...

A Gravidez de uma mulher é um fenómeno único, pois na mesma mulher cada gravidez é única.

O Reiki possibilita às grávidas os seguintes efeitos:

     1º- Relaxamento da mulher e do feto;

     2º- Proporciona um melhor desenvolvimento do feto;

     3º- Proporciona o relaxamento de ambos;

     4º- Activa o sistema imunitário na sua totalidade;

     5º- Elimina bloqueios provocados no dia-a-dia;

     6º- No dia do parto proporciona o um melhor alargamento do osso da bacia;

     7º- Coloca o feto na postura de saída mais correcta.

Estes são alguns dos efeitos provocados nas grávidas que, no seu processo de gestação do feto, recorrem ao Reiki como uma terapia alternativa aos métodos convencionais.

É claro que além destes efeitos, a grávida também usufrui de todos os outros benefícios que uma sessão normal de Reiki proporciona.

Publicado por Viktor às 13:59
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