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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

Conversas entre Forças Universais

Caros irmãos,

     Sendo eu uma pequena alma, ainda num grande e profundo processo de aprendizagem, procuro a cada dia, em cada momento, uma aprendizagem ou ensinamento que me auxilie na minha longa caminhada. Algures no universo, andando por ali a vaguear, eis que me deparo com algo que se estava a passar e ouço uma conversa entre a luz (L) e as trevas (T).

T: Estás a ver como anda o mundo?

L: Sim estou, anda confuso pois os meus filhos não se entendem uns com os outros.

T: Claro, isso significa que estou a ganhar, e isso faz-me feliz.

L: Mas também estou feliz, tal como tu.

T: Humm… (disse ele franzindo as sobrancelhas) acho que me estas a tentar enganar.

L: Eu? Mas porque razão te iria eu enganar?

T: Ora, então a Terra na sua globalidade está a passar períodos muito conturbados, aqueles a quem apelidas de “filhos” andam confusos, baralhados, tristes, deprimidos, põem a tua existência em causa (o que para mim é bom, pois são mais uns adeptos para a minha causa), vivem agarrados aos prazeres da vida terrena, que eu lhes vou proporcionando. Ou seja, perderam a fé e tu ainda dizes que estás feliz? Certamente estás a gozar comigo!

L: Meu caro, já te disse que estou a ser correto contigo. Em verdade te digo que tenho, espalhados pela Terra, seres de luz que vão encaminhando, apregoando, esclarecendo e ensinando ao contrário do que pensas. Isso deixa-me feliz.

T: Mas cada vez mais eu domino as mentes dos seres que detêm poder na Terra, e assim vou dominando o planeta através dos governos, comunicação social, internet, povos, gerações e famílias, implantando-lhes programas que lhes controlam os pensamentos, levando-os a fazer o que eu quero.

L: Tens razão, eu tenho observado todas essas maldades que praticas para com os meus “filhos”, o que sem dúvida é desagradável. Mas em verdade te digo que, a cada dia que passa tenho cada vez mais guerreiros de luz, que mesmo desprovidos de armas letais, todos eles são seres divinos, detentores da energia divina do Amor Incondicional e da Compaixão pelos seres. Estes em muitos casos vão trabalhando, passando despercebidos na sociedade, mas na hora e momento da verdade, revelar-se-ão.

T: (sorrindo disse) Não me consegues intimidar com essas conversas, pois na globalidade o planeta está tão mal que já não tens hipótese de recuperar.

L: Mas nada para mim é impossível. Mas em verdade te digo que, se os meus “filhos” se mantiverem “adormecidos” eu mesmo os despertarei através do processo de ascensão do planeta que já iniciei, e eles como habitantes do mesmo, têm obrigatoriamente de ascender. Detentores do livre arbítrio, confiei-lhes a escolha e a forma de percorrer esse caminho, trilhando-o pela luz ou pelas trevas.

T: Bem, hoje não te consigo bater em palavras e atos. Vou-me embora desencaminhar mais uns. Xau.

L: Nem hoje nem nunca, pois sendo eu o criador do universo também te criei a ti, coisa que deverás lembrar. (sorrindo disse) Vai com Deus, ups, Deus sou eu. Vai lá à tua vida, mas lembra-te que a Luz sempre imperou sobre as Trevas.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 21:41
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Corpo e Perispírito

O perispírito é o nosso corpo espiritual (tem uma constituição semi-material e é a “veste” do espírito) que sobrevive após o desencarne e cujas suas principais funções são: organização biológica, sede da memória, intermediário entre o corpo físico e o espírito e actua nas comunicações mediúnicas.

Abordando o terceiro aspecto (intermediário entre o corpo físico e o espírito), pois é exactamente aí que actuam os centros de força.

Os Centros de Força, também conhecidos pelo termo oriental Chacras, são pontos de conexão entre o corpo físico e o perispírito pelos quais as forças espirituais e cósmicas fluem.

André Luiz diz que o perispírito é um complexo que movimenta energias; as forças espirituais e cósmicas penetram nos Centros de Força, passam para os plexos(chakras) e transitam para todo o organismo.

Os Centros de Força são pontos de conexão entre o corpo físico e o perispírito e estão ligados intimamente ao funcionamento e equilíbrio do corpo físico.

Os Centros de Força são também chamados de “Chacras”, palavra de idioma Sânscrito que significa “circulo de energia”.

Cada um destes pontos corresponde ao seu Chacra que é considerado como um centro de consciência que está voltado para aspectos muito específicos do comportamento e do desenvolvimento humano.

A cada Centro de Força corresponde tonalidade vibratória ¾ luz, calor, cor, som, etc.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:20
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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007

EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS

Fluído cósmico
 PLASMA DIVINOO fluído cósmico ê o plasma divi­no, poder do Criador ou força nervosa do Todo-Sábio.

Nesse elemento primordial, vibram e vivem constelações e sóis, mundos e seres, como peixes no oceano.

CO-CRIAÇÃO EM PLANO MAIORNessa substân­cia original, ao influxo do próprio Senhor Supremo, operam as Inteligências Divinas a Ele agregadas, em processo de comu­nhão indiscutível, os grandes Devas da teologia hindu ou os Arcanjos da interpretação de variados templos religiosos, ex­traindo desse hálito espiritual os celeiros da energia com que constroem os sistemas da Imensidade, em serviço de Co-criação em plano maior, de conformidade com os desígnios do Todo-Mi­sericordioso, que faz deles agentes orientadores da Criação Ex­celsa.

Essas Inteligências Gloriosas tomam o plasma divino e convertem-no em habitações cósmicas, de múltiplas expressões, radiantes ou obscuras, gaseificadas ou sólidas, obedecendo a leis predeterminadas, quais moradias que perduram por milé­nios e milénios, mas que se desgastam e se transformam, por fim, de vez que o Espírito Criado pode formar ou co-criar, mas só Deus é o Criador de Toda a Eternidade.

IMPÉRIOS ESTELARESDevido à actuação desses Arquitectos Maiores, surgem nas galáxias as organizações estela­res como vastos continentes do Universo em evolução e as nebulosas intragalácticas como imensos domínios do Universo, en­cerrando a evolução em estado potencial, todas gravitando ao redor de pontos atractivos, com admirável uniformidade coordenadora.

É aí, no seio dessas formações assombrosas, que se estruturam, inter-relacionados, a matéria, o espaço e o tempo, a se re­novarem constantes, oferecendo campos gigantescos ao pro­gresso do Espírito.

Cada galáxia quanto cada constelação guardam no cerne a força centrífuga própria, controlando a força gravítica, com de­terminado teor energético, apropriado a certos fins.

A Engenharia Celeste equilibra rotação e massa, harmoni­zando energia e movimento, e mantêm-se, desse modo, na vas­tidão sideral, magnificentes florestas de estrelas, cada qual transportando consigo os planetas constituídos e em formação, que se lhes vinculam magneticamente ao fulcro central, como os electrões se conjugam ao núcleo atómico, em trajectos perfeita­mente ordenados na órbita que se lhes assinala de início.

NOSSA GALÁXIAPara idealizarmos, de algum modo, a grandeza inconcebível da Criação, comparemos a nossa galáxia a grande cidade, perdida entre incontáveis grandes cidades de um país cuja extensão não conseguimos prever.

Tomando o Sol e os mundos nossos vizinhos como apar­tamentos de nosso edifício, reconheceremos que em redor reponham outros edifícios em todas as direcções.

Assestando instrumentos de longo alcance da nossa sala de estudo, perceberemos que nossa casa não é a mais humilde, mas que inúmeras outras lhe superam as expressões de magnitu­de e beleza.

Aprendemos que, além de nossa edificação, salientam-se palácios e arranha-céus como Betelgeuze, no distrito de Órion, Canópus, na região do Navio, Arctúrus, no conjunto do Boieiro, Antares, no centro do Escorpião, e outras muitas residências se­nhoriais, imponentes e belas, exibindo uma glória perante a qual todos os nossos valores se apagariam.

Por processos ópticos, verificamos que a nossa cidade apresenta em forma de espiral e que a onda de rádio, avançan­do com a velocidade da luz, gasta mil séculos terrenos para per­correr-lhe o diâmetro. Nela supreenderemos milhões de lares, nas mais diversas dimensões e feitios, instituídos de há muito, recém-organizados, envelhecidos ou em vias de instalação, nos quais a vida e a experiência emergem vitoriosas.

FORÇAS ATÓMICASToda essa riqueza de plasma­gem, nas linhas da Criação, ergue-se à base de corpúsculos sob irradiações da mente, corpúsculos e irradiações que, no estado atual dos nossos conhecimentos, embora estejamos fora do pla­no físico, não podemos definir em sua multiplicidade e configu­ração, porquanto a morte apenas dilata as nossas concepções e nos aclara a introspecção, iluminando-nos o senso moral, sem resolver, de maneira absoluta, os problemas que o Universo nos propõe a cada passo, com os seus espectáculos de grandeza.

Sob a orientação das Inteligências Superiores, congre­gam-se os átomos em colmeias imensas, e, sob a pressão, espiri­tualmente dirigida, de ondas electromagnéticas, são controladamente reduzidas as áreas espaciais intra-atómicas, sem perda de movimento, para que se transformem na massa nuclear adensa­da, de que se esculpem os planetas, em cujo seio as mônadas ce­lestes encontrarão adequado berço ao desenvolvimento.

Semelhantes mundos servem à finalidade a que se desti­nam, por longas eras consagradas à evolução do Espírito, até que, pela sobre-pressão sistemática, sofram o colapso atómico pelo qual se transmutam em astros cadaverizados. Essas esferas mortas, contudo, volvem a novas directrizes dos Agentes Divi­nos, que dispõem sobre a desintegração dos materiais de superfície, dando ensejo a que os elementos comprimidos se libertem através de explosão ordenada, surgindo novo acervo corpuscu­lar para a reconstrução das moradias celestes, nas quais a obra de Deus se estende e perpetua, em sua glória criativa.

        LUZ E CALOROs mundos ou campos de desenvolvi­mento da alma, com as suas diversas faixas de matéria em va­riada expressão vibratória, ao influxo ainda dos Tutores Espiri­tuais, são acalentados por irradiações luminosas e caloríficas, sem nos referirmos às forças de outra espécie que são arrojadas do Espaço Cósmico sobre a Terra e o homem, garantindo-lhes a estabilidade e a existéncia.

        Temos, assim, a luz e o calor, que teoricamente classifica­mos entre as irradiações nascidas dos átomos supridos de ener­gia. São estes que, excitados na Íntima estrutura, despedem as ondas electromagnéticas.

        Todavia, não obstante tocarmos com relativa segurança as realidades da matéria, definindo a natureza corpuscular do calor e da luz, e embora saibamos que outras oscilações electro­magnéticas se associam, insuspeitadas por nós, na vastidão uni­versal, aquém do infravermelho e além do ultravioleta, comple­tamente fora da zona de nossas percepções, confessamos com humildade que não sabemos ainda, principalmente no que se re­fere à elaboração da luz, qual seja a força que provoca a agita­ção inteligente dos átomos, compelindo-os a produzir irradiações capazes de lançar ondas no Universo com a velocidade de 300.000 quilómetros por segundo, preferindo reconhecer, em toda a parte, com a obrigação de estudarmos e progredirmos sempre, o hálito divino do Criador.

        CO-CRIAÇÃO EM PLANO MENOREm análogo alicerce, as Inteligências humanas que ombreiam conosco utili­zam o mesmo fluído cósmico, em permanente circulação no Universo, para a Co-criação em plano menor, assimilando os corpúsculos da matéria com a energia espiritual que lhes é pró­pria, formando assim o veículo fisiopsicossomático em que se exprimem ou cunhando as civilizações que abrangem no mundo a humanidade Encarnada e a Humanidade Desencarnada. Den­tro das mesmas bases, plasmam também os lugares entenebreci­dos pela purgação infernal, gerados pelas mentes desequilibra­das ou criminosas nos círculos inferiores e abismais, e que va­lem por aglutinações de duração breve, no microcosmo em que estagiam, sob o mesmo princípio de comando mental com que as Inteligências Maiores modelam as edificações macrocósmi­cas, que desafiam a passagem dos milênios.

        Cabe-nos assinalar, desse modo, que, na essência, toda a matéria é energia tornada visível e que toda a energia, origina­riamente, é força divina de que nos apropriamos para interpor os nossos propósitos aos propósitos da Criação, cujas leis nos conservam e prestigiam o bem praticado, constrangendo-nos a transformar o mal de nossa autoria no bem que devemos reali­zar, porque o Bem de Todos é o seu Eterno Princípio.

Compete-nos, pois, anotar que o fluído cósmico ou plas­ma divino é a força em que todos vivemos, nos ângulos varia­dos da Natureza, motivo pelo qual já se afirmou, e com toda a razão, que “em Deus nos movemos e existimos”. (2)

 Uberaba, 15/1/58.
 

(2) Paulo de Tarso, em Atos, capítulo 17º, versículo 28. — (Nota do Autor espiritual)

Publicado por Viktor às 16:18
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Segunda-feira, 13 de Agosto de 2007

CENTROS DE CONSCIÊNCIA

Os chakras não são simples centros energéticos, mas também centros de consciência. A esse respeito, esclarece Anagarika Govinda: "Enquanto que, de acordo com as concepções ocidentais, o cérebro é a sede exclusiva da consciência, a experiência yogue mostra que nossa consciência cerebral é apenas "uma" entre muitas formas possíveis de consciência, e que esta, de acordo com suas funções e natureza, pode ser localizada ou centralizada em vários órgãos do corpo. Estes "órgãos" que coletam, transformam e distribuem as forças que fluem através deles são chamados de chakras ou centros de força. Deles irradiam correntes secundárias de força psíquica, comparáveis aos raios de uma roda, às varetas de um guarda-chuva, ou às pétalas de um lótus" (op. cit., p. 145).

Depois de destacar que os chakras são pontos nos quais as forças psíquicas do corpo se interpenetram, situando-se a sede da alma nos pontos em que o mundo exterior e interior se encontram, conclui: "Por isso, podemos dizer que cada centro psíquico nos quais nos tornamos cônscios desta penetração espiritual torna-se a sede da alma, e que pela ativação ou despertar das atividades dos vários centros nós espiritualizamos e transformamos nosso corpo" (idem p. 145/146).

Jung considera-os também centros de consciência: "uma espécie de graduação de consciência que vai desde a região do períneo até o topo da cabeça" (Fundamentos de Psicologia Analítica, Vozes, 1972, p. 26). Miguel Serrano registrou uma conversa tida com Jung sobre os chakras: "Os chakras, diz  Jung, são centros da consciência e Kundalini, a Serpente Ígnea, que dorme na base da coluna vertebral, é uma corrente emocional que une de baixo para cima e também de cima para baixo" (O Circulo Hermético - Hermann Hesse a C. G. Jung, Ed. Brasiliense, 1970, p. 71).
 
E reafirmou na conversação: "Os chakras são centros de consciência. Os inferiores são centros de consciência animal. Existem outros centros ainda abaixo do Muladhara" (p. 72).

Este ponto de vista também foi sustentado em um seminário (Hauers Seminar. Psychological comentary by C. G. Jung, Zurich, 1932, exemplar datilografado, Bíblíthéque de Jung - cit., por Pierre Weil, Mística do Sexo, E. Itatiaia, pp. 104/105 e 113). Jung observa que na história da humanidade, o centro da consciência sofreu variações e, ainda agora, existem  tribos, como dos Pueblos, que situam no coração o centro de consciência. (Fundamentos, pp. 06 e 07). Os ensinamentos esotéricos também indicam que as várias raças-mãe desenvolveram determinados centros preferentemente (Coquet, op. cit., pp. 35/37).

Jung (cit. por Pierre Weil, Mística do Sexo, pp 104/105), interpreta estes vários centros assinalando o grau de consciência de cada um deles:
Ø       Centro fundamental - mundo dos instintos - consciente.
Ø      Centro sacro - entrada no inconsciente - novo nascimento - batismo.
Ø       Centro umbilical – emoções – paixões - o inferno.
Ø       Centro cardíaco - começo do self – sentimento - pensamento e valores. Individuação.
Ø       Centro laríngeo - reconhecimento da independência da psique - pensamento abstrato – conceitos - produtos da imaginação.
Ø       Centro frontal - união do self no todo, não no ego.
Ø      Centro coronário - nirvana.

A referência aos chakras como centros de consciência permite-nos entender uma passagem de O Livro dos Espíritos, aparentemente defasada no tempo, mesmo na época de sua recepção.
 
No item 146, Allan Kardec registrou o ensinamento dos Espíritos sobre a sede da alma:

"146. A alma tem, no corpo, sede determinada e circunscrita?
- Não; porém, nos grandes gênios, em todos os que pensam muito, ela reside mais particularmente na cabeça, ao passo que ocupa principalmente o coração naqueles que muito sentem e cujas ações têm todas por objeto a humanidade.

a) Que se deve pensar da opinião dos que situam a alma num centro vital?
- Quer isso dizer que o Espírito habita de preferência essa parte do organismo, por ser aí o ponto de convergência de todas as sensações. Os que a situam no que consideram o centro da vitalidade, esses a confundem com o fluído ou princípio vital. Pode, todavia, dizer-se que a sede da alma se encontra especialmente nos órgãos que servem para as manifestações intelectuais e morais."
 
Naturalmente que, do ponto de vista físico, na época de Kardec já se considerava o cérebro como a sede do pensamento, pelo que não havia razão para referência ao coração, como sede da alma, nem à outra parte do organismo físico. A referência, portanto, era aos chakras localizados à altura do coração ou à altura do cérebro, com suas ligações correspondentes, centros de ligação preponderante da alma ao corpo físico.
 
Segundo André Luiz, as três regiões fundamentais no processo de liberação da alma (e conseqüentemente de ligação do perispírito ao corpo físico) são: "o centro vegetativo ligado ao ventre, como sede das manifestações fisiológicas; o centro emocional, zona dos sentimentos e desejos, sediado no tórax; e o centro mental, mais importante por excelência, situado no cérebro.” (Obreiros de Vida Eterna, FEB, 1956, p. 210). Isto significa que o perispírito está mais ligado a determinadas regiões.
 
Anota Alice Bailey que na humanidade comum o centro laríngeo está começando a despertar (Jung dizia que o europeu pensa pela garganta, Miguel Serrano, op. cit., p. 71), enquanto os centros cardíaco e coronário dormem. Mas, “no ser humano altamente evoluído, no líder da raça, o filósofo intuitivo e o cientista, assim como nos grandes santos, o centro coronário e o cardíaco começam a fazer sentir sua vibração; determina-se a prioridade do coronário e do cardíaco pelo tipo de pessoa e pela qualidade de consciência emocional e mental." (El alma y su mecanismo, Kier, B. Aires, 1967, pp. 110/1).
 
A observação coincide com o ensino constante do Item 146 de O Livro dos Espíritos.
Publicado por Viktor às 10:09
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