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«Reiki & Terapias Orientais»

Aqui divulgo Terapias energeticas e/ou holísticas, evolução do Ser e crescimento pessoal. Autor do livro "Partilhas de um Ser" «Mestre de Reiki e Karuna». Tratamentos, Cursos e Workshop's

Aqui divulgo Terapias energeticas e/ou holísticas, evolução do Ser e crescimento pessoal. Autor do livro "Partilhas de um Ser" «Mestre de Reiki e Karuna». Tratamentos, Cursos e Workshop's

«Reiki & Terapias Orientais»

27
Fev09

O Caminho do Ser

Viktor

A evolução dos mundos e das almas é regida pela vontade divina, que penetra e dirige toda a natureza, mas a evolução física é apenas a preparação da evolução psíquica, e a ascensão das almas prossegue muito além da cadeia dos mundos materiais.

O que impera nas baixas regiões da vida é a luta ardente, o combate sem trégua de todos contra todos, a guerra perpétua na qual cada ser se esforça para conquistar um lugar ao sol, quase sempre em prejuízo dos outros. Essa luta furiosa arrasta e destrói todos os seres inferiores nas suas agitações. O planeta é como uma arena onde se desenrolam incessantes lutas.

A natureza renova incessantemente esses exércitos de combatentes.

Na sua fecundidade prodigiosa, gera novos seres; mas logo a morte os ceifa nas suas estreitas fileiras. Essa luta, espantosa à primeira vista, é necessária para o desenvolvimento do princípio de vida. Ela dura até o dia em que um raio de inteligência vem iluminar as consciências adormecidas. É na luta que a vontade se apura e se afirma; é da dor que nasce a sensibilidade.

A evolução material, a destruição dos organismos, é apenas temporária: representa a fase primária da epopeia da vida. As realidades imortais estão no espírito. Só ele sobrevive a esses conflitos bárbaros. Todos esses envoltórios passageiros são apenas vestimentas que se vêm adaptar à sua forma fluídica permanente.

Cobre-se de vestuários para representar os numerosos actos do drama da evolução no vasto palco do universo.

Emergir grau a grau do abismo da vida para se tornar espírito, génio superior, e isso pelos seus próprios méritos e esforços; conquistar seu futuro hora a hora; libertar-se mais todos os dias do domínio das paixões, libertar-se das sugestões do egoísmo, da preguiça e do desânimo; resgatar-se pouco a pouco das suas fraquezas e ignorância, ajudando os seus semelhantes a serem resgatados e por sua vez, arrastando todo o meio humano para um estado mais elevado: eis o papel destinado a cada alma. E ela tem, para desempenhar esse papel, toda a série de existências inumeráveis na escala magnífica dos mundos. Tudo o que vem da matéria é instável: tudo passa, tudo foge.

As montanhas vão pouco a pouco abatendo-se sob a acção dos elementos; as maiores cidades transformam-se em ruínas; os astros iluminam-se, resplandecem, depois apagam-se e morrem; só a alma imortal paira na duração eterna.

O círculo das coisas terrestres aperta-nos e limita as nossas percepções; mas quando o pensamento se liberta das formas mutáveis e abrange a extensão dos tempos, vê o passado e o futuro juntarem-se, vibrarem e viverem o presente. O canto de glória, o hino da vida infinita, enche os espaços; sobe do interior das ruínas e dos túmulos; sobre os destroços das civilizações mortas surgem novas existências. A união faz-se entre as duas humanidades, visível e invisível, entre aqueles que povoam a Terra e aqueles que percorrem o espaço. A voz deles chama, responde, e esses ruídos, esses murmúrios, embora vagos e confusos para muitos, tornam-se para nós a mensagem, a palavra vibrante, que afirma a comunhão do AMOR UNIVERSAL.

Tal é a complexidade do carácter do ser humano [ESPÍRITO, ENERGIA e MATÉRIA] em que se resumem todos os elementos constitutivos e todas as potências do universo. Tudo o que está em nós está no universo, e tudo o que está no universo se encontra em nós. Pelo seu corpo fluídico e pelo seu corpo material o homem encontra-se ligado à imensa teia da vida universal e, pela sua alma, a todos os mundos invisíveis e divinos. Somos feitos de sombra e de luz.

Somos a carne com todas as suas fraquezas e o espírito com suas riquezas latentes, suas esperanças radiosas, seus voos magníficos.

E o que está em nós encontra-se em todos os seres. Cada alma humana é uma projecção do grande foco eterno. É isso o que consagra e assegura a fraternidade dos homens. Temos em nós os instintos animais, mais ou menos comprimidos pelo longo trabalho e pelas provas das existências passadas, e temos também a crisálida do anjo, do ser radioso e puro, em que nos podemos tornar pela impulsão MORAL, pelas aspirações do coração e pelo sacrifício constante do “EU”. Tocamos com os pés as profundezas obscuras do abismo e, com a fronte, as altitudes ofuscantes do céu, o império glorioso dos espíritos.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

12
Fev08

OS CHAKRAS MENORES

Viktor
Os chakras menores são algumas vezes mencionados nos textos sagrados dos hindus. Contudo, eles oferecem muito pouco interesse, salvo aqueles que estão em estreita relação com o cérebro e aos quais fazem algumas vezes alusão certos autores: “O Lalanâ chakra, em frente da úvula, com doze pétalas (ou lobos), região que se supõe associada à produção dos sentimentos e das afeições ego-altruístas, como o amor próprio, o orgulho, a afeição, a cólera, o pesar, a veneração, o contentamento, etc.”.
O iniciado se concentra sobre este centro no momento em que visualiza seu instrutor para solicitar-lhe conhecimentos diversos. O centro Lalanâ é responsável pelos doze pares de nervos cranianos que partem do cérebro para terminar nos diferentes órgãos dos sentidos.
"O Mana chakra, o sensório, com seis lobos (cinco sensórios especiais para as sensações de origem periférica, e um sensório comum para as sensações de origem central, como nos sonhos e nas alucinações".
Considera-se geralmente que o Mana chakra é fisicamente exteriorizado pelo cerebelo. É também a partir destas pétalas que nascem as sensações dos cinco sentidos.
"O Soma chakra, gânglio com dezesseis lobos, compreendendo os centros do cérebro, acima do sensório; sede dos sentimentos altruístas e do controle da vontade, da compaixão, da bondade, da paciência, da renúncia, da determinação, da magnanimidade, etc."
Dizem os yogues que é neste centro que pode ser contemplada a bem-aventurança do glorioso Ishvara (Ishvara corresponde ao segundo aspecto da trindade cristã, isto é, ao Filho, ao Cristo manifestado; Ishvara é também Aum, a palavra sagrada; é “o Cristo em nós, a esperança e a glória”). (Arthur Avalon, La puissance du serpent, Dervy-Livre).

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