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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

Mantras

É reconhecido por todos que a palavra falada possui um poder relativamente profundo na mente das pessoas, tanto positiva quanto negativamente. Quando algum doente ouve palavras de ânimo, de alento, parece que uma nova força toma conta da sua alma, dando-lhe mais optimismo e segurança num iminente restabelecimento. Quando alguém se deprime por diversos problemas em sua vida, alegra-se ao ouvir um cântico religioso, permitindo-se uma interiorização e contemplação de seu "mundo interior", para uma maior comunhão com Deus, a fonte essencial da cura.

No entanto, o poder da palavra falada, chamada de Mantraterapia (ou Verboterapia), que não se restringe a uma disciplina verbal, no sentido socrático da ideia, ou seja, simplesmente utilizar com precisão e ordem os conceitos intelectuais que se quer transmitir. A Mantraterapia vai mais além, ao defender que por trás da pronúncia de um som se encontra um poder, uma energia, uma força espiritual, capaz de operar magicamente, não só no operador, mas no ambiente à sua volta.

Ao estudarmos algumas passagens de livros religiosos, vemos como o uso dos Mantras sempre foi considerado de seriíssima importância. Encontrando-se num templo de Mistérios egípcio, o sábio grego Sólon perguntou a um dos mestres ali presentes sobre as possíveis causas do afundamento da Atlântida; esse Mestre afirmou com ênfase que não se podia falar inconsequentemente sobre desgraças daquela natureza, principalmente num ambiente carregado de energias de altíssima força espiritual, pois poderia-se atrair as mesmas circunstâncias. Essa resposta foi suficiente para calar o filósofo grego.

Vemos também um caso espantoso, como é o da destruição de Jericó por Josué e seus sacerdotes e guerreiros, os quais rodearam as muralhas dessa cidade durante vários dias e logo após entoaram cânticos, gritaram e tocaram os seus instrumentos, o que fez com que Jericó fosse totalmente destruída pelos fogos subterrâneos. Também vemos o grande Mestre Jesus, o Cristo, realizando múltiplos milagres com a simples pronúncia de umas tantas palavras, muitas delas ininteligíveis aos ouvidos dos não iniciados.

A Bíblia diz-nos claramente, segundo João Batista, que no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... E o profeta Moisés, na sua Génese, explica que Deus, Elohim, criou todas as coisas com o uso da Sua Palavra. "Faça-se ", e o caos se transformou nas diversas ordens de Cosmos, de acordo com a Música das Esferas, cantada pelos Construtores (Elohim é uma palavra plural, indicando que foram os Deuses que criaram o mundo).

Por isso vemos porque a palavra sempre foi muito bem empregada, sempre foi reconhecida como fundamental para o crescimento e desenvolvimento dos nossos poderes internos, da nossa saúde mental e física, além do nosso nível de Consciência.

Os magos afirmavam que os sons que emitimos obedecem à Lei cósmica do Retorno, ou seja, à lei da Causa e Efeito, ou Karma.

Toda acção gera uma reacção proporcional e em sentido contrário, em três níveis: físico, mental e consciêncial.

As origens de muitos Mantras, nomes sagrados, termos cabalísticos etc., remontam a épocas arcaicas. Muitos ocultistas afirmam que os Mantras não passam de resquícios de uma Língua de Ouro, perdida quase que totalmente na actualidade, somente falada por Deuses e Anjos. Para o profeta Enoch, esses gigantes eram Seres fantásticos que guiaram nossa evolução em épocas imemoriais, entregando-nos os seus alfabetos sagrados e Mantras de ouro.

Alguns desses Mantras permaneceram até os dias de hoje, graças às Escolas de Mistérios que conseguiram resguardar alguma coisa dessa língua mágica falada pelos Ancestrais, na forma de nomes divinos, palavras misteriosas e sem significado aparente:

ADONAI, YAH, YOM, EHEIEH, ISIS, ALLAH, IAO, AOM, KWAN - YIN, INRI etc...

Diz Eliphas Lévi sobre o poder do Verbo: "Toda Magia está numa palavra, e esta palavra, pronunciada cabalisticamente, é mais forte que todos os poderes do céu e do inferno. Com o nome IOD-HE-VAU-HE comandamos a natureza; os reinos são conquistados em nome de ADONAI e as forças ocultas que compõem o nome de HERMES são todas obedientes àquele que sabe pronunciar o nome incomunicável de AGLA. Por isso, os sábios de todos os séculos temeram diante dessa Palavra absoluta e terrível".

Os Mantras foram usados para diversos fins: curativos, mágicos, ritualísticos, espirituais. Para os descrentes, a pronúncia contínua e concentrada de certos Mantras induz a uma auto-sugestão, a um auto-engano. Na verdade, devido ao desconhecimento da Anatomia Oculta do Homem, somente alguns percebem os efeitos das palavras mantralizadas, que vibram inicialmente na nossa Alma, ressoando nos chacras, nos canais energéticos (Meridianos) e sobre os estados de Consciência.

Por isso, essas mesmas pessoas, principalmente hindus e maias, enfatizam a ideia de que o nosso corpo e nossa alma são a resultante de um Alfabeto Cósmico e cada fonema vibra em determinadas regiões do nosso organismo, actuando terapêutica e magicamente sobre o próprio mantralizador. Ou seja, somos um instrumento musical que deve vibrar com as mais deliciosas melodias cósmicas.

Vejamos alguns exemplos práticos:

Mantras - Finalidade

AOM » Cristaliza o que se desejou, é o nosso Ámen.

Conjunto poderoso de Mantras para se atrair

AOM-TAT-SAT - TAM - PAM - PAZ » a força curativa do Sol. São os Mantras do Arcanjo Michael.

Abre a atmosfera astral para a manifestação HAGIOS dos Mestres, possibilitando maior contacto com eles.

ANTIA - DAUNA - SASTASA » Poderoso Mantra de invocação dos Mestres Ascensionados. Deve ser cantado.

OM...HUM... » Melhora nossa meditação e interiorização.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:45
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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

VISÃO HOLÍSTICA DO CORPO HUMANO

Hólus é um vocábulo grego que quer dizer total, portanto o termo holístico refere-se à totalidade do ser, nos níveis: físico, emocional, mental e espiritual.

Observando o nosso corpo de forma holística, compreendemos que ele troca energia com o Universo através de centros energéticos chamados chakras, e que o corpo é envolvido por um campo energético chamado aura.

Tanto os chakras quanto a aura podem ser percebidos quando estamos em estado alterado de consciência, bastando tornarmo-nos sensíveis à percepção da energia.

Dependendo da escola ou tradição, a que se refere à aura ou chakras, há algumas diferenças em nomenclaturas ou localização. Porém não nos devemos de apegar a isso, devemos simplesmente ter consciência da sua existência, para assim desenvolvermos a nossa sensibilidade e ampliarmos os efeitos das nossas práticas meditativas.

Existem muitas obras publicadas que se referem a esse assunto.

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 09:10
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

SENTIDO COSMOSSOCIOLÓGICO DA LENDA BÍBLICA DO DILÚVIO

Já vimos, que o dilúvio bíblico foi apenas uma inundação parcial, no delta dos rios Tigre e Eufrates, o que está comprovado pelas escavações arqueológicas. Vimos que Adão e Eva são apenas o mito alegórico do aparecimento da raça hebraica, e que Jeová não é o Deus único do Novo Testamento, mas apenas o deus-familiar do clã de Abrão, Isaac e Jacó. Tudo nos mostra, numa análise cultural da Bíblia, que ela deve ser interpretada na perspectiva das civilizações agrárias, a que realmente pertence. A lenda do dilúvio, que é também um mito agrário e ocupa todo o espaço dos capítulos 6a 10 do Génesis, confirma plenamente o carácter local e racial do livro que as igrejas cristãs consideram como "palavra de Deus".
As civilizações agrárias, como acentuou Durkheim a respeito das cidades gregas, explicam-se pela Cosmossociologia. O cosmos participa das estruturas sociais, pois o homem está ainda profundamente ligado à Natureza, entranhado na Terra. Por isso vemos, no dilúvio bíblico, Deus falando a Noé, este procurando embarcar todos os seres vivos na arca e servindo-se, depois, do corvo e da pomba para saber se o dilúvio acabara. Deus, homens e animais convivem e se entendem. Não existe uma sociedade, mas uma cosmossociedade. A própria duração do dilúvio (quarenta dias) obedece a ritmos naturais, como o das estações, dos períodos lunares, das enchentes, dos períodos críticos da vida humana ou mesmo da gestação de animais ou do desenvolvimento dos vegetais.
Noé solta um corvo da arca para saber se o dilúvio acabara; a seguir, uma pomba; sete dias depois (o número sete é também significativo) solta de novo a pomba e a recolhe de volta com as mãos (símbolo carinhoso da relação homem-animal). Todos esses pormenores são encontrados nas lendas do dilúvio referentes a vários povos antigos da Ásia, da Europa e da América, entre os quais os índios brasileiros. Entre os índios do México e da Nova Califórnia, por exemplo, Noé se chama Coxcox e a pomba é substituída pelo colibri. Todos os Noés, seja o mesopotâmico, o grego, o mexicano, o celta (que se chama Dwyfan e sua mulher Dwyfach), são avisados por Deus (naturalmente o Deus de cada um desses povos) que estava irritado com a corrupção do género humano e manda o seu escolhido construir urna arca.
Só mesmo uma ingenuidade excessiva poderia fazer-nos aceitar o relato bíblico do dilúvio como uma realidade histórica ou divina. A lenda bíblica do dilúvio corresponde a um mito dessa fase bem conhecida da História dos povos antigos, que é a fase mitológica.
Sua realidade não é histórica nem divina: é simplesmente alegórica. O dilúvio é uma lenda que corresponde a um passado mitológico, comum a todos os povos.
J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 09:04
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Sábado, 18 de Agosto de 2007

DILUVIO: CATÁSTROFE PARCIAL ADAPTADA A UMA ANTIGA LENDA

A lenda do dilúvio, que encontramos em Génesis: VII e VIII, é uma dessas passagens bíblicas que só podem ser tomadas ao pé da letra pelo fanatismo e a ignorância. Pouco importa que durante séculos as religiões cristãs, com seus doutores e sacerdotes, tenham sustentado a realidade literal dessa lenda. A verdade histórica é apenas esta: a lenda do dilúvio corresponde a um dos arquétipos mentais actualmente estudados pela psicologia profunda. Os estudos de Karl Jung a respeito são bastante esclarecedores. Mas o arquétipo colectivo, que corresponde no plano social aos complexos psicanalíticos do plano individual, não é uma abstracção. Pelo contrário, é uma realidade psíquica enraizada nos fatos concretos. O dilúvio bíblico, por isso mesmo, tem duas faces: uma é a realidade histórica, a ocorrência real da catástrofe; outra é a interpretação alegórica, enraizada no arquétipo colectivo e que o texto sagrado nos oferece.
O Livro dos Espíritos explica o problema do dilúvio através dessas duas faces, a real e a lendária. É o que vemos nos seu item 59, nas "Considerações e Concordâncias Bíblicas referentes à Criação", que se podem resumir nestas palavras: "O dilúvio de Noé foi uma catástrofe parcial, que se tomou pelo cataclismo geológico". Aliás, essa afirmação de Kardec foi posteriormente confirmada pelas investigações científicas. O arqueólogo inglês sir Charles Leonardo Woolley descobriu ao norte de Basora, próximo ao Golfo Pérsico, ao dirigir escavações para a descoberta dos restos da cidade de Ur, as camadas de lama do dilúvio mencionado na Bíblia. Pesquisas posteriores completaram a descoberta. O dilúvio parcial do delta dos rios Tigre e Eufrates é hoje uma realidade atestada pela Ciência. Foi esse dilúvio, ou seja, essa inundação parcial, que serviu de motivo histórico para a lenda bíblica. Como acentua Kardec, nada perdeu com isso a Bíblia, nem a Religião. Mas ambas são diminuídas quando o fanatismo insiste em defender um absurdo, quando teima em dizer que Deus afogou o mundo nas águas de uma chuva de quarenta dias e fez Noé salvar-se, com a própria família e as privilegiadas famílias dos animais de cada espécie existente, para que a vida pudesse continuar na Terra. Sustentar como realidade histórica a figuração ingénua de uma lenda, conferindo-lhe ainda autoridade divina, é ridicularizar o sentimento religioso e minar as bases da concepção espiritual do mundo. Foi esse processo infeliz de ridicularização que levou o nosso tempo ao materialismo e à descrença que hoje o dominam.
Que diriam os fanáticos da "palavra de Deus" ao saberem que o dilúvio bíblico tem por antecessores o dilúvio babilónico de Gilgamesch, historicamente chamado de "o Noé babilónico", e o dilúvio grego de Deucalião? O Espiritismo esclarece esse problema, mostrando que o "arquétipo colectivo" de dilúvio é responsável pelo seu aparecimento em diversos capítulos da História das Religiões, e até mesmo na pré-história, entre os povos selvagens. É esse um dos pontos mais curiosos da psicologia das Religiões.
J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 10:00
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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2007

EXPRESSÕES E PALAVRAS DESFIGURADAS NA BÍBLIA

Estamos vivendo uma fase de intensa reformulação dos textos bíblicos. A "Palavra de Deus" vem sendo alterada, modificada e muitas vezes arranjada, de acordo com os interesses dos homens. Já existe mesmo uma tradução da Bíblia que se diz aceitável, pêlos materialistas. A velha discussão sobre a Vulgata Latina levou os novos tradutores a recorrerem ao texto hebraico. A tradução clássica do padre Figueiredo, segundo a Vulgata, é acusada de suspeitas, preferindo-se a do padre Almeida, que como vimos, também já foi modificada. O religioso esclarecido sabe muito bem que as versões antigas da Bíblia estão superadas. Mas há os que nada entendem e consideram o velho livro como intocável e imutável. Esses acreditam cegamente nas pretensas condenações ao Espiritismo. Para eles, só podemos repetir as palavras de Jerónimo de Praga, quando uma velhinha beata levou mais uma acha de lenha para a fogueira em que o queimaram: "Sancta Simplicitas".

A tradução dinamarquesa da Bíblia não trata dos dons espirituais. O teólogo Haraldur Nielsson explica-nos a razão dessa aparente discrepância. Pasmem os defensores do dogma da graça, que consideram Deus como chefe do partido a que pertencem! O tradutor categorizado da Bíblia para o islandês, o rev. Nielsson, que fez a tradução a serviço da Sociedade Bíblica Inglesa, declara: "No texto grego está a palavra Espíritos e não a expressão Dons Espirituais". E acrescenta: "Em muitas traduções da Bíblia, esta passagem foi verificada de maneira confusa apesar de não haver a menor dúvida quanto à verdadeira significação dos termos gregos do texto original: "epei zelotai este pneumaten".

Nielsson adverte ainda que os tradutores e revisores da Bíblia nem sempre tiveram a coragem de traduzir com exactidão os textos originais que se referem claramente à comunicação dos Espíritos. E faz, correctamente, uma grave denúncia: "Os teólogos prenderam os seus sistemas em pesadas e estreitas cadeias". A Bíblia, estudada segundo o espírito que vivifica, sem os prejuízos da letra que mata, revela a sua face espiritista e por tanto mediúnica, como o demonstra o rev. Nielsson e como afirmou Kardec. Trataremos mais amplamente dos Dons Espirituais.

J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 00:11
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