Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Casos Pessoais IV

Há uns tempos estava em minha casa descansado a ler um livro e eis que, por volta das 3 horas da noite o telemóvel toca. Achei estranho, pois não são horas de se ligar a ninguém, mas ao reparar que o número de origem da chamada era de uma pessoa conhecida, minha paciente de Reiki, então atendi. A pessoa em causa estava um pouco preocupada, pois tinha recebido uma visita de uns familiares, e durante a noite tinha levado uma pessoa a passear e como a pessoa não estava bem perguntou-me se podia passar por minha casa para ver se eu lhe podia ser útil. Sem nenhum tipo de problema, com confiança perante mais uma missão para cumprir, cedi e aceitei o que me tinha pedido. Quinze minutos passados e eis que me batem à porta. Mandei entrar as pessoas, e após alguns minutos de conversa a paciente disse-me que necessitava que eu fizesse algo ao sobrinho pois não estava em condições para o levar para casa, ou seja, o rapaz estava um pouco embriagado, cambaleando e com algumas tonturas. Então eu disse o seguinte: “Olhe que nunca me tinha deparado com um caso destes! Mas vamos lá ver o que é que se pode fazer”. Dito isto, toca a arregaçar as mangas e trabalhar, então eu disse: “ (nome) anda cá comigo e deita-te aqui se faz favor”. Mal acabou de se deitar levantou-se logo de seguida, e então eu perguntei: “Então (nome) não consegues estar assim deitado?”; ele respondeu: “Assim não consigo, dá-me vómitos.”. Então eu disse-lhe: “ Então deita-te de barriga para baixo.” E assim foi, pois aquela posição já não lhe provocava vómitos, então comecei a sessão de Reiki. Após quarenta e cinco minutos de sessão afastei-me de junto do rapaz. Ao fim de cinco minutos ele levanta-se e agradeceu o que por ele tinha feito. Dialogámos por mais cinco minutos e seguidamente eles foram-se embora, satisfeitos com o sucedido.
NOTA: Depois de tudo se ter passado, fiquei a pensar como teria eu feito tal coisa. Simples, eu durante os quarenta e cinco minutos facultei o meu corpo ao meu guia e espíritos protectores, e eles por sua vez intercederam através das minhas mãos fazendo passar os fluidos vitais para aquele filho de Deus que necessitava de auxílio para restabelecer a harmonia física, espiritual e vital.
Publicado por Viktor às 09:38
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

MOSTRA A BÍBLIA QUE ADÃO NÃO FOI O PRIMEIRO HOMEM

Expulso do Éden, o casal primitivo teve dois filhos: Caim e Abel, segundo nos relata o Cap. IV do Génesis, versículos l a 16. Estava assim iniciada, segundo as religiõesdogmáticas, a raça humana na Terra. Mas a própria bíblia desmente essa suposição, ao declarar, logo no vers. 2, que "Abel foi pastor e Caim lavrador". Nos versículos 14 e 15 vemos Caim temer que "outros" o matem e o Senhor "pôs um sinal em Caim, para que não o ferisse de morte quem quer que o encontrasse". E o versículo 16 nos oferece esta preciosa informação: retirando-se da presença do Senhor o renegado Caim "habitou na terra de Node, ao oriente do Éden". Não precisamos sair dos limites desse capítulo 4 do Génesis para ver que Adão e Eva não iniciaram a raça humana, mas apenas a sua própria descendência, num mundo já povoado há muito tempo. Os versículos seguintes confirmam isso plenamente. Que faz o Espiritismo em face deste problema? Rejeita e condena a Bíblia como falsa? Não. Pelo contrário, procura interpretá-la em espírito e verdade, em vez de apegar-se às contradições e aos absurdos da "letra que mata".
No capítulo XI de A Génese, Kardec explica que a chamada raça adâmica foi uma das últimas a surgirem na Terra. "O Génesis no-la mostra, - diz ele, - desde o seu início, industriosa, apta para as artes e as ciências, sem haver passado pela infância intelectual, o que não é próprio das raças primitivas, mas concorda com a opinião de que ela se compunha de Espíritos já avançados". Caim era lavrador, Abel era pastor, e logo mais veremos Caim casar-se (com quem?) ter filhos e construir uma cidade. Tratemos agora do fratricídio de Caim, cujo símbolo é também dos mais significativos.
Vemos na Bíblia que Caim matou Abel por ciúmes de Deus. Ambos haviam oferecido ao Senhor as primícias de seus trabalhos; Caim, os frutos da terra, Abel, os gordos rebentos do seu rebanho. O que mostra que já viviam na era das civilizações agrárias. Mas o Senhor não gostou da oferta vegetal, preferindo a de carne. Como todos os deuses antigos, o Deus Único da Bíblia também gostava mais de carnes que de frutas. A alegoria é evidente: Caim representa o egoísmo humano de uma raça em desenvolvimento, Abel é a vítima inocente desse egoísmo feroz; Deus pune Caim, mas não o aniquila, por que ele precisa continuar progredindo; e o Deus em causa não é o verdadeiro Deus, mas um guiaespiritual, que representa o Senhor perante a ingenuidade desse povo nascente. É inacreditável que ainda hoje nos queira impingir essas alegorias em seu sentido liberal
J. Herculano Pires
Publicado por Viktor às 20:00
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