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Domingo, 14 de Junho de 2009

BORISKA, O Garoto Índigo

Boris Kipriyanovich, ou Boriska, hoje [2008] um adolescente, há anos que aparece em jornais, revistas e documentários do mundo inteiro. Ele é considerado um dos mais destacados seres humanos de uma nova geração, que já está amplamente conhecido como índigo-children, dotados de faculdades especiais, como um alto grau de inteligência e surpreendentes conhecimentos sobre o Universo, extraterrestres, o passado arcaico da Terra, mistérios da antiguidade e futuro do planeta. Boriska nasceu em 11 de janeiro de 1996 e desde os quatro anos mora na cidade de Zhirinovsk da região Volgograd, Rússia. Costuma visitar um local próximo à sua cidade, a montanha Medvedetskaya Gryada, considerada “zona anómala”. Ali, o garoto encontra o ambiente ideal para o que ele chama de reposição das suas energias.

Os seus pais, gentis, educados e hospitaleiros, ficaram preocupados com os fascinantes talentos do filho. Eles temem que Boriska tenha dificuldades de convívio social quando se tornar um adulto. A mãe conta que o menino conseguia sustentar a própria cabeça com apenas 15 dias de vida. Começou a falar aos quatro meses e com um ano e meio já lia os jornais. Aos dois anos, no jardim-de-infância, os professores perceberam que ele era diferente: aprendia tudo rapidamente e tinha uma memória extraordinária.

Mais ainda, Boriska mostrava conhecimentos que não eram adquiridos na escola, sobre outros mundos, planetas desconhecidos. A sua mãe conta: “Muitas vezes ele senta-se em posição de lótus e começa a falar detalhadamente sobre o planeta Marte, sistemas planetários e outras civilizações”. O espaço cósmico é uma dos temas favoritos de Boriska. Afirma que viveu em Marte e diz que o planeta é habitado, embora tenha, já uma vez, perdido a sua atmosfera depois de uma enorme catástrofe. Hoje, segundo o índigo-boy, os marcianos vivem em cidades subterrâneas.

Lembrando uma vida passada, Boriska afirma que costumava visitar a Terra pilotando uma nave espacial. Naquele tempo, a Terra era dominada pela civilização Lemuriana cujo declínio, que ele testemunhou e foi causado pela degradação espiritual daquela Humanidade. A mãe deu-lhe o livro Whom We Are Originated From [mais ou menos traduzível como De Quem Nós Fomos Originados], de Ernest Muldashev, ele ficou muito entusiasmado com as descrições dos Lemurianos, as imagens dos templos tibetanos e passou muitas horas a falar com os pais sobre a Lemúria, o seu povo e cultura. Segundo Boriska, os lemurianos dominaram a Terra à 70 mil anos e eram gigantes de 9 metros de altura. Perguntado sobre como sabia tais coisas, respondeu: “Eu lembro-me, eu vi”.

Sobre um segundo livro de Ernest Muldashev, In Search of the City of Gods [ Em Busca da Cidade dos Deuses], mais uma vez olhando as figuras, comentava sobre as pirâmides, os santuários e revelou: “As pessoas não vão encontrar os conhecimentos antigos embaixo da Grande Pirâmide de Quéops [Egito]. Esse conhecimento está oculto no subterrâneo de uma outra pirâmide que ainda não foi descoberta e acrescentou: “A Humanidade vai se surpreender e até mudar quando conseguirem abrir a Esfinge; há um mecanismo de abertura em algum lugar atrás de uma orelha, não me lembro exactamente onde”.

Boriska também adverte sobre uma alteração dos pólos magnéticos da Terra que, em breve, causará duas catástrofes: uma em 2009; outra em 2013. Poucas pessoas sobreviverão; e fala sobre a morte: “Não, eu não tenho medo da morte porque nós vivemos eternamente. Houve uma catástrofe em Marte, onde eu vivia. Ainda há pessoas que vivem lá. Houve uma guerra nuclear e tudo ficou em cinza. Mas eles construíram abrigos e criaram novas armas. Os marcianos, em geral, [não se sabe o quê ele quer dizer com 'em geral'], respiram dióxido de carbono. Se viajassem para outro planeta [como a Terra] teriam de se manter vivos usando respiradouros adequados [standing next to pipes and breathing in fumes]”.

Perguntaram, [tolamente] a ele: Se você é de Marte, você precisa de dióxido de carbono? Resposta: “Se eu estou neste corpo [terreno] eu respiro oxigénio” [o quê é óbvio! no contexto...] . Mas você sabe, isso causa envelhecimento. Especialistas perguntaram ao jovem por quê naves da Terra frequentemente avariam/partem ou são desactivadas quando se aproximam de Marte. Ele explicou: “Os marcianos transmitem sinais especiais que danificam naves, estações e/ou sondas que emitem radiações”. Boriska tem dificuldades com escolas. Fez uma entrevista e foi colocado no segundo grau porém logo quiseram livrar-se dele: constantemente interrompia os professores apontando-lhes erros. Agora ele estuda com um professor particular.

FONTE: Boriska, boy from Mars, says that all humans live eternally

PRAVDA ENGLISH - publicado em 05/03/2008 tradução: Lígia Cabús

LINK RELACIONADO: BORISKA: O MENINO QUE VEIO DE MARTE

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 17:04
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Segunda-feira, 23 de Julho de 2007

Amor e Liberdade - Valores inseparáveis !

" Falar de Vénus é falar do Amor, é falar da Vida. É falar da aprendizagem do amor, na Vida.

Sempre muito se diz sobre o amor. Amor como algo desejado, plenitude, felicidade maior, infelicidade : amor como dor, drama a ser vivido...

No entanto, poucos sabem do amor. Do amor como frequência mais " alta ", como vibração unitária do mundo, a " Nota chave " do Universo.

Não se nasce a saber amar. Todos necessitamos de actualizar a sua aprendizagem. É a nossa Humana condição.

Amar é um alto nível de consciência atingido, através de um lento e doloroso processo de ascenção...

Não se pode falar de Vénus sem Marte, Marte identifica-se com o desejo. Numa primeira fase, Marte é irracional, enquanto desejo instintivo e onde há desejo, há sempre uma insatisfação que o origina. Pode dizer-se que Marte é " filho das Trevas ".

Vénus é o dia que Marte encontra, se encontra. Vénus é a primeira luz, nas Trevas do nosso Ser interno, a primeira emoção da unidade.

O desejo sempre anima o Amor-a-dois. Vénus não pode dissociar-se da força obsessiva e obscura que Marte activa. Vénus é o acréscimo de Vida que Marte deseja. É o que " falta " a Marte, e lhe estimula a afirmação.

As personalidades, numa etapa menos evoluída, sempre teimam em confundir Amor com desejo. Chamam Amor a todas as formas de projecção psíquica, por carência ou insatisfação. Confunde a abundância de Vida que é o Amor, com o grande vazio interior.

Cumprir o nosso projecto sobre a Terra é viver este " drama emocional ", aceitar a violência das suas contradições, até sermos capazes de encontrar uma nova e regenerada condição.

Vénus-Marte para isso nos encaminham. Temos de viver o que a Vida nos traz como experiência, o que atraímos por ressonância. Tudo o que nos pertence como experiência, há que ser plenamente vivenciado. Ilusões e desilusões, Uniões e desuniões, lágrimas e momentos de plenitude. 

Para que além de todas as tristezas e alegrias, projecções, entusiasmos, expectativas e sofrimentos através dos quais o Tempo nos conduz, possamos progressivamente um dia encontrar o que não ilude nem desilude.

A dimensão inteligente de Vénus vai-se tornando progressivamente mais inteligente. Ou seja, vai-se " emancipando " da carga irracional do desejo instintivo. Vai " subindo " em subtileza e Liberdade.

O que infelizmente se verifica nos Tempos de hoje é que a maioria das pessoas vive Marte sem Vénus, o desejo sem Amor.

As pessoas elegem porque desejam não porque valorizam. Chamam isso de " Amor ".

Muitas vezes existe a necessidade de possuir e controlar o outro, de quem esperamos o " mais " que a Vida nos oferece. O outro, nas mãos de quem depomos a nossa Liberdade e o nosso Poder, esse outro, que ilusoriamente identificamos com segurança e felicidade.

Obviamente, isso é um grande equívoco. Equívoco que se paga a alto preço, o preço a que vulgarmente se chama dor-de-amor !

Ninguém pode preencher, a não ser provisória e aparentemente, o nosso " vazio interior ". Não temos como manter a segurança nos relacionamentos. Ninguém " segura " nada, porque não tem por onde segurar...

Quando duas pessoas se separam, deviam saber não " dramatizar ". A separação consiste apenas em " criar espaço ". " Espaço de respiração " que permita a cada um viver outras experiências, adquirir mais Liberdade e autonomia para melhor se conhecer e encontrar. Nestes casos, ao contrário do que é comum, deveria haver grande respeito e mútuo agradecimento por esta oportunidade de Vida nova.

Não é dizer : " Ah, eu enganei-me naquela relação. " Eu não me enganei em relação nenhuma, vivi exactamente a relação que tinha de viver. Justo aquela relação e não outra qualquer.

Todas as relações de amor a dois tendem para a Liberdade. Para a Liberdade partilhada, a Liberdade-em-comum.

Liberdade onde já não há dependência recíproca, onde já não há " medo de perder " ninguém, onde já não há necessidade de " manipular psiquicamente " o outro, para que ele me dê a segurança emocional que preciso, e que me acho no " direito de exigir " que ele me dê...onde há medo não há amor.

A ideia de que resolvo o meu " vazio existencial " através de alguém que julgo amar é uma ilusão. Ainda por cima violentando esse alguém. Agredindo-o, fazendo-lhe o que vulgarmente se chama " cenas ". Obrigando-o a ser o que não é, para que eu possa ser o que não sou.

Entender este equívoco, tão comum nas relações ditas amorosas, é perceber como devemos enfrentar os nossos medos. Para que os relacionamentos já não nasçam do medo, da Solidão. Só assim eles podem ser perenes e traduzir o bem-estar da verdadeira comunicação.

Tenho primeiro que me absolver, que " limpar " algum sentimento de culpa que trago do Passado. Até me aceitar incondicionalmente. Até voltar a ser receptiva e vulnerável. Só assim o Amor é possível.

No momento em que for capaz de dar, dar fisicamente, emocionalmente ou espiritualmente aos outros, no momento em que for capaz de acrescentar " mais Vida " a alguém, nesse momento, não estou mais só, nunca mais.

Neste sentido, o Amor é o encontro do Ser consigo, através do outro a quem ama. Se eu souber pôr-me em causa, se aceitar aprender, não irei mais cometer o mesmo equívoco, e projectar-me pelas mesmas razões. Já vou querer outra coisa, de outra maneira.

Se eu não percebi o porquê do desentendimento, então vou atrair uma outra pessoa, pelas mesmas razões que atraí na experiência anterior.

Então, repete-se o mesmo " filme ", filme que me faz viver exactamente o mesmo tipo de desencontro que forçosamente irá " acabar " exactamente da mesma maneira.

É necessário: Aprendermos a dar e receber, sem cobrar o prazer de partilhar quem somos, a dar e receber sem exigir coisa alguma. Aí, vibramos na verdadeira energia do Amor. Identificamo-nos com a qualidade de Vénus. Libertamo-nos do condicionalismo de Marte. Aprendemos uma lição-de-amor.

 

Maria Flávia de Monsaraz

in " Vénus - o gérmen da vida, da forma e do Amor "

 

Célia Casaca

Publicado por Viktor às 17:27
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