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Quinta-feira, 26 de Junho de 2014

Reflexão: Casamento, um drama de vida…

Caríssimos,

     Todo o Ser humano ao longo da sua vida gosta de estar acompanhado e tem imenso receio da solidão e, derivado a essa sensação, procura estar sempre acompanhado. Faço uma pequena ressalva ao aspecto “solidão” que é diferente de estar só, pois podermos estar só sem sentirmos “solidão” e podemos estar no meio de uma multidão e sentirmos “solidão”. No decorrer da vida o Ser Humano procura constituir família para viver dentro dos parâmetros da sociedade na qual está inserido. Ao longo da sua juventude faz as suas escolhas através do que se chama “namoro”, de forma a conhecer a outra pessoa e assim poder chegar à conclusão se é “aquela pessoa”, com a qual pretende compartilhar a sua vida. Depois chegam a certo momento no qual pretendem contrair matrimónio, com aquela que foi a nossa escolha, sim “sua escolha”, escolha essa que é da nossa inteira responsabilidade.

     Segundo a ordem natural das coisas e da vida, o “casamento” deveria ser uma história de amor feliz, na qual reinasse a harmonia, carinho, ternura e muito amor entre ambos. Mas infelizmente, na maioria dos casos que na generalidade temos conhecimento, a verdade é bem diferente dos padrões mencionados na frase anterior. Em inúmeros matrimónios o Amor é algo que existe apenas durante os primeiros tempos, pois sendo o Amor como um Jardim carece de uma constante manutenção para que as flores estejam sempre viçosas e as ervas daninhas eliminadas. Quando esse jardim é “abandonado” perde a sua beleza tornando-se num “pedaço” de terreno selvagem, o que expressa bem o comportamento de um casal que vivem matrimonialmente sem que exista Amor. [Façam uma pausa na leitura e através de um exercício de consciência vejam em que grupo se enquadra o seu matrimónio]

     Depois de alguns tempos casados, com filhos, com encargos económicos que assumiram e outras coisas mais, iniciam a uma nova etapa nas suas vidas, com a pessoa que escolheram. O tempo vai passando e, eis que a certa altura, o jardim se converte em terreno “selvagem”, no qual existe todo o tipo de vegetação mas que nada tem a ver com o viçoso jardim outrora cultivado através do amor. A partir desse momento, uma nuvem negra abatesse sobre cada um, preenchendo as pessoas e os espaços em que habitam, com uma intensa energia negativa que lhes provoca todos os tipos de sintomas, problemas e pensamentos negativos. É então que, a partir de esse momento, aquilo que deveria ser uma bonita história de Amor, transforma-se numa história dramática [podendo mesmo chegar a ser um filme de terror], onde os personagens deixam de ter um papel de Amor passando a ter um papel de Drama. É claro que ninguém quer que a sua vida seja um filma Dramático, todos querem que seja um filme de Amor, mas a verdade é essa. A verdade torna-se mentira, o amor torna-se ódio, a confiança torna-se desconfiança, o respeito torna-se desrespeito, a tolerância torna-se em impaciência, o carinho torna-se repúdio, enfim, tantas coisas negativas que se apoderam de nós e nos destroem interiormente.

     A partir desse momento o mal-estar generalizado que se apodera das pessoas, dá origem ao surgimento da vontade de mudar de vida, pois não deseja continuar a ser personagem daquele filme dramático. Mas conjuntamente com a vontade de mudar, surgem muitos medos, tais como o medo de não conseguir ter suporte económico para se sustentar na vida, o medo de ser rejeitado pelos filhos, medo de que o companheiro(a) lhe possam fazer a vida negra, entre muitas outras coisas. Isto também acontece, sobretudo no sexo feminino, porque a maioria das pessoas não se acham a pessoa mais importante das suas vidas, achando que os mais importantes são os filhos. Por estas e outras razões as pessoas acabam por ter casamentos de fachada, onde se enganam a eles mesmos, casamentos de conveniência, por medo de não conseguirem enfrentar a vida sozinha(o), entre outras coisas, acabem por manter um casamento de fachada, no qual a chama do Amor já há algum tempo se encontra extinta.

     Depois de ler este texto acha que se enquadra nele? É esse o “tipo” de vida que sonhou para si? Certamente sonhou com outro tipo de vida, em estar acompanhado mas feliz (onde reine a magia do amor). Você merece ser feliz, viver com quem o compreenda, respeite, ame, com quem esteja ao seu lado principalmente nos momentos menos bons e lembre-se sempre que Você é a Pessoa Mais Importante da Sua Vida.

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 11:41
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Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

Violência Doméstica

Este é um problema que afecta muitos lares infelizmente. A vida não é feita apenas de coisas boas, mas também de pequenas conquistas diárias. Se fosse tudo bom e fácil tornava-se de certa forma monótona sem os pequenos prazeres das vitórias no dia-a-dia. Vitórias pessoais em prol bom bem-estar comum sem prejudicar ninguém. Deus criou o homem e a mulher para viverem em comunidade, compartilhar as coisas boas, apoiarem-se nos momentos mais complicados, zelarem um pelo outro, ou sejam, viverem numa entreajuda mutua em todos os momentos complementando-se como se fossem duas peças dispostas a trabalhar em conjunto fazendo parte da engrenagem do motor da vida. Encontrar o príncipe ou a princesa com o(a) qual sonhamos e pretendemos compartilhar a nossa vida e os nossos segredos mais íntimos encontram-se nos livros e contos de fadas. Na realidade há imensos factores com os quais nos temos de adaptar. Escolher ou parceiro(a) errado(a) é uma coisa que pode acontecer a qualquer pessoa e tal situação não deve ser observada com total negatividade mas sim como parte integrante do nosso processo de aprendizagem e evolução espiritual, porque os erros não servem apenas para nos deitar a baixo mas sim como um método de aprendizagem na vida. Para conseguirmos viver em comunidade e total harmonia com o universo temos em primeiro lugar de conhecer o nosso intimo, encontrar o nosso equilíbrio e harmonia e assim poder dar aos outros todo o Amor Incondicional que está ao nosso alcance. Esse Amor vai-nos permitir aceitar os outros como são, com todas as suas virtudes e defeitos, tal qual como nós. Mas por vezes, depois das pessoas contraírem matrimónio, depois de se tornarem pais, assim que têm de enfrentar dificuldades maiores, problemas de alcoolismo ou atritos oriundos de heranças e partilhas fazem brotar nas pessoas os seus instintos mais primários (animalescos) fugindo assim da realidade partindo para a agressão física e verbal (psicológica). Neste ponto inicia-se a decadência de um relacionamento, pois o amor começa a diluir-se, os níveis de auto-estima baixam drasticamente, alterações no metabolismo nervoso impedem-no(a) de descansar (dormir) e aos poucos sintomas depressivos vão-se apoderando de si. Neste preciso momento necessita que alguém lhe estique a mão para o(a) auxiliar, mas a negatividade que transporta consigo e o medo de denunciar fazem com que continue a viver em condições muito precárias para o seu bem-estar e sanidade mental. Atingindo este ponto as pessoas chegam mesmo a cometer actos de loucura tais como a ingestão de comprimidos de uma forma demente provocando a morte por suicídio. Não, esta não é a solução, porque apenas àquele que nos permite viver (Deus) lhe é dado o direito de decidir quando é chegada a nossa hora de partir. Tenha consciência que não veio ao mundo para viver uma vida de martírio e sacrifício e, aceitando humildemente a condição de vida que lhe calhou em sorte, tome as necessárias medidas para a alterar e assim procurar a sua felicidade, bem como a dos que o(a) rodeiam. Faça uma introspecção e verá que você também tem a sua quota parte de responsabilidade e culpa naquilo que lhe está a acontecer.

Neste tipo de casos, o Reiki pode ser uma valiosa ferramenta para o(a) ajudar a ultrapassar a situação, pois através de sessões terapêuticas o mesmo vais actuar no seu nível físico(n1), emocional, mental(n2) e espiritual(n3). A aplicação de Reiki permite-lhe desbloquear as bioenergias corporais, regular o sistema nervoso, relaxa o copo físico, equilibra os seus níveis emocionais (medos), possibilita um melhor controlo mental (através do que pensa e se permite pensar), remove o stress e fadiga e complementa qualquer tipo de tratamento médico (sem contra indicações).

Dê uma oportunidade a si mesmo, à sua saúde e ao seu bem-estar através de uma sessão de Reiki. Termino dizendo-lhe: FAÇA O FAVOR DE SER FELIZ.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Estado de Espiríto: Triste por falar destas coisas
Publicado por Viktor às 09:24
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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

UNIÃO INFELIZ

Pergunta - Qual o fim objectivado com a reencarnação?

Resposta Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça? Item n° 167, de "O livro dos Espíritos". Dolorosa, sem dúvida, a união considerada menos feliz. E, claro, que não existe obrigatoriedade para que alguém suporte, a contra gosto, a truculência ou o peso de alguém, ponderando-se que todo espírito é livre no pensamento para definir-se, quanto às próprias resoluções. Que haja, porém, equilíbrio suficiente nos casais unidos pelo compromisso afectivo, para que não percam a oportunidade de construir a verdadeira libertação. Indiscutivelmente, os débitos que abraçamos são anotados na Contabilidade da Vida; todavia, antes que a vida os registe por fora, grava em nós mesmos, em toda a extensão, o montante e os característicos de nossas faltas. A pedra que atiramos no próximo talvez não volte sobre nós em forma de pedra, mas permanece connosco na figura de sofrimento. E, enquanto não se remove a causa da angústia, os efeitos dela perduram sempre, tanto quanto não se extingue a moléstia, em definitivo, se não a eliminamos na origem do mal. Nas ligações terrenas, encontramos as grandes alegrias; no entanto, é também dentro delas que somos habitualmente defrontados pelas mais duras provações. Isso porque, embora não percebamos de imediato, recebemos, quase sempre, no companheiro ou na companheira da vida intima, os reflexos de nós próprios. É natural que todas as conjunções afectivas no mundo se nos figurem como sendo encantados jardins, enaltecidos de beleza e perfume, lembrando livros de educação, cujo prefácio nos enleva com a exaltação dos objectivos por atingir. A existência física, entretanto, é processo específico de evolução, nas áreas do tempo, e assim como o aluno nenhuma vantagem obterá da escola se não passa dos ornamentos exteriores do educandário em que se matricula, o espírito encarnado nenhum proveito recolheria do casamento, caso pretendesse imobilizar-se no êxtase do noivado. Os princípios kármicos desenovelam-se com as horas. Provas, tentações, crises salvadoras ou situações expiatórias surgem na ocasião exacta, na ordem em que se nos recapitulam oportunidades e experiências, qual ocorre à semente que, devidamente plantada, oferece o fruto em tempo certo. O matrimónio pode ser precedido de doçura e esperança, mas isso não impede que os dias subsequentes, em sua marcha incessante, tragam aos cônjuges os resultados das próprias criações que deixaram para trás. A mudança espera todas as criaturas nos caminhos do Universo, a fim de que a renovação nos aprimore. A jovem suave que hoje nos fascina, para a ligação afectiva, em muitos casos será talvez amanhã a mulher transformada, capaz de nos impor dificuldades enormes para a consecução da felicidade; no entanto, essa mesma jovem suave foi, no passado - em existências já transcorridas -, a vítima de nós mesmos, quando lhe infligimos os golpes de nossa própria deslealdade ou inconsequência, convertendo-a na mulher temperamental ou infiel que nos cabe agora relevar e rectificar. O rapaz distinto que atrai presentemente a companheira, para os laços da comunhão mais profunda, bastas vezes será provavelmente depois o homem cruel e desorientado, susceptível de constrangê-la a carregar todo um calvário de aflições, incompatíveis com os anseios de ventura que lhe palpitam na alma. Esse mesmo rapaz distinto, porém, foi no pretérito - em existências que já se foram – a vítima dela própria, quando, desregrada ou caprichosa, lhe desfigurou o carácter, metamorfoseando-o no homem vicioso ou fingido que lhe compete tolerar e reeducar. Toda vez que amamos alguém e nos entregamos a esse alguém, no ajuste sexual, ansiando por não nos desligarmos desse alguém, para depois somente depois - surpreender nesse alguém defeitos e nódoas que antes não víamos, estamos à frente de criatura anteriormente dilapidada por nós, a ferir-nos justamente nos pontos em que a prejudicamos, no passado, não só a cobrar-nos o pagamento de contas certas, mas, sobretudo, a esmolar-nos compreensão e assistência, tolerância e misericórdia, para que se refaça ante as leis do destino. A união suposta infeliz deixa de ser, portanto, um cárcere de lágrimas para ser um educandário bendito, onde o espírito equilibrado e afectuoso, longe de abraçar a deserção, aceita, sempre que possível, o companheiro ou a companheira que mereceu ou de que necessita, a fim de quitar-se com os princípios de causa e efeito, liberando-se das sombras de ontem para elevar-se, em silenciosa vitória sobre si mesmo, para os domínios da luz.

Emmanuel
Publicado por Viktor às 00:05
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