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Sexta-feira, 12 de Março de 2010

Voluntariado de Reiki

Caros amigos,

Dar-mos um pouco de nós em prol de quem precisa é algo de valor inestimável para quem recebe, bem como para a pessoa que faz. Em tempos solicitei aos Reikianos que me contactassem caso estivessem interessados em fazer voluntariado de Reiki no Centro de Saúde de Albufeira. Ao meu primeiro pedido apenas três ou quatro pessoas me responderam e, assim sendo, vou recomeçar agora a recolher novamente os contactos.

Caso esteja interessado em participar envie-me um e-mail para: mestreviktor@gmail.com . Desejo-lhes tudo de bom.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 04:22
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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Reflexão

Caros leitores e irmãos de luz,

Trabalhar diariamente para auxiliar o próximo e em solidariedade para com os outros é algo que me enriquece interiormente. Na minha óptica, os trabalhadores de Luz devem trabalhar em conjunto de uma forma colectiva e não individualmente, pois todos temos a aprender uns com os outros e cada um de nós tem o seu papel. Partilho o meu conhecimento diariamente com aqueles que me procuram e aprendo também com eles numa troca interactiva de conhecimento a qual eu defino como dádiva.

Relativamente ao PROJECTO REIsocialKI já me foram colocadas algumas questões tais como: 1. Então não ganhas nada com isso? 2. Se não aparecer ninguém ficas lá a olhar para as paredes? 3. Se não ganhas nada com isso não achas uma perca de tempo? 4. Achas que as pessoas merecem? As quais respondo da seguinte forma: 1. Aqui na terra não ganho nada, mas ganho no céu (plano espiritual); 2. Aproveito sempre para meditar um pouco e limpar energeticamente o meu cantinho, mesmo que não apareça ninguém; 3. Eu não perco tempo, dedico esse tempo ao meu semelhante, porque acho que essa é a missão que com tanto gosto e amor abracei; 4. Todas as pessoas merecem assim como tu que hoje estás bem mas não sabes se amanhã estarás. E uma das leis do universo é o dar e receber, ou seja, recebemos tudo aquilo que damos e ao praticarmos o bem vamos receber o bem.

Vou aqui partilhar com vocês um episódio que se passou entre mim e o meu filhote (5 anos). A conversa foi assim:

         - Pedro. O pai está a fazer partilhas no hotel e as pessoas quando vão não pagam nada. Levam um donativo para o pai dar a uma Associação para as pessoas pobrezinhas. Aquela caixa que ali está, está vazia, não queres colocar lá alguns brinquedos teus que queiras dar aos meninos pobrezinhos?

         - Está bem pai, eu vou já fazer isso. Vou escolher.

Passados 4 minutos ele diz-me assim:

         - Pai, meti o action mam do Skate na caixa para dar aos meninos.

De certa forma admirado com tal acto de bondade por parte dele perguntei:

         - Vais dar um brinquedo caro aos meninos?

         - Sim pai, não me faz falta, pois tenho 3 e posso dar um deles.

Foi então que uma felicidade interior se apoderou de mim transbordando para o exterior através de um enorme sorriso meu, enquanto mentalmente pensei: estou orgulhoso pelo gesto de bondade por ele praticado.

Assim sendo, como podem ver até as crianças têm gestos que por vezes nos deixam admirados com o Amor puro das crianças. Se quiserem comentem ou partilhem também as vossas experiências sociais e humanas em prol do vosso semelhante.

Saudações Estelares

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:47
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Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Vultos do Espiritismo…

ANTÔNIO GONÇALVES DA SILVA BATUÍRA

            Nascido a 19 de Março de 1839, em Portugal, na Freguesia de Águas Santas, hoje integrada no Conselho da Maia, e desencarnado em São Paulo, no dia 22 de Janeiro de 1909.

      Depois de completar a sua instrução primária, foi para o Brasil, com apenas onze anos de idade, aportando no Rio de Janeiro, a 3 de Janeiro de 1850.

      O seu nome de origem era António Gonçalves da Silva, entretanto, devido a ser um rapaz muito activo, correndo daqui para acolá, a gente da rua o apelidara "o batuíra", o nome que se dava à narceja, ave pernalta, muito ligeira, de voo rápido, que frequentava os charcos na várzea formada, no atual Parque D. Pedro 2º, em S. Paulo, pelos transbordamentos do rio

 Tamanduateí. Desde então o cognome "Batuíra" foi incorporado ao seu nome.

      Batuíra desempenhou uma série de actividades que não cabe registar nesta concisa biografia, entretanto, podemos afirmar que defendeu calorosamente a ideia da abolição da escravatura no Brasil, quer seja abrigando escravos na sua casa e conseguindo-lhes a carta de alforria, ou fundando um jornalzinho a fim de colaborar na campanha encetada pelos grandes abolicionistas Luiz Gama, José do Patrocínio, Raul Pompéia, Paulo Ney, Antônio Bento, Rui Barbosa e tantos outros grandes paladinos das idéias liberais.

      Homem de costumes simples, alimentando-se apenas de hortaliças, legumes e frutas, plantava no quintal da sua casa tudo aquilo que necessitava para o seu sustento. Com as economias, adquiriu os então desvalorizados terrenos do Lavapés, em S. Paulo, edificando ali boa casa de residência e, ao lado dela, uma rua particular com pequenas casas que alugava a pessoas necessitadas. O tempo contribuiu para que tudo ali se valorizasse, propiciando a Batuíra apreciáveis recursos financeiros. A rua particular deveria ser mais tarde a Rua Espírita, que ainda lá está.

      Tomando conhecimento das altamente consoladoras verdades do Espiritismo, integrou-se resolutamente nessa causa, procurando pautar seus actos nos moldes dos preceitos evangélicos. Identificou-se de tal maneira com os postulados espíritas e evangélicos que, ao contrário do "moço rico" da narrativa evangélica, como que procurando dar uma demonstração eloquente da sua comunhão com os preceitos legados por Jesus Cristo, desprendeu-se de tudo quanto tinha e pôs-se a seguir as suas pegadas. Distribuiu o seu tesouro na Terra, para entrar de posse daquele outro tesouro do Céu.

      Tornou-se um dos pioneiros do Espiritismo no Brasil. Fundou o "Grupo Espírita Verdade e Luz", onde, no dia 6 de Abril de 1890, diante de enorme assembleia, dava início a uma série de explanações sobre "O Evangelho Segundo o Espiritismo".

      Nessa oportunidade deixara de circular a única publicação espírita da época, intitulada "Espiritualismo Experimental" redigida desde setembro de 1886, por Santos Cruz Junior. Sentindo a lacuna deixada por essa interrupção, Batuíra adquiriu uma pequena tipografia, a que denominou

      "Tipografia Espírita", iniciando a 20 de Maio de 1890, a publicação de um quinzenário de quatro páginas com o nome "Verdade e Luz", posteriormente transformado em revista e do qual foi o director responsável até a data de sua desencarnação. A tiragem desse periódico era das mais elevadas, pois de 2 ou 3 mil exemplares, conseguiu chegar até 15 mil, quantidade fabulosa naquela época, quando nem os jornais diários ultrapassavam a casa dos 3 mil exemplares. Nessa tarefa gloriosa e ingente Batuíra despendeu sua velhice. Era de vê-lo, trôpego, de grandes óculos, debruçado nos cavaletes da pequena tipografia, catando, com os dedos trémulos, letras no fundo dos caixotes.

      Para a manutenção dessa publicação, Batuíra despendeu somas respeitáveis, já que as assinaturas somavam quantia irrisória. Por volta de 1902 foi levado a vender uma série de casas situadas na Rua Espírita e na Rua dos Lavapés, a fim de equilibrar suas finanças.

      Não era apenas esse periódico que pesava nas finanças de Batuíra. Espírito animado de grande bondade, coração aberto a todas as desventuras, dividia também com os necessitados o fruto de suas economias. Na sua casa a caridade se manifestava em tudo: jamais o socorro foi negado a alguém, jamais uma pessoa saiu dali sem ser devidamente amparada, havendo mesmo muitas afirmativas de que "um bando de aleijados vivia com ele". Quem ali chegasse, tinha cama, mesa e um cobertor.

      Uma vez um desses homens que viviam sob o seu amparo, furtou-lhe um relógio de ouro e corrente do mesmo metal. Houve uma denúncia e ameaças de prisão. A esposa de Batuíra lamentou-se, dizendo: "é o único objecto bom que lhe resta". Batuíra, porém, impediu que se tomasse qualquer medida, afirmando: "Deixai-o, quem sabe precisa mais do que eu".

      Batuíra casou-se em primeiras núpcias com D. Brandina Maria de Jesus, de quem teve um filho, Joaquim Gonçalves Batuíra, que veio a desencarnar depois de homem feito e casado. Em segundas núpcias, casou-se com D. Maria das Dores Coutinho e Silva; desse casamento teve um filho, que desencarnou repentinamente com doze anos de idade. Posteriormente adoptou uma criança retardada mental e paralítica, a qual conviveu em sua companhia desde 1888.

      Figura bastante popular em S. Paulo, Batuíra tornou-se querido de todos, tendo vários órgãos da imprensa leiga registado a sua desencarnação e apologizado a sua figura exponencial de homem caridoso e dedicado aos sofredores.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:09
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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Muito trabalho a fazer...

Foi no ano de 2000 que entrei neste maravilhoso universo do Reiki. Conforme os dias vão passando, cada vez mais sinto que tomei o caminho certo ao escolher o Reiki como uma filosofia de vida. Este maravilhoso legado que nos foi deixado pelo Sensei Mikao Usui começou por ser aplicado aos mendigos nos subúrbios de Tóquio, o que faz com que esta inabalável fonte de recursos deva ser acessível a todas as pessoas, do mais pobre ao mais rico. É com base nestes princípios e principalmente no Amor Incondicional que faço Palestras, Workshops, Cursos, Tratamentos e Sessões em vários locais, no Algarve regularmente, no Baixo Alentejo com alguma regularidade e noutras zonas do país caso me solicitem para tal. O Reiki pode também desempenhar um papel social bastante importante, pois pode ser utilizado no apoio domiciliário a idosos, nos lares e centros de dia, cuidados paliativos, apoio a grávidas, associações desportivas e outras de apoio social. Neste sentido estou a desenvolver alguns esforços para que isso seja possível com o apoio de entidades locais ou regionais. No ano transacto tomei a iniciativa de elaborar uma proposta de cariz social a uma entidade do poder local que, após análise definiram esta Terapia Japonesa/Tibetana com a palavra subjectivo. Discordo veementemente na medida em que há imensos testemunhos e casos de sucesso de aplicação da mesma, mesmo por profissionais (médicos, enfermeiros e farmacêuticos) qualificados na área de saúde, pelas entidades governamentais, mas como quem manda manda, e neste caso quem ficou a perder não fui eu mas as pessoas que podiam beneficiar desta terapia e assim, nesses moldes, não puderam usufruir. Muitas outras coisas podia adicionar a este pequeno texto, mas não pretendo maçar com estas coisas. Para finalizar, estou a pensar lançar em Abril, o livro comemorativo dos dois anos do blogue, onde estarão reunidos os melhores post’s que aqui tenho escrito, o que acham? Gostava de saber as vossas opiniões.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Estado de Espiríto: Muito ZEN...
Publicado por Viktor às 09:16
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«Albufeira, Estremoz e Guarda». Cursos, Palestras, Partilhas & Workshop's. Tlm: 962856134 mail: mestreviktor@gmail.com Fundador do Projecto Social "REIsocialKI®" & Autor do Livro: "Partilhas de um Ser" - APR

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