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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2012

Código de Ética de Mestres e Professores

     Este código de ética visa auxiliar os Mestres/Professores a manterem o mais alto nível de ética profissional. Ser Mestre e Professor é ser um profissional de Reiki, na via ensino. Esta tomada de consciência é vital para o crescimento sustentado e o reconhecimento do Reiki como uma disciplina e terapêutica complementar credibilizada e reconhecida.

     Estes princípios são ortogonais a qualquer escola de Reiki, visa a atitude e passagem de conhecimento de uma forma profissional e normalizada, sem interferir com os conhecimentos transmitidos em cada nível, por cada escola.

     O Monte Kurama, Associação Portuguesa de Reiki, tem por objectivo definir e manter elevados os princípios éticos, segundo os quais os associados regem a sua prática de ensino.

     Cada uma das alíneas abaixo está descriminada nos Código de Ética do Mestre/ Professor.

     É requerido ao Mestre/Professor:

     a) Integridade, imparcialidade e respeito para com todos os seres vivos;

     b) Relacionamentos e interacções profissionais éticos e objectivos;

     c) Ter os seus níveis energéticos em boas condições para que possa veicular, correctamente a Energia Universal, durante o seu ensino;

     d) A relação entre Mestre/Professor e aluno deve ter um carácter confidencial;

     e) O Mestre/Professor deve ser fazer os possíveis para validar os seus conhecimentos e prática energética, através de reciclagens, partilha de conhecimentos e esclarecimento de questões.

Fonte: Associação Portuguesa de Reiki

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 08:49
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Terça-feira, 31 de Março de 2009

Porquê recorrer a um Terapeuta holístico?

Muitas vezes o ser humano na saúde é como se diz na trovoada: “Só nos lembramos de Santa Bárbara quando ouvimos os trovões”. Na realidade é isso mesmo, apenas no lembramos da falta que nos faz uma perna, quando por variadíssimos motivos perdemos algumas das suas capacidades (entorse, fractura, ciática, varizes, reumático, má circulação, menisco, pé de atleta, etc…). Quem diz uma perna diz qualquer outra parte do nosso corpo. Quando nos sentimos mal recorremos aos centros de saúde ou hospitais à procura de um profissional de saúde que, através de processos químicos, nos ajude a debelar o problema.

Se bem se lembram, já anteriormente aqui falei do processo criativo da doença mas para quem não se recorda volto a relembrar. Uma doença, seja ela de que tipo for, percorre sempre o seguinte processo até se manifestar no nosso estado físico (Espiritual -> Mental -> Emocional -> Físico). A sociedade médica lança também campanhas de prevenção para que as pessoas façam um pouco mais pela sua saúde precavendo-se do surgimento antecipado de vários problemas, tais como a Sociedade de cardiologia que aconselha as pessoas a andarem e evitarem o tabaco, e outras mais que de momento não me recordo.

Através do Reiki também podemos fazer isso, pois o mesmo actua nos 4 níveis anteriormente mencionados, combatendo os problemas na sua origem e não na causa directa dos mesmos. Por isso, qualquer pessoa pode receber uma sessão de Reiki, desde que assim pretenda, pois vai-lhe permitir um melhor bem-estar, bem como combater algum problema que se encontre no nível emocional ou mental, sem que o mesmo se tenha repercutido no organismo (físico). Na terapia holística o Terapeuta não receita medicamentos (químicos), apenas sugere algumas mudanças de hábitos alimentícios, comportamentais ou de outros níveis vibratórios. Mesmo que a pessoa quando recorre ao maravilhoso auxílio do Reiki se encontra a fazer tratamento médico e medicada, ao Terapeuta não lhe aufere o direito de alterar nenhum tratamento prescrito pelos profissionais de saúde, mas sim auxiliar através do Reiki a potencializar os efeitos benéficos da medicação, atenuar ou eliminar os secundários e efectuar o tratamento holístico ao paciente.

Por estas e outras razões mais, já alguma vez pensou em visitar um terapeuta holístico e dar uma oportunidade a si mesmo, ao seu bem-estar e à sua saúde? Verá que não se arrependerá, porque o Terapeuta é um parceiro no combate ao problema e não uma autoridade. Tenha um tratamento personalizado.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:12
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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

Mediunidade profissional e charlatanismo

Esse é um ponto bastante polémico com relação ao Espiritismo. Seriam os médiuns apenas charlatães interesseiros? Analisando com atenção tudo o que envolve a mediunidade é possível se chegar a uma conclusão.

O princípio da faculdade mediúnica é a afinidade fluídica, a qual é individual e não geral; pode existir do médium para tal espírito e não a tal outro; sem essa afinidade, cujas nuances são muito diversificadas, as comunicações são incompletas, falsas ou impossíveis. Elas podem ser falsas porque, na falta do espírito desejado, não faltam outros, prontos a aproveitarem a ocasião de se manifestarem, e que se importam muito pouco em dizerem a verdade. O mais frequentemente, a assimilação fluídica entre o espírito e o médium não se estabelece senão com o tempo, ocorrendo uma vez em dez que ela seja completa desde a primeira vez.

Estando a mediunidade subordinada a leis, de alguma sorte orgânicas, às quais todo médium está sujeito, não se pode negar que isso não seja um escolho para a mediunidade profissional, uma vez que a possibilidade e a exactidão das comunicações prendem-se a causas independentes do médium e do espírito. Para que um médium profissional pudesse oferecer toda segurança às pessoas que viessem a consultá-lo, seria preciso que ele possuísse uma faculdade permanente e universal, quer dizer, que pudesse se comunicar facilmente com todos os espíritos e a qualquer momento, para estar constantemente à disposição do público, como um médico, e satisfazer a todas as evocações que lhe fossem pedidas. Ora, isso não ocorre com nenhum médium.

Além disso, os espíritos são livres; eles se comunicam quando querem, com quem lhes convém e também quando podem. Não estão às ordens e ao capricho de quem quer que seja, e não é dado a ninguém fazê-los vir contra a sua vontade. Como sempre dizia Chico Xavier: “o telefone só toca de lá para cá”. Ninguém pode afirmar que a qualquer hora um espírito virá atender ao seu chamado e responderá a tal ou tal questão. Dizer o contrário é provar ignorância dos mais elementares princípios do Espiritismo. Só o charlatanismo tem fontes infalíveis.

Vê-se que os médiuns não possuem senão a faculdade de comunicar, mas a comunicação efectiva depende da vontade dos espíritos. Isso explica a intermitência da faculdade mesmo nos melhores médiuns, e as interrupções que suportam por vezes durante vários meses. Seria, pois, erradamente, que se assemelharia a mediunidade a um talento. O talento se adquire pelo trabalho e aquele que o possui dele é sempre o senhor; o médium não é jamais senhor da sua faculdade, uma vez que depende de uma vontade estranha.

Os próprios princípios que regem as comunicações com o mundo invisível se opõem à regularidade e à precisão necessárias para aquele que se coloca à disposição do público.

O desejo de satisfazer a uma clientela pagante conduz ao abuso. Não se conclui disso que todos os médiuns interesseiros sejam charlatães, mas o interesse de ganho conduz ao charlatanismo e autoriza a suposição de fraude, se não a justifica. Não há, para se comunicar com os espíritos, nem dias, nem horas, nem lugar mais propícios uns que os outros. Não é preciso para os evocar, nem fórmulas, nem palavras sacramentais ou cabalísticas, sendo que o emprego de todo sinal ou objecto material, seja para os atrair, seja para os repelir, não tem efeito, uma vez que o pensamento basta. Só o charlatanismo poderia tomar maneiras excêntricas e adicionar acessórios ridículos. A evocação dos espíritos se faz em nome de Deus, com respeito e recolhimento; é a única coisa recomendada às pessoas sérias que querem ter intercâmbio com espíritos sérios.

Outra questão é que certas manifestações espíritas se prestam, bem facilmente, a uma imitação mais ou menos grosseira; mas do fato de que puderam ser exploradas, como tantos outros fenómenos, pela charlatanice e pela prestidigitação, seria absurdo disso concluir que elas não existam, como bem atesta, em raciocínio adjacente, André Luiz, em trecho do livro Evolução em Dois Mundos.

As manifestações mais fáceis de serem imitadas são certos efeitos físicos, e os efeitos inteligentes vulgares, tais como os movimentos de objectos e pancadas dos mesmos, a escrita directa, as respostas banais, etc; não ocorre o mesmo com as comunicações inteligentes de uma alta importância, ou na revelação de coisas notoriamente desconhecidas do médium. Para imitar os primeiros não é preciso senão a destreza; para simular os outros é preciso, quase sempre, uma instrução pouco comum, uma superioridade intelectual fora de série e uma faculdade de improvisação, por assim dizer, universal, ou o dom da adivinhação.

É importante ressaltar que a "mediunidade elevada (...) constitui (...) conquista do espírito, para cuja consecução não se pode prescindir das iniciações dolorosas, dos trabalhos necessários, com a auto-educação sistemática e perseverante." (André Luiz, em trecho do livro Missionários da Luz).

 

««« Conclusão »»» 

A mediunidade é uma faculdade essencialmente móvel e fugidia, pela razão de estar subordinada à vontade dos espíritos; por isso é que está sujeita a intermitências. Esse motivo, e o princípio mesmo segundo o qual estabelece a comunicação, são os obstáculos a que se torne uma profissão lucrativa, uma vez que não poderia ser nem permanente, nem aplicável a todos os espíritos, e que poderia faltar no momento em que dela se tivesse necessidade. Aliás, não é racional admitir que os espíritos sérios se coloquem à disposição da primeira pessoa que os queira explorar.

A propensão dos incrédulos, geralmente, é suspeitar da boa fé dos médiuns, e supor o emprego de meios fraudulentos. Além de que, no entendimento de certas pessoas essa suposição é injuriosa, é preciso, antes de tudo, perguntar qual interesse poderiam eles ter para enganarem e divertirem ou representarem a comédia. A melhor garantia que se pode encontrar está no desinteresse absoluto e honorabilidade do médium. Há pessoas que, pela sua posição e seu carácter, escapam a toda suspeição. Se a atracão do ganho pode excitar a fraude, o bom senso diz que, onde não há nada a ganhar, o charlatanismo não tem razão de ser.

Texto baseado em trechos do livro O Que É o Espiritismo.

Publicado por Viktor às 10:33
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