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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Preexistência da Alma

Sem a preexistência da alma, a doutrina do pecado original não seria somente inconciliável com a justiça de Deus, que tornaria todos os homens responsáveis pela falta de um só, seria também um contra-senso, e tanto menos justificável quanto, segundo essa doutrina, a alma não existia na época a que se pretende fazer que a sua responsabilidade remonte.

Com a preexistência, o homem traz, ao renascer, o gérmen das suas imperfeições, dos defeitos de que se não corrigiu e que se traduzem pelos instintos naturais e pelos pendores para tal ou tal vício. É esse o seu verdadeiro pecado original, cujas consequências naturalmente sofre, mas com a diferença capital de que sofre a pena das suas próprias faltas, e não das de outrem; e com a outra diferença, ao mesmo tempo consoladora, animadora e soberanamente equitativa, de que cada existência lhe oferece os meios de se redimir pela reparação e de progredir, quer despojando-se de alguma imperfeição, quer adquirindo novos conhecimentos e, assim, até que, suficientemente purificado, não necessite mais da vida corporal e possa viver exclusivamente a vida espiritual, eterna e bem-aventurada.

Pela mesma razão, aquele que progrediu moralmente traz, ao renascer, qualidades naturais, como o que progrediu intelectualmente traz ideias inatas; identificado com o bem, pratica-o sem esforço, sem cálculo e, por assim dizer, sem pensar. Aquele que é obrigado a combater as suas más tendências vive ainda em luta; o primeiro já venceu, o segundo procura vencer. Existe, pois, a virtude original, como existe o saber original, e o pecado ou, antes, o vício original.

Do Livro: “A Génese” – Capítulo I – Item 38

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 08:50
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Sábado, 28 de Fevereiro de 2009

Missões no Regresso...

Todo espírito que deseja progredir trabalhando na obra de solidariedade universal recebendo dos espíritos mais elevados uma missão particular, apropriada às suas aptidões e ao seu grau de adiantamento. Alguns têm por tarefa acolher os espíritos no seu retorno à vida espiritual, guiá-los, ajudá-los a se desprenderem dos fluidos espessos que os envolvem; outros são encarregados de os consolar, instruir as almas sofredoras e atrasadas. Espíritos de químicos, físicos, naturalistas, astrónomos, prosseguem as suas pesquisas, estudam os mundos, as superfícies, as profundezas ocultas, actuam em todos os lugares sobre a matéria subtil, que fazem passar por preparações, modificações destinadas a obras que a imaginação humana teria dificuldades em imaginar. Outros aplicam-se às artes, ao estudo do belo sob todas as suas formas. Espíritos menos evoluídos auxiliam os primeiros nas suas tarefas variadas e servem-lhe de auxiliares. Um grande número de espíritos destina-se aos habitantes da Terra e de outros planetas, estimulando-os nas suas pesquisas, fortalecendo ânimos abatidos, guiando os hesitantes pelo caminho do dever. Aqueles que praticaram a medicina e possuem o segredo dos fluidos curativos, reparadores, ocupam-se mais especialmente dos doentes. A mais bela de todas as missões é a dos ESPÍRITOS DE LUZ. Vêm dos espaços celestes para trazer à humanidade os tesouros da sua ciência, da sua sabedoria, do seu amor. Sua tarefa é um sacrifício constante, porque o contacto dos mundos materiais é penoso para eles; porém, encaram todos os sofrimentos por dedicação aos seus protegidos, a fim de assisti-los nas suas provas e colocarem no coração deles grandes e generosas intuições. É justo atribuir-lhes esses clarões de inspiração que iluminam o pensamento, esses desafogos da alma, essa força moral que nos sustenta nas dificuldades da vida. Se soubéssemos a quantos constrangimentos esses nobres espíritos se impõem para chegarem até nós, responderíamos melhor às suas solicitações, faríamos esforços enérgicos para nos desligarmos de tudo o que é insignificante e impuro, unindo-nos a eles na comunhão divina. Nas horas difíceis, é para esses espíritos, para os meus guias bem-amados, que voam os meus pensamentos e meus apelos. É deles que me vem o apoio moral e as consolações supremas. Subi com muita dificuldade os atalhos da vida. Mas nunca me faltou a ajuda de meus amigos espirituais, nunca a minha voz os evocou em vão. Desde os meus primeiros passos neste mundo a sua influência envolveu-me. Compartilharam as minhas alegrias e tristezas e, quando ouvia a tempestade, sabia que estavam firmes ao meu lado, no meu caminho. Sem eles e o seu auxílio, há muito tempo teria sido obrigado a interromper a minha marcha, a suspender o meu trabalho. As suas mãos estendidas têm-me amparado e dirigido na áspera via. Algumas vezes, no recolhimento da tarde ou no silêncio da noite, as suas vozes falam-me, embalam-me e confortam-me; ressoam na minha solidão como uma vaga melodia. Ou, então, são sopros que passam, semelhantes às carícias, sábios conselhos murmurados, indicações preciosas sobre as imperfeições do meu carácter e das formas de o aperfeiçoar. Então esqueço-me das misérias humanas para me alegrar na esperança de um dia rever esses amigos, de me reunir com eles na luz, se Deus me julgar digno disso, com todos aqueles que amei e que, do seio do além, me ajudaram a percorrer esta etapa terrestre. Que para todos vós, espíritos protectores, entidades protectoras, se eleve o meu pensamento de reconhecimento, o melhor de mim mesmo, o tributo da minha admiração e do meu amor! A ALMA VEM DE DEUS E RETORNA A DEUS percorrendo o imenso ciclo dos seus destinos. Por mais baixo que tenha descido, cedo ou tarde, pela atracção divina, sobe de novo para o infinito. O que é que ela procura lá? O conhecimento sempre mais perfeito do universo, a assimilação sempre mais completa dos seus atributos: beleza, verdade, amor! E, ao mesmo tempo, uma libertação gradual das escravizações à matéria, uma colaboração crescente na obra eterna. Cada espírito, no espaço, tem a sua vocação e persegue-a com facilidades desconhecidas na Terra; cada um encontra o seu lugar nesse soberbo campo de acção, nesse vasto laboratório universal. Por todos os lados, tanto na amplidão como nos mundos, objectos de estudo e de trabalho, meios de elevação, de participação na obra divina, oferecem-se à alma laboriosa. Já não é o céu frio e vazio dos materialistas, nem mesmo o céu contemplativo e beato de certos crentes. É um universo vivo, animado, luminoso, repleto de seres inteligentes em via constante de evolução. E quanto mais esses seres espirituais se elevam, mais a sua tarefa se acentua, mais as suas missões se tornam importantes. Um dia, ocupam um lugar entre as almas mensageiras que vão levar aos confins do tempo e do espaço as forças e as vontades da alma infinita.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:30
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