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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

A Primeira Infância

O processo do lento despertar para o mundo físico continua após o nascimento. O bebe dorme frequentemente durante esse tempo; a alma enche os seus corpos de energia mais elevada. Deixa os corpos físico e etéreo desimpedidos e permite que eles se ocupem no trabalho da construção do corpo.

Nas primeiras fases da vida, à criança incumbe acostumar-se às limitações da sensação física e ao mundo tridimensional. Vi muitos recém-nascidos lutando com esse processo. Tendo ainda alguma percepção do mundo espiritual, evitam e fazem por descartar-se dos parceiros espirituais e das figuras dos pais e por transferir as afeições para os novos pais. Os recém-nascidos que tenho observado possuem chakras da coroa bem abertos. Lutam por caber, espremendo-se, nas limitações de um corpinho de bebe. Quando os vejo deixar o corpo físico, em seus corpos superiores, parecem muitas vezes espíritos de cerca de doze pés de altura. Travam uma luta enorme para abrir o chakra da raiz inferior e estabelecer conexão com a terra.

Exemplo disso foi o caso de um menino nascido um mês depois do que se esperava. Após um nascimento muito rápido, foi acometido de uma febre. Os médicos realizaram uma sangria espinhal para verificar se não se tratava de encefalite. Administrou-se a sangria espinhal na região do chakra sacro. A criança lutava para desfazer-se de dois companheiros de brincadeiras e de uma mulher espiritual que tampouco queria soltá-lo. Na luta, ele se abria e estabelecia conexão com a terra todas as vezes que o seu guia se achava presente. Em seguida, perdia contacto com o guia, avistava os companheiros de folguedo e a mulher, e lutava vigorosamente entre os dois mundos. Nessas ocasiões, sentia maior afinidade com a mulher espiritual do que com a própria mãe física. Na luta para não encarnar, jogava energia fora pelo chakra sacro e para a direita, a fim de evitar o crescimento de raízes directamente através do chakra básico (primeiro chakra). Conseguia fazê-lo, em parte, à conta do buraco áureo deixado pela sangria espinhal. Depois de um momento de luta, voltava a estabelecer conexão com o guia e se acalmava, abria a raiz e recomeçava o processo de entrada.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 02:58
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008

Casos Pessoais I

Há uns 9 anos atrás conheci uma rapariga empregada de mesa. Após poucas conversas reparei que ela não estava bem. Ao me aperceber de tal verifiquei que estava perante um caso de perturbações psíquicas e mau estar espiritual, ou seja, aquela pessoa não estava bem consigo mesma e necessitava urgentemente de auxílio. Necessitava de muitas horas de acompanhamento pessoal e espiritual para recompor as ideias e encontrar de novo a alegria de viver.

Eis então que um belo dia, sem nada o fazer esperar, me desloco ao local de trabalho dela para jantar. Reparei que ela não estava e ao perguntar por ela responderam assim:

"Ainda não chegou, mas não é normal pois nunca chegou atrasada".

Isso fez com que eu ficasse ainda mais alerta. Após 30 longos minutos de espera, e sem a mesma comparecer no seu local de trabalho, então questionei os patrões acerca do domicílio dela, e prontamente me indicaram o local.

Habitava no 1º andar de um prédio. Ao chegar lá toquei à campainha várias vezes sempre sem receber resposta de volta. Eu sabia que algo se estava a passar, pois a minha intuição dizia que algo de anormal estava a acontecer. Então enchi-me de coragem e subi pela caleira das águas para a varanda que dava para o exterior. Então deparei com uma bela mas triste imagem por entre umas cortinas transparentes. A rapariga estava deitada por cima da cama. Abri as portas de vidro, que estavam destrancadas e entrei no apartamento. Deparei então com uma carta escrita no centro da mesa, e reparei que ela estava deitada, com uma camisa de dormir azul clara transparente e prestes a passar para o mundo invisível. Então, dirigi-me à varanda e chamei pelas autoridades, que naquele preciso momento estavam a passar. Eles então pararam e subiram ao apartamento. Enquanto um deles chamava o 112, o outro procurava vestígios/provas do sucedido, enquanto eu estava a prestar apoio à rapariga fazendo reanimação, combatendo a morte que se estava a aproximar. Antes de chegar o 112, constatou-se que a causa de tal foi uma caixa de comprimidos ingerida, que estava junto à parede. Depois foi levada para o hospital e só a voltei a ver dois dias depois. Já devidamente estabilizada e medicamentada foi retirada do hospital, após assinatura de um termo de responsabilidade, onde foi para minha casa durante 4 dias para ser acompanhada e ajudada através de acompanhamento espiritual e terapias de Reiki. Quatro dias passados e eis que um familiar seu aparece oferecendo-se para cuidar da rapariga. Então comuniquei-lhe todo o percurso que se tinha passado e com a maior cordialidade a levou com ela.

NOTA: Espero muito sinceramente que ela esteja bem, pois nunca mais soube nada dela, e quando a levaram nem Obrigado disse, mas enfim, não é isso que me vai retirar forças para futuramente ajudar quem necessite, cumprindo assim outras missões que Deus me interpõe.

Publicado por Viktor às 11:36
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