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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Diferentes estados da Alma na Erraticidade

Não se turbe o vosso coração. - Credes em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, já eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. - Depois que me tenha ido e que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde eu estiver, também vós aí estejais.

( S. JOÃO, cap. XIV, vv. 1 a 3.)

A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem, aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos Espíritos.

Independente da diversidade dos mundos, essas palavras de Jesus também podem referir-se ao estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade. Conforme se ache este mais ou menos depurado e desprendido dos laços materiais, variarão ao infinito o meio em que ele se encontre, o aspecto das coisas, as sensações que experimente, as percepções que tenha. Enquanto uns não se podem afastar da esfera onde viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos; enquanto alguns Espíritos culpados erram nas trevas, os bem-aventurados gozam de resplendente claridade e do espectáculo sublime do Infinito; finalmente, enquanto o mau, atormentado de remorsos e pesares, muitas vezes insulado, sem consolação, separado dos que constituíam objecto de suas afeições, pena sob o guante dos sofrimentos morais, o justo, em convívio com aqueles a quem ama, frui as delícias de uma felicidade indizível. Também nisso, portanto, há muitas moradas, embora não circunscritas, nem localizadas.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

 

Publicado por Viktor às 02:04
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Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Idosos ficam meses internados com ALTA à espera da familia

Dezenas de idosos vivem nos hospitais sem precisar de cuidados de saúde. As famílias alegam falta de condições para os receber e nos estabelecimentos públicos não há vagas. Em Lisboa, está uma senhora numa cama de hospital desde Julho

Numa ronda por alguns centros hospitalares do país, a agência Lusa encontrou mais de 30 histórias de utentes que permaneciam internados apesar de já terem tido alta clínica. Quando recuperaram, algumas famílias negaram-se a levá-los para casa, desligando telemóveis e dando moradas falsas para não serem contactadas.

A maioria, no entanto, mantém uma ligação, visita o paciente e preocupa-se, mas não tem condições em casa para tomar conta do familiar. «Os idosos são como os meninos dos infantários, precisam de cuidados permanentes», lembrou Ana Paula Gonçalves, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Faro. Resultado: «O drama das famílias é enorme».

«Havia uma senhora que nos pedia que ficássemos com o pai dela. Ela gostava dele, vinha vê-lo todos os dias, mas não tinha condições para o ter em casa. Ele acabou por falecer aqui, no hospital», recordou.

Mesmo quando alertados para o perigo das infecções hospitalares, «os filhos continuam a pedir para que os pais fiquem nos hospitais», lembrou Ana Almeida, responsável pelo serviço social do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, onde estão referenciados «seis ou sete casos». A justificação dada pelas famílias é invariavelmente a falta de condições financeiras e de tempo.

Para estas, a única solução que encontram é arranjar vaga na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI), uma estrutura lançada em 2006 para prestar «cuidados de saúde e apoio social» a «pessoas em situação de dependência», como define a legislação.

«A Rede fez com que as famílias deixassem de querer levar as pessoas para casa. Antes, como não tinham esta expectativa, acabavam por levá-los, agora dizem que não têm condições», lamentou Manuel Delgado, presidente do Conselho de Administração do Hospital Curry Cabral.

A presidente do Conselho de Administração do Hospital de Faro resume a situação em poucas palavras: «Acordámos tarde para o problema e agora estamos a passar um mau bocado».

Ana Paula Gonçalves acredita que «a Rede de Cuidados Continuados vai dar resposta», apesar de «ainda só existem três mil camas num país que identificou serem precisas 19 mil».

Só do Curry Cabral são encaminhados anualmente para a RNCCI cerca de 500 doentes, disse Manuel Delgado, explicando que a falta de resposta obriga a «ficar internado no hospital mais tempo».

A demora para conseguir uma vaga varia consoante os casos. Manuel Delgado garante serem apenas «30 a 60 dias», mas Ana Almeida fala em «quatro a cinco meses»: «Temos uma senhora que está cá desde Julho e só deverá ter resposta em Janeiro», exemplifica.

As assistentes sociais usam muitas vezes a RNCCI como «arma» para negociar, garantindo às famílias que a estadia em casa é temporária. No entanto, «muitos não os levam porque desconfiam destas palavra, sublinhou Manuel Delgado.

No extremo estão as famílias que dependem da «magra reforma» do idoso internado. «Sem apoios, sabem que ao levá-lo para casa vão precisar de apoio domiciliário, alimentação, medicamentos, fraldas e, por isso, não o abandonam, mas fazem grande resistência a levá-lo», referiu Ana Almeida.

Manuel Delgado garantiu, no entanto, que este não é um problema exclusivo dos desfavorecidos: «Na classe média também acontece. Não é só por falta de recursos financeiros que se recusam a ficar com o familiar idoso. São pessoas mais egoístas, menos solidárias».

As assistentes sociais «lutam diariamente» contra estas situações. «Há momentos em que desesperamos. Há quatro anos vasculhei tudo porque achava que tinha que haver alguma legislação que obrigasse estas famílias a serem responsáveis», recordou Ana Almeida.

A legislação não obriga a nada [?] e «as assistentes sociais ainda não fazem milagres», ironizou Manuel Delgado, lembrando o caso ainda mais grave dos idosos que vivem sós e não têm alternativa aos serviços públicos. Porque nos hospitais, garante o responsável, «ninguém põe os doentes na ru.

Numa ronda pelos hospitais, a Lusa descobriu 17 idosos com alta a viver no Centro Hospitalar de Lisboa Central e outros cinco no Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio. Nos hospitais de São João (Porto), Faro e Garcia de Orta (Almada) os responsáveis não avançaram números, mas confirmaram a existência de casos semelhantes.

Lusa/SOL

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 08:55
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Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

TÉCNICAS DE ENVIO DE REIKI

Nesse ponto vale lembrar o que Jesus colocou conforme o capítulo 16, versículos 23 e 24 do Evangelho de São João: Naquele dia já não me perguntareis coisa alguma. Em verdade, em verdade vos digo, se pedires ao Pai alguma coisa em meu nome, Ele vo-lo dará. Até agora nada pediste em Meu Nome. Pedi e recebereis, para que seja completa vossa alegria.” Precisamos pedir. Há várias formas de se pedir ao Cosmos: através de orações, fé religiosa, promessas, ofertas, e os objectivos a serem atingidos. No REIKI, temos formas REIKIANAS de pedir, de interferir em sua vida em pelo menos 80% dos casos. Aqui colhemos o que plantamos. Grande parte dos acontecimentos podem ser alterados.

A TÉCNICA DO CADERNO - Nessa forma, iremos escrever num caderno tudo que queremos curar, alterar, obter, fazer, concluir, realizar, conseguir, saber, compreender, nos libertar. Também colocaremos nesse caderno fotos, nomes e endereços das pessoas que amamos e as quais queremos transmitir energia a distância, sempre só com o consentimento das mesmas.

Este caderno é pessoal. Para pedir para outras pessoas use a técnica da caixa. Devemos ter apenas bastante cuidado com o que pedimos. Não podemos forçar a vontade de outra pessoa sem a sua permissão. Se o fizermos, estaremos a interferir no seu livre arbítrio e gerando consequências Kármicas para nós e para nosso relacionamento com essa pessoa. O correcto é pedirmos que aconteça o melhor para nós no assunto mencionado e deixar que os Senhores do Cosmo tragam o melhor para nós.

ATIVAÇÃO DO CADERNO - Para que o caderno supra citado funcione, deve ser activado. Para tal, devem ser seguidos os seguintes procedimentos:

A) Em primeiro lugar, deve escolher um caderno que seja prático de manusear.

B) Para facilitar o seu manuseamento, o caderno pode ser dividido em tomos, sendo cada um destinado a um assunto específico (saúde, finanças, assuntos profissionais, etc...). Nesse caderno, podemos colar fotos de pessoas, animais, objectos, etc, para os quais queremos direccionar o REIKI.

C) Na contracapa devemos desenhar com grafite os símbolos três, dois e um, nessa ordem, escrevendo (com grafite) ao seu lado seus respectivos mantras três vezes. Esse procedimento deve ser repetido na última contracapa. A seguir, colamos uma folha ou foto sobre os mesmos evitando que sejam copiados por uma pessoa não habilitada para tal.

D) Escreva, desenhe, cole, peça o que quiser sobre cada um dos assuntos. Faça aquilo que Jesus disse que deveríamos fazer, Não Há Limitações. Quando escrever os pedidos, use grafite.

E) Para activar o caderno, coloque-o sobre a sua mão não dominante em forma de concha com os dedos unidos. Com a mão livre, com os dedos unidos e em concha desenhe os símbolos três, dois e um, sobre a capa. Aplique 5 minutos de energia com o caderno entre as mãos; repita a mesma operação sobre a outra capa. O caderno passa a estar activado energizado por 24 horas.

Para que o caderno continue energizado, sem ter de praticar todo o ritual novamente, basta aplicar 5 minutos de Reiki em cada capa.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:30
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