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*Cursos de Reiki e Karuna de Todos os níveis*-*Workshop's de Técnicas de Reiki*
Quarta-feira, 16 de Outubro de 2013

Reflexão: Reiki, os sintomas

Caros leitores,

     Como certamente já é do vosso conhecimento, o Reiki não se vê sente-se. Por esta razão, o Reiki é uma experiência única, diferente de pessoa para pessoa. Como o Reiki actua em 4 níveis [físico, emocional, mental e espiritual] logo aquilo que podemos sentir ao receber uma sessão varia consoante o estado em que se encontram os 4 níveis, naquele momento. Para entender um pouco melhor o que acabei de transmitir vou-lhes dar um exemplo: Se uma pessoa estiver bastante bloqueada, ao receber uma sessão de Reiki pode não sentir absolutamente nada, mas na verdade a energia vai fluir das mãos do terapeuta para o seu corpo conseguindo actuar mesmo que passe despercebido ao receptor, porque o seu melhor diagnóstico é feito por ele mesmo (receptor) na manhã seguinte.

     O mesmo pode acontecer nas formações de Reiki, onde cada formando sente as coisas à sua maneira consoante o seu estado e sobretudo o seu nível de sensibilidade energética.

     A energia é fonte de vida, como tal é algo que está impregnado em todos os espaços, até nos mais recônditos locais do universo. Com a entrada no universo reiquiano passamos a ter uma sensibilidade mais apurada, no que diz respeito à nossa energia, às energias dos outros e dos espaços.

     Ao lerem esta reflexão talvez procurem saber que tipos de sensações ou reacções podem ter quando recebem uma sessão de Reiki. Assim irei enumerar algumas coisas que podem sentir: relaxamento profundo, vazio mental durante a sessão, sentir calor, sentir arrepios, sentir desejos, ter uma regressão, ter uma progressão, sentir leveza, vir à tona sentimentos associados a experiências passadas menos positivas, peso no local onde a mão está colocada, entre muitos outros. Recomendo-lhe que sempre que receba uma sessão de Reiki não pense em nada, relaxe o corpo e mesmo que sinta algo não se mexa, deixando assim a energia fluir livremente por todo o seu corpo.

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 10:33
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Segunda-feira, 2 de Agosto de 2010

Chakra Umbilical ou Sacro

 

Este chacra no Oriente define-se como Svaddhisthana (a morada), estando associado ao elemento Água. Sua vibração electromagnética assemelha à cor laranja. A sua actividade está relacionada directamente com a nossa identificação com o corpo físico e com a polarização sexual, sendo o ponto de partida para o despertar da Kundalini. Bloqueios neste chakra podem gerar medo, insegurança, desejo sexual irresistível, sendo também importante salientar que o inverso (excesso de actividade) também é verdadeiro: o medo é o principal desarmonizador do mesmo.

Este chakra controla a energia dos seus órgãos sexuais e a bexiga. Quando se encontra harmonizado, a pessoa é capaz de interagir nos jogos sociais sem gerar nenhum tipo de ansiedade. As respostas são, emocional e fisicamente, estruturadas e estáveis; longe, portanto, da histeria emocional e estabelecendo relações sociais saudáveis com todos os que o rodeiam.

Fazer uma relação rigorosa dos problemas provenientes do desequilíbrio neste chacra. Cada pessoa é tão única que o processo de desequilíbrio será diferente, devendo ser tido em consideração o karma e o estilo de vida adoptado na actual reencarnação. Devem recordar também, bem como ter sempre presente que existe sempre uma relação entre a “causa” e o “efeito”. Regra geral pode-se afirmar que o equilíbrio energético entre os dois primeiros chakras auxilia o nosso corpo físico a tornar-se firme e estável e sem problemas de articulações. Diminui a incidência de problemas de pele, tornando-a brilhante e saudável. Favorece a longevidade, a constância e a segurança, como também a persistência e a resignação.

Em desequilíbrio (excesso ou falta de energia), podem ocasionar problemas psicossomáticos diversos, tais como:

- Avidez e descontrole sexual,

- Masculinização da mulher,

- Dificuldades de raciocínio,

- Sexo sem afectividade,

- Depressão,

- Somatização de doenças ligadas aos ovários, próstata, intestinos, rins, bexiga, pernas.

- Indigestão,

- Perda da memória,

- Diminuição da sensibilidade corporal.

Normalmente, os pensamentos, sentimentos e atitudes que colaboram para o desequilíbrio nesses primeiros dois chakras são, entre outros:

- A tendência a guardar mágoas e ódios,

- A dificuldade ou medo de tomar decisões ou executar tarefas,

- Fugir dos seus compromissos,

- A dificuldade em aceitar mudanças, sobretudo de ordem moral,

- O conservadorismo religioso,

- O pavor de novidades (defesa intransigente de “purezas” doutrinárias ou ideológicas) que levam ao fanatismo,

- A teimosia,

- A possessividade,

- O Ciúme, etc.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Música: M80
Publicado por Viktor às 13:43
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Domingo, 3 de Maio de 2009

Informação Básica para Pais de Crianças Índigo/Cristal

Na interacção e no cuidar da sua criança Índigo/Cristal precisam de ter em mente que a sua criança é muito diferente de vocês. O que funcionou com vocês em crianças não irá funcionar para elas.

As principais áreas a que terão de se ajustar são:

1º.   A criança Índigo/Cristal é um ser com Orientação Cerebral Direita.

2º.   A criança Índigo/Cristal é Super Sensível ao stress ambiental.

3º.   A criança Índigo/Cristal é sensível à comida e irá desenvolver frequentemente Alergias Alimentares.

O que é que isto significa para vocês?

1. ORIENTAÇÃO CEREBRAL DIREITA

As crianças Índigo e Cristal operam primariamente a partir do Cérebro Direito. Isto significa que são criativos, imaginativos e emocionalmente inteligentes. Contudo, a nossa cultura é primariamente orientada pelo cérebro esquerdo, o que significa que é linear, racional e lógica.

As dificuldades surgem quando a criança entra para o sistema escolar e precisa de adaptar-se ao seu modo de funcionamento. Um “cérebro à direita” aprende muito depressa e muitas vezes dá pulos intuitivos que demonstram uma inteligência estonteante. Mas o sistema escolar é conduzido por um funcionamento cerebral esquerdo o qual é repetitivo, rotineiro, organizado e linear/cumulativo. Esta abordagem “mais lenta” significa que a criança começa a sentir-se aborrecida muito depressa e perde o interesse. Geralmente depois começa a procurar outros meios para estimular o seu interesse. Isto leva a que muitas Crianças Índigo sejam etiquetadas como tendo Transtorno de Défit de Atenção (TDA) ou/e Hiperatividade (TDAH) e são muitas vezes medicadas com Ritalina, quando de facto não existe nada de errado com elas a não ser aborrecimento.

Por causa da sua inteligência intuitiva, elas também podem muitas vezes ir passando os vários anos do sistema escolar sem que se apercebam que não conseguem ler ou escrever “correctamente”. Isto leva a que muitas vezes a criança seja etiquetada como disléxica, outro estigma.

Isto causa danos porque a Criança Índigo tem um sentido forte de ser “perfeita”, e está aqui numa “missão”. Se lhe é dito que é disfuncional ou que “há alguma coisa de errado com ela”, vai ficar traumatizada e, ou procurar a cura, ou disfarçar essa mágoa. Isto pode levar, nos anos da adolescência, ao abuso de drogas ou a distúrbios alimentares, como meios de cura ou de esconder o trauma.

É vital e importante que a Criança Índigo ou Cristal seja reconhecida como diferente mas não disfuncional. Se a diferença for honrada e manejada, a criança irá crescer de um modo equilibrado, mas se não, irá levar à disfunção e a problemas.

2. SENSIBILIDADE AO STRESS AMBIENTAL

A sua criança é também muito mais sensível do que o que vocês foram ou são. É a audição, a visão, e os sentidos que são muito mais desenvolvidos que os seus. Isto faz parte da mudança evolucionária, à medida que os humanos se tornam mais abertos e sensíveis.

O que isto significa é que a sua criança vai ficar stressada e perturbada por sons altos, por multidões, música aos berros e pela televisão. A sua resposta pode tanto ser fechar-se e deprimir-se, como permitir os estímulos e tornar-se hiperactiva e destrutiva.

Sendo assim, a Criança Índigo/Cristal, necessita de um ambiente em casa tranquilo e calmo, com o mínimo de brinquedos, jogos electrónicos, e engenhocas, e certamente não usar a televisão como babysitter. Existe uma correlação quase directa entre a quantidade e tipo de TV que é absorvida e o comportamento da criança.

O stress ambiental também inclui a relação entre os pais. Se existir abertura ou agressão não expressa, verbal ou não verbal, no lar, a criança irá apanhá-la e desenvolverá mecanismos disfuncionais ou defensivos. Não conseguem esconder nada de uma Criança Índigo/Cristal, ela “lê” o seu campo de energia e percebe exactamente aquilo que pensam e sentem mesmo que permaneça não dito.

ALERGIAS ALIMENTARES

O Corpo físico de uma Criança Índigo/Cristal também é muito sensível. Muitas vezes elas não conseguem tolerar comida processada e os seus aditivos. E também reagem mal ao açúcar e a cafeína.

Isto significa que os doces, as bebidas artificialmente coloridas tortas, hamburguers, e chocolates, irão criar um comportamento hiperactivo e disfuncional na criança. Dar um chocolate, ou uma Coca-Cola, a uma Criança Índigo/Cristal é, literalmente, o equivalente a dar-lhe uma droga. O seu sistema vai reagir tornando-se sobreactivo - produzindo um maior comportamento hiperactivo seguido por uma queda, quando os efeitos esgotarem-se, e a criança for abaixo e sofrer de uma retirada dos sintomas do açúcar e da cafeína.

Isto pode também, significar que um dieta “normal” não será tolerada por muitos Índigos. A galinha e a carne estão cheias de hormonios, antibióticos, e químicos, e a maior parte da comida embalada e processada, que se compra nos supermercados, também contêm químicos que podem não ser tolerados. Somando a isto, a criança pode ser intolerante ao trigo e a lacticínios, produzindo sintomas como eczemas, problemas digestivos, sinusite e desordens relacionadas com a garganta, ouvidos e nariz.

Linhas de Orientação para Lidar com estes Problemas

EDUCAÇÃO

A sua Criança Índigo/Cristal irá reagir bem a um sistema educacional que equilibre o cérebro direito e esquerdo e que inclua criatividade na forma de música, arte, dança, e teatro.

Provavelmente o melhor sistema para estas crianças é o Sistema Waldorf que maximiza inicialmente o elemento cerebral direito enquanto desenvolve o esquerdo como suporte. Foca também a integração da criança no seu corpo, uma vez que muitas crianças Índigo lidam com os seus traumas ao se tornar “aluada” ou escapando dos seus corpos.

Se a sua criança fizer um teste para identificar TDA ou TDAH, seja cauteloso em medicá-la com Ritalina, que é um medicamento (com efeitos secundários e sintomas de isolamento) usado para ajudar os pais e professores a lidarem em vez de simplesmente a assistirem. Existem alternativas dietéticas e homeopáticas menos prejudiciais e mais efectivas.

STRESS AMBIENTAL

Nos primeiros anos de vida da criança tentar minimizar os barulho e o stress. Isto significa diminuir as actividades “violentas”, os jogos electrónicos, e a televisão.

Incentivar a brincadeira, a imaginação, livros e leitura destes, colorir desenhos, e histórias.

Basicamente, criar, o mais possível, um ambiente calmo e tranquilo.

COMIDA

Esta é a mais difícil de monitorizar, já que o consumo conveniente e a pressão dos colegas significam que a criança vai ser exposta à sedução da “comida de plástico”.

Tentem focarem-se em alternativas naturais, orgânicas e saudáveis.

Se a criança sofrer de mudanças de humor ou alergias pode haver a necessidade de identificarem o problema alimentar e criar um plano mais equilibrado nutricionalmente.

LINK: http://www.starchildglobal.com/portuguesa/

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Estado de Espiríto: Com muita Energia...
Publicado por Viktor às 15:16
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Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

O que o Divino dá só Deus pode tirar

DEUS é e sempre será o Senhor que nos dá a vida e define o final da mesma. Nenhum ser humano se pode sobrepor a Ele neste campo. Tu, que te julgas perdido, que achas que a tua vida não faz sentido, que não tens nenhum papel neste mundo, que sentes que não consegues ultrapassar as provações às quais te submetes-te, achas que por termo à vida é solução? Não faças isso, porque no momento em que o fizeres, entras num obscuro mundo de tristeza, angustia e dor que certamente não queres. Ninguém quer, pois todos procuramos a Felicidade mas, a nossa cegueira mental não nos a deixa observar mesmo quando ela está dentro de nós. Para terem uma noção do que podem encontrar caso cometam tal acto de desespero e loucura, deixo-vos umas palavras de Leon Dénis onde fala sobre as memórias de um espírito SUICIDA:

“Precisamente no mês de Janeiro do ano da graça de 1891, fora eu surpreendido com meu aprisionamento em região do Mundo Invisível cujo desolador panorama era composto por vales profundos, a que as sombras presidiam: gargantas sinuosas e cavernas sinistras, no interior das quais uivavam, quais maltas de demónios enfurecidos. Espíritos que foram homens, dementes pela intensidade e estranheza, verdadeiramente inconcebíveis, dos sofrimentos que os martirizavam. Nessa paragem aflitiva a vista torturada do grilheta não distinguiria sequer o doce vulto de um arvoredo que testemunhasse as suas horas de desespero; tão pouco paisagens reconfortantes, que pudessem distraí-lo da contemplação cansativa dessas gargantas onde não penetrava outra forma de vida que não a traduzida pelo supremo horror!

O solo, coberto de matérias enegrecidas e fétidas, lembrando a fuligem, era imundo, pastoso, escorregadio, repugnante! O ar pesadíssimo, asfixiante, gelado, obscuro por vulcões ameaçadores como se eternas tempestades rugissem em torno; e, ao respirarem-no, os Espíritos ali enclausurados sufocavam-se como se matérias pulverizadas, nocivas mais do que a cinza e a cal, lhes invadissem as vias respiratórias, martirizando-os com suplício inconcebível ao cérebro humano habituado às gloriosas claridades do Sol - dádiva celeste que diariamente abençoa a Terra - e às correntes vivificadoras dos ventos sadios que tonificam a organização física dos seus habitantes.

Não havia então ali, como não haverá jamais, nem paz, nem consolo, nem esperança: tudo no seu âmbito marcado pela desgraça era miséria, assombro, desespero e horror. Dir-se-ia a caverna tétrica do Incompreensível, indescritível a rigor até mesmo por um Espírito que sofresse a penalidade de habitá-la.

O vale dos leprosos, lugar repulsivo da antiga Jerusalém de tantas emocionantes tradições, e que no orbe terráqueo evoca o último grau da objecção e do sofrimento humano, seria consolador estágio de repouso comparado ao local que tento descrever.

Pelo menos, ali existiria solidariedade entre os renegados! Os de sexo diferente chegavam mesmo a amar-se! Adoptavam-se em boas amizades, irmanando-se no seio da dor para suavizá-la! Criavam a sua sociedade, divertiam-se, prestavam-se favores, dormiam e sonhavam que eram felizes!

Mas no presídio de que vos desejo dar contas nada disso era possível, porque as lágrimas que se choravam ali eram ardentes demais para se permitirem outras atenções que não fossem as derivadas da sua própria intensidade!

Mas na caverna onde padeci o martírio que me surpreendeu além do túmulo, nada disso havia!

Aqui, era a dor que nada consola, a desgraça que nenhum favor ameniza, a tragédia que ideia alguma tranquilizadora vem orvalhar de esperança! Não há céu, não há luz, não há sol, não há perfume, não há tréguas!

O que há é o choro convulso e inconsolável dos condenados que nunca se harmonizam! O assombroso "ranger de dentes" da advertência prudente e sábia do sábio Mestre de Nazaré! O que há é a raiva envenenada daquele que já não pode chorar, porque ficou exausto sob o excesso das lágrimas! O que há é o desaponto, a surpresa aterradora daquele que se sente vivo a despeito de se haver arrojado na morte! É a revolta, a praga, o insulto, o ulular de corações que o percutir monstruoso da expiação transformou em feras! O que há é a consciência conflagrada, a alma ofendida pela imprudência das acções cometidas, a mente revolucionada, as faculdades espirituais envolvidas nas trevas oriundas de si mesma! O que há é o "ranger de dentes nas trevas exteriores" de um presídio criado pelo crime, votado ao martírio e consagrado à emenda! É o inferno, na mais hedionda e dramática exposição, porque, além do mais, existem cenas repulsivas de animalidade, práticas abjetas dos mais sórdidos instintos, as quais eu me pejaria de revelar aos meus irmãos, os homens!

Quem ali temporariamente estaciona, como eu estacionei, são grandes vultos do crime! É a escória do mundo espiritual - falanges de suicidas que periodicamente para seus canais afluem levadas pelo turbilhão das desgraças em que se enredaram, a se despojarem das forças vitais que se encontram, geralmente intactas, revestindo-lhes os envoltórios físico-espirituais, por sequências sacrílegas do suicídio, e provindas, preferentemente, de Portugal, da Espanha, do Brasil e colónias portuguesas da África,

infelizes carentes do auxílio reconfortante da prece; aqueles, levianos e inconsequentes, que, fartos da vida que não quiseram compreender, se aventuraram ao Desconhecido, na procura do Olvido, pelos despenhadeiros da Morte!

O Além-túmulo acha-se longe de ser a abstracção que na Terra se supõe, ou as regiões paradisíacas fáceis de conquistar com algumas poucas fórmulas inexpressivas.

Ele é, antes, simplesmente a Vida Real, e o que encontramos ao penetrar suas regiões é Vida! É no Invisível, mais do que em mundos planetários, que as criaturas humanas colhem inspiração para os progressos que lentamente aplicam no orbe.

Não sei como decorrerão os trabalhos correccionais para suicidas nos demais núcleos ou colónias espirituais destinadas aos mesmos fins e que se desdobrarão sob céus portugueses, espanhóis e seus derivados. Sei apenas é que fiz parte de sinistra falange detida, por efeito natural e lógico, nessa paragem horrenda cuja lembrança ainda hoje me repugna à sensibilidade.

Não os convidarei a crer. Não é assunto que se imponha à crença, simplesmente, mas ao raciocínio, ao exame, à investigação. Se sabem raciocinar e podem investigar - que o façam, e chegarão a conclusões lógicas que os colocarão na pista de verdades assaz interessantes para toda a espécie humana!

Em nenhuma parte se encontraria a abstracção, ou o nada, pois que semelhantes vocábulos são inexpressivos no Universo criado e regido por uma Inteligência Omnipotente! Negar o que se desconhece, por se não encontrar à altura de compreender o que se nega, é insânia incompatível com os dias actuais.

O que conhece o homem, aliás, do próprio planeta onde tem renascido desde milénios, para criteriosamente rejeitar o que o futuro há de popularizar sob os auspícios do Psiquismo?...

Por toda a parte, em torno dele, existem mundos reais, exarando vida abundante e intensa: e se ele o ignora será porque se compraz na cegueira, perdendo tempo com futilidades e paixões que lhe sabem ao carácter.

No próprio ar que respira, no solo onde pisa encontraria o homem outros núcleos organizados de vida, obedecendo ao impulso inteligente e sábio de leis magnânimas fundamentadas no Pensamento Divino, que os acciona para o progresso, na conquista do

mais perfeito! Bastaria que se munisse de aparelhamentos precisos, para averiguar a veracidade dessas colectividades desconhecidas que, por serem invisíveis umas, e outras apenas suspeitadas, nem por isso deixam de ser concretas, harmoniosas, verdadeiras!

Era eu, pois, presidiário dessa cova ominosa do horror!

Não habitava, porém, ali sozinho. Acompanhava-me uma colectividade, falange extensa de delinquentes, como eu.

Então ainda me sentia cego. Pelo menos, sugestionava-me de que o era, e, como tal, me conservava, não obstante minha cegueira só se definir, em verdade, pela inferioridade moral do Espírito distanciado da Luz. A mim cego não passaria, contudo, despercebido o que se apresentasse mal, feio, sinistro, imoral, obsceno, pois conservavam meus olhos visão bastante para toda essa escória contemplar.

Dotado de grande sensibilidade, para maior mal tinha-a agora como superexcitada, o que me levava a experimentar também os sofrimentos dos outros mártires meus compares, fenómeno esse ocasionado pelas correntes mentais que se despejavam sobre toda a falange e oriundas dela própria, que assim realizava impressionante afinidade de classe, o que é o mesmo que asseverar que sofríamos também as sugestões dos sofrimentos uns dos outros, além das insídias a que nos submetiam os nossos próprios sofrimentos.”

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Estado de Espiríto: Muita Luz e Amor...
Publicado por Viktor às 09:09
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Terça-feira, 5 de Agosto de 2008

PERCEPÇÃO DOS ESPÍRITOS

Uma vez de volta ao mundo dos Espíritos, conserva a alma as percepções que tinha na Terra, além de outras de que aí não dispunha, porque o corpo, qual véu sobre elas lançado, as obscurecia.

Os Espíritos, quanto mais se aproximam da perfeição, tanto mais sabem. Se são Espíritos superiores, sabem muito. Os Espíritos inferiores são mais ou menos ignorantes acerca de tudo.

Para os Espíritos conhecerem o futuro, depende da elevação que tenham conquistado. Muitas vezes, apenas o entrevêem, porém nem sempre lhes é permitido revelá-lo. Quando o vêem, parece-lhes presente. À medida que se aproxima de Deus, com mais clareza o Espírito descortina o futuro. Depois da morte, a alma vê e apreende num golpe de vista as suas passadas migrações, mas não pode ver o que Deus lhe reserva. Para que tal aconteça, é preciso que, ao cabo de múltiplas existências, se haja integrado nele. Nem os Espíritos que alcançaram a perfeição absoluta têm conhecimento completo do futuro, só Deus é soberano Senhor e ninguém o pode igualar.

Conforme a elevação do Espírito e a pureza que tenha atingido, conhece o princípio das coisas. Os Espíritos de ordem inferior não sabem mais do que os homens.

Como o Espírito se transporta para onde quer, com a rapidez do pensamento, pode-se dizer que vê em toda parte ao mesmo tempo. O seu pensamento é susceptível de irradiar, dirigindo-se quase em simultâneo para muitos pontos diferentes, mas esta faculdade depende da sua pureza. Quanto menos puro é o Espírito, tanto mais limitada é a sua visão. Só os Espíritos superiores vêm com clareza.  

Os Espíritos não compreendem a duração do tempo como nós. Daí vem que nem sempre são compreendidos, quando se trata de determinar datas ou épocas.   Os Espíritos vivem fora do tempo como o compreendemos. A duração, para eles, deixa, por assim dizer, de existir. Os séculos, para nós tão longos, não passam, aos olhos deles, de instantes que se movem na eternidade.

Do mesmo modo que aquele, que vê bem, faz uma mais exacta ideia das coisas do que o cego. Os Espíritos vêem o que não vedes. Tudo apreciam, pois, diversamente do modo por que o fazeis. Mas, também isso depende da elevação deles.

O passado, quando com ele o Espírito se ocupa, é presente. Verifica-se então, inteligência dos Espíritos, lembrando-se mesmo daquilo que se te apagou da memória. Mas nem tudo os Espíritos sabem, a começar pela própria criação.

Só os Espíritos superiores o vêem e compreendem a Deus. Os inferiores o sentem e um Espírito inferior não vê Deus, mas sente a Sua soberania e, quando não deva ser feita alguma coisa ou dita uma palavra, percebe, como por intuição, a proibição de o fazer ou dizer.   

O Espírito não tem circunscrita a visão como os seres corpóreos, ela reside em todo ele.

Os Espíritos não precisam da luz para ver. Vêem por si mesmos, sem precisarem de luz exterior. Para os Espíritos, não há trevas, salvo as em que podem achar-se por expiação.

Os Espíritos são sensíveis à música. A música terrena não se compara à música celeste. A esta harmonia nada na Terra pode dar ideia. Uma está para a outra como o canto do selvagem para uma doce melodia. Não obstante, os Espíritos vulgares podem experimentar certo prazer em ouvir a música terrestre, por lhes não ser dado ainda compreenderem outra mais sublime. A música possui infinitos encantos para os Espíritos, devido ao facto de terem muito desenvolvidas as suas qualidades sensitivas. Refiro-me à música celeste, que é tudo o que de mais belo e delicado pode a imaginação espiritual conceber.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:49
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

3º CHAKRA

Nome: Gástrico, Solar ou Umbilical, Manipura.

Região: Umbigo

Nº de Pétalas: 10

Cores: Vermelho, Verde

Relacionamento: Gira para dentro, atinge principalmente o sistema digestivo, controla a simpatia, relacionando-se com as emoções e sensibilidade, emoções em estado bruto e impulsos de poder e identificação social, ligação comum de sofredores e obsessores.

Plexo a que se liga: Solar.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:16
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