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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015

Reflexão: A Humanidade…

 

Caríssimos,

     No decorrer da minha jornada, conheci pessoas de várias cores, origens, religiões, e de tantas outras coisas que as podem caracterizar, pois cada Ser é único, com as suas particularidades, conhecimentos e capacidades.

     Observando o que se passa no mundo, verificamos que há milhares de “guerras” a serem travadas pela humanidade, pelos mais variados motivos e razões. Estas podem ser de grande ou pequena escala, consoante o número de intervenientes e o objectivo das mesmas. Quase me arriscava a dizer que cada Ser Humano é um potencial foco de guerra, além de ter as suas pequenas “guerras”, originadas por ele mesmo ou até mesmo pelo seu semelhante. Ninguém neste mundo está a salvo, nem sequer aqueles que dedicam toda uma vida a auxiliar os seus semelhantes, pois acabam também por ser alvos de críticas, por uma sociedade cada vez mais intolerante. Pois, na minha humilde opinião, verifico que a Humanidade está “doente”, padece de falta de tolerância, respeito, valores e educação, de uns para com os outros, o que em abono da verdade, nada contribui para o bem-estar colectivo da sociedade. Quer acredite ou não que o Universo é composto por energia que se move livremente proporcionando o funcionamento das galáxias e tudo o que delas faz parte, e cada um de nós tem dentro de si mesmo um pouco dessa energia, o que lhe permite ser um Ser vivo. Essa energia pode ser manipulada por cada um de nós, consoante a nossa vontade, por isso se diz na gíria popular que há pessoas boas e más. Concordo parcialmente com esta afirmação, contudo devo esclarecer que cada um de nós pode ser uma pessoa boa ou má, consoante a vibração energética que enviamos através dos pensamentos e das palavras que dizemos. É sobre este aspecto que devemos ter bastante cuidado, pois sendo o Universo justo, vai-nos devolver, na mesma frequência, a vibração energética que enviamos para os outros, porque na verdade cada um de nós é uma fonte de energia, agora cabe a cada um de nós a responsabilidade da vibração que queremos enviar.

     Esta pequena reflexão talvez não lhe diga absolutamente nada de novo, mas se conseguir interiorizar a mensagem que vai nas entrelinhas já valeu a pena o tempo que perdeu a ler este texto, pois em meu entender o primeiro passo para podermos mudar interiormente é a consciencialização. Jamais se esqueça que toda a mudança começa sempre por Si e dentro de Si mesmo. Sejam felizes e vamos fazer deste um mundo melhor, pois no dia em que mudarmos o “nosso” mundo, o mundo à volta também mudará.

NAMASTÊ

 

Publicado por Viktor às 11:15
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Inexistência da Morte

A

 concepção da morte resulta de um conceito da vida completamente errado. Na verdade ela jamais existiu. O espírito — será necessário repeti-lo? — é um ser imperecível. Por isso nunca morre.

Devem, portanto, as pessoas (espíritos) esforçar-se por se recomporem, o mais depressa possível, do choque causado pela desencarnação de parentes e amigos, para não se enfraquecerem espiritualmente.

Diz a sabedoria popular, com justa razão, "o que não tem remédio remediado está". É perfeitamente inútil alguém continuar a lamentar uma situação passada. A preocupação deve estar voltada para o presente, do qual depende o futuro.

Pensar — já dito muitas vezes — é atrair. Todos os que se prendem pelo pensamento a seres desencarnados estacionados no astral inferior, não só os estão a atraír e a perturbar mais, como retardam a sua marcha para o mundo a que pertencem, estimulando-os a permanecer em contacto com as coisas terrenas, inclusive os problemas da vida familiar, e concorrendo para torná-los obsessores.

Convém insistir: os espíritos que levaram, quando encarnados, uma vida irregular, materializada e abundante de falhas, permanecem no astral inferior, não raras vezes por decénios, agindo perversamente contra os encarnados. A sua preocupação é a intuição para o mal. Servem-se, para isso, de criaturas de vontade fraca que usam como instrumentos passivos para a consumação dos seus crimes. Daí os homicídios, os suicídios e tantas outras calamidades sociais.

Esses espíritos actuam isoladamente ou em falanges obsessoras bem orientadas para melhor alcançar os seus objectivos. As suas organizações possuem vigias atentos escalados em vários pontos, prontos para dar o sinal no instante preciso e promoverem a convocação de outros obsessores para a acção em conjunto.

Como a união faz a força, obtêm geralmente resultados satisfatórios sobre os encarnados desprevenidos e alheios às suas tramas, ora obsedando-os, ora levando-os a cometer tresloucadas acções, com os sentidos inteiramente perturbados.

Sem este esclarecimento não há quem possa fugir à influência obsessora, nem impedir que forças externas interfiram nos seus actos e no seu Eu espiritual.

Só os esclarecidos é que têm consciência do valor dessas poderosas forças que se chamam — vontade e pensamento —, são capazes de manter à distância os obsessores.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:16
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