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Quarta-feira, 14 de Maio de 2014

REIKI: História em Poesia

Publicado por Viktor às 15:03
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Quarta-feira, 26 de Março de 2014

História do Reiki em Poesia

Publicado por Viktor às 09:08
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Sexta-feira, 21 de Fevereiro de 2014

REIKI: História em Poesia

Caros leitores,

Nasceu no dia 15 de Agosto,

Mais precisamente no Japão,

Este Ser de luz maravilhoso,

Que foi para nós uma bênção;

         Ser de grande humildade,

         Deparou-se com muitas dificuldades,

         Mas com grande vontade de aprender,

         Estudou em várias cidades;

Procurava respostas e explicações,

Para as fantásticas histórias que ouvia,

Assim acreditando verdadeiramente,

Nas curas que Buda fazia;

         Esteve em muitos locais,

         Do oriente ao ocidente,

         Gostava de experienciar o que aprendia,

         Pois era bastante persistente;

Mesmo com variados estudos,

A nenhuma conclusão chegou,

Mas foram de grande importância,

Para o que mais tarde “encontrou”;

         Então pensou e decidiu,

         Fazer 21 dias de meditação,

         Pode-lhe parecer estranho,

         Mas é uma prática usual no Japão;

Informou a família sobre a decisão,

Levou uns sutras, uma garrafa de água,

E um saco com 21 pedrinhas,

Para contar os dias sem nenhuma mágoa;

         Foi nos últimos dias de retiro,

         Que recebeu essa informação divina,

         Provocando tamanha transformação nele,

         Que a sua vida passou a ser peregrina;

Sentiu uma enorme vontade,

Em partilhar o seu conhecimento,

Começando nos subúrbios de Tóquio,

Para aos sem-abrigo dar alento;

         Através do Reiki dava-lhes esperança,

         Mas ao fim de 3 dias voltavam para ali,

         Foi então que adaptou ao Reiki,

         Os princípios do Imperador Meiji;

Foi no ano de 1922,

Que tudo isto aconteceu,

As descobertas dele deixam-nos felizes,

Por podermos continuar o legado que nos deu;

         Chegou a ter uma clínica em Tóquio,

         Onde aplicou os primeiros tratamentos,

         Também iniciou muitas pessoas,

         Ensinando o Reiki e os seus fundamentos;

Aplicava reiki a todas as pessoas,

Mesmo a quem não tinha ordenado,

Iniciando-os depois no reiki,

E “pagando” com voluntariado;

         Os anos foram passando,

         E o Reiki tinha de continuar,

         Foram apenas 16 os mestres,

         Que o Usui acabou por formar;

Foi o Dr. Chujiro Hayashi,

Aquele que mais se destacou,

Acompanhou o Usui nos seus últimos anos,

Para melhor continuar o trabalho que ele iniciou;

         O Hayashi tinha formação médica,

         Era reformado da marinha imperial,

         Dedicando-se de alma e coração ao Reiki,

         Para não deixar o seu mestre mal;

Tal era a importância que davam ao Reiki,

Que era visto como um tesouro do Japão,

Durante vários anos só foi aplicado e ensinado,

Aos naturais daquela nação;

         Implementou o Reiki na sua clínica,

         Onde ajudou muita gente,

         Tratava-os todos de igual forma,

         Fosse qual fosse o estado do doente;

Deu um grande contributo,

Assumindo o seu papel com grande responsabilidade,

Rejeitou quando foi chamado para um conflito,

Em prol do amor incondicional pela humanidade;

         Mas esta bonita e humana história,

         Estava prestes a ser de grande dimensão,

         Deixando de estar apenas nas terras do oriente,

         Para chegar ao ocidente para grande expansão;

Falo da senhora Hawayo Takata,

Que vivia nos Estados Unidos,

Que em 1934 ficou viúva com 2 filhos,

Fazendo com que se sentissem perdidos;

         Isso fê-los regressar ao Japão,

         Sua linda ilha e terra natal,

         Mas com o turbilhão de acontecimentos,

         Chegou a casa dos pais um pouco mal;

Como viram que a filha não estava bem,

Levaram-na ao hospital de Maeda para ser observada,

Foram-lhe diagnosticados vários problemas,

Ao ponto de ter de ser operada;

         Quando estava quase a ser operada,

         Ouviu uma voz dizer que não necessitava,

         Ficou admirada mas disse ao médico,

         Sem sequer imaginar o que a esperava;

Então o médico recomendou-lhe,

A clínica do Dr. Hayashi para a tratar,

Pois através da medicina convencional,

Teriam sempre de a operar;

         Foi então para a clínica do Hayashi,

         Onde permaneceu 4 meses internada,

         Depois de muitos tratamentos de Reiki,

         Estava feliz e completamente curada;

Isso despertou dentro dela,

Uma enorme vontade de aprender,

Pois o Reiki foi para ela um milagre,

Que lhe permitiu continuar a viver;

         Quando os pacientes do Hayashi,

         Não podiam pagar o seu tratamento,

         Sintonizava-os para em voluntariado,

         Fazerem o seu pagamento;

Takata não tinha dinheiro para pagar,

Pediu ao Hayashi para a sintonizar,

Mas o pedido foi recusado,

Pois o Reiki só no Japão devia ficar;

         Era guardado como um segredo de estado,

         Apenas ensinado aos residentes no Japão,

         A Takata era japonesa,

         Mas residia noutra nação;

Mas Takata foi persistente invocando,

Que nos EUA podia auxiliar a comunidade japonesa,

Assim o Dr. Hayashi deu-lhe a iniciação ao Reiki,

E com os 5 princípios caminhou com firmeza;

         Passou um ano na clínica do Hayashi,

         A aplicar Reiki em regime de voluntariado,

         Estava muito feliz por poder aplicar,

         Demonstrando assim o seu aprendizado;

Mais tarde voltou aos Estados Unidos,

Indo para lá trabalhar,

Dando a conhecer o Reiki,

Que logo se começou a espalhar;

         Era uma grande novidade no ocidente,

         Nunca ninguém tinha ouvido falar,

         Isso fez com que muitos a procurassem,

         Pois queriam sentir e experimentar;

Quando o Reiki chegou aos Estados Unidos,

Começou uma grande fase de expansão,

Espalhou-se por diversos continentes,

Praticado por fiéis de qualquer religião;

         Acabou por chegar cá,

         A este pequeno país conservador,

         Para o beneficio de todos nós,

         Ajuda preciosa para eliminar a dor;

Assim termina a história do Reiki,

Que acabei de escrever em poesia,

Despeço-me agradecendo a vossa leitura,

Desejando a todos um bom dia.

Autor: Mestre Viktor (protegido por copyrigth)

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 11:40
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Domingo, 28 de Junho de 2009

Mestre Takata disse…

O Mestre Usui teve a sua experiência no campo dos mendigos. Quando estava caído na lama, o corpo num buraco, foi quando o seu pensamento fluiu. “Ah, cometi um grande erro! Todas as igrejas estavam certas – primeiro o espírito. Aqui, eu não preguei o lado espiritual. Estava tão interessado em curar o corpo que pensei que a melhor coisa seria curar o corpo e ajudá-los a sentir-se suficientemente bem para poderem apreciar esse bem-estar, e depois irem, então, para o mundo como pessoas normais.” Mas ele falhou. E nessa altura nasceram os cinco ideais [5 princípios]. E nestes ideais, onde falharam os mendigos? Os mendigos não têm o sentido da gratidão. Por isso, ele disse: “Vou tratar. Mas acabaram-se os tratamentos gratuitos! Nada de Reiki, Reiki, Reiki, ou aulas, porque nunca hão-de aprender a apreciar.” E isto é inteiramente verdade. Naquele momento, o Mestre Usui estava tão feliz porque o podia fazer. “Assim, acabou-se o Reiki gratuito. Tudo tem de estar bem lá no cimo, para que possamos ter uma boa mente e corpo para tornar o ser humano um todo outra vez. “

E isto é verdade. Em 1936, quando regressei do Japão, o Mestre Hayashi avisou-me: “Quando te tornares um Mestre, nunca o faças gratuitamente, porque não lhe darão valor, porque foi gratuito. Se não tem pagamento, não tem valor.” Mais uma vez, perguntei ao meu professor: “Mestre Hayashi, consente que faça uma só classe gratuitamente? Uma classe para todas as pessoas que me ajudaram ao longo deste ano de tristeza e sofrimento? Gostaria de lhes dar uma aula de Reiki de graça para que pudessem beneficiar.” E o Mestre Hayashi respondeu: “Agora que estás bem, podes mostrar-lhe a tua gratidão através de tratamento, quando precisarem, mas não para lhes dares uma aula para depois usarem esses ensinamentos e te beneficiares. Isso nunca será aceitável.”

Com este esclarecimento, disse para mim: “Bom, tenho de tentar.” As primeiras pessoas a quem dei aulas de graça foram os meus melhores amigos e familiares. Eram meus cunhados. Todos os meus cunhados tiveram aulas gratuitas, depois foram os meus vizinhos, também gratuitamente. Depois vieram as minhas duas irmãs. Pedi-lhes: “Esperem, esperem. Ainda não vos vou ensinar.” As minhas irmãs ficaram um pouco chateadas e disseram: “Os vizinhos e os nossos cunhados disseram que lhes ensinaste uma coisa maravilhosa.” E eu respondi: “Primeiro, tenho de ver se são bem-sucedidos.

Neste momento, tenho de vos dizer que não.” E esperei. Certo dia, estava a estender a roupa, quando um vizinho se aproximou, dizendo: “Hoje, a minha filha não foi à escola, porque tem uma dor no estômago. E trouxe-a, para a ver.” Respondi-lhe: “Por que não lhe deu o tratamento? Por que o ensinei? Por que não tenta? Você nem sequer tentou!” O vizinho replicou: “Não o vou fazer. Por que haveria? Você é que é a terapeuta e vive mesmo aqui ao lado. É mais fácil trazer-lhe a minha filha do que ser eu a fazer-lhe o tratamento, porque assim eu sei que ela vai ficar bem.” Esta foi a minha primeira decepção. Do outro lado da vila, outro vizinho disse: “O nariz da minha filha está ranhoso e a professora mandou-a para casa, porque é contagioso, deve ser gripe. Por isso, trouxe-lhe a minha filha, quero que a trate.” Perguntei: “Mas eu não lhe ensinei como se faz?” E ela respondeu: “Sim, mas por que haveria de o fazer, se tenho um carro e posso vir a correr ter consigo? Você é que é a terapeuta, e se for você a tratá-la eu tenho a certeza de que ela vai ficar bem.” E então perguntei-lhe: “Alguma vez chegou a tentar fazer o que ensinei?” Respondeu-me que não: “Por que haveria?” Estão a ver? Nenhuma gratidão! E, acreditem ou não, escondi-me em casa e fartei-me de chorar.

Olhei em volta, para o meu país, fiz uma vénia ao Mestre Hayashi e também à campa do Mestre Usui. Disse para mim: “Perdoem-me por ter errado. Não ajudei ninguém porque não o aceitaram com gratidão e espiritualidade, pois não tiveram que gastar um tostão.” Concluí: “É muito triste, mas vou passar a recusá-los doravante, para os fazer usar o que lhes ensinei.”

Três meses depois, as minhas irmãs voltaram e perguntaram: “Agora já tens tempo para nos ensinar?” Eu disse: “Sim. Mas têm a certeza de que querem aprender Reiki?” Responderam que sim: “Ouvimos falar muitas coisas boas sobre ti, mas porquê isso, os nossos cunhados sabem Reiki mas não os teus familiares de sangue?” “Porque é preciso pagar.” Exclamaram: “Ah, é preciso pagar! Quanto é?” “Trezentos dólares.” Respondeu: “Agora não tenho essa quantia. Tenho de ir falar primeiro com o meu marido.” Eu disse: “Muito bem. Não tens de me pagar tudo de uma vez, pode ser a prestações.

Eu não irei à tua casa buscar o dinheiro. Terás de ser tu a trazê-lo à minha casa nas datas combinadas.”

A minha irmã não ficou lá muito contente. Foi para casa, falou com o marido, e contou o que ele lhe disse: “Perguntaste à tua irmã se podias aprender Reiki com ela?” Ela respondeu-lhe que sim. “Bem, se lhe perguntaste se podias aprender com ela, então tens de pagar. Propões-lhe pagar em prestações. E se é para tu lhe ires levar o dinheiro lá a casa nas datas combinadas, assim o farás, é o que está certo. Está correcto, está tudo correcto. É melhor fazê-lo, é esta a minha opinião.” Foi isto que o marido lhe disse. Como ele concordou, a minha irmã voltou e disse-me: “Sim, vamos pagar-te em prestações de 25 dólares por mês.” Respondi-lhe: “Sim, assim está bem. Agora, vai. É tudo.” E assim ambas as minhas irmãs compreenderam, e pagaram-me em prestações. Não me senti lá muito bem com esta situação, mas era o princípio que devia seguir. E quando sucedeu uma das filhas da minha irmã ter asma, usou os ensinamentos, porque tinha pago bem para os receber. “Não a podia levar ao médico. Sabes, irmã, funcionou! Estou muito feliz, aprendi e funcionou! Agora ela vai voltar a dormir bem.” E eu disse: “Aprendeste a lição?” “Sim. Vim cá para pedir desculpa por não ter ficado muito satisfeita na altura e por me sentir tão radiante agora que experienciei os ensinamentos. Já compreendo por que me cobraste. Eu sei. Querias que fosse uma boa praticante. Agora, já não tenho despesas com o médico, não tenho de ir a correr para o hospital sempre que tem uma constipação ou um ataque de asma ou bronquite ou dores de barriga. Eu tenho três filhos. Agora compreendo porquê, e aqui, hoje, faço-te uma profunda vénia e agradeço-te e sou-te muito grata. Vou fazer bom uso deste ensinamento.” E assim o fez.

©Copyright versão portuguesa - Monte Kurama – Associação Portuguesa de Reiki

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 19:00
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Sábado, 6 de Junho de 2009

O Estudo do Budismo

Estando na Universidade onde tinham filosofias de todo o mundo, começou a pesquisar outras filosofias. Estudou Hinduísmo, Zoarastrismo e, claro, religião. Quando chegou ao Budismo, encontrou uma passagem que dizia que o Buda curava através da colocação das mãos. Curou invisuais, turberculosos e também leprosos. Quando fez esta descoberta, disse: “Devo prosseguir os meus estudos no Budismo e descobrir se Buda terá deixado algum tipo de fórmula para a arte da cura.”

Então, o Mestre Usui passou sete anos nos Estados Unidos, e concluiu: “É tempo de ir para um país budista e estudar o Budismo e encontrar a fórmula”. Quando chegou ao Japão, não perdeu tempo. Aterrou em Kyoto, onde vivera, e visitou todos os grandes mosteiros, e ainda hoje Kyoto é a Meca dos templos e o berço. Naquela altura, Nara era o berço do Budismo mas Kyoto tinha mais gente e os maiores mosteiros do Japão. E decidiu ir visitar cada um deles. Começou pelo maior de todos, o de Shin. Quando lá chegou, conheceu um monge, e perguntou-lhe: “A Bíblia do Budismo ou os Sutras falam sobre a cura do Buda? Está escrito nos Sutras que Buda curou leprosos, tuberculosos e invisuais, colocando as mãos?” O monge respondeu: “Sim, está escrito nos Sutras.” Ele disse: “Já praticou essa arte? Consegue fazê-lo?” E o monge disse: “Bem, no Budismo, a parte física é muito importante, mas consideramos a igreja e o sacerdócio para catequizar as pessoas para que tenham mentes melhores. Queremos primeiro estreitar as suas mentes para que se tornem mais espirituais e então mostrem maior gratidão e aprendizagem de tudo, das melhores coisas da vida. Isto é um templo ou uma igreja, e nós, monges, não temos tempo para o físico no crescimento do espiritual, a cura espiritual vem primeiro.” O Mestre Usui fez uma vénia e agradece: “Obrigada.” E foi-se embora, para Kyoto. Visitou diferentes templos mas toda a gente lhe dava a mesma resposta. Diziam-lhe: “Sim, está registado nos Sutras, por conseguinte nós aceitamos e cremos que Buda era um terapeuta. Mas estamos a tentar curar a mente, primeiro, e por isso desconhecemos tudo o que diga respeito à cura do corpo.”

Após meses de pesquisa, o Mestre Usui desanimou, mas não desistiu. “Ainda tenho um sítio para visitar”. E por fim compreendeu-o, num templo Zen. Quando se aproximou, tocou o sino e apareceu um rapazinho. “Gostaria de falar com o monge mais elevado deste Grande Templo.” O rapazinho respondeu: “Por favor, entre. E quem é você?” Respondeu: “Eu sou Mikao Usui. Gostaria de estudar o Budismo e, por isso, gostaria de conhecer o monge.” A mensagem foi transmitida. O monge, nos seus setenta e dois anos, face adorável como a de uma criança, olhar inocente, voz doce, recebeu-o: “Entre. Quer dizer que está interessado no Budismo?” O Mestre Usui respondeu: “Sim, estou. Antes de mais, gostaria de lhe fazer uma pergunta. A filosofia Zen crê na cura?” Disse o monge: “Sim, cremos. Está escrito nos Sutras que Buda o fez, então no Budismo temos a cura.” O Mestre Usui pergunta: “Então, podem curar o Eu físico?” O monge responde: “Ainda não.”. E torna: “O que quer dizer com “ainda não”?” O monge responde: “Oh, nós, os monges, estamos muito, muito ocupados a fazer discursos e palestras e sermões, para que a mente fique afinada para o nível espiritual. Queremos melhorar a mente antes de tocarmos o físico.” “E como vão obter o treino físico?” O monge responde: “Isso virá a seu tempo. Ainda não desistimos apesar de ainda não o termos alcançado. Daí as preces Zen nos nossos cânticos dos Sutras, que são fundamentais para a nossa fé. Estão mais fortes que nunca, isso não perdemos. E um dia, numa das nossas meditações receberemos essa grande luz, e então saberemos. Sabemos que estamos prontos, mas não no presente. Estamos a tentar e sabemos que ainda não chegámos lá. Antes de terminarmos as nossas meditações e antes de entrarmos na transição, tenho a certeza de que tudo será clarificado e seremos capazes de o fazer.” “Muito obrigado. Posso entrar e ficar aqui a estudar os Sutras que tem em sua posse? Também gostaria de participar nas palestras sobre o Budismo. Eu era um sacerdote Cristão, tenho fé na Bíblia cristã e já procurei por todo o lado e anda não encontrei a fórmula para a cura – apesar de crer que Cristo o fez, e ainda o creio.” Então o monge responde: “Entre.” O Mestre Usui pede: “Gostaria de me juntar aos monges, aos sacerdotes e estudar aqui.” Demorou-lhe cerca de três anos estudar todos os Sutras do Templo. Quando chegava a hora da meditação, o Mestre Usui sentava-se com os outros monges e participava em horas e horas de meditação. E tornou-se claro em si que isto não era suficiente. Por isso, disse: “Agradeço muito a vossa preciosa ajuda e por me terem deixado ficar aqui. Gostaria de ficar mais tempo e aprofundar os meus estudos.” O monge respondeu: “É bem-vindo a ficar, pois acreditamos na sua busca. A única coisa que estamos a fazer – para além das orações – é meditar bastante para receber essa graça. Porém, se pretende aprofundar os seus estudos, esteja à vontade para o fazer neste Templo.” O Mestre Usui pensou para si: “Os caracteres japoneses escritos nos Sutras, aliás todos estes caracteres, são originários da China. Adoptámos os caracteres chineses como caracteres japoneses, por isso quando lemos os Sutras não conseguimos compreender. É como um inglês tentar ler latim. Conhece-se, mas os caracteres são tão lidos como escritos.” Podia fazê-lo. Então, aprofunda o estudo dos caracteres chineses e torna-se um Mestre. No entanto, “ainda não é o suficiente. No fundo, o Buda era Hindu, portanto devo estudar sânscrito. Talvez estudando-o me aperceba de alguma nota tirada pelos discípulos de Buda, porque o Buda tinha muitos discípulos, e foi assim que se escreveram as escrituras.”

Associação Portuguesa de Reiki “Monte Kurama”

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 10:00
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Mestre Takata fala sobre Reiki

Esta é a história do Mestre Mikao Usui, o fundador do Usui Reiki Ryoho, que significa Sistema de Cura Natural Usui Reiki. Na altura, no início da sua história, o Mestre Usui era um reitor da Universidade de Doshisha, em Kyoto. Pastor aos domingos, na Universidade havia uma capela. Por isso, era um sacerdote cristão de estatuto. O meu professor era o Mestre Hayashi, que foi seu aluno e continuou a sua obra após o falecimento do Mestre Usui. Portanto, por outras palavras, o Mestre Chujiro Hyashi foi o seu primeiro discípulo, e foi através dele que fiquei a conhecer a história do Mestre Usui. Não cheguei a conhecê-lo, mas o Mestre Hayashi dizia-me que era um génio, brilhante, inteligente – um grande filósofo e um grande erudito.

Num domingo, estava ele no púlpito a fazer o seu sermão e apercebeu-se de que havia cerca de uma dúzia de alunos na fila da frente. Normalmente, os estudantes da Universidade sentam-se na fila de trás. Então, ele disse: “Bom-dia a todos. Vou começar o nosso sermão dos domingos”. E um dos rapazes levanta a mão e o Mestre Usui reconhece-o. “Sim, o que se passa?”. E o jovem diz: “Nós, os que estamos aqui sentados, somos os que daqui a dois meses vão sair da escola, vamos formar-nos nesta Universidade. Mas, para o nosso futuro, gostaríamos de saber se tem fé absoluta na Bíblia”. E o Mestre Usui responde: “Com certeza que tenho! É por isso que sou sacerdote e que aceito o que diz a Bíblia”.

O Mestre Usui estava surpreso com a pergunta. E o jovem torna a a perguntar: “Eu represento este grupo, esta classe que se vai formar, e nós gostaríamos de saber mais sobre a sua fé. É por ter uma fé incondicional na Bíblia que aceita o que a Bíblia diz?”. O Mestre Usui responde: “Sim, sobretudo eu tenho fé. E também estudei a Bíblia, por conseguinte eu creio.”. Então, o jovem diz: “Mestre Usui, nós somos jovens nos seus vinte anos e temos pela frente um longo futuro. Gostaríamos, por isso, de esclarecer esta questão de uma vez: se possui tanta fé no cristianismo, deveremos crer, e o Mestre Usui crê, que Cristo podia curar pela colocação das mãos?” E o Mestre Usui diz: “Sim, eu creio.” O jovem diz: “Gostava-mos de acreditar como o Mestre Usui acredita, gostaríamos de ter essa fé, mas perguntamos-lhe a si, que é o nosso Mestre e o nosso Professor. Honramo-lo e respeitamo-lo. Por favor, demonstre-nos.” Então, o Mestre Usui responde: “Que tipo de demonstração?” O jovem diz: “Gostaríamos de o ver devolver a visão a um cego ou a curar um deficiente ou a caminhar sobre a água.” E o Mestre Usui responde: “Apesar de ser um bom cristão e de ter fé e de aceitar o que diz a Bíblia, e sei que Cristo o fez, mas não posso fazer essa demonstração porque não aprendi a fazê-lo”.

Então, o jovem diz: “Muito obrigada. Agora escolheremos o nosso caminho e aquilo em que cremos.

Podemos dizer apenas que a sua crença na Bíblia é uma fé cega, e nós não desejamos ter uma fé cega, e para vivermos toda a nossa vida, desejamos ver pelo menos uma demonstração para que possamos segui-lo, e aceitar e ter fé como o Mestre Usui”.

Então, o Mestre Usui disse: “Não posso fazer essa demonstração neste momento. Não vamos discutir sobre isso, mas um dia gostaria de vos provar. Quando encontrar a forma, regressarei e mostrar-vos-ei e demonstrá-lo-ei, eu espero. E, com isto, abdico. Vou descer do púlpito e apresentar a minha demissão de sacerdote de Doshisha e também de reitor desta Universidade. Sendo amanhã segunda-feira, vou tratar do visto. Irei a um país cristão estudar a Bíblia, e estudar o Cristianismo num país cristão. E talvez encontre a resposta. Quando a encontrar, regressarei. E dir-vos-ei que consigo fazer o que me pediram.” E disse “Adeus”. E deixou a igreja a partir desse dia. No dia seguinte, o Mestre Usui começou a tratar do visto e escolheu os Estados Unidos. Quando ficou tudo tratado, apanhou o barco, viajou de comboio, e entrou na Universidade de Chicago. Estudou Filosofia, mas em primeiro lugar queria estudar o Cristianismo e a Bíblia. Quando começou o estudo, apercebeu-se de que a Bíblia e a escola Cristã que frequentara eram idênticas, os ensinamentos eram os mesmos. E nem na Bíblia Cristã nos EUA conseguiu encontrar a fórmula para a cura deixada por Cristo.

Associação Portuguesa de Reiki “Monte Kurama”

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 11:59
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2007

Acerca de Símbolos

Há pelo menos três tipos fundamentalmente diferentes de símbolos e crenças no que diz respeito à natureza das formas simbólicas. A primeira classe de símbolos são os que o poder ou a habilidade de criar o efeito é inerente à forma do símbolo. Estes são usados na geometria sagrada o tattwas e até certo ponto Yantra Mandalas, estão entre esses em que a verdadeira forma se diz que é a que estimula directamente os modelos subconscientes da energia no corpo, cérebro e energia física e a realidade não-física.

Diz-se que estes símbolos contêm o poder para despertar uma habilidade ou criar um resultado, ou transmitem informação e realizam místicas de sí mesmos sem a acção ou interacção de alguém. A segunda crença se opõe, os símbolos podem ser algo que é activado pela intenção do ritual ou pela proximidade a lugares ou pessoas santas e se carregam e contêm o poder de criar um efeito. Na última aula de símbolos são esses que representam ferramentas ou apontadores que o habilitam a si para se ligar com a informação, a energia e para usar uma função espiritual, etera, isso existe separando o símbolo. O símbolo é mais como um botão, o poder está no que os símbolos visualizam antes de ter um poder próprio.

Estes pontos de vista não são realmente exclusivos, são as diferentes maneiras de ver as cosas. Algumas pessoas nos Estados Unidos consideraram e ensinaram que os símbolos de Reiki e seus nomes ou o mantra neles próprios contêm eternamente o poder e, por serem sagrados e secretos, não devem ser revelados a ninguém que não seja iniciado. A maior parte dos Símbolos usados em Reiki são palavras que se escrevem em Kanjis e que têm significados simbólicos esotéricos nalgumas tradições budistas.

Tenho a convicção de que os símbolos de Reiki são principalmente da terceira classe. Eles são ferramentas para facilitar a ligação com aspectos da energia universal para curar. Eles não têm por sí mesmos o poder. Há frequentemente muitas maneiras diferentes de desenhar certo símbolo mas todas elas participam efectivamente na conexão com a energia de Reiki. Agora que estudantes Ocidentais de Reiki fizeram o contacto com estudantes japoneses de Reiki da Associação de Reiki fundada por Mikao Usui, aparentemente esta é a maneira como eles acostumaram nesta sociedade e que muitas pessoas chegam a ser capazes de usar as funções de Reiki sem invocar directamente os símbolos.

Estes símbolos são exactamente isso, símbolos. Eles não são o que eles visualizam. Os símbolos de Reiki visualizam as funções específicas de propriedades da energia para curar e aumento espiritual. Quando qualquer que seja o iniciado em Reiki vê e diz o nome ou desenha esses símbolos, o ajudam a ligar-se a si mesmo com a energia de Reiki e a activar a função e propósito específico que o símbolo visualiza. Nos Alinhamentos específicos o autor deste manual ousa conferir uma habilidade automática ao escolher trabalhar com as funções de Reiki por intenção, usando palavras ou pensamentos para os activar ou também invocar conscientemente os símbolos. A activação directa da intenção não substitui a informação e a experiência que é ganha com o estudo e usando os símbolos. Não é necessário entender os significados dos símbolos nem usá-los conscientemente para ganhar e compartilhar os benefícios do Reiki. Apesar de de poder enriquecer a sua experiência explorar os seus significados. Os símbolos recordam-nos que há maneiras de invocar aspectos diferentes da energia usá-los.

Você pode usar também Reiki para invocar neutros aspectos e propósitos da energia universal pela intenção directa. Outros sistemas que evoluíram a partir do Reiki tal como Seichim y Karuna usam os diferentes símbolos para invocar outros aspectos da energia. De qualquer das maneiras usar Reiki para estas funções sem Iniciação adicional e com ou sem o uso dos símbolos adicionais.

No Usui Reiki Ryoho Gakkai que é a sociedade Reiki fundada por Usui Sensei, entendemos que os símbolos foram agregados por Usui Sensei algum tempo depois da sua realização em Reiki, para ajudar essas pessoas que têm pouca experiência com o trabalho da energia e necessita ajuda para se conectar com esta.

Os símbolos foram escolhidos aparentemente dos términos usados nalgumas secretas budistas esotéricas e que são apropriados para a função do poder de Reiki.

Estava verdadeiramente familiarizado com a maior parte desses términos antes de encontrar Reiki, tanto que eu não fui surpreendido por nada disto. Muitos mais livros e as traduções de Reiki que se ensina no Japão se publicarão no futuro e assim esta informação histórica acerca de Reiki continuará a ser ensinada.

O Reiki não é um sistema fechado, se bem nos beneficiamos por te ruma formação e uma sã origem nas práticas tradicionais de Reiki Usui Sensei, decidindo ele mesmo dar uma segunda classificação à indicação simbólica na esperança de que o sistema continuava o seu desenvolvimento após a sua partida.

O método original de Iniciação à possibilidade de usar Reiki foi modificado ao longo dos anos da forma como era e é praticando na sociedade japonesa de Reiki. O Reiki Ryoho no Japón você reunia-se semanalmente com os membros do mesmo nível e um mestre, têm uma lição ou um conferência e uma possível práctica, quem recebe o tratamento curativo depois de que você termina a meditação de hatsurei-ho enquanto o Mestre lhe dá "Reiju" a você e aos outros membros, uma força que ajuda a conectar e maximizar a conecção à energia Reiki, pelo geral, gradualmente de acordo com o seu desenvolvimento pessoal. Posivelmente depois de um período de um ano ou mais desta prática e estudos talvez sejas convidado a aprender as segundas senhas.

É na linhagem de Hayashi-Takata chamado Usui Shiki Ryoho que os símbolos são de mior importância. O sistema foi establecido para ensinar Reiki mais rápido que a instrução larga de Reiki Ryoho. Havia mais ênfase nas posições das mãos e os símbolos para que os estudantes se pudessem ligar ao Reiki com a ideia de trabalhar no dispensário de Hayashi, antes eles desenvolveram a habilidade de pressentir a energia dos clientes. Isto foi também provavelmente por que se desenrolou um processo de Iniciação semelhante às Iniciações usadas em muitas tradições espirituais que curam em ordem a que acelera significativamente a limpeza, a ligação e a habilidade de trabalhar com energias universais. Os Mestres que a Sra. Takata treinou foram ensinados com ênfase nos símbolos e foram ajuramentados também nos segredos dos símbolos de Reiki e outras práticas.

Publicado por Viktor às 12:30
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