Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

Portas Dimensionais

Os chakras são as verdadeiras portas dimensionais que podem nos conduzir a outros universos. Esses centros ou vórtices energéticos quando estimulados ou desenvolvidos em alto grau, alteram toda vibração atómica do corpo, projectando a nossa consciência desperta através de outros veículos mais subtis. Por isso podemos afirmar que as portas para outras dimensões abrem-se, onde quer que estejamos.

Mesmo que não nos possamos projectar para o “outro lado” por algum motivo, fazendo uso das faculdades extra-físicas podemos ver, ouvir e sentir coisas que estão além dos nossos cinco sentidos.

Os chakras principais são sete e estão distribuídos ao longo da espinha dorsal.

Estão baseadas sobre órgãos muito importantes, quase todas glândulas endócrinas (secreções interna) do organismo: o chakra superior, situado no topo da cabeça, tem seu fundamento na glândula pineal ou epífase; o frontal fica no entrecenho sobre a glândula pituitária ou hipófise; o da garganta está ligado às glândulas tiróide e paratiróides; o do coração não fica exactamente sobre uma glândula, mas tem seu fundamento no coração e na timo; o chakra do plexo solar (umbigo) está vinculado ao fígado e ao baço principalmente; o chakra sacro fica na próstata no homem e no útero na mulher; por último o chakra fundamental baseado nas glândulas sexuais (testículos e ovários).

É importante citar que os chakras tão comummente conhecidos na literatura esotérica estão relacionados somente ao corpo etéreo ou energético. No entanto, cada corpo ou veículo superior possui os seus chakras correspondentes. Se ainda formos mais longe podemos afirmar ser cada átomo ou molécula do nosso corpo contém um pequenino chakra ou vórtice de energia.

Saudações Reikianas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 02:48
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Cura do Nível Celestial (6º campo áurico)

Para curar na sexta camada do campo áureo, você trabalha primeiro através dos chakras do coração, do terceiro olho e da coroa. Coloque as mãos em concha sobre o terceiro olho do paciente com os dedos juntos e os polegares cruzados um sobre o outro; eleve as suas vibrações para alcançar a luz e, a seguir, deixe-a fluir de cima para baixo através e diante de você até a área central do cérebro do paciente. Procure alcançar psiquicamente a mais alta realidade espiritual que conhece, primeiro estabelecendo conexão, através do coração, com o amor universal e, em seguida, tentando alcançar a luz com essa consciência. É muito importante passar pelo coração e esperar até entrar num estado de amor universal antes de subir pela coroa pois, não sendo assim, o tratamento pode tornar-se muito mental - Cumpre que ele seja acompanhado de um profundo amor a cada partícula do ser do paciente, nesse caso. O fato de estar ligado à consciência messiânica ou ao amor universal supõe a conservação de alguém no coração e a entrada num estado de total aceitação e vontade positiva em relação ao bem-estar e à existência continuada desse alguém. Trata-se de uma celebração em amor da existência da pessoa. Isso quer dizer que você precisa entrar nesse estado de ser, e não apenas imaginá-lo. Mantendo esse estado, procure alcançar a luz, e a mais alta e ampla realidade espiritual que pode experimentar.

A fim de elevar suas vibrações, use os princípios activos e receptivos. Primeiro, procure simplesmente aumentar a frequência das vibrações, através da respiração, arranhando a parte traseira da garganta com o ar, através do foco de meditação, e procurando alcançar a luz com o olho da mente. Subjectivamente, o mesmo é olhar para a luz e tentar atingi-la. Você sente-se mais leve e menos apegado ao corpo à medida que se vai erguendo, como se uma parte da sua consciência, literalmente, subisse espinha acima e se esticasse desde o seu corpo para entrar na luz branca. Os seus sentimentos tornam-se mais e mais deleitáveis, à medida que você entra na luz e sente, mais e mais, a segurança e o amor universais envolvendo-o e impregnando-o. A sua mente expande-se e você compreende conceitos amplos que não entendia num estado normal. Pode aceitar uma realidade maior, e é mais fácil para os guias transmitir conceitos através de você, porque você já não é tão preconceituoso no que concerne à natureza do mundo, isto é, eliminou algumas obstruções do seu cérebro. Cada passo que você para cima, dentro da luz, libera-o ainda mais. Praticando através dos anos, você será capaz de canalizar energias e conceitos cada vez mais elevados.

Agora que você obteve, em certo grau, a capacidade de se elevar, pare de tentar alcançar e deixe que a luz branca lhe permeie o campo áureo, elevado a uma vibração que se harmoniza com a luz branca. Ela fluirá, através do seu campo, para o campo do paciente.

Depois que a luz branca tiver fluído de cima para baixo e entrado na área central do cérebro do paciente, e depois que as vibrações dessa área forem alçadas nessa frequência, suba para o nível seguinte de vibração. Quando o paciente tiver alcançado esse nível, suba para o seguinte e assim, gradativamente, a área central do cérebro do paciente se iluminará. A aura do paciente enche-se de luz áurea impregnada de cores opalescentes. Às vezes, durante essa fase do tratamento, o paciente vê imagens espirituais ou “adormece”. (No meu entender, isso significa simplesmente que ele ainda não tem capacidade para reter a lembrança da experiência quando volta ao estado normal da realidade. Algum dia, quando ele tiver a mencionada capacidade, esse processo o ajudará a desenvolvê-la.)

Por ser muito forte essa maneira de canalizar, você precisa de mexer levemente as mãos para não romper a conexão com o sexto chakra antes de passar à fase seguinte do tratamento. Depois de iluminar a área do tálamo e encher a aura de luz branca, em havendo tempo, costumo executar algum trabalho directo sobre os níveis exteriores da aura. Com as palmas das mãos viradas para baixo, traçando caminhos com os dedos, penteio os raios de luz do corpo celestial, num movimento que se parece com o de correr os dedos pelos cabelos quando você os afasta da cabeça. Comece com as mãos próximas da pele e faça movimentos para fora, perpendiculares ao corpo, como se estivesse a levantar a aura. Isso proporciona ao paciente uma sensação de luz e realça o corpo celestial acrescentando-lhe a luz e ampliando-o. Se tiver tempo, tente fazê-lo.

Saudações Estelares

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 14:23
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Sábado, 23 de Maio de 2009

Meditação para o seu Domingo

Publicado por Viktor às 22:36
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Domingo, 26 de Agosto de 2007

CHAKRA FRONTAL (cerebral, terceiro olho, lótus medular)

É denominado, em sânscrito Ajna, cujas raízes significam “saber” e “obedecer”. Ajna significa “comandar”. É, pois, como o nome indica, um “centro de comando”.


Localiza-se à altura da raiz do nariz, entre os dois olhos, no ponto onde os nádis Ida, Pingala e Sushumna se encontram para formar um único canal que segue em direção ao Sahasrara. Aos olhos do clarividente ele surge no meio da testa. É também a opinião de Aurobindo.


Está dividido em duas partes, cada uma das quais com 48 pétalas (num total de 96 pétalas), por isto as escrituras hindus só se referem a duas pétalas. Uma delas, segundo Leadbeater, é de cor rosada, com muito amarelo, enquanto na outra sobressai um azul-purpúreo (correspondente com a cor da vitalidade - prana - que o chakra recebe). Coquet e Powell indicam as mesmas cores. Satyananda indica o cinza (ele destaca que outros autores descrevem-no como transparente). É preciso não esquecer que Satyananda descreve sempre os centros astrais,
enquanto Leadbeater, os etéricos. Aurobindo indica a cor branca.

 

É representado como um lótus branco resplandescente com duas pétalas. No centro do pericárdico encontra-se um triângulo branco invertido contendo o Itara-Linga luminoso como um cristal e o bija-mantraOm”.


A força vital coletada através dos nádis é distribuída parte para o Sahasrara e parte para os corpos físico, astral e causal.


Satyananda ensina que este centro está conectado com a glândula pineal(epífise). Também Coquet adverte haver uma “interessante relação de forma entre os dois lobos da glândula pituitária, de função especialmente ligada ao mental e aos sistemas nervosos, e por natureza dupla, com os dois lados do centro frontal”.


Para Coquet, a sua principal função estaria em desenvolver, no homem, uma verdadeira personalidade, um “ser interior”, resultado das encarnações anteriores e de milhares de experiências. Seres que não possuem uma personalidade definida e própria são apenas estações repetidoras de pensamentos, idéias e aparências alheias, influenciados que são pela publicidade, cinema, leitura, multidão e, acrescentamos, televisão. As pessoas que procuram manter uma aparência (cultura, arte de falar, de vestir-se, etc.), agem ensaiando comportar-se como os que possuem verdadeira personalidade e assim surge o culto, a idolatria, ou simplesmente a procura de um mestre. Isto é efeito da falta de desenvolvimento do centro frontal.


Quando um homem, pelo contrário, observa Coquet, revela um caráter idêntico a si mesmo, calmo, flexível, sereno e simpático, cujo humor é sempre igual e a personalidade atraente, imponente e magnética, está, sem dúvida, agindo corretamente pelo centro frontal.


Para Aurobindo, este é o centro de comando da vontade, da visão e do pensamento dinâmico.


A concentração sobre o centro frontal é geralmente feita no ponto entre as sobrancelhas. Satyananda adverte que é necessário despertá-lo primeiro que qualquer outro centro. Para ele, este chakra tem o poder de dissolver o karma, auxiliando, com isto, a diminuir qualquer perigo que possa surgir com a ativação do karma de níveis mais baixos.


Segundo Satyananda, o despertar do centro frontal permite o contato com o “guru interior”, a fonte inata do conhecimento e sabedoria profundos que reside no centro frontal individual ou até com o “guru exterior”, o nosso anjo guardião (o guia espiritual). Além disto, ele possibilita também comunicações telepáticas e percepções clarividentes.


O centro cerebral”, ensina André Luiz, “se representa no córtex encefálico por vários núcleos de comando, controlando sensações e impressões do mundo sensório.” (Evolução em dois Mundos, FEB, p. 99; vide também p. 125).
Publicado por Viktor às 19:38
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