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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

REIKI vs TUMOR

A história de cura de um tumor mais antiga, desde a redescoberta do Reiki pelo Sensei Mikao Usui em Março de 1922 no Monte Kurama, situado a norte de Quito no Japão foi a seguinte:

“Longe de ali, vivia Hawayo Takata, que nasceu a 24 de Dezembro de 1900, no Havai, filha de um casal de emigrantes japoneses. Ficando viúva com duas filhas, aos 35 anos a depressão, problemas emocionais, respiratórios e fortes dores abdominais acabaram por se apoderar dela. Quando se deslocou ao Japão para visitar os pais, foi ao Hospital Maeda fazer exames médicos, onde lhe diagnosticaram um tumor abdominal, pedras na vesícula e problemas no apêndice. Foi internada e quando estava a minutos de ser operada ouviu uma voz a afirmar: “A operação não é necessária”. Dizendo isso ao médico, a operação foi cancelada e foi reencaminhada para a Clínica do Dr. Hayashi para um tratamento de Reiki. Foi então lá internada e passados quatro meses, estava totalmente recuperada dos seus problemas de saúde.

Assim sendo, Takata foi a primeira cidadã ocidental a sentir a vontade de aprender Reiki…”.

Como acima pode ler, o Reiki pode ser utilizado como prevenção e até tratamento de problemas relacionados com qualquer tipo de tumor. Há nos dias de hoje variados casos de sucesso através da utilização do Reiki conjuntamente com a medicina convencional. Pessoalmente tive um caso de um tumor maligno no colo uterino de uma jovem de 33 anos, que foi tratada e estabilizada através do Reiki e da medicina convencional. Desta forma pode-mos verificar que conjuntamente ou separadamente o Reiki só trás benefícios (nos níveis físico, emocional, mental e espiritual) a todos os que o recebem (paciente) e alegria e paz interior a quem o proporciona (terapeuta). Pode ser aplicado assim que o problema é diagnosticado, ou em casos mais avançados, depois do trabalho da medicina convencional ter sido feito, minimizando nestes casos os efeitos inerentes e resultantes da doença e respectivo tratamento biomédico. Nestes casos o Reiki vai permitir um reequilíbrio das energias corporais, eliminação de bloqueios, normalização do sistema nervoso, aumenta a capacidade de cicatrização, melhora o fluxo sanguíneo e relaxa o paciente. Indirectamente actua nos campos emocional, mental e espiritual, permitindo-o um melhor controlo das emoções, melhor controlo do pensamento ou do que se permite pensar e trabalha o karma das pessoas, atenuando ou eliminando alguns problemas kármicos. Potencia ainda fortemente os efeitos benéficos da medicação e atenua ou elimina todos os efeitos secundários.

O Toque Terapêutico [Reiki] deriva da Imposição das Mãos, uma arte antiga com base religiosa, de acordo com alguns autores da cura psíquica e espiritual, na medida em que mantém os pressupostos do potencial humano para curar através do toque. No entanto não possui qualquer base religiosa e é independente da fé ou crenças daqueles que a recebem ou dos que a praticam. Os registos mais antigos desta prática datam de 1552 ac. . Por isso se diz que é uma terapia milenar.

O toque terapêutico é um método holístico não invasivo, baseado na concepção de que o ser humano possui um campo de energia abundante, que pode estender-se além da pele e flui em determinados padrões que se pretendem equilibrados.

Consiste num "toque sem toque", uma vez que não há necessariamente o toque do terapeuta directamente sobre a pele do doente/paciente.

Embora existam muitos estudos contraditórios, o Toque Terapêutico é utilizado há décadas por enfermeiros no Canadá, nomeadamente no alívio da dor, diminuição da ansiedade e promoção do relaxamento, o Equilíbrio e Harmonia do Ser num todo.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Estado de Espiríto: Com muito Amor Incondicional..
Publicado por Viktor às 09:06
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

Somos as Mãos de Deus...

Onde está Deus? Porque é que por vezes pensamos que nos abandonou? Isso não corresponde à verdade pois ele está sempre presente em qualquer lugar na mais ínfima partícula das coisas. Deus está presente e manifesta-se perto de nós através das mãos, pois uma mão que nos toca, acalma, protege, conquista, atrai, cativa e consola é algo poderoso que está ao nosso alcance. O nosso sentido do tacto é a primeira coisa que aparece após o nascimento e a última a desaparecer em qualquer ser humano. O toque é uma forma de comunicação muito íntima e energética. Tocar e ser tocado é um ritual mágico que encerra em si segredos ocultos difíceis de revelar ao ser humano. As próprias histórias de Amor e Paixão estão repletas de fenómenos provocados pelas mãos no percurso das paisagens corporais de ambos. A mão encontra a sua própria realização no momento em que se torna útil no auxílio ao semelhante através do toque. Mãos que amam são mãos que curam. As nossas vivências evidenciadas pelas mãos no toque ou cumprimento evidenciam o seu percurso e experiência àqueles que tocamos. As mãos de cada um de nós detêm um determinado poder que varia consoante a sua idade, sexo, classe social e acima de tudo do poder interior de cada um. As formas como as pessoas se tocam varia consoante o relacionamento entre as mesmas e consoante a forma de cada um amar. O toque pode ser utilizado para: chamar, cumprimentar, acolher, libertar, consolar, acalmar, aliviar, tratar, seduzir, implorar, transformar, sentir, saber, falar, ouvir, ver e provar. O toque tem um poder tal que chega a anular a impotência das palavras que não conquistam. O que se sente ao tocar nem sempre é aquilo que estava-mos à espera, mas a verdadeira sabedoria predomina no deleite único de cada toque. Através do toque eu transmito o que sinto e a outra pessoa dá-me a conhecer o que sente simultaneamente. Assim, sendo o toque um gesto de carinho, amor, compaixão e consolador, é aí que Deus manifesta a sua divindade para com a sua criação. Sente nas mãos do teu semelhante um gesto de Deus.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:38
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

O TOQUE como forma de comunicação

O

 toque é uma das primeiras terapêuticas descoberta pelo ser humano. Os estudos científicos demonstram que a estimulação pelo toque é necessária para o nosso bem-estar, quer físico, quer emocional.

O toque tem múltiplas funções, pode servir para fazer notar a presença de alguém, para cumprimentar, chamar a atenção, confortar, toda a vivência humana está intimamente associada ao toque como forma de comunicação.

O toque faz parte de todas as culturas, embora cada uma o entenda de forma diferente havendo costumes e tabus à sua volta. Cada pessoa pode entender o toque de maneiras diferentes. Tem que se ter sempre em conta o contexto sócio-cultural. No entanto, todos precisamos do toque: desde as crianças para estabelecer relações e sobreviver, os idosos, que através do toque, podem minimizar a sensação de solidão ou de que não são desejados. O toque é também um importante canal de transmissão de informação, quando outros meios de comunicação se encontram menos desenvolvidos/diminuídos.

Sendo a pele o maior órgão do ser humano, é perfeitamente aceitável utiliza-lo como forma de melhoria de saúde do indivíduo.

Vários estudos experimentais demonstram as virtudes do toque: fazer-nos sentir melhor com nós mesmos e com o ambiente à nossa volta, provoca mudanças fisiológicas mensuráveis naquele que toca e no que é tocado. O toque físico não é apenas agradável. É necessário.

Diminuir a sensação de isolamento através do toque explica porque a massagem tem um lugar bem definido nos cuidados paliativos. O toque origina alterações e sensações que influenciam a forma de estar do ser humano, tendo por base esta constatação, tem todo o sentido que o “tocar” possa ser utilizado como terapia complementar.

A terapia complementar que se vai desenvolver ao longo deste trabalho(Reiki)  pode não implicar um contacto directo entre o terapeuta e o doente mas tem por base principalmente a transmissão e a comunicação ao outro de bem-estar.

Nursing

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:20
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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

A causa da Doença

Consoante a perspectiva do terapeuta, a doença resulta do desequilíbrio. O desequilíbrio resulta de se ter esquecido de quem é. O esquecimento da própria identidade cria pensamentos e acções que conduzem a um estilo de vida insalubre e, finalmente, à doença. Mensagem directa dirigida a você, diz-lhe não só que está desequilibrado, mas também lhe mostra os passos que o levarão de volta ao verdadeiro eu e à saúde. Essa informação é muito específica; basta-lhe saber chegar a ela.

Nessas condições, a doença pode ser compreendida como uma lição que você dá a si mesmo para ajudá-lo a lembrar-se de quem é. Você pensará imediatamente em todos os tipos de excepções a essa afirmativa. A maioria, porém, o restringirá a uma percepção da realidade que apenas incluí esse determinado período de vida e apenas a vida no corpo físico. O meu propósito, contudo, é mais transcendental. As afirmações supra citadas só serão compreendidas de modo total e saudável se você já admitiu a sua existência além das dimensões físicas do tempo e do espaço. Elas só podem ser consideradas afectuosas se também o incluírem como parte do todo e, por conseguinte, o todo. Isto é, a priori, o todo é constituído das partes individuais, e as partes individuais, portanto, não só são parte do todo, mas também, como um holograma, são o próprio todo.

Durante meu processo de crescimento pessoal, verifiquei quando comecei a fazer observações sobre o campo de energia como conselheira, ocorreram duas mudanças importantes que modificaram drasticamente a minha maneira de trabalhar com as pessoas. Na primeira, comecei a receber orientação, durante as sessões, de mestres espirituais sobre o que fazer então, e solicitei tipos específicos de informações relativas a diferentes níveis da aura. Na segunda, comecei a desenvolver o que denomino “visão interior”; vale dizer, eu via o interior do corpo mais ou menos à maneira de um aparelho de raios X. Aos poucos, minha prática passou da de um conselheiro para a de uma curadora espiritual.

A cura, tornou-se uma extensão da terapêutica e, logo, o núcleo central de toda a terapêutica, porque alcança todas as dimensões da alma e do corpo muito além das que a terapêutica é capaz de alcançar. O meu trabalho tornou-se claro. Eu estava a curar a alma ou a transformar-me num canal para ajudar a alma a lembrar-se de quem é e para onde está sendo dirigida nos momentos em que se esquece de si e sai do caminho por culpa da doença. Esse trabalho é muito satisfatório, cheio de êxtase na experiência de energias superiores e seres angélicos que vêm curar. Ao mesmo tempo, é estimulante enfrentar a dor de uma doença física terrível, que o terapeuta tem de experimentar, até certo ponto, se quiser curar. Eu necessitava de me sujeitar a observar a tremenda energia e os desequilíbrios da alma com que vive um sem-número de pessoas. A humanidade carrega consigo uma dor horrível, uma horrível solidão e um anseio profundo de liberdade. O trabalho do terapeuta é um trabalho de amor. O terapeuta chega a essas áreas dolorosas da alma e, delicadamente, dá-lhe uma esperança. Desperta suavemente a antiga lembrança da identidade da alma. Toca a centelha de Deus em cada célula do corpo e recorda-lhe mansamente que ela já é Deus e que, já sendo Deus, flúi, inexorável, com a Vontade Universal, para a saúde e para a totalidade.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:15
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Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

Reiki e Seus Benefícios, entenda como funciona

Publicado por Viktor às 08:00
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

REIKI: O toque

Pergunta E relativamente à polémica de tocar ou não no paciente? Nos cursos de orientação mediúnica os passistas aprendem que não se deve tocar, de forma alguma, no paciente. O Reiki, por sua vez, costuma ser feito através do toque. Há problemas em se tocar o paciente?

Resposta Esta diferença ressalta as diferenças de mentalidade entre o Ocidente e o Oriente, entre a visão de mundo ocidental-cristã e a oriental. Existe muito pavor e incompreensão em relação ao corpo físico aqui no Ocidente. A nossa visão do mundo é dicotómica. Desde a Antiguidade se separa, radicalmente, espírito e corpo. Na verdade, parece que á uma guerra Espírito vs Corpo. Em alguns momentos da história ocidental valorizava-se o corpo em detrimento do espírito, noutros o contrário. Falta para nós a visão integrativa oriental.

No oriente, as práticas espirituais e mesmo profanas procuram sempre o equilíbrio físico, mental, emocional e espiritual. Não se concebe uma coisa dissociada da outra. Além disso, a massagem ou o toque não tem a conotação pejorativa e sexualizada que tem no Ocidente. O acto de tocar, de massajar é visto com naturalidade no Oriente. No Ocidente as pessoas levam tudo para o campo da sexualidade, devido à própria formação cultural e sexual do cidadão ocidental. Aqui, ao mesmo tempo, onde a maioria das religiões cristãs trata o sexo como Tabu, as pessoas são bombardeadas por propagandas e programas de TV que vivem da exploração de um erotismo desenfreado. O homem Ocidental vive angustiado pelo medo do pecado, de um lado, e pelo erotismo exacerbado, de outro.

Sem segundas intenções, seria possível aplicar Reiki e fazer massagens ao mesmo tempo, principalmente, nos pés. Mas o Terapeuta necessita ter um auto controle, dominando seus instintos inferiores, mantendo sempre o seu pensamento elevado. O único momento em que não se deve tocar no paciente é quando, o que é raro, ocorre uma “incorporação”. Se a sala é preparada para o trabalho e é protegida pela espiritualidade, raramente isso irá acontecer. Mas é preciso lembrar que se o paciente for um médium e estiver sob forte acção obsessiva, é necessário mandar energia sem tocar na pessoa, fazendo muitas preces para a espiritualidade adormecer e levar para esclarecimento aquele irmão obsessor. Vocês devem-se lembrar sempre que na hora do tratamento, seja com o Reiki ou com o passe, o momento não é para desenvolvimento mediúnico e nem para doutrinação, seja ela qual for.

Publicado por Viktor às 09:31
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