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*Cursos de Reiki e Karuna de Todos os níveis*-*Workshop's de Técnicas de Reiki*
Sexta-feira, 30 de Março de 2012

A importância do pensamento

 

     O veículo necessário para a manipulação energética é o pensamento. Para falar sobre este assunto necessitamos, mesmo que rudimentarmente, de falar um pouco sobre o Perispírito, também conhecido como Corpo Astral pelos teosofistas. Este corpo energético é o responsável pela expressão dos seus desejos e consciência.

     O seu campo de energia não é, necessariamente, de natureza electromagnética. Mas costuma-se definir assim devido aos nossos ainda limitados conhecimentos físicos dessa realidade subtil e astral. O importante, porém, é sabermos que o nosso Corpo Astral é o veículo para que possamos expressar nossas paixões, sentimentos, desejos e emoções. Ele serve de intermediário entre o Corpo Mental (ou apenas mente) e o Corpo Físico. Em suma, trata-se de um veículo de consciência e de acção responsável pela transmissão de vibrações, tanto do plano físico para o mental ou vice-versa. Noutras palavras, como o Corpo Físico limita-se a colher no mundo exterior as vibrações daí provenientes, e estas ao chegar ao Corpo Astral, são transformadas em sentimentos como amor, ódio, prazer, dor, alegria, etc.

     Porém, o que mais nos interessa no momento é que, a matéria astral, se é que assim nos podemos referir a esse tipo de energia, é plasmada pela emissão de pensamentos. Os nossos sentimentos imprimem nessa mesma matéria astral determinadas cores, variando conforme a intensidade dos mesmos. Daí o facto da Cromoterapia ser uma técnica importante e que deveria ser conhecida por todos os interessados em cura. E a cor, a forma, a nitidez e a duração da energia são determinadas pela qualidade do pensamento e da emoção, como também pela intenção e vontade do curador.

     Assim, o que necessitamos para enviar bons fluidos é, em primeiro lugar, aprender a controlar os nossos pensamentos e emoções, além de ter vontade de servir ou de se doar. E onde entram os símbolos do Reiki? Estes representam ensinamentos morais que ajudam a pessoa a concentrar-se numa realidade superior. Em suma, ajuda a pessoa a despertar, lentamente, o kundalini adormecido. Cada símbolo está intimamente ligado a um chakra e à sua respectiva energia, pois, apesar do prana ser uno, manifesta-se em sete variedades principais e com funções psíquicas diferentes.

     Assim temos sérias dificuldades para mentalizar o abstracto. Por isso, em quase todas as culturas, criam-se determinados objectos ou símbolos que são catalisadores para facilitar e orientar a emissão do pensamento e da energia. Com o REIKI acontece o mesmo.

     Devemos sempre ressaltar que o pensamento dinâmico pode criar energia positiva ou negativa. Daí inúmeros “acidentes” podem acontecer quando o praticante traça correctamente o símbolo, mas fica durante toda a sessão a emitir pensamentos negativos ou se esta descontrolado emocionalmente. Além disso, pela “Lei do Karma”, toda e qualquer emissão de pensamento, quer positivo ou negativo, terá um efeito sobre aquele que o manifestou.

     A energia emitida pelo REIKI é a mesma energia estudada e classificada como “força ódica”, por Reinchenbach, ou “energia bioplásmica” ou “psicotrónica”, segundo vários cientistas da antiga União Soviética e da Checoslováquia. Desde a Antiguidade, sabe-se que essa energia pode ser transferida de indivíduo para indivíduo, pela imposição das mãos ou a distância, através da vontade, da oração sincera e pura ou do pensamento elevado. Através da vontade sincera é possível emitir uma ou outra qualidade de prâna, de acordo com a finalidade a que nos propomos.

     Como é a vontade e o pensamento que produzem a emissão de fluidos e não os símbolos, ser um reikiano não garante a qualidade das vibrações emitidas, de aí a importância da empatia energética com o terapeuta ou mestre.

     Os símbolos favorecem a imaginação e a concentração numa realidade superior. Está a aumentar a quantidade de reikianos que percebem, na prática, que é necessário estar concentrado para enviar REIKI; que é necessário elevar o pensamento e/ou fazer uma prece; que após algumas sessões seguidas a pessoa sente algum cansaço etc. O simples acto mecânico de traçar um determinado símbolo não é suficiente se faltar a vontade e o desejo de enviar bons fluidos para o receptor. Por mais redundante que possa parecer, o papel do símbolo está na sua dimensão simbólica, ou seja, em representar um ensinamento de cunho moral capaz de elevar o padrão vibratório de cada praticante, precisamente o que a maioria dos cursos de REIKI acaba por deixar de lado. Os símbolos servem, em suma, para disciplinar o pensamento e a vontade.

 ADILSON MARQUES

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 20:00
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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Laços...

Caros Seres na Terra,

     Todos são seres que provêm da mesma fonte e para a mesma caminham. São seres multidimensionais, seres fantásticos de infindáveis capacidades que vão muito além dos limites da consciência enquanto humanos.

     Todos vocês enquanto habitantes do planeta Terra são alunos na escola das polaridades (bem-mal, luz-trevas) onde diariamente vos são colocados desafios, das mais variadas formas e pelas mais variadas pessoas. Nenhum Ser foi enviado à terra para colher os ensinamentos da vida solitária, pois caso assim sendo seria enviado um de cada vez, ao invés do que acontece agora que muitos Seres vão chegando ao planeta em simultâneo. Ao longo da vossa caminhada vão tendo uns breves momentos de solidão, de forma a poderem usufruir de mais essa aprendizagem (pequeno aparte). Enquanto habitantes do planeta Terra, estão permanentemente em interação uns com os outros por vossa expressa vontade, por obrigação ou por necessidade, mas uma coisa lhes digo: “Nada acontece por acaso”.

     Essas interações são compreendidas por cada Ser através dos sentidos, pois são todos Seres energéticos portadores de uma energia própria que lhes permite habitar no planeta e interagir com os todos os elementos que formam o universo. É através destas interações que surgem os Laços que unem ou afastam os seres uns dos outros. Na terra estes laços são definidos através de inúmeras palavras: esposa, filho, pai, mãe, família, cunhado, tio, avó, primo, entre muitas outras. Estes laços são ligações impostas aos Seres humanos, e que variam entre raças, religiões, etnias e povos.

     Mas existem outros Laços mais fortes que nos unem, que se mantêm desde tempos imemoráveis. São as “famílias espirituais”, ou seja, um conjunto de almas que ao longo de milénios, em sucessivas reencarnações se vêm auxiliando mutuamente no seu caminho de aperfeiçoamento e ascensão. Esta é a razão pela qual, quando estamos perante determinadas pessoas, ao fim de uns breves 5 minutos de conversa, temos a sensação de conhecer aquela pessoa há muito tempo.

     Concluo dizendo-lhes que ter um laço com algum ser não é ter posse sobre o mesmo, pois os sentimentos de posse são como cordas que amarram os seres e, gostando todos de serem livres, nenhum gosta de se sentir amarrado, nem você mesmo que está a ler este texto. Amem com liberdade e sejam muito felizes.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Publicado por Viktor às 17:26
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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010

Escolhas… Decisões… Opções…

Caros irmãos,

Tudo na vossa vida é fruto das escolhas que fazem, inclusivamente os pais que têm, pois até esses nós escolhemos quando chegou a hora de mais uma das nossas viagens à Terra. Cada um tem a vida que escolheu, mediante o seu entendimento e discernimento sobre a mesma, fruto das opções que foi tomando no decorrer da sua caminhada. É claro que fazer tais afirmações levanta dúvidas a muitos seres humanos, e para que esses seres entendam vou-lhe colocar algumas questões: Porque se casou com essa pessoa? Porque se envolveu com essa pessoa? Porque concorreu a esse emprego? Porque quis ter um filho com essa pessoa? Porque contraiu essa dívida?

Mas é claro que estas escolhas são tomadas quando somos Seres autónomos e não dependentes de terceiros (desde o nascimento até à juventude). O facto de estarmos condicionados nas nossas opções durante esse período de tempo, faz com que sejamos moldados pela educação que nos é imposta por aqueles que escolhemos serem os nossos pais, até que se reúnam as condições para alcançar o ponto de viragem que é o momento a partir do qual nós passamos a definir o nosso caminho. Até alcançarmos este ponto somos moldados pela informação que nos é imposta pelos pais e pelo meio onde estamos inseridos. Esta amálgama de informação, vai “moldar” a nossa mente, crenças, convicções e mentalidade, que na maior parte dos casos condiciona a nossa expansão de consciência, porque tendencialmente o Ser humano teima em viver agarrado aos paradigmas das velhas crenças e dimensões energéticas, que nos dias de hoje se encontram cada vez mais ultrapassados por uma verdade e luz maior que se impõe sobre Gaia (planeta terra). Agora outras questões surgem, tais como: Mas eu não consigo mudar! Gostava de ser assim, mas não consigo! A minha vida não me permite isso! Não tenho tempo!

Meus amigos, a pensarmos assim certamente não vamos conseguir, porque o teu plano mental (pensamento) impõe-se sobre o teu subconsciente (local onde estão guardados os registos da nossa verdadeira essência), o que impede a nossa expansão de consciência no caminho de ascensão. Para alcançarmos esse objectivo temos de educar a nossa mente, de forma a aceitarmos e projectarmos apenas o que queremos e que achamos que é melhor para nós, pois esse tipo de pensamentos de baixa vibração faz com que baixe o nosso plano energético e de uma forma inconsciente acabamos por atrair para nós coisas de vibração reduzida que nos provocam mau estar e até mesmo doenças, além de atrairmos pessoas de baixa vibração que em nada contribuem para a nossa felicidade e bem-estar.

Vamos parar, reflectir e meditar, sondando a nossa verdadeira essência, o nosso Eu Sou e fiquem encantados com a descoberta das vossas raízes e maravilhados com o vosso poder de criação, enquanto seres de luz, seres divinos. Vamos viver na União, emanando amor, transpirando compaixão e respirando a luz divina, em prol de todos nós e de uma humanidade melhor.

Saudações Holísticas

NAMASTÊ

Estado de Espiríto: Consciencializar o semelhante
Música: M80
Publicado por Viktor às 13:29
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Inexistência da Morte

A

 concepção da morte resulta de um conceito da vida completamente errado. Na verdade ela jamais existiu. O espírito — será necessário repeti-lo? — é um ser imperecível. Por isso nunca morre.

Devem, portanto, as pessoas (espíritos) esforçar-se por se recomporem, o mais depressa possível, do choque causado pela desencarnação de parentes e amigos, para não se enfraquecerem espiritualmente.

Diz a sabedoria popular, com justa razão, "o que não tem remédio remediado está". É perfeitamente inútil alguém continuar a lamentar uma situação passada. A preocupação deve estar voltada para o presente, do qual depende o futuro.

Pensar — já dito muitas vezes — é atrair. Todos os que se prendem pelo pensamento a seres desencarnados estacionados no astral inferior, não só os estão a atraír e a perturbar mais, como retardam a sua marcha para o mundo a que pertencem, estimulando-os a permanecer em contacto com as coisas terrenas, inclusive os problemas da vida familiar, e concorrendo para torná-los obsessores.

Convém insistir: os espíritos que levaram, quando encarnados, uma vida irregular, materializada e abundante de falhas, permanecem no astral inferior, não raras vezes por decénios, agindo perversamente contra os encarnados. A sua preocupação é a intuição para o mal. Servem-se, para isso, de criaturas de vontade fraca que usam como instrumentos passivos para a consumação dos seus crimes. Daí os homicídios, os suicídios e tantas outras calamidades sociais.

Esses espíritos actuam isoladamente ou em falanges obsessoras bem orientadas para melhor alcançar os seus objectivos. As suas organizações possuem vigias atentos escalados em vários pontos, prontos para dar o sinal no instante preciso e promoverem a convocação de outros obsessores para a acção em conjunto.

Como a união faz a força, obtêm geralmente resultados satisfatórios sobre os encarnados desprevenidos e alheios às suas tramas, ora obsedando-os, ora levando-os a cometer tresloucadas acções, com os sentidos inteiramente perturbados.

Sem este esclarecimento não há quem possa fugir à influência obsessora, nem impedir que forças externas interfiram nos seus actos e no seu Eu espiritual.

Só os esclarecidos é que têm consciência do valor dessas poderosas forças que se chamam — vontade e pensamento —, são capazes de manter à distância os obsessores.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:16
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Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Diferença

"Crês que há um só Deus: fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem". (TIAGO, 2:19).

A advertência do apóstolo é de essencial importância no aviso espiritual.

Esperar benefícios do Céu é atitude comum a todos.

Adorar o Senhor pode ser trabalho de justos e injustos.

Admitir a existência do Governo Divino é traço dominante de todas as criaturas.

Aceitar o Supremo Poder é próprio de bons e maus.

Tiago foi divinamente inspirado neste versículo, porque as suas palavras definem a diferença entre crer em Deus e fazer-lhe a Sublime Vontade.

A inteligência é atributo de todos.

A cognição procede da experiência.

O ser vivo envolve sempre e quem envolve aprende e conhece.

A diferenciação entre o génio do mal e o génio do bem permanece na direcção do conhecimento.

O demónio, como símbolo de maldade, executa os próprios desejos, muita vez desvairados e escuros.

O anjo identifica-se com os desígnios do Eterno e cumpre-os onde se encontra.

Recorda, pois, que não basta a escola religiosa a que te filias para que o problema da felicidade pessoal alcance a solução desejada.

Adorar o Senhor, esperar e crer nEle são atitudes características de toda a gente.

O único sinal que te revelará a condição mais nobre estará impresso na acção que desenvolveres na vida, a fim de executar-lhe os desígnios, porque, em verdade, não adianta muito ao aperfeiçoamento o ato de acreditar no bem que virá do Senhor e sim a diligência em praticar o bem, hoje, aqui e agora, em seu nome.

Espírito: Emmanuel

Médium: Francisco Cândido Xavier

Livro: “Fonte Viva

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 23:59
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Terça-feira, 9 de Junho de 2009

Processo de Cura Interior

O processo de Cura Interior reequilibra as energias de cada corpo focalizando a expressão desse equilíbrio, corrigindo-o e reparando a camada apropriada da aura através da imposição das mãos. Esse realinhamento de cada corpo ajuda a restabelecer o equilíbrio dos outros.

Na cura do nível ketérico padrão, o sistema falho de crenças é trazido à consciência e desafiado. A cura faz-se na sétima camada do campo e consiste principalmente em reparar e reestruturar esse corpo onde quer que seja necessário. O reparo da sétima camada abre automaticamente a sexta camada para mais amor celestial.

No nível celestial, o reikiano participa do amor celestial ou universal e canaliza-o para o paciente.

No nível etérico padrão, realinha-se o corpo áurico através da cirurgia espiritual, que faz coincidir a vontade com a Vontade Divina.

No nível astral, a cura verifica-se através do amor. O reikiano participa da realidade do amor à humanidade e canaliza energia para o paciente, permitindo ao nível mental começar a relaxar e a soltar algumas defesas que experimentou o trauma. Quando se dá conta deles, o adulto avalia-os facilmente pelo seu justo valor e pode substitui-los por processos de pensamento mais amadurecidos. O reikiano trabalha para reestruturar a camada do campo áurico ajudando o paciente a imaginar soluções novas para velhos problemas.

Na camada emocional, utilizando a técnica da sugestão, o curador ajuda o cliente a clarear sentimentos bloqueados. Algumas vezes, o paciente revive velhos traumas e experimenta todos os sentimentos bloqueados durante a cura. Outras, os traumas são removidos sem que o paciente se aperceba deles.

Na camada etérica, é necessário fazer um realinhamento e um reparo para reestruturar a camada, a fim de restabelecer um sentido de bem-estar e de força.

No trabalho directo com o corpo físico, empregam-se exercícios, posições do corpo e voz para liberar bloqueios físicos como, por exemplo, tensão muscular, gordura ou fraqueza.

No processo da cura de pleno espectro, trabalham-se todos os corpos ao mesmo tempo. Aplica-se o processo em sessões privadas ou, às vezes, em grupos dirigidos por um reikiano, quando a saúde do corpo físico geralmente aparece por último, depois de equilibrados os demais corpos. Isso tanto pode levar uma única sessão quanto um ano de sessões.

Você talvez fique maravilhado pelos reikianos poderem fazer isto tudo. A razão é porque eles têm acesso a enorme quantidade de informações através de um estado ampliado de consciência.

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 08:50
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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Oração da Criança ao Homem

Edificaste um mundo novo, em que me veja num futuro melhor.

Auxilia-me a ter alegria dentro dele.

Deste-me liberdade.

Ensina-me a ser livre, sendo feliz.

Colocaste-me no centro da cultura, com acesso às mais avançadas experiências.

Guia-me os passos para que não me sinta em desequilíbrio e para que o desequilíbrio não me enlouqueça.

Dizes que me defendes.

Não me recuses os benefícios da escola e do trabalho e nem me induzas a qualquer ideia de ódio e separação.

Inventastes estradas nos céus.

Ajuda-me a construir caminhos em que possa fazer o meu encontro com os semelhantes, no clima da compreensão e da paz.

Criaste máquinas preciosas para meu reconforto.

Ensina-me a dirigi-las com amor e responsabilidade para que elas não me esmaguem.

Desenvolveste o progresso e levantaste a grandeza material em todos os recantos da Terra, e agradeço-te por tudo - a ti que me acolhes com tanto carinho e com tanto amor - mas peço, com todas as forças de meu coração para que não me afastes de Deus.

Espírito: MEIMEI

Médium: Francisco Cândido Xavier

Saudações Reikianas.

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 12:11
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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

A GRANDE INVOCAÇÃO

Do ponto de Luz na Mente de Deus

Que a Luz se irradie para a mente dos homens.

Que a Luz desça sobre a Terra.

Do ponto de Amor no Coração de Deus

Que o Amor se irradie para o coração dos homens.

Que o Cristo regresse à Terra

Do centro em que a Vontade de Deus é conhecida

Que o propósito oriente as pequenas vontades dos homens,

O propósito que os mestres conhecem e a que servem.

Do centro a que chamamos de raça dos homens

Que o Plano do Amor e da Luz se realize

E ele possa selar a porta onde o mal habita.

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Estado de Espiríto: Feliz Ano Novo...
Publicado por Viktor às 16:39
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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

A causa da Doença

Consoante a perspectiva do terapeuta, a doença resulta do desequilíbrio. O desequilíbrio resulta de se ter esquecido de quem é. O esquecimento da própria identidade cria pensamentos e acções que conduzem a um estilo de vida insalubre e, finalmente, à doença. Mensagem directa dirigida a você, diz-lhe não só que está desequilibrado, mas também lhe mostra os passos que o levarão de volta ao verdadeiro eu e à saúde. Essa informação é muito específica; basta-lhe saber chegar a ela.

Nessas condições, a doença pode ser compreendida como uma lição que você dá a si mesmo para ajudá-lo a lembrar-se de quem é. Você pensará imediatamente em todos os tipos de excepções a essa afirmativa. A maioria, porém, o restringirá a uma percepção da realidade que apenas incluí esse determinado período de vida e apenas a vida no corpo físico. O meu propósito, contudo, é mais transcendental. As afirmações supra citadas só serão compreendidas de modo total e saudável se você já admitiu a sua existência além das dimensões físicas do tempo e do espaço. Elas só podem ser consideradas afectuosas se também o incluírem como parte do todo e, por conseguinte, o todo. Isto é, a priori, o todo é constituído das partes individuais, e as partes individuais, portanto, não só são parte do todo, mas também, como um holograma, são o próprio todo.

Durante meu processo de crescimento pessoal, verifiquei quando comecei a fazer observações sobre o campo de energia como conselheira, ocorreram duas mudanças importantes que modificaram drasticamente a minha maneira de trabalhar com as pessoas. Na primeira, comecei a receber orientação, durante as sessões, de mestres espirituais sobre o que fazer então, e solicitei tipos específicos de informações relativas a diferentes níveis da aura. Na segunda, comecei a desenvolver o que denomino “visão interior”; vale dizer, eu via o interior do corpo mais ou menos à maneira de um aparelho de raios X. Aos poucos, minha prática passou da de um conselheiro para a de uma curadora espiritual.

A cura, tornou-se uma extensão da terapêutica e, logo, o núcleo central de toda a terapêutica, porque alcança todas as dimensões da alma e do corpo muito além das que a terapêutica é capaz de alcançar. O meu trabalho tornou-se claro. Eu estava a curar a alma ou a transformar-me num canal para ajudar a alma a lembrar-se de quem é e para onde está sendo dirigida nos momentos em que se esquece de si e sai do caminho por culpa da doença. Esse trabalho é muito satisfatório, cheio de êxtase na experiência de energias superiores e seres angélicos que vêm curar. Ao mesmo tempo, é estimulante enfrentar a dor de uma doença física terrível, que o terapeuta tem de experimentar, até certo ponto, se quiser curar. Eu necessitava de me sujeitar a observar a tremenda energia e os desequilíbrios da alma com que vive um sem-número de pessoas. A humanidade carrega consigo uma dor horrível, uma horrível solidão e um anseio profundo de liberdade. O trabalho do terapeuta é um trabalho de amor. O terapeuta chega a essas áreas dolorosas da alma e, delicadamente, dá-lhe uma esperança. Desperta suavemente a antiga lembrança da identidade da alma. Toca a centelha de Deus em cada célula do corpo e recorda-lhe mansamente que ela já é Deus e que, já sendo Deus, flúi, inexorável, com a Vontade Universal, para a saúde e para a totalidade.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ

Publicado por Viktor às 09:15
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Terça-feira, 18 de Março de 2008

Reiki, Explicação dos Fluidos

Pergunta Através do esclarecimento das respostas dadas, podemos dizer que não há diferença entre o Reiki e o passe espírita?
Resposta O nome Reiki popularizou-se na segunda metade do século vinte. Hoje ele é uma realidade mundial, não dando para o desprezar ou ignorar. É uma variação metódica do que poderíamos chamar de Fluidoterapia. E como vocês necessitam de nomes, poderiam chamar todas as técnicas conhecidas, como o Passe espírita, o Johrey, da Igreja Messiânica, a Cura Prânica dos filipinos etc. como Fluidoterapia. A Fluidoterapia nasceu, na Terra, com os primeiros capelianos exilados. Gradativamente, eles foram redescobrindo a forma de manipular a energia cósmica para a cura. Em cada local, como já disse, inventaram rituais e exterioridades para fazer a manipulação energética que, no fundo, funcionará sempre através dos três condicionamentos já apresentados: pensamento, vontade e amor. Se não há diferença no tipo de energia, há diferença no procedimento. Muitas casas kardecistas fazem o “passe de cura”, que seria um passe mais demorado, em uma sala diferenciada, com o paciente deitado numa marquesa ou maca. O “passe de cura” funciona semelhantemente como o Reiki, porém, sem símbolos, músicas ou aromas.
Publicado por Viktor às 12:35
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

SÍMBOLOGIA DE REIKI

Pergunta - Mas por que ao mentalizarmos um dos símbolos do Reiki, automaticamente, sentimos a energia fluindo e se dirigindo para o paciente? Esse fenômeno sensorial não seria um indício de que os símbolos funcionam?
Resposta Em momento algum disse que os símbolos não funcionam. O que disse é que não há necessidade de “sintonização” como vocês fazem nos cursos de Reiki, com tantos apetrechos esotéricos e rituais. No fundo, será sempre a vontade, o pensamento e o amor que estão agindo na movimentação da energia. A vontade, o pensamento e o amor antecedem o desenho do símbolo.
Vamos esclarecer como funciona a comunicação entre o espírito (mente) e o cérebro. Em primeiro lugar, vocês devem saber que o ser humano não pensa através de palavras. E, para se transmitir uma ideia, o ser humano necessita converter o seu pensamento num sistema de códigos. Este sistema pode ser na forma de sinais ou imagens simbólicas, como no caso do Reiki e de tantas outras práticas orientais, ou na forma de palavras, que também são símbolos.
Em qualquer um dos casos, para funcionar, é necessária a descodificação, ou seja, a interpretação da mensagem. É por isso que quem não conheça o símbolo e não saiba para que o mesmo funciona, não vai sentir nada, não vai enviar energia. Ele não tem ainda a chave para descodificar a mensagem. O seu cérebro e seu subconsciente não sabem descodificar o símbolo. Ao contrário, o “iniciado”, quando atingir determinados níveis, vai movimentar sua energia vital, a sua bio energia, porque associou ao símbolo, à imagem gráfica, uma função que passou a conhecer. Ou seja, ele sabe que ao desenhar um determinado símbolo ele deve dar um comando inconsciente para o seu duplo-etéreo liberar a energia. Ele está a substituir a palavra por um outro símbolo ou por uma imagem.
Pode acontecer também que a pessoa já tenha entrado em contacto com aquele símbolo noutra encarnação. Daí, apesar de não se lembrar, ele está gravado em seu perispírito. Assim, mesmo sem ter passado por um ritual iniciático, a energia será liberada quando desenhar o símbolo, pois sua mente inconsciente ou seu subconsciente aprendeu, no passado, como descodificar a mensagem. Agora, mesmo o iniciado no Reiki, que passou pelo “ritual iniciático”, que aprendeu os infinitos sistemas de Reiki, mas que desenha os símbolos sem se concentrar e sem vontade, não irá manipular nenhuma energia. Nada irá acontecer. A criação de símbolos é uma forma de codificação. E como o ser humano ainda não é capaz de viver sem símbolos para se comunicar, eles são muito úteis. Qualquer um pode criar um símbolo e, se for do tipo malandro, correrá para patentear e inventar uma história bem mistificadora para ganhar um bom dinheiro com o seu símbolo “sagrado”. Como já salientamos, no Oriente, esta sabedoria de como a comunicação funciona é milenar. E o homem ocidental descobriu isso, recentemente. Não se diz que uma imagem vale mais do que mil palavras? A descodificação de uma mensagem através de imagens costuma ser muito mais fácil e universal do que através de palavras.
Publicado por Viktor às 09:30
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Quinta-feira, 13 de Março de 2008

ESCLARECIMENTO SOBRE REIKI

PerguntaÉ necessário ser sintonizado no Reiki para se enviar boas energias e auxiliar na recuperação de enfermos?
Resposta - Para se enviar energia são necessárias três coisas: o pensamento elevado, a vontade de ajudar o próximo e o amor desinteressado. Todo o resto é instrumento ou “muletas” criadas pelos homens, em todos os tempos, para auxiliar neste processo. Poucos estão preparados para acreditar no poder mental que possuem. Poucos sabem que a mente é uma poderosa usina. Poucos sabem que é possível direccionar nossa energia para diferentes fins, inclusive ajudar na cura de um irmão enfermo, desde que este tenha o merecimento para ser curado através da imposição das mãos, pois nenhuma técnica, incluindo o Reiki, é capaz de transcender a Lei do karma e o livre arbítrio.
Todos, cristãos ou não, sabem que a plantação é livre, mas a colheita será sempre obrigatória. O que não significa que Deus seja punitivo, apenas que existe uma verdadeira justiça cósmica regendo o universo.
A energia utilizada no Reiki é a mesma que o ser humano, nas mais diferentes e distantes culturas e civilizações, aprendeu a manipular, dando nomes diferentes e utilizando formas distintas para tanto. Assim, o que menos importa é o nome da técnica. Porém, todas sempre funcionarão quando apresentar as três condições básicas: pensamento, vontade e amor.
Estado de Espiríto: Feliz, com 14 graus á sombra
Publicado por Viktor às 09:34
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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

AMOR LIVRE

Pergunta: Qual das duas, a poligamia ou a monogamia é mais conforme à lei da Natureza?

Resposta: A poligamia é lei humana cuja abolição marca Progresso social. O casamento segundo as vistas de Deus tem que se fundar na afeição dos seres que se unem. Na poligamia, não há afeição real: há apenas sensualidade. Item n° 701, de "O livro dos Espíritos".

Comenta-se a possibilidade de legalização das relações sexuais livres, como se fora justo escolher companhias para a satisfação do impulso genésico, qual se apontam iguarias ou vitaminas mais desejáveis numa hospedaria. Relações sexuais, no entanto, envolvem responsabilidade. Homem ou mulher, adquirindo parceira ou parceiro para a conjunção afectiva, não conseguirá, sem dano a si mesmo, tão-somente pensar em si. Referentemente ao assunto, não se trata exclusivamente da ligação em base do matrimónio legalmente constituído. Se os parceiros da união sexual possuem deveres a observar entre si, à face de preceitos humanos, voluntariamente aceitos, no plano das chamadas ligações extralegais acham-se igualmente submetidos aos princípios das Leis Divinas que regem a Natureza. Cada Espírito detém consigo o seu íntimo santuário, erguido ao amor, e Espírito algum acabará com o "lugar sagrado" de outro Espírito, sem lesar a si mesmo. Conferir pretensa legitimidade às relações sexuais irresponsáveis seria tratar "consciências" qual se fossem "coisas", e se as próprias coisas, na condição de objectos, reclamam respeito, que se dirá do acatamento devido à consciência de cada um? É óbvio que ninguém se lembrará, em são juízo, de recomendar escravidão às criaturas claramente abandonadas ou espezinhadas pelos próprios companheiros ou companheiras a que se entregaram, confiantes; isso, no entanto, não autoriza ninguém a estabelecer liberdade indiscriminada para as relações sexuais que resultariam unicamente em licença ou devassidão. Instituído o ajuste afectivo entre duas pessoas, levanta-se, concomitantemente, entre elas, o impositivo do respeito à fidelidade natural, ante os compromissos abraçados, seja para a formação do lar e da família ou seja para a constituição de obras ou valores do espírito. Desfeitos os votos articulados em dupla, claro que a ruptura corre à conta daquele ou daquela que a empreendeu, com o aceite compulsório das consequências que advenham de semelhante resolução. Toda sementeira se acompanha de colheita, conforme a espécie. É razoável nos lembremos disso, porquanto o autor ou autora da defecção havida, ante os princípios de causa e efeito, é considerado violador de almas, assumindo com as vítimas a obrigação de restaurá-las, até o ponto em que as injuriou ou prejudicou, ainda mesmo quando na conceituarão incompleta do mundo essas criaturas tenham sido encontradas supostamente já prejudicadas ou injuriadas por alguém. O diamante no lodo não deixa de ser diamante, sem perder o valor que lhe é próprio, diante da vida. A criatura em sofrimento não deixa de ser criação de Deus, sem perder a imortalidade que lhe é própria, à frente do Universo. Que a tentação de retorno dos sistemas poligâmicos pode ocorrer habitualmente com qualquer pessoa, na Terra, é mais que natural - é justo. Em circunstâncias numerosas, o pretérito pode estar vivo nos mecanismos mais profundos de nossas inclinações e tendências. Entretanto, os deveres assumidos, no campo do amor, ante a luz do presente, devem prevalecer, acima de quaisquer anseios inoportunos, de vez que o compromisso cria leis no coração e não se danificarão os sentimentos alheios sem resultados correspondentes na própria vida. Observem-se, nos capítulos do sexo, os desígnios superiores da Infinita Sabedoria que nos orienta os destinos e, nesse sentido, urge considerar que a Vontade de Deus, na essência, é o dever em sua mais alta expressão traçado para cada um de nós, no tempo chamado "hoje". E se o "hoje" jaz vincado de complicações e problemas, a reportarem do "ontem", depende de nós a harmonia ou o desequilíbrio do "amanhã".

Emmanuel

Publicado por Viktor às 08:35
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Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

Mediunidade profissional e charlatanismo

Esse é um ponto bastante polémico com relação ao Espiritismo. Seriam os médiuns apenas charlatães interesseiros? Analisando com atenção tudo o que envolve a mediunidade é possível se chegar a uma conclusão.

O princípio da faculdade mediúnica é a afinidade fluídica, a qual é individual e não geral; pode existir do médium para tal espírito e não a tal outro; sem essa afinidade, cujas nuances são muito diversificadas, as comunicações são incompletas, falsas ou impossíveis. Elas podem ser falsas porque, na falta do espírito desejado, não faltam outros, prontos a aproveitarem a ocasião de se manifestarem, e que se importam muito pouco em dizerem a verdade. O mais frequentemente, a assimilação fluídica entre o espírito e o médium não se estabelece senão com o tempo, ocorrendo uma vez em dez que ela seja completa desde a primeira vez.

Estando a mediunidade subordinada a leis, de alguma sorte orgânicas, às quais todo médium está sujeito, não se pode negar que isso não seja um escolho para a mediunidade profissional, uma vez que a possibilidade e a exactidão das comunicações prendem-se a causas independentes do médium e do espírito. Para que um médium profissional pudesse oferecer toda segurança às pessoas que viessem a consultá-lo, seria preciso que ele possuísse uma faculdade permanente e universal, quer dizer, que pudesse se comunicar facilmente com todos os espíritos e a qualquer momento, para estar constantemente à disposição do público, como um médico, e satisfazer a todas as evocações que lhe fossem pedidas. Ora, isso não ocorre com nenhum médium.

Além disso, os espíritos são livres; eles se comunicam quando querem, com quem lhes convém e também quando podem. Não estão às ordens e ao capricho de quem quer que seja, e não é dado a ninguém fazê-los vir contra a sua vontade. Como sempre dizia Chico Xavier: “o telefone só toca de lá para cá”. Ninguém pode afirmar que a qualquer hora um espírito virá atender ao seu chamado e responderá a tal ou tal questão. Dizer o contrário é provar ignorância dos mais elementares princípios do Espiritismo. Só o charlatanismo tem fontes infalíveis.

Vê-se que os médiuns não possuem senão a faculdade de comunicar, mas a comunicação efectiva depende da vontade dos espíritos. Isso explica a intermitência da faculdade mesmo nos melhores médiuns, e as interrupções que suportam por vezes durante vários meses. Seria, pois, erradamente, que se assemelharia a mediunidade a um talento. O talento se adquire pelo trabalho e aquele que o possui dele é sempre o senhor; o médium não é jamais senhor da sua faculdade, uma vez que depende de uma vontade estranha.

Os próprios princípios que regem as comunicações com o mundo invisível se opõem à regularidade e à precisão necessárias para aquele que se coloca à disposição do público.

O desejo de satisfazer a uma clientela pagante conduz ao abuso. Não se conclui disso que todos os médiuns interesseiros sejam charlatães, mas o interesse de ganho conduz ao charlatanismo e autoriza a suposição de fraude, se não a justifica. Não há, para se comunicar com os espíritos, nem dias, nem horas, nem lugar mais propícios uns que os outros. Não é preciso para os evocar, nem fórmulas, nem palavras sacramentais ou cabalísticas, sendo que o emprego de todo sinal ou objecto material, seja para os atrair, seja para os repelir, não tem efeito, uma vez que o pensamento basta. Só o charlatanismo poderia tomar maneiras excêntricas e adicionar acessórios ridículos. A evocação dos espíritos se faz em nome de Deus, com respeito e recolhimento; é a única coisa recomendada às pessoas sérias que querem ter intercâmbio com espíritos sérios.

Outra questão é que certas manifestações espíritas se prestam, bem facilmente, a uma imitação mais ou menos grosseira; mas do fato de que puderam ser exploradas, como tantos outros fenómenos, pela charlatanice e pela prestidigitação, seria absurdo disso concluir que elas não existam, como bem atesta, em raciocínio adjacente, André Luiz, em trecho do livro Evolução em Dois Mundos.

As manifestações mais fáceis de serem imitadas são certos efeitos físicos, e os efeitos inteligentes vulgares, tais como os movimentos de objectos e pancadas dos mesmos, a escrita directa, as respostas banais, etc; não ocorre o mesmo com as comunicações inteligentes de uma alta importância, ou na revelação de coisas notoriamente desconhecidas do médium. Para imitar os primeiros não é preciso senão a destreza; para simular os outros é preciso, quase sempre, uma instrução pouco comum, uma superioridade intelectual fora de série e uma faculdade de improvisação, por assim dizer, universal, ou o dom da adivinhação.

É importante ressaltar que a "mediunidade elevada (...) constitui (...) conquista do espírito, para cuja consecução não se pode prescindir das iniciações dolorosas, dos trabalhos necessários, com a auto-educação sistemática e perseverante." (André Luiz, em trecho do livro Missionários da Luz).

 

««« Conclusão »»» 

A mediunidade é uma faculdade essencialmente móvel e fugidia, pela razão de estar subordinada à vontade dos espíritos; por isso é que está sujeita a intermitências. Esse motivo, e o princípio mesmo segundo o qual estabelece a comunicação, são os obstáculos a que se torne uma profissão lucrativa, uma vez que não poderia ser nem permanente, nem aplicável a todos os espíritos, e que poderia faltar no momento em que dela se tivesse necessidade. Aliás, não é racional admitir que os espíritos sérios se coloquem à disposição da primeira pessoa que os queira explorar.

A propensão dos incrédulos, geralmente, é suspeitar da boa fé dos médiuns, e supor o emprego de meios fraudulentos. Além de que, no entendimento de certas pessoas essa suposição é injuriosa, é preciso, antes de tudo, perguntar qual interesse poderiam eles ter para enganarem e divertirem ou representarem a comédia. A melhor garantia que se pode encontrar está no desinteresse absoluto e honorabilidade do médium. Há pessoas que, pela sua posição e seu carácter, escapam a toda suspeição. Se a atracão do ganho pode excitar a fraude, o bom senso diz que, onde não há nada a ganhar, o charlatanismo não tem razão de ser.

Texto baseado em trechos do livro O Que É o Espiritismo.

Publicado por Viktor às 10:33
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